Conecte-se Conosco

Sem categoria

Preço do pescado volta a subir depois de cinco meseses

Publicado

em

Segundo analises do Dieese-PA, no mês setembro, depois de cinco meses consecutivos de quedas, o preço do pescado voltou a subir fortemente em mercados municipais de Belém. Entretanto, no balanço dos primeiros noves meses de 2018 (janeiro a setembro) a grande maioria do pescado pesquisado ainda permanece com os preços em queda.

Esta situação está sendo demonstrada neste novo balanço sobre a trajetória de preço do pescado consumido pelos paraenses, com base nas pesquisas conjuntas do Dieese-PA e Secon/PMB.

Desde junho/2013, fruto de um convenio de cooperação técnica entre a Prefeitura de Belém e o Dieese-PA, as pesquisas do pescado na Capital estão sendo feitas semanalmente, numa ação conjunta do Dieese-PA e a Secon/PMB, envolvendo coleta de preços de 38 tipos de pescados mais consumidos, além do camarão regional e o caranguejo.

 Mês de setembro de 2018

As pesquisas conjuntas realizadas pelo Dieese-PA e a Secon/PMB sobre o comportamento do preço do pescado comercializado nos mercados municipais da capital, mostram que no mês de setembro/18), após cinco meses consecutivos de quedas este ano, a maioria das espécies de pescado pesquisado apresentou alta de preço, com destaque para pirapema,  com reajuste de 22,10%; seguida do Peixe Serra, com alta de 6,08%; piramutaba  ( 6,04%); pescada (5,83%); tainha (5,56%);  cachorro de padre  (5,28%); arraia (5,18%); sarda ( 4,42%); pescada amarela (4,19%); curimatã (2,29%); gurijuba (2,27%); pratiqueira (2,13%) e do bagre (1,06%).

Também em setembro/18, algumas espécies de pescado apresentaram quedas de preços, com destaque para o filhote (13,19%), seguido da uritinga (11,11%); tucunaré (5,00%); peixe pedra (4,74%); tamuatá (4,47%); tambaqui (2,16%); mapará (1,42%) e da corvina (1,39%)

 

 Variações de janeiro a setembro

O balanço efetuado pelo Dieese-PA sobre a trajetória do preço do pescado,  comercializado em mercados municipais da capital nos nove primeiros meses de 2018, mostra queda de preços na maioria das espécies pesquisadas, com destaque para a pratiqueira,  com recuo de 18,75%, seguida do xaréu (17,55%); aracu (16,83%); tucunaré (14,66%); uritinga (14,26%); serra (12,13%); peixe pedra (11,63%); filhote (10,97%); tambaqui (8,95%); bagre (8,73%); pacu (8,70%); curimatã (8,14%); arraia (7,08%); tainha (6,19%); gurijuba (4,72%); corvina (3,65%) e da pescada gó (1,80%).

Também no mesmo período (jan-set/2018), poucas espécies de pescado apresentaram altas de preços, as mais expressivas foram: cachorro de padre (de 14,22%0, seguido de piramutaba (11,89%); pirapema (11,11%); sarda (5,80%); tamuatá (4,66%); dourada (3,65%); mapará (3,18%); cação (3,04%) e da pescada amarela (2,92%).

 Belém nos últimos 12 meses

 As pesquisas conjuntas realizadas pelo Dieese-PA e a Secon/PMB, sobre o comportamento do preço do pescado comercializado nos mercados municipais de Belém nos últimos 12 meses, mostram alta da maioria dos produtos pesquisados, várias espécies com reajustes bem acima da inflação calculada em torno de 4,00% para o mesmo período (INPC/IBGE).

No período analisado, os maiores reajustes de preços foram verificados nos seguintes espécies de pescados: pirapema (68,92%), piramutaba (21,36%); cação (20,19%); dourada (17,39%); arraia (17,17%); pescada gó (16,33%); aracu (14,06%); pacu (12,90%); cachorro de Padre (10,83%); pescada amarela (6,25%); curimatã (4,93%); pescada branca (3,09%); gurijuba (1,90%) e do bagre (1,78%).

Também no mesmo período, algumas espécies de pescado apresentaram recuos de preços, com destaque para o tucunaré (15,78%), seguido do peixe Ssrra (10,44%); pratiqueira (10,00%); corvina (10,00%); tamutá (7,23%); peixe pedra (5,00%); tambaqui (4,84%); tainha (4,80%) e do mapará( 3,57%).

Copyright © 2018. A Província do Pará Todos Direitos Reservados . Desenvolvido por Ideia Virtual