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Aprovados em processo seletivo iniciam atividade na Funbosque, em Outeiro

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O prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho, deu as boas-vindas aos novos servidores da Funbosque

Mais de 70 aprovados no Processo Seletivo Simplificado (PSS) da Fundação Escola Bosque Professor Eidorfe Moreira (Funbosque) iniciaram as atividades na manhã desta segunda-feira(11). São pedagogos,professores

Mais de 70 aprovados no Processo Seletivo Simplificado (PSS) da Fundação Escola Bosque Professor Eidorfe Moreira (Funbosque) iniciaram as atividades na manhã desta segunda-feira, 11. São pedagogos, professores, merendeiras, porteiros, agentes de serviços gerais, assistentes administrativos e auxiliares que irão atuar na sede da Escola Bosque, Casa Escola da Pesca e Unidades Pedagógicas localizadas nas ilhas do Seringal, Faveira, Jamaci, Jutuba, Flecheira e Urubuoca.

Os novos professores chegam para somar com os educadores que atuam nas áreas de ciências da natureza, exatas, humanas e sociais. “Com o PSS, ofertamos 119 vagas e estamos, neste momento, iniciando as atividades com 74 profissionais das mais diversas áreas, bem como professores que atuarão na Fundação”, explicou Beatriz Padovani, presidente da Funbosque.

“Deste total de 74 profissionais, 69 estão aptos para atuar, pois apresentaram toda a documentação solicitada. O contrato tem validade de um ano, podendo ser renovado por mais um ano”, completou Beatriz.

A presidente também destacou que os aprovados no PSS darão ajuda valorosa nas atividades desenvolvidas com os alunos. “Tudo isso foi construído por meio de um processo democrático e participativo e temos certeza de que com o engajamento de todos os novos profissionais teremos resultados significativos em benefício dos nossos alunos”, pontuou.

Avanços – O prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho, deu as boas-vindas aos novos profissionais e destacou os recentes avanços alcançados na Escola Bosque “Este ano, ampliamos o número de alunos atendidos em mais de 600, totalizando 2.200 alunos devidamente matriculados. Tudo isso foi possível graças a uma grande engenharia, uma equação que integrou comunidade, escola e famílias”, pontuou o prefeito.

“Os novos profissionais que estão sendo acolhidos serão fundamentais para garantir a continuidade da educação de qualidade e da boa prestação de serviços por parte dos servidores da área administrativa”, destacou Zenaldo Coutinho.

A professora de História, Eliane Costa, participou do PSS e ficou com a primeira colocação, entre 1.400 inscritos. “Estou muito feliz em saber que irei contribuir na formação desses alunos, ajudando a construir um caminho de conhecimento pautado na realidade vivenciada por eles. Sempre facilitando esse processo de ensino, educação e aprendizagem”, disse.

Fundação – A Fundação Escola Bosque atende 2.200 alunos da educação infantil, ensino fundamental, ensino médio, técnico em meio ambiente, e recurso pesqueiro; além da Educação de Jovens e Adultos (EJA).

No mês de abril, a Funbosque vai oferecer cursos livres e de qualificação profissional para formação de agentes de portaria e operadores de caixa, com inscrição grátis, aberta para toda a comunidade.

Escola Bosque oferta 80 vagas para curso de agente de portaria

A Escola Bosque Professor Eidorfe Moreira, no distrito de Puteiro, em  Belém do  Pará, está ofertando  80 vagas para o curso de agente de portaria. As inscrições vão até amanhã.(12) ou enquanto durarem as ofertas de vagas. Os interessados devem ter idade a partir de 18 anos e está cursando ou ter concluído o Ensino Médio.

Os interessados devem comparecer no CDC/FunBosque das 08h ás 12h e das 14h ás 16h, munidos com a cópia do certificado de conclusão ou declaração escolar do ensino médio, RG, CPF e comprovante de residência.

As aulas acontecem em 3 sábados das 09h ás 12h com certificação ao final.

Lauro Lima/ Comus PMB

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Após atentado, escola é reaberta para planejar acolhimento de alunos

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Camila Maciel / Agência Brasil  

São Paulo – A Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, no interior paulista, será reaberta hoje (18) apenas para professores e funcionários. O funcionamento está suspenso desde a última quarta-feira (13), quando dois ex-alunos, de 17 e 25 anos, entraram na escola encapuzados e armados, promovendo um ataque que resultou na morte de oito pessoas. Os atiradores também morreram na ação.

Nesta segunda-feira, será traçado um planejamento com atividades de acolhimento e preparação psicológica para os alunos, que retornarão amanhã (19). Ainda não há data para o reinício das aulas.

De acordo com a Secretaria Estadual de Educação, o planejamento dessas atividades contará com o apoio de profissionais do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), dos centros de Atenção Psicossocial (Capes) da prefeitura de Suzano, além de outras secretarias do governo do estado.

A proposta para o acolhimento é desenvolver atividades livres, como oficinas, terapias em grupos, rodas de conversa, depoimentos, compartilhamento de boas práticas, entre outras.

Segundo o governo estadual, uma rede de apoio, formada por instituições públicas e privadas, atuou no fim de semana, prestando atendimento psicológico e especializado na Diretoria Regional de Ensino de Suzano e no Capes do município, além de visitas domiciliares às famílias das vítimas.

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Três dias de luto em Belém pela morte de Coutinho Jorge

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 O ex-prefeito de Belém Fernando Coutinho Jorge faleceu neste domingo (17) . Ele tinha 79 anos e sofria do mal de Alzheimer. Faleceu em Brasília,  onde residia com a família. O velório e sepultamento serão em Belém,  nesta segnda-feira (18). O  prefeito atual, Zenaldo Coutinho (não são parentes), deretou luto oficial de três na capital paraense.   Coutinho Jorge – que era bacharel em Ciências Econômicas –  também atuou como deputado federal, senador e ministro do Meio Ambiente no governo Itamar Franco.

O velório de Coutinho Jorge deve ser realizado na capital paraense. O corpo do ex-prefeito ficou de chegar na madrugada desta segunda-feira.

PERFIL

Coutinho Jorge nasceu a 30 de maio de 1939, filho de Clóvis Ferreira Jorge e Mavilda Coutinho Jorge. Em 1962, ingressou no curso de Bacharelado em Economia pela Universidade Federal do Pará (UFPA), formando-se em 1967.

Em 1969, mudou-se para Santiago do Chile, para participar da Pós-graduação em Planejamento para o Desenvolvimento dos Países Subdesenvolvidos, curso oferecido pelas Organização das Nações Unidas (ONU), onde o professor da disciplina “Sociología del Desarrollo” era Fernando Henrique Cardoso.

Em 1970, voltou ao Pará, quando participou de curso de Introdução ao Planejamento da Área Metropolitana de Belém, oferecido pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Começou a dar aulas na faculdade de Economia, também na UFPA, onde, depois, exerceu diversos cargos: foi subchefe do Departamento de Economia; Coordenador do curso de Economia; e integrou seleto grupo de profissionais do Núcleo de Altos Estudos Amazônicos (NAEA).

Em 1975, foi Diretor-geral do Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social do Pará e se tornou titular da Secretaria de Planejamento e Coordenação Geral, no governo de Aluísio Chaves (1975-1979), onde foi responsável pela implantação do primeiro Sistema Estadual de Planejamento Governamental do Pará.

Em 1976, foi nomeado Secretário-executivo do Conselho Superior de Desenvolvimento do Estado do Pará e, no ano seguinte, passou a integrar a Comissão Interministerial de Desenvolvimento Regional, em Brasília.

Em 1979, o governador Alacid Nunes convidou Coutinho Jorge para permanecer à frente da Secretaria Estadual de Planejamento.

Em 1982, o economista inicia sua carreira no legislativo, concorrendo ao cargo de Deputado Federal pelo Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), alcançando a maior votação entre os deputados do partido. Durante essa legislatura, foi membro das Comissões de Economia e de Minas e Energia e foi relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre recursos hídricos brasileiros.

Em 1985, Coutinho Jorge licenciou-se da Câmara dos Deputados para se tornar Secretário de Educação do Pará, no governo de Jader Barbalho.

Nas eleições municipais de novembro de 1985, Fernando Coutinho Jorge tornou-se o 1º Prefeito de Belém eleito diretamente após a Ditadura Militar. Durante o mandato,  criou a Guarda Municipal e o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, por exemplo.

Deixou a prefeitura, em 31 de dezembro de 1988, e, em outubro de 1990, elegeu-se Senador pelo Pará.

Presidiu a comissão temporária responsável pelos preparativos da Conferência sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento — a Rio-92 — nas reuniões preparatórias realizadas pela Organização das Nações Unidas (ONU) em Genebra e Nova Iorque. Também atuou em encontros debatedores da questão ambiental e de encontros de parlamentares latino-americanos realizados em Belém, Rio de Janeiro e São Paulo.

Em junho de 1992, Fernando Coutinho Jorge participou como Presidente da Comissão ECO-92 do Senado e representante do Presidente do Congresso Nacional.

Três dias de luto

A Prefeitura Municipal de Belém informa, com pesar, o falecimento do ex-prefeito de Belém, Fernando Coutinho Jorge, neste domingo, 17.

Fernando Coutinho Jorge era economista e político que durante sua vida pública, entre outros cargos, foi deputado federal e senador pelo Pará, prefeito de Belém e ministro do Meio Ambiente.

O Prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho, em razão desta perda, decreta luto oficial por três dias na capital.

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Jornalista Carlos Mendes lança “Luzes do Medo”, em Curitiba

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Neste sábado (16), às 11h da manhã, durante palestra em Curitiba, durante o XXIV Congresso Brasileiro de Ufologia, o jornalista Carlos Mendes, editor do Ver-o-Fato, lançará o seu livro Luzes do Medo: Relato de um Repórter na Operação Prato, contando detalhes inéditos da experiência que viveu como repórter do jornal “O Estado do Pará” na cobertura dos fatos que envolveram o aparecimento de luzes misteriosas, entre 1977 e 1978, que desciam dos céus e, em vários casos relatados, atacavam pessoas e lhes sugavam o sangue, deixando-as desfalecidas e com problemas de saúde.
“É uma obra incomum, rara e especial, que trata com profundidade dos estarrecedores fatos ocorridos e faz uma firme descrição de como os militares brasileiros lidaram com a delicada questão, naquela que ficou conhecida como a Operação Prato”. Quem diz isso, sobre o lançamento do livro é um dos maiores ufólogos e pesquisadores de OVNIs do mundo, o brasileiro Ademar Gevaerd, que escreveu o prefácio de Luzes do Medo.
Ocorrida há 40 anos, na Amazônia (Pará), a impressionante onda ufológica que ficou conhecida como “chupa-chupa” tem, agora, um livro que traduz com precisão a gravidade da situação que se abateu sobre inúmeras e humildes comunidades paraenses, acometendo duramente milhares de caboclos e ribeirinhos. Nem idosos, gestantes, crianças e animais foram poupados.
No retorno a Belém, Carlos Mendes fará o lançamento do livro, em data a ser anunciada pelo Ver-o-Fato.

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