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POLÍTICA

Em três anos, parlamentares federais torram R$ 824 milhões

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José  Silva de Araújo/A Província do Pará
De fevereiro de 2015 a 30 de junho de 2018, o Congresso Nacional – Câmara dos Deputados e Senado – gastou R$ 824,3 milhões.
O dinheiro foi usado para fazer propaganda pessoal de parlamentares. E passagens aéreas, aluguel de escritórios, aluguel de carros e avião. Ainda custo com combustíveis e telefone. Há outros gastos menores.
Não estão contabilizados nesse valor (R$ 824,3 milhões) os salários dos parlamentares e despesas com moradia. A isso aqueles que o povo elege (deputados e senadores) deram o nome de “Cota Exercício da Atividade Parlamentar” – a sigla é “Ceap”, o conhecido “Cotão”.
Existem mais benefícios – ou privilégios, o termo mais adequado.
Dos 824,3 milhões de reais, R$ 258,5 milhões foram “torrados” com passagens aéreas. O restante – R$ 565,8 milhões foram dados aos políticos do Congresso com a apresentação de nota fiscal ou recibo.
Os parlamentares mais gastadores são os do Norte e Nordeste, portanto o Pará está no meio. Eles (os do Norte e Nordeste) se justificam dizendo que os voos para as duas regiões são mais caros que para as outras.
Dois senadores conhecidos, João Capiberibe (AP) e Fernando Collor (AL) – este ex-presidente da República – aparecem na lista dos mais gastadores da Casa, o Senado. Os 10 senadores que mais usaram o “Cotão” reembolsaram, sozinhos, R$ 12,5 milhões. Na lista não há nenhum paraense.
Nesse período (2015 a 2018) os parlamentares consumiram R$ 181,6 milhões com marketing pessoal.
Collor mandou para os cofres do Senado uma conta de R$ 927,7 mil. Argumentou o parlamentar que o valor foi para pagar sua segurança pessoal.
A propaganda pessoal é feita por alguns meios como sites, impressos e principalmente via redes sociais.
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