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PARÁ

46% dos paraenses vivem com renda de R$ 406,00 por mês

Pobreza paraense só perde para Acre e Amazonas, segundo o IBGE

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De acordo com o levantamento divulgado nesta quarta-feira (5), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), quase metade dos paraenses viveu abaixo da linha da pobreza em 2017, já sob o governo Michel Temer, depois do golpe que derrubou Dilma Rousseff da presidência. Mas o déficit já vinha desde 2014, depois que Aécio Neves e Temer comandaram as ações para impedir a presidenta de continuar . Um, inconformado com derrota nas urna e o outros pretendendo ocupar o posto como acabou acontecendo. Seus aliados na Câmara dispararam inúmeras pautas bombas contra Dilma e inviabilizaram o governo dele.

Segundo o estudo, o Pará possuía 46% da população com renda abaixo da linha da pobreza estabelecida pelo Banco Mundial (US$ 5,5 PPC por dia). Estes paraenses ganham menos de R$  406 por mês. O estado possui o terceiro maior percentual da região Norte, ficando atrás apenas do Acre e Amazonas. Comparado a 2016, cerca de 26,7 mil paraenses saíram da linha da pobreza.

No ano passado, a capital do estado estava com 29,8% da população abaixo da linha da pobreza. Houve um aumento de 21,7 mil pessoas em relação a 2016. É a quarta maior porcentagem para uma capital na região norte, a maior foi a de Macapá com 41,3%.

Mantendo o que foi visto em 2016, a região norte foi a segunda região com maior porcentagem dos moradores abaixo da linha de pobreza com 43,1% da população. A região Sul teve a menor porcentagem com 12,8% e o nordeste a maior com 44,8%.

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