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POLÍTICA

47% são a favor e 44% contra a reforma da Previdência

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Agência da Previdência Social em Brasília Foto: André Dusek / Estadão Conteúdo

Aumentou de 41% para 47% o apoio da população brasileira à reforma da Previdência nos últimos três meses, segundo pesquisa realizada pelo instituto Datafolha, publicada na manhã desta terça-feira, 9. A rejeição à medida caiu de 51% para 44%.

A publicação diz que é a primeira vez que, numericamente, os que apoiam a medida estão à frente, mas dentro da margem de erro de dois pontos porcentuais, representando um empate técnico. A pesquisa mostra que a melhora de aceitação da reforma ocorreu em todas as faixas de renda, escolaridade e idade.

Entre as mulheres, que são mais afetadas pela mudança de regras da aposentadoria, 50% são contra e 39%, a favor. Entre homens, 57% são a favor e 38% são contra a proposta. Já a oposição mais forte à reforma aparece entre estudantes (57% contra e 35% a favor), assalariados sem registro (52% a 41%), funcionários públicos (52% a 42%) e desempregados (51% a 41%).

O texto da reforma da Previdência foi aprovado na Comissão Especial da Câmara na semana passada e pode começar a ser analisado pelo plenário nesta terça-feira.

 

POLÍTICA

Novo líder do PSL, Eduardo Bolsonaro destitui os 12 vice-líderes do partido na Câmara

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Horas após se tornar líder da bancada do PSL na Câmara, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (SP) destituiu nesta segunda-feira (21) todos os 12 vice-líderes da legenda. 

A decisão foi tomada em meio a uma disputa acirrada pelo comando da sigla na Câmara, em um reflexo da crise vivida pelo partido. 

Desde a semana passada, deputados da bancada têm promovido uma “guerra” de listas para definir o nome do líder que irá representar a bancada, que é composta por 53 parlamentares. 

Já foram apresentadas seis listas. A mais recente foi validada na manhã desta segunda-feira pela Secretaria Geral da Câmara e fez de Eduardo Bolsonaro o líder da bancada no lugar de Delegado Waldir (PSL-GO). No entanto, ainda há outras duas listas na fila de conferência. 

É preciso ter o apoio da maioria da bancada para se tornar líder, ou seja, ao menos 27 assinaturas. 

O nome de Eduardo Bolsonaro tem o apoio do grupo mais fiel ao presidente Jair Bolsonaro. Já a outra ala, que defende a permanência de Waldir na liderança, é ligada ao presidente do partido, deputado Luciano Bivar (PSL-PE). 

O que faz o líder

O líder é escolhido pela bancada para ser o representante do partido na Câmara. Ele pode ser substituído quando necessário pelos vice-líderes. 

Normalmente, os partidos têm vários vice-líderes em razão de todas as reuniões de comissões e plenário. 

Entre as prerrogativas das lideranças estão: 

  • pedir a palavra para falar em qualquer momento da sessão. O tempo a que ele tem direito é proporcional ao número de deputados. No caso do PSL, são sete minutos por sessão;
  • participar dos trabalhos de qualquer comissão (mesmo daquelas em que não for integrante), sem direito a voto;
  • orientar a bancada durante votação em plenário;
  • indicar membros da bancada que irão integrar as comissões;
  • registrar candidatos a cargos da Mesa.

Os ex-vice-líderes

O ofício comunicando a destituição dos vice-líderes foi recebido pela Secretaria-Geral da Mesa por volta das 16h20. 

A maioria dos que foram removidos do cargo é da ala bivarista, mas também há alguns que defendem que Eduardo Bolsonaro fique na liderança. 

Perderam o cargo de vice-líderes os seguintes deputados: 

  1. Felício Laterça (PSL-RJ);
  2. Nicoletti (PSL-RR);
  3. Daniel Silveira (PSL-RJ);
  4. Heitor Freire (PSL-CE);
  5. Julian Lemos (PSL-PB);
  6. Júnior Bozzella (PSL-SP);
  7. Coronel Tadeu (PSL-SP);
  8. Nelson Barbudo (PSL-MT);
  9. Charlles Evangelista (PSL-MG);
  10. Professora Dayane Pimentel (PSL-BA);
  11. Nereu Crispim (PSL-RS);
  12. Joice Hasselmann (PSL-SP).

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POLÍTICA

Delegado Waldir acaba perdendo liderança do PSL para filho de Bolsonaro

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Fonte: Exame Foto: Reprodução

delegado Waldir (GO) decidiu nesta segunda-feira (21) entregar o cargo de líder do PSL na Câmara dos Deputados. O deputado federal Eduardo Bolsonaro (SP) já foi confirmando como novo líder. As informações são da Exame.

O anúncio foi feito por meio de um vídeo divulgado nas redes sociais em que Waldir acrescenta que estará “à disposição do novo líder para, de forma transparente, passar toda a liderança do PSL”.

Na gravação, Waldir afirma, ainda, que a sigla voltou atrás e não vai mais suspender os cinco parlamentares, aliados ao presidente Jair Bolsonaro, que foram afastados na semana passada. São eles: Carla Zambelli (SP), Alê Silva (MG), Filipe Barros (PR), Carlos Jordy (RJ) e Bibo Nunes (RS).

A guerra de lideranças na Câmara começou na semana passada, quando aliados de Bolsonaro apresentaram na Câmara dos Deputados duas listas com 26 e 24 assinaturas destituindo Waldir e indicando Eduardo Bolsonaro como líder do partido na Casa.

Já parlamentares ligados a Waldir apresentaram uma segunda lista, com 29 nomes.

Após a polêmica, Waldir deixou a liderança e Eduardo Bolsonaro foi oficializado no site da Câmara

CRISE

A briga interna para liderança do PSL acontece em meio à uma disputa entre os parlamentares da ala aliada a Bolsonaro e dos aliados ao presidente nacional da sigla, Luciano Bivar.

Bolsonaro chegou a falar para um apoiador “esquecer” o PSL porque o presidente nacional do partido, Luciano Bivar, está “queimado pra caramba”.

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POLÍTICA

A SUDAM, “já capitaneou” mais de 12,5 bilhões de reais para o Acre

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Foto: Reprodução / Fonte: O Estado Net

Acreano de nascimento, o atual superintendente da Sudam, Paulo Roberto Correia, que está no cargo desde 2015, informou recentemente que a superintendência “já capitaneou” mais de 12,5 bilhões de reais para o Acre, através do Fundo de Desenvolvimento da Amazônia e Fundo Constitucional para o Norte (FNO), além de incentivos fiscais e convênios.

Ele deu a informação no final de junho, quando foi a Rio Branco para anunciar, junto com o governador, Gladson Cameli, investimentos ultrapassam R$ 1,2 bilhão e garantem a presença da Sudam em todos os 22 municípios do Estado.

O superintendente reconheceu que o Acre “é uma das prioridades da Sudam”, mas, prevenindo críticas, acrescentou logo que, um dos compromissos que assumiu foi o de “investir mais recursos nos Estados que mais necessitam como Acre, Amapá e Roraima”. A diretriz é correta, em tese, ou no discurso. E na prática?

A Sudam bem que poderia ser mais generosa no seu extremamente econômico site para permitir verificar a destinação de recursos para os demais Estados. Como está, fica a sensação de se ter visto atuação semelhante na era da SPVEA, o órgão antecessor na promoção do desenvolvimento regional.

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