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Ministro Fachin pode impugnar Jader Barbalho e Zequinha Marinho em ação movida por Mário Couto

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, por determinação da presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Rosa Weber, segue como relator do recurso em que o ex-senador  Mário Couto (PP), candidato ao Senado, pede a cassação do registro das candidaturas do senador Jader Barbalho (MDB), líder nas pesquisas de intenção de voto, com um ponto percentual à frente do próprio Mário Couto, e empatado tecnicamente também com o tucano Fernando Flexa Ribeiro. O candidato do PP pede também a cassação da candidatura do vice-governador,  Zequinha Marinho (PSC). Ele e o senador do MDB formaram chapa da coligação “O Pará daqui pra frente”, liderada pelo MDB para disputar a eleição majoritária.

Mário Couto chegou a participar dessa coligação, mas, um dia depois da convenção que formalizou a chapa emedebista, seu nome foi retirado da ata enviada ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE), a fim de registro de candidaturas. Mário Couto diz que isso aconteceu porque ele deu uma entrevista logo depois da convenção, dizendo que iria voltar ao Senado para continuar combatendo a corrupção que grassa no país. Segundo ele, os Barbalho (Jader e o filho, Helder, candidato ao governo do Pará) não gostaram do que disse “porque eles não podem ouvir a palavra corrupção, pois estão sendo investigados na Lava jato e vão ser presos por corrupção” e o sacaram da chapa.

Outra versão do caso, narra que isso aconteceu quando Jader Barbalho percebeu que Mário Couto era uma ameaça à sua reeleição. Mário Couto abriu o verbo, recorreu e teve o seu registro negado pelo TRE-PA. Foi ao Superior Tribunal Eleitoral (TSE), a fim de garantir a sua candidatura. O caso está rolando, mas ele também investiu contra as candidaturas de Jader Barbalho e Zequinha Marinho (PSC), este vice-governador do Pará e dissidente da base do governador Simão Jatene porque queria assumir o cargo quando o titular se licenciasse para se candidatar ao Senado. Mas Jatene não confiava mais o suficiente em Zequinha para deixa-lo em seu lugar e deu-se o racha.

Lançado ao Senado pelo MDB, a chances de Zequinha Marinho são remotas, segundo as pesquisas, além de que o próprio Ministério Público Federal  Eleitoral (MPFEPA)pede a impugnação do seu registro ao TRE, alegando fraude na formação da coligação do MDB.

Diante desse cenário, uma ação cautelar movida pela defesa de Mário Couto, poderá ser julgada a qualquer momento, pelo ministro Edson Fachin. Os advogados de Mário Couto pedem a concessão de liminar (o que pode acontecer nos próximos dias), para a imediata inserção de seu nome na urna eletrônica, assim como permissão para participar da propaganda eleitoral e acesso ao fundo partidário de campanha para que possa recuperar o tempo perdido em consequência das trapalhadas do MDB e do próprio PP regional.

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