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A pedido de Helder Barbalho, desesperado com sua iminente derrota, juiz manda PF apreender tudo no Instituto Doxa. Juristas viram aberração no ato

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 Advogados ouvidos pelo Ver-o-Fato classificaram as apreensões na Doxa como ” uma das maiores aberrações já praticadas por um juiz eleitoral no Pará”

Conteúdo reproduzido do blog Ver-o-Fato/ Carlos Mendes

Agentes da Polícia Federal, com ordem de busca e apreensão expedida pelo juiz  da 76ª Zona Eleitoral, Heyder Tavares da Silva Ferreira, estiveram no final da manhã de hoje no escritório da empresa Doxa e Arte Comunicação Ltda, no bairro do Marco. A ação policial foi provocada a pedido dos advogados do candidato do MDB, Helder Barbalho (MDB).
No local, a PF (veja o vídeo, acima) apreendeu computadores, HDs, pen drive, CDs e outras mídias compatíveis com armazenamento de dados, além de contratos, notas fiscais, e celulares do dono da empresa, Dornélio Silva.
O objetivo é vasculhar o material, em busca de supostas irregularidades, documentos de dados e computação de dados referentes à pesquisa eleitoral registrada no TSE sob o número 03131/2018.
Nessa pesquisa, cujo mandado de segurança para evitar a publicação havia sido indeferido pela juíza federal Lucyanna Daibes durante a noite de ontem, o candidato Márcio Miranda (DEM) estaria 3,8 pontos acima de Helder Barbalho.
Essa pesquisa, por duas vezes, sofreu tentativa de impugnação, mas sem  sucesso. A alegação é de que Dornélio Silva teria feito comentário em uma rádio de Belém quando a pesquisa ainda estava em andamento.
Advogados ouvidos pelo Ver-o-Fato classificaram as apreensões na Doxa como ” uma das maiores aberrações já praticadas por um juiz eleitoral no Pará”. Eles disseram ainda que a ação da PF “inviabiliza o funcionamento da pequena empresa”.

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