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Anatel libera faixa de frequência para 4G em todas as capitais

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Por Luciano Nascimento / Agência Brasil  Brasília

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) liberou o uso da faixa de 700 mega-hertz (MHz) para a telefonia móvel em todas as capitais do país. Após o desligamento do sinal analógico de TV em todas as capitais, a faixa será destinada a ampliação do 4G.

De acordo com a Anatel, faltava apenas Florianópolis (SC), ser autorizada a usar essa fatia do espectro. No próximo dia 14, está previsto o desligamento do sinal analógico de TV nas regiões Norte e Centro-Oeste. Com esse desligamento, a faixa dos 700 MHz estará totalmente liberada para as transmissões de 4G.

“Esta faixa de frequência, que era utilizada pelos canais de TV, agora permite a transmissão de banda larga móvel, com maior velocidade, chegando a uma transmissão até três vezes maior do que a atual”, informou a agência reguladora.

Com isso, as operadoras já podem iniciar os testes de mitigação, em que se verifica a possibilidade de interferência na rede de outras operadoras ou na geração do sinal de TV.

Durante esse período, as operadoras vão realizar campanha de mitigação preventiva, na qual a população é informada sobre como agir em caso de interferência do sinal da banda larga móvel na TV aberta digital. Após o término deste processo, a Anatel autoriza que a banda larga móvel passe a funcionar na faixa de 700 MHz.

“O Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (Gired) já autorizou até agora o início da mitigação preventiva em 3.858 cidades, sendo que, dessas, 1.854 já finalizaram o processo e, portanto, já estão aptas a utilizar o licenciamento, o que beneficia mais de 60% da população brasileira”, disse a Anatel.

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Facebook quer comprar uma empresa de segurança após vazamento de dados

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Foto: Justin Sullivan / Getty
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Os recentes escândalos de privacidade do Facebook, incluindo o vazamento de dados pessoais de 29 milhões de usuários, fizeram a empresa começar a se mexer para melhorar a segurança da plataforma. E, de acordo com o site The Information, o Facebook quer comprar uma “grande empresa de cibersegurança” – e já fez proposta por algumas delas.

Apesar de nenhum nome ter sido divulgado até o momento, fontes que conversaram com o The Information dizem que a ideia é fechar uma aquisição até o fim do ano. O Facebook quer implementar ferramentas de segurança a seus serviços já existentes, com objetivo de proteger contas de usuários, além de sinalizar tentativas de invasão.

Com o conhecimento de uma grande empresa de cibersegurança, o Facebook pretende reduzir a possibilidade de uma falha de código dar abertura para hackers invadirem a plataforma e acessarem dados de usuários indevidamente.

Além da consequência óbvia de tornar a plataforma mais segura, a aquisição pode servir para o Facebook passar uma mensagem aos seus usuários: a de que a rede social se preocupa bastante com a privacidade e segurança de dados.

Com escândalos recentes como o da Cambridge Analytica, que acessou informações de usuários indevidamente, e também a invasão que afetou 29 milhões de contas, a imagem do Facebook foi abalada, e a confiança geral dos usuários caiu consideravelmente.

Fonte: Olhar Digital

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Tecnologia

TSE nega ao PSOL liminar para restringir WhatsApp nas eleições

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Foto: Olhar Digital
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O ministro Edson Fachin, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), negou liminar (decisão provisória) ao PSOL em representação que pedia que o uso do WhatsApp fosse restringido nos dias que restam até domingo (28), data do segundo turno das eleições.

Na representação, o PSOL pediu que a Justiça Eleitoral determinasse ao WhatsApp o uso temporário de mecanismo para limitar o compartilhamento, encaminhamento e transmissão de mensagens e o número de membros em novos grupos criados na rede.

O partido fez a solicitação com a justificativa de que a disseminação sem controle de notícias falsas pelo aplicativo estaria prejudicando a lisura do pleito. Para o ministro Edson Fachin, no entanto, o PSOL não apontou “fundamentos jurídicos” suficientes para a restrição do WhatsApp, tampouco apontou “conduta ilícita” praticada pelo aplicativo.

Para Fachin, desse modo, o pedido do PSOL “não encontra, no atual momento processual, em que se analisa apenas a plausibilidade dos argumentos invocados, fundamento apto para seu deferimento”. Fachin deu 24 horas para que o WhatsApp se manifeste na representação.

Entre as medidas que haviam sido solicitadas pelo PSOL estão a restrição dos encaminhamentos de 20 para cinco, com o objetivo de limitar a disseminação de desinformação; a restrição do número de transmissão de uma mensagem para contatos (atualmente é de 256 contatos ao mesmo tempo); e a limitação do número de grupos.

“Inúmeras são as situações diariamente noticiadas de que as mensagens que circulam nos grupos de WhatsApp, sem qualquer acompanhamento e cuidado com a legislação, têm desequilibrado o pleito eleitoral, especialmente porque chegam a milhões de pessoas, e muitas têm como principal meio de se informar o grupo de mensagens, o que facilita o trabalho de quem divulga notícias falsas, ofensivas e inverídicas”, escreveram os advogados do partido.

Fonte: Agência Brasil

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Uber testa serviço de ‘funcionários sob demanda’ por aplicativo

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Foto: Divulgação
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Pelo aplicativo da Uber, já é possível pedir carros particulares, comida por delivery e até bicicletas, barcos e helicópteros em algumas regiões do mundo. Em breve, a empresa pode começar a oferecer também funcionários temporários através do app.

É o que diz uma reportagem publicada nesta quinta-feira, 18, pelo jornal norte-americano Financial Times (via The Verge). O serviço, batizado internamente de Uber Works, estaria ainda em fases iniciais de desenvolvimento, com testes sendo realizados em Chicago e Los Angeles, nos Estados Unidos.

A ideia é que pequenos e médios empresários possam usar o Uber Works para contratar profissionais por curtas jornadas, como garçons ou seguranças para um evento, por exemplo. Esse tipo de serviço já é oferecido por agências de trabalho terceirizado no Brasil e no mundo.

O diferencial do serviço da Uber seria o modelo de negócios. Assim como motoristas podem se cadastrar para ganhar dinheiro com o Uber e motociclistas podem ser pagos para entregar comida com o Uber Eats, profissionais autônomos poderão receber por diárias no Uber Works.

Oficialmente, a Uber não quis confirmar ou negar a informação do Financial Times. O serviço de funcionários sob demanda faria parte do crescente investimento da empresa em modalidades alternativas aos carros particulares, como o serviço de bicicletas e patinetes elétricos oferecido nos EUA.

Ainda em fase de testes, o suposto Uber Works não tem previsão para ser oficialmente anunciado e, segundo o jornal, pode até mesmo ser abandonado caso a experiência não dê o resultado que a empresa espera.

Fonte: Olhar Digital

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