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TECNOLOGIA

Apple Store sai do ar para receber iPhone 11 e outros lançamentos

TecMundo

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O site da Apple Store está fora no ar na manhã desta terça-feira (10) em todo o mundo. Só que você pode ficar tranquilo: não se trata de um bug ou invasão. Isso acontece tradicionalmente horas antes do lançamento de novos produtos pela empresa, como é o caso de hoje.

Às 14 horas (horário de Brasília), a Apple vai apresentar o iPhone 11 e suas variantes, além de outros produtos, incluindo uma nova geração do Apple Watch e talvez até um MacBook Pro renovado. O evento marca ainda o lançamento oficial do iOS 13, que atualmente está em fase Beta para desenvolvedores e fãs interessados.

Quem tenta entrar no site da loja se depara com a seguinte mensagem: “A gente já volta. Estamos atualizando a Apple Store. Tente novamente daqui a pouco”. Após o evento, o catálogo de produtos já deve ser atualizado, com direito a preços e especificações técnicas — inclusive no Brasil.

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Homem joga PS4 em monitor do aeroporto enquanto espera para embarcar

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Foto: Reprodução/The Oregonian/ Tech Tudo

Um jogador desconhecido resolveu esperar pelo voo em um aeroporto internacional dos Estados Unidos com uma partida de Apex Legends em seu PlayStation 4

m homem no Aeroporto Internacional de Portland, no estado de Oregon nos Estados Unidos, usou um dos monitores do local para jogar Apex Legends em seu PlayStation 4 (PS4). O passageiro foi flagrado em uma foto, na última quinta-feira (16), durante um período de espera pelo voo. O comportamento fora do comum causou alguns problemas – isso porque o monitor deveria exibir informações úteis para os visitantes, como um mapa do lugar. Supervisores pediram que ele encerrasse sua atividade, porém o homem ainda perguntou se poderia terminar a partida, e recebeu uma resposta negativa.

O jogador desconhecido não teve sua identidade revelada, já que o incidente foi resolvido sem maiores complicações. Uma porta-voz do aeroporto, Kama Simonds, comentou que “isso é obviamente algo que não gostaríamos que tivesse acontecido porque viajantes precisam da informação que estamos colocando na tela para eles”.

Além disso, Simonds ressaltou que este caso é “um bom lembrete do que não fazer no aeroporto”. A história chegou até mesmo à produtora Electronic Arts, que publica Apex Legends. A empresa comentou, em tom de brincadeira, em sua conta no Twitter: “libertem este homem”.

A história surgiu primeiro no site da rádio local KXL News de Portland, noticiada pelo repórter Jacob Dean, e foi reproduzida em várias mídias posteriormente. A fonte original, no entanto, apagou a notícia, aparentemente sob acusações de “clickbait“. Os leitores alegaram que o veículo usou um título sensacionalista para um problema que foi resolvido tranquilamente.

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Facebook desiste (por enquanto) de colocar propaganda no WhatsApp

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Foto: Reprodução / Fonte: Gizmodo Brasil

Os planos do Facebook para colocar propagandas no WhatsApp foram suspensos, de acordo com informações do Wall Street Journal. No lugar deles, a gigante das mídias sociais vai investir em ganhar dinheiro com o aplicativo de mensagens por meio de recursos de atendimento ao cliente e vendas para empresas e negócios.

Segundo o WSJ, a equipe dedicada a esse projeto foi desfeita pelo Facebook, e os códigos criados por esse time foram removidos do WhatsApp. A reportagem, porém, diz que os planos foram suspensos, mas não descartados, e que poderemos ver propagandas no Status (como é chamada a versão do WhatsApp para os Stories do Instagram) em algum momento.

Como lembra o Engadget, os fundadores do app tinha opiniões bastante fortes e contundentes contra a propaganda — tanto que eles saíram da empresa entre 2017 e 2018.

Em um post de 2012 — dois anos antes da venda para o Facebook, portanto — eles criticam duramente o modelo de negócio baseado em anúncios, chegando inclusive a chamá-los de insultos à inteligência. Vale lembrar que o WhatsApp não era gratuito — ele custava US$ 1 por ano no Android e US$ 1 no momento da compra no iOS.

Em vez de propagandas, segundo o WSJ, a aposta do Facebook para ganhar dinheiro com o WhatsApp é apostar na plataforma como canal de vendas e atendimento ao cliente para empresas.

O WhatsApp Business, lançado em 2018, vai nesse sentido. Ele oferece um serviço de atendimento ao cliente que é gratuito para usar, mas cobra caso a companhia demore mais de 24 horas para responder seu consumidor. Essa parece ser uma estratégia esperta para consagrar o WhatsApp como canal mais rápido para conseguir ter sua reclamação atendida e mudar o modelo de cobranças mais adiante.

Mais recentemente, o aplicativo também ganhou o recurso de catálogo, que é bem útil para pequenos empreendedores que vendem produtos usando o WhatsApp.

Por: Giovanni Santa Rosa

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Até que enfim! Por R$ 12.999, Galaxy Fold é 1º celular dobrável no Brasil

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Galaxy Fold, celular que se dobra e abre como um livro, finalmente chegará ao Brasil Fonte: UOL

O brasileiro enfim poderá comprar —se tiver muito dinheiro— um celular com a tela dobrável por aqui. O Galaxy Fold, da Samsung, passará a ser vendido no país quase um ano após o seu anúncio internacional —ele foi lançado em fevereiro do ano passado com vendas previstas para alguns países em abril, mas só passou a ser comercializado internacionalmente em 6 de setembro, após falhas serem corrigidas.

Quem se interessar em ter a tecnologia que virou tendência entre fabricantes deverá, também, estar disposto a gastar. Ele vai custar R$ 12.999, passando a ser o smartphone mais caro entre modelos lançados nos últimos tempos pelas grandes marcas por aqui, pois superou os R$ 9.999 do iPhone XS Max, em 2018.

Fora do Brasil, o Galaxy Fold teve preço de lançamento de US$ 1.980 (na conversão atual sem impostos, cerca de R$ 8.700). Ele começará a ser vendido por aqui na cor preta na próxima quarta (22). A partir desta sexta, consumidores poderão fazer um pré-registro no site da Samsung. É possível testar em lojas da marca antes de comprá-lo.

O formato da venda inicial será de “flash sales”, em que o Fold será vendido inicialmente apenas da quarta (22) às 21h até a quinta (23) às 21h. A Samsung promete atendimento personalizado e fila expressa em assistências caso o consumidor tenha algum problema —incluindo a possibilidade de um celular ser emprestado enquanto o outro está em reparo.

O 1º dobrável no Brasil

Com o lançamento, a Samsung ganha uma “guerra” entre empresas ao trazer às lojas o primeiro celular dobrável ao Brasil. Afinal, o Fold também foi o primeiro aparelho do tipo apresentado por uma grande marca globalmente —antes dele, o FlexPai, da menos conhecida e especialista em telas Royole, foi apresentado no fim de 2018.

“Para nós, essa é uma categoria totalmente nova de celulares que estamos lançando. Ela abre várias possibilidades, formatos novos de uso do celular e de telas”, aponta Renato Citrini, gerente-sênior de produtos da área de celulares da Samsung no Brasil.

Gabriel Francisco Ribeiro/UOL
Imagem: Gabriel Francisco Ribeiro/UOL

Poucos dias após o Galaxy Fold, a Huawei apresentou o Mate X na MWC (Mobile World Congress). O aparelho já deu as caras no Brasil e nós fizemos uma análise em mãos dele, mas ainda não é vendido por aqui.

Recentemente, parecia que a Motorola iria surpreender e antecipar-se às duas rivais com o aguardado Motorola Razr, nova versão do clássico celular flip da marca. As vendas mundiais do modelo, anunciado em novembro, estavam marcadas para janeiro, mas já foram adiadas pela companhia, que alega alinhamento com a “demanda”.

Lançado após um ano do anúncio, o Fold pode chegar ao Brasil um pouco “datado”. É provável que, assim como no ano passado, a Samsung apresente uma nova versão de celular dobrável em 11 de fevereiro, data em que lançará também os novos modelos da linha S —especulados como “S20”. Os rumores apontam para um novo dobrável no estilo do Razr, se abrindo e fechando no meio do celular verticalmente.

Como é o Galaxy Fold

O Galaxy Fold e seus colegas dobráveis representam a maior inovação dos últimos tempos no mercado de smartphones, que vivia períodos de atualizações pouco marcantes entre um modelo e outro. O modelo da Samsung era uma promessa há anos da empresa, que buscava aprimorar a tecnologia para uma tela capaz de se dobrar. O novo recurso envolve uma nova camada de polímero e outras diferenças em relação ao tipo anterior de tela.

DJ Koh, executivo-chefe da Samsung, exibe o Galaxy Fold no anúncio em fevereiro do ano passado -  Justin Sullivan/Getty Images/AFP
DJ Koh, executivo-chefe da Samsung, exibe o Galaxy Fold no anúncio em fevereiro do ano passadoImagem: Justin Sullivan/Getty Images/AFP

Ele é bem mais grosso e pesado do que os smartphones da atualidade, contando com uma tela na parte de fora até rústica para os padrões atuais de celulares. Ela é estranha e pequena (4,6 polegadas HD+), com bordas extremamente grandes em cima e embaixo. O aparelho se abre como um livro e revela a telona interna, que chega ao tamanho de um pequeno tablet, com 7,3 polegadas com resolução QXGA+ —rola apenas um entalhe no topo da tela à direita para câmeras, além de um vinco no centro da dobra.

A Samsung alega que o celular foi testado para ser dobrado até 200 mil vezes, o que garante uma vida útil de anos para o aparelho. O design do celular tem corpo de vidro, o que promete dar elegância, mas ao mesmo tempo trazer as chatas marcas de dedo.

Um dos principais benefícios de um celular desse tamanho está na capacidade de “multitarefa”: é possível usar até três aplicativos ao mesmo tempo, definindo o tamanho de cada janela ao arrastar como se fosse no PC. Isso já rola em celulares como o Galaxy Note, mas é mais confortável em um aparelho do tamanho do Fold. É possível começar um aplicativo com a tela fechada e seguir da onde parou quando abre o celular como um livro.

Visão traseira do Galaxy Fold, o celular de tela dobrável da Samsung - Samsung/Divulgação
Visão traseira do Galaxy Fold, o celular de tela dobrável da SamsungImagem: Samsung/Divulgação

Isso rola graças ao processamento poderoso do Fold, que o coloca como um dos mais poderosos da atualidade. São nada menos que 12 GB de RAM, acompanhados do Snapdragon 855, top de linha do ano passado. Ele ainda tem memória interna de 512 GB, além de bateria dupla que, somada, dá 4.380 mAh, compatível com carregamento rápido e sem fio. O celular conta com um leitor de digitais, que fica situado na lateral.

Além de tudo, o Fold vem com nada menos do que seis lentes de câmera, espalhadas por vários pontos do corpo do celular.

Existem três câmeras traseiras (na perspectiva do celular fechado ou mesmo aberto), sendo uma de ultra-grande angular de 16 MP e outras duas de 12 MP (teleobjetiva e principal grande angular) —igual ao S10+ e Note 10+. A câmera frontal do aparelho aberto é dupla, contando com uma lente de 10 MP (principal) e outra de 8 MP (profundidade). Existe ainda uma última frontal do aparelho fechado, que tem 10 MP. Ufa.

O kit que acompanha o Fold também vem com um Galaxy Buds, fone sem fio da Samsung que chega a custar R$ 900, e uma capa protetora.

Fold tem história de sucesso e fracasso

O Galaxy Fold vive uma história de sucesso e fracasso desde seu lançamento. A apresentação do modelo junto ao lançamento do Galaxy S10 pareceu um pouco de pressa da Samsung, que não tinha nem mesmo unidades do celular à mostra para jornalistas após o evento, como de praxe.

O encantamento que o aguardado dispositivo causou logo virou pesadelo para a Samsung. Pouco antes antes da data marcada para o início das vendas em abril, jornalistas que receberam o produto para testes passaram a relatar problemas nas unidades recebidas, como telas que apresentavam defeitos após poucos dias de uso.

A culpa disso recaiu sobre uma película tirada por alguns jornalistas —a Samsung não avisava de forma clara que ela servia para proteção e não poderia ser removida— e outros defeitos internos. Após adiamento por cinco meses, a marca finalmente colocou à venda o aparelho em setembro e, atualmente, ele já está disponível em inúmeros países —na América Latina, México e Chile já contam com o Fold.

Galaxy Fold foi relançado pela Samsung em setembro do ano passado - Divulgação
Galaxy Fold foi relançado pela Samsung em setembro do ano passadoImagem: Divulgação

Apesar dos problemas, ele virou um sucesso em vários mercados, considerando o valor alto. Recentemente, a Samsung informou que entre 400 mil e 500 mil unidades do Fold foram comercializadas (informação errada anteriormente colocava o número em um milhão).

A instabilidade dos celulares dobráveis também fez a Huawei sofrer —a exemplo da rival sul-coreana, a chinesa também adiou algumas vezes as vendas do Mate X, que passou a ser vendido na China em novembro. A companhia informa ter vendido cerca de 200 mil unidades do modelo.

O celular dobrável foi a grande tendência inovadora de 2019 entre as fabricantes de celulares e promete se espalhar mais ainda por outras marcas neste ano. Empresas como Xiaomi, LG e Apple também contam com protótipos do tipo e devem entrar em breve nesse mercado, principalmente se perceberem uma inclinação do consumidor a essa nova tecnologia.

Ficha técnica: Galaxy Fold

Tela principal: 7,3″ QXGA+ Amoled Dinâmica (4,2:3)
Tela externa: 4,6″ HD+ Super Amoled (21:9)
Câmera externa: 10 MP, F2.2
Câmera traseira: Tripla Ultra-Wide de 16MP, F2.2; Grande-angular de 12MP e teleobjetiva de 12 MP, F1.5 / F2.4, Estabilizador Óptico de Imagem (OIS)
Zoom óptico: 12MP, F2.4, OIS PDAF
Câmera Frontal: Dupla 10 MP F2.2 e 8 MP (com profundidade RGB, F1.9)
Processador: Snapdragon 855 Octa-core de 64 bits 7nm
Memória: 12 GB RAM (LPDDR4x), 512 GB (UFS3.0) sem espaço para cartão MicroSD
Bateria: 4.380 mAh com carregamento rápido compatível com fio e sem fio
Sistema Operacional: Android 9.0 (Pie)
Preço: R$ 12.999

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