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Boca-River, um dos maiores clássicos do mundo

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Segundo o jornal inglês The Guardian, um duelo entre Boca Juniors e River Plate é o maior evento que qualquer amante do esporte poderia assistir antes de morrer, mas o futebol mundial também proporciona outros clássicos de enorme rivalidade.

E como se o próprio clássico argentino não fosse gigante por si só, Boca e River se enfrentarão pela primeira vez na história na final da Copa Libertadores.

Um feito que coloca ainda mais pimenta nessa rivalidade argentina, com o jogo de ida marcado para este domingo na Bombonera, casa do Boca, enquanto a volta acontecerá em 24 de novembro no Monumental, estádio do River.

Com o Boca buscando um sétimo título de Libertadores e o River um quarto troféu da competição, o superclássico argentino é inigualável por sua paixão popular, embora outros grandes duelos do futebol mundial também têm suas tradições, histórias e audiência global.

– Real-Barça paralisa o planeta bola –

O clássico espanhol entre Real Madrid e Barcelona é a partida de maior destaque entre clubes no mundo, chegando a níveis insuperáveis de audiência televisiva na última década devido à presença de grandes craques do futebol, principalmente Cristiano Ronaldo e Lionel Messi, os maiores nomes do esporte nos últimos anos.

Com Cristiano Ronaldo transferido à Juventus e Messi lesionado, nenhum dos dois craques participou pela primeira vez em 12 anos do último clássico, disputado em 28 de outubro com goleada catalã por 5 a 1.

Com um total de 272 confrontos entre os clubes, o Barcelona leva clara vantagem com 113 vitória, enquanto o Real somou 99 triunfos, além de 60 empates.

A balança também não é muito equilibrada no quesito títulos. O Real Madrid possuiu 13 troféus de campeão europeu contra apenas 5 do Barcelona e também soma 33 Campeonatos Espanhóis, enquanto os catalães têm 25.

– Celtic vs Rangers: o mais antigo –

Longe da parafernália e da globalização da atualidade, o clássico da Escócia entre os vizinho de Glasgow, Celtic e Rangers, é o mais antigo do futebol e ganhou notoriedade devido à forte conotação religiosa e política.

Historicamente, os torcedores do Celtic são católicos e pró-irlandeses. Já os Rangers contam com uma torcida majoritariamente protestante e pró-Reino Unido.

Conhecido com “Old Firm”, a primeira partida entre os dois rivais foi disputada em 28 de maio de 1988 com vitória do Celtic por 5 a 2.

Desde então, se enfrentaram oficialmente 414 vezes, com 159 vitórias para os Rangers, 156 para o Celtic e 99 empates.

E entre os jogos mais lembrados está a final da Copa da Escócia de 1969, quando no estádio Hampden Park, em Glasgow, quase 133.000 pessoas viram o Celtic conquistar mais um troféu em sua época de ouro, na qual chegou ao auge de vencer a Copa de Campeões da Europa (hoje Liga dos Campeões) em 1967.

– Norte da Inglaterra dividido: United vs Liverpool –

Embora Celtic-Rangers seja o clássico britânico mais velho, o duelo que paralisa os inventores do futebol é o choque entre Liverpool e Manchester United.

Separadas por apenas 56 km no norte da Inglaterra, as cidades de Liverpool e Manchester são casa das duas equipes mais vitoriosas do futebol do país.

O United foi fundado como Newton Heath em 1878 antes de assumir o atual nome em 1902.

O Liverpool é de 1892 e se tornou a equipe mais vitoriosa do futebol inglês no âmbito internacional com 5 títulos europeus.

Já o United se sagrou campeão continental três vezes, mas é o maior vencedor doméstico com 20 títulos, contra 18 do arquirrival.

Os dois gigantes se enfrentaram pela primeira vez em 28 de abril de 1894 com vitória do Liverpool por 2 a 0. Desde então, foram 200 jogos, com 80 vitórias do United, 65 dos Reds e 55 empates.

– Peñarol-Nacional: 120 anos de rivalidade –

Pode ser que o confronto Peñarol-Nacional não tenha o marketing de outros clássicos mais famosos do mundo, mas um dado mostra sua relevância: é a rivalidade mais antiga fora das ilhas britânicas.

Com oito Copas Libertadores vencidas por ambos (cinco do Peñarol e três do Nacional) e seis Copas Intercontinentais, hoje Mundial de Clubes (três para cada lado), o clássico ‘charrúa’ divide o Uruguai há 120 anos.

Com 90% da 3,5 milhões de habitantes uruguaios torcendo para um dos dois times, Peñarol e Nacional se enfrentaram pela primeira vez em 15 de julho de 1900 no Parque Central, em Montevidéu, um amistoso vencido pelo Peñarol por 2 a 0.

Desde então foram 542 confrontos, com 192 vitórias do Peñarol, 174 do Nacional, 171 empates e cinco jogos anulados.

O clássico uruguaio é também a partida mais disputada da história da Libertadores com 39 jogos, com 13 triunfos para o Peñarol e 11 para o Nacional, além de quinze empates.

O antagonismo dos dois clubes de Montevidéu surge praticamente desde suas fundações.

O Peñarol, fundado com o nome CURCC em 1891, tem suas origens em imigrantes ingleses (representava os trabalhadores da empresa ferroviária The Central Uruguay Railway ltd.). Já o Nacional surgiu em 1899 com um elenco formado em sua maioria de mestiços e negros, em resposta a uma época em que os clubes de futebol contavam com participação quase exclusiva de imigrantes estrangeiros.

– Inter-Juventus, com o Milan no cangote –

País fanático por futebol, a Itália tem como seu maior clássico o duelo entre a Juventus e a Inter de Milão, com o Milan no cangote.

Juventus e Inter se enfrentaram 231 vezes de maneira oficial, com 104 vitória da Velha Senhora e 70 da Inter, além de 57 empates. O primeiro confronto aconteceu em 14 de novembro de 1909, uma partida válida pelo Campeonato Italiano.

A origem da rivalidade entre ambos se deve principalmente aos títulos, à popularidade e à tradição histórica.

A Juve ostenta 32 troféus do Campeonato Italiano, dois da Liga dos Campeões e duas Copas Intercontinentais, enquanto a Inter tem 18 Campeonatos Italianos, três Ligas dos Campeões e duas Copas Intercontinentais.

Juventus e Inter são os dois clubes mais populares da Itália, mas, na hora de comparar títulos, os dois clubes ficam atrás do Milan, que embora tenha ‘apenas’ 18 Campeonatos Italianos, ostenta sete títulos europeus (segundo maior vencedor atrás do Real Madrid) e três Copas Intercontinentais, de longe o maior vencedor quando o assunto são troféus internacionais.

Fonte: AFP

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Libertadores começa com premiação recorde, mas brasileiros acham pouco

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Foto: Reprodução / Fonte: Estadão Conteúdo

Começa nesta terça-feira, com a disputa de uma das três partidas da primeira fase, a Copa Libertadores mais milionária da história, com premiação ao campeão dobrada pelo segundo ano consecutivo. O vencedor do torneio vai embolsar US$ 12 milhões (R$ 45,2 milhões, na cotação de segunda-feira). Ao todo, US$ 161,9 milhões (R$ 610,2 milhões) vão ser distribuídos aos 47 participantes. O jogo inaugural será entre Delfin, do Equador, e Nacional, do Paraguai.

Na edição passada, a Conmebol pagou US$ 98,9 milhões (R$ 372,5 milhões), sendo US$ 6 milhões (R$ 22,6 milhões) ao campeão, o River Plate. Foi o dobro do valor ganho pelo vencedor de 2017 (US$ 3 milhões ou R$ 11,3 milhões). Será também a estreia da final em partida única, marcada para 23 de novembro, em Santiago, capital do Chile.

Vale lembrar que a decisão de 2018, entre os argentinos Boca Juniors e River Plate, acabou tendo um campo neutro (o Santiago Bernabéu, em Madri) como palco do segundo duelo devido a problemas de segurança.

Apesar do upgrade financeiro, os clubes brasileiros ainda reclamam da desvalorização do principal torneio do continente. Basta comparar com o que faturou o campeão da última Copa do Brasil: o Cruzeiro ganhou R$ 50 milhões, ou seja, cerca de R$ 5 milhões a mais do que receberá, em tese, o time mais importante da América do Sul neste ano.

Se a base de comparação for a Europa, então, o dinheiro distribuído pela Conmebol parece troco perto dos euros que saem dos cofres da Uefa para os bolsos dos participantes da Liga dos Campeões.

A estimativa feita pela Uefa para a temporada 2018/19 é de destinar nada menos do que 2,04 bilhões de euros (aproximadamente R$ 8,7 bilhões) apenas para a sua competição mais nobre. Cada um dos 32 integrantes da fase de grupos da Liga dos Campeões embolsa 15,25 milhões de euros (mais de R$ 65 milhões).

Se na Libertadores cada mandante recebe US$ 1 milhão de dólares (R$ 3,769 milhões) por partida em casa, na Liga dos Campeões o prêmio por uma vitória na fase de grupos rende 2,7 milhões de euros (R$ 11,5 milhões).

Mesmo com uma distância ainda abissal entre as duas realidades, a Conmebol comemora o aumento da premiação. “O dinheiro agora chega a quem realmente faz as competições, que são os clubes. São as estrelas da competição e o que fazemos na Conmebol quando se fala de Libertadores e Sul-Americana é pensando no que é melhor para os clubes”, defende Frederico Nantes, diretor de competições de clubes da entidade.

De acordo com o dirigente, que é brasileiro, a elevação do montante desembolsado foi possível “com mudança de gestão do Presidente Alejandro Domínguez, já que os contratos eram antigos”, afirma, referindo-se especialmente aos acordos de direitos de transmissão. Questionado se a expectativa era por novas majorações nas temporadas seguintes, ele disse não ter como responder: “Não podemos garantir”.

Fato é que tem ocorrido uma evolução, ainda que lenta, nos patamares da grana envolvida na Libertadores, que tenta justamente cada vez mais se parecer com o badalado “primo europeu”. As mudanças no formato – torneio durante a temporada inteira, final única – são indício dessa “europeização” do torneio sul-americano.

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Avião com jogador Emiliano Sala desaparece na França

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Foto: Reprodução / Fonte: ANSA

PARIS, 22 JAN (ANSA) – O jogador ítalo-argentino Emiliano Sala, contratado no último sábado (19) para reforçar o Cardiff no Campeonato Inglês, é um dos passageiros que estavam a bordo do avião que desapareceu na noite desta segunda-feira (21) enquanto sobrevoava o Canal da Mancha. A informação foi confirmada hoje (22) pelas autoridades da Aviação Civil da França. Ao todo, duas pessoas estariam a bordo.

A aeronave particular “PA 46 Malibu” decolou do aeroporto francês de Nantes rumo ao País de Gales. No entanto, perdeu a comunicação com o controle de tráfego aéreo por volta das 20h (horário local) a 15 km ao norte da ilha de Guernsey.

As autoridades costeiras do Reino Unido e da França realizam buscas pelo avião monomotor. Ontem à noite as equipes de resgates interromperam a operação devido a onda de mau tempo na região e só retomaram as buscas na manhã desta terça. Barcos salva-vidas e helicópteros estão sendo utilizados. Até o momento, não há vestígios da aeronave.

Em nota, o Cardiff City afirmou estar “genuinamente preocupado” com o desaparecimento de Sala.

O atacante de 28 anos atuava no FC Nantes e foi contratado na última semana pelo Cardiff City, que disputa a primeira divisão do Campeonato Inglês, por 17 milhões de euros, no maior valor já pago pelo clube galês. Sala defendia o time francês desde 2012.

Pelo Nantes marcou 13 gols nesta temporada e era o terceiro artilheiro do Campeonato Francês.

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Palmeiras vai inscrever Carlos Eduardo no Campeonato Paulista

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Foto: Reprodução / Fonte: Estadão Conteúdo

Uma das cinco vagas em aberto na inscrição do Palmeiras para a disputa do Campeonato Paulista será do atacante Carlos Eduardo. O técnico Luiz Felipe Scolari afirmou neste domingo, em Campinas, depois do empate com o Red Bull Brasil, que vai contar com o jogador contratado do Pyramids, do Egito, assim que a documentação dele estiver pronta.

O atacante não pôde ser inscrito pelo mesmo problema que tirou o meia Hernanes da estreia do São Paulo. Reforços que vieram do exterior precisam esperar por mais um tempo até a documentação e o registro serem formalizados.

“Para a próxima semana, provavelmente, se os papéis chegarem, vamos poder usar o Carlos Eduardo. A gente vai ter mais um jogador de velocidade. A gente vai inscrevendo de acordo com a necessidade”, disse Felipão.

O Palmeiras inscreveu 21 jogadores dos 26 possíveis para a disputa do Paulistão. Uma outra vaga deve ser destinada a Ricardo Goulart. O atacante veio emprestado pelo Guanzhou Evergrande, da China, e se recupera de cirurgia realizada em outubro no joelho direito. Como no fim de fevereiro ele estará liberado para atuar e o prazo final de inscrição é março, o reforço é um dos prováveis ocupantes da lista.

Dos seis reforços para a temporada, o único a ter estreado neste primeiro jogo do Palmeiras foi o atacante Felipe Pires. Assim como Carlos Eduardo, o atacante veio como um pedido de Felipão para ter mais pontas à disposição no elenco, já que o titular da posição, Willian, está machucado e só volta a atuar no meio do ano.

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