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POLÍTICA

Bolsonaro apresenta melhora, mas não tem previsão de alta

Lílian Beraldo/Daniel Mello - Repórter da Agência Brasil São Paulo

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O presidente Jair Bolsonaro apresenta “contínua melhora de seu estado de saúde”, mas não há previsão de alta, segundo boletim médico divulgado hoje (10) pelo Hospital Vila Nova Star. Bolsonaro deu entrada no hospital, localizado na zona sul da capital paulista, na noite do último sábado (7) para ser submetido a uma cirurgia para tratamento de hérnia incisional na região do abdome. Essa é a quarta cirurgia a qual Bolsonaro é submetido desde que foi esfaqueado em um ato de campanha eleitoral em setembro de 2018.

De acordo com o boletim, na manhã de hoje, Bolsonaro tomou banho de chuveiro e estava prevista uma caminhada pelos corredores do hospital. Ele dormiu bem, acordou disposto e não tem sinais de febre 48 horas após a cirurgia. Bolsonaro segue se alimentando com uma dieta líquida, com água, chá, gelatina e caldo ralo. Estão sendo administradas medidas de prevenção à trombose venosa, com uso de meia elástica e medicamentos anticoagulantes.

Período de licença

O porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, disse que está mantida a previsão para que Bolsonaro reassuma o cargo depois do fim do prazo de cinco dias licenciado. O vice-presidente Hamilton Mourão exerce interinamente a Presidência desde o último domingo e deve continuar na função até quinta-feira (12). “O presidente a partir de quinta-feira estará novamente exercendo, se não na plenitude, a chefia do Poder Executivo em condições de liderar o país, mesmo daqui do hospital”, enfatizou o porta-voz.

Bolsonaro está acompanhado da esposa, Michele, e do filho Carlos, que é vereador na cidade do Rio de Janeiro pelo PSC. Uma ala do hospital foi disponibilizada para a equipe da Presidência e para a família de Bolsonaro.

Não estão previstas visitas para o presidente hoje, seguindo a recomendação das restrições a esses encontros.

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POLÍTICA

Bolsonaro demite toda diretoria do Inmetro por prejudicar taxistas e caminhoneiros

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O presidente Jair Bolsonaro avisou neste sábado (22) que toda a diretoria do Inmetro está demitida.Portarias do órgão iriam prejudicar taxistas e caminhoneiros.“Implodi o Inmetro. Implodi. Mandei todo mundo embora”.

Há poucos meses uma portaria do Inmetro determinou a troca dos tacógrafos dos caminhões. Bolsonaro impediu.“Mandei acabar com isso aí”, disse o presidente.Desta feita, determinaram a troca dos taxímetros nos táxis.Os taxímetros custam R$ 400, e tacógrafos R$ 1.900.“Multiplique por milhões de veículos que mexem com tacógrafos. Táxi só no Rio são 40 mil”, disse.E complementou:“Não temos que atrapalhar a vida dos outros.(…) Mudou o governo, não tem mais espaço pra jeitinho”.

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POLÍTICA

Apoiadores de Bolsonaro convocam manifestação 15 de março

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"Manifestação pró-Bolsonaro deve ocorrer no dia 15 de março.| Foto: Flávio Contente/Futura Press/Estadão Conteúdo" Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/republica/apoiadores-bolsonaro-preparam-manifestacao-15-marco/ Copyright © 2020, Gazeta do Povo. Todos os direitos reservados. Fonte: gazetadopovo Foto: Reproducao

Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro estão organizando uma manifestação nacional de apoio para o dia 15 de março. O movimento começou a se formar após o general Augusto Heleno, ministro do Gabinete Segurança Institucional (GSI), reclamar da pressão do Congresso para o Planalto liberar mais verbas do orçamento. “Nós não podemos aceitar esses caras chantagearem a gente o tempo todo. Foda-se”, disse o chefe do GSI, em uma conversa privada.

A frase acabou vazando durante uma cerimônia no Palácio da Alvorada, na última terça-feira (18). Estavam com Heleno na hora do desabafo o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o ministro da Secretaria Geral da Presidência, Luiz Eduardo Ramos.

Manifestação em 15 de março tem apoio de deputados bolsonaristas

O protesto conta com o apoio dos deputados bolsonaristas Carla Zambelli (PSL-SP) e Filipe Barros (PSL-PR). Nas redes sociais, eles dizem que a mobilização terá “pauta única”, apenas a defesa de Bolsonaro. O Movimento nas Ruas também está organizando o ato.

Heleno usou as redes sociais, na quarta-feira (19), para condenar o vazamento da conversa. Classificou como “lamentável episódio de invasão de privacidade” e afirmou que é de inteira responsabilidade dele. Também isentou o presidente Bolsonaro, Paulo Guedes e Luiz Eduardo Ramos. No fim, o ministro diz: “se desejam o parlamentarismo, mudem a constituição”.

Reação do Congresso

A declaração não foi bem recebida pelos chefes do Legislativo nacional e pode azedar ainda mais a relação entre Executivo e Legislativo que já não vinha bem. “Nenhum ataque à democracia será tolerado pelo Parlamento”, afirmou Davi Alcolumbre (DEM-AP). O presidente do Senado ameaça convocar o general para explicar a declaração diante do Congresso, segundo a Folha de S. Paulo.

“É uma pena que o ministro com tantos títulos tenha se transformado em um radical ideológico contra a democracia, contra o parlamento”, criticou Rodrigo Maia (DEM-RJ). O presidente da Câmara disse ainda que, durante a votação do aumento do salário dos militares no ano passado, Heleno não fez ataques ao Parlamento.

O embate entre governo e Congresso, no final das contas, é sobre quem terá mais poder sobre emendas parlamentares e o Orçamento impositivo. Os parlamentares aprovaram em dezembro uma mudança na lei garantindo que eles possam dispor de mais R$ 30 bilhões. No entanto, a alteração foi vetada por Bolsonaro. O Congresso ameaça derrubar o veto e o Executivo tenta chegar a um meio termo.

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POLÍTICA

Datena: ‘É muito provável que eu seja candidato este ano’

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Apresentador José Luiz Datena confirma que se filiará ao MDB após o Carnaval Foto: Fábio Vieira / Agência O Globo

Depois de dizer que pode ser candidato a governador e senador em 2022, apresentador sugere, pela primeira vez, que pode ser candidato a vice-prefeito de Bruno Covas

SÃO PAULO – Com a filiação ao MDB prevista para acontecer após o Carnaval, o apresentador de TV José Luiz Datena disse nesta quinta-feira que a chance de ele ser candidato na eleição municipal de São Paulo é maior do que a de ficar de fora da disputa. Nesta tarde, Datena declarou, pela primeira vez, que não descarta a possibilidade de ser vice do prefeito Bruno Covas (PSDB).

— É muito provável que eu seja candidato este ano. Tem mais chance de ser do que de não ser — afirmou Datena, em entrevista ao GLOBO.

Desde o fim do ano passado, Datena é mencionado como um potencial candidato a prefeito. O MDB já garantiu a ele a cabeça de chapa para a disputa. O apresentador confirmou que se filiará à sigla depois do Carnaval. Ele também disse que as negociações políticas avançaram para que esteja na eleição este ano. Datena referiu-se a esse assunto como uma questão “praticamente resolvida”.

— Só resta decidir para quê cargo — afirmou, deixando em aberto a escolha: — Posso ser vice do Bruno. Por quê não? A gente se dá muito bem — declarou.

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