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Tecnologia

Brasil é um dos países mais caros do mundo para comprar aparelhos eletrônicos

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Foto: Reprodução /Fonte: Olhar Digital

Não é surpresa que os preços dos produtos da Apple chegam muito mais altos no Brasil do que custam originalmente em dólares. Um relatório do banco BTG Pactual, publicado no mês passado, analisa 20 países do mundo e confirma os valores excessivos dos produtos importados para o país.

Segundo a análise, o Brasil está entre os países mais caros do mundo para comprar produtos da Apple. Um iPhone XS de 64GB, por exemplo, custa 74% a mais no Brasil do que nos EUA. Já para comprar um iPad de 32GB, o consumidor brasileiro desembolsa 140% a mais do que o valor do produto em dólares.

Outro exemplo que mostra essa discrepância é a quarta edição do Índice Zara. O estudo compara preços de uma cesta de 12 itens vendidos pela rede varejista espanhola nos EUA com outras 44 nações onde a marca atua. De acordo com o relatório, o Brasil é o país mais caro do mundo para comprar os produtos da empresa: brasileiros chegam a pagar 18% a mais do que nos EUA pela cesta com 12 peças.

Os desafios para os mercados estrangeiros no Brasil incluem altas taxas de importação, complexidades e burocracia, bem como processos logísticos complicados. De acordo com a pesquisa da Zara, isso significa que empreendedores com fabricação local terão vantagem nos próximos anos.

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Venda privada do espectro do 5G assusta grandes empresas de comunicação

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Foto: Reprodução /Fonte: Olhar Digital

O 5G vem se tornando um assunto cada vez mais em voga à medida que sua implementação se aproxima. A C-Brand Alliance, um grupo de quatro empresas de satélites, está tentando vender parte do seu espectro sem fio que pode se conectar com a quinta geração da internet móvel. O intuito da companhia é tornar parte dessa venda algo privado, mas parece que algumas empresas não gostaram da ideia.

O Google, a Charter Communications e outros grupos de telecomunicações se opõem à ação privada e dizem estar prontos para ir ao tribunal em oposição. Quem normalmente organiza a forma que o espectro será vendido é a Federal Communications Commission (FCC), e parte dos lucros seguem para o Tesouro dos EUA. Bem como a Anatel age no Brasil. Dessa forma se for feita de maneira privada, quem se beneficia e pode potencialmente ganhar mais dinheiro é a C-Brand Alliance.

Outros argumentos, além dos apresentados pelos grupos que se opõe ao ato, apontam que uma venda privada não regulamentada do espectro poderia resultar em um monopólio, inclinando o mercado a favor de uma única empresa.

O vice-presidente de assuntos regulatórios da Charter Communications, Colleen King, disse em entrevista ao portal Android Authority que acha que um leilão realizado pela FCC seria a maneira mais rápida, justa e eficiente de obter espectro e disponibilizá-lo para todos os diferentes tipos de participantes. Em resposta, um lobista da C-Brand rejeitou as oposições e disse que as empresas estão com medo de perderem seus negócios de cabos.

A dúvida sobre as mudanças que a chegada do 5G irá trazer acaba assustando muitas empresas. Ao final da discussão sobre a venda do espectro, o mais provável é que os tribunais estejam do lado da FCC. Provavelmente, a iniciativa privada será negada e um leilão regulado pelo governo seja realizado.

Via: Android Authority

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Tecnologia

A China avança! Mais de um terço dos smartphones do mercado europeu vem de lá

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Huawei Nova 4 convite de lançamento (Foto: Huawei)

Em seu último relatório sobre vendas de smartphones na Europa em 2018, a Canalys, organização que analisa mercados de tecnologia, mostrou que 32% dos celulares no continente foram de fabricantes chineses. A Huawei detém a maior parte dessa parcela, com 23% de participação, referente ao último trimestre do ano passado.

Com 42,5 milhões de unidades vendidas, a companhia chinesa alcançou o terceiro lugar no comércio europeu de smartphones. Xiaomi e HMD Global (que controla a Nokia) também cresceram, conquistando o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Os números apresentados pela Canalys confirmam a ascensão dos smartphones chineses na Europa.

Além disso, o valor atingido pela Huawei a encaminha na contramão da tendência de venda de outras líderes em tecnologia. Enquanto ela cresceu em 54% na quantidade de dispositivos importados para a Europa, a Samsung sentiu queda de 10% em suas remessas no continente em relação à 2017, totalizando 61,6 milhões unidades vendidas; já a Apple caiu 6%, com venda de 42,8 milhões de celulares. Mesmo com essas quedas, a Samsung e a Apple conquistaram a 1° e o 2° posições, respectivamente, na região.

A diminuição do número de dispositivos vendidos na continente europeu é sentida no desempenho total desse mercado na Europa: estimativas da Canalys mostram que as vendas europeias de smartphones caíram 4% em 2018. Quanto ao último trimestre desse ano, os negócios sentiram queda de 2%.

Se essas tendências continuarem, a Huawei poderá garantir o segundo lugar, atrás apenas da Samsung, no começo deste ano, mantendo-se assim pelo menos até a próxima atualização do iPhone em setembro.

Enquanto cresce no continente europeu, a Huawei enfrenta resistência e acusações criminosas das autoridades dos Estados Unidos. A diretora financeira da corporação, Meng Wanzhou, está sendo acusada de fazer negócios com o Irã entre 2009 e 2014, violando as sanções econômicas impostas contra o país pelos EUA.

A investigação resultou na prisão de Wanzhou por autoridades canadenses em dezembro de 2018, mas a CEO foi liberada no dia 11 do mesmo mês e negou todas as acusações contra ela. Agora, ela aguarda julgamento em liberdade condicional e, se considerada culpada, pode até mesmo ser extraditada para os EUA.

Mas, de acordo com o analista sênior da Canalys, Ben Stanton, isso foi positivo para o mercado europeu de smartphones. “A administração dos EUA está fazendo com que as empresas chinesas invistam na Europa. O mercado europeu está maduro e as taxas de reposição aumentaram, mas há uma oportunidade para as marcas chinesas deslocarem o mercado [para a Europa]”, observou Stanton.

Para ele, empresas como Huawei e Xiaomi trouxeram uma concorrência que surpreendeu seus rivais ao usar seu tamanho contra as marcas menores que atuam nos países do continente.

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Brasileiros preferem Netflix a TV por assinatura, diz pesquisa

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Foto: Reprodução /Fonte: Olhar Digital

A Netflix deixou a TV por assinatura para trás. Apesar dos pacotes de TV paga terem sido um dos produtos mais desejados pelos brasileiros no passado, hoje em dia, o cenário está bem diferente. Em levantamento feito pelo Amdocs (responsável por fornecer soluções para operadoras de TV), os serviços de streaming contam hoje com a preferência dos consumidores nacionais, deixando a TV a cabo comendo poeira.

O levantamento teve como base dados do segmento de 14 países. No Brasil, país onde a TV por assinatura não tem muita adesão (apenas 26% das casas), houve ainda uma diminuição de 3,9% de usuários no último ano. E, no caminho inverso, estão os serviços de streaming. Uma pesquisa do Google apontou a quantidade média de horas que o brasileiro passa assistindo a vídeos por streaming semanalmente cresceu 90,1% nos últimos três anos — saltando de 8,1 horas em 2014 para 15,4 horas.

Além disso, no Brasil, quem possui algum serviço de TV paga, também contrata algum serviço de streaming (cerca de 61% dos assinantes). A média de gasto de um usuário no país é de R$250,00. Ainda segundo a pesquisa, a TV por assinatura deve se manter estável até 2022, enquanto os serviços de streaming devem ter um crescimento acima da média.

A Netflix é líder absoluta no mercado de streaming, presente em 24% das residências e sendo o principal meio de entretenimento. Além disso, a questão de custos vem ameaçando a TV por assinatura cada vez mais, pois o cliente pode assinar mais de um serviço de streaming gastando bem menos do que em um plano de TV paga. Com o mesmo valor, é possível assinar até 4,6 plataformas diferentes de videos on demand.

A pesquisa também identificou que a TV por assinatura está em desvantagem na preferência do consumidor em relação a programação. Cerca de 50% dos entrevistados informaram que os serviços de streaming trouxeram opções melhores no último ano se compara a TV paga.

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