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Medicina & Saúde

Brasil está entre os que mais gastam com saúde na América Latina, mas tem eficiência média

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Segundo o BID, a maioria dos países latino-americanos precisa melhorar muito seus sistemas de saúde.P. L.
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Países da região apresentam oportunidade de melhoria em custos farmacêuticos e atenção básica.

Estudo sobre eficácia dos sistemas foi divulgado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento

O sistema de saúde no Chile é o mais eficiente da América Latina. O da Guatemala é o último do ranking, e o Brasil não vai nada bem na comparação internacional — o país ocupa o 49º lugar numa lista de 71 nações de todo o mundo. O primeiro estudo sobre a eficácia dos sistemas de saúde na região, publicado recentemente pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), revela, no entanto, que a maioria deles precisa melhorar muito. Segundo o relatório, o Brasil está entre os países que mais gastam com saúde na América Latina, junto com Argentina, Equador, Trinidad & Tobago e Uruguai.

Entre os 71 países analisados, 22 de 27 países da América Latina e Caribe estão na metade inferior da tabela e, destes, 12 estão no último quarto. O Chile ocupa o oitavo lugar (ver quadro). O objetivo do estudo, segundo Diana Pinto, principal especialista em saúde do BID e uma das autoras da pesquisa, é avaliar a eficácia e analisar como cada país pode melhorar seu sistema de saúde quando se trata de aproveitar ao máximo o dinheiro investido, na comparação com outros países. Isso será especialmente importante em um contexto macroeconômico que não prevê grandes aumentos orçamentários na região.

Para avaliar o desempenho de cada sistema, os pesquisadores usaram uma metodologia homologada em todo o mundo que compara os investimentos em saúde tanto do setor público como do privado com resultados mensuráveis, como a expectativa de vida, as taxas de vacinação, a mortalidade infantil, o atendimento durante o parto e o acesso a serviços especializados, entre outros. É um relatório mais quantitativo que qualitativo; não mede, por exemplo, variáveis como a qualidade do serviço, o atendimento ao paciente, o estado de conservação dos hospitais e as listas de espera.

 Mas serve como uma foto de eficiência mostrando que, em geral, os países da América Latina e Caribe têm resultados particularmente piores na oferta de um acesso equitativo aos serviços que os da OCDE, segundo o relatório. “Pelo lado positivo”, salienta, são relativamente parecidos com eles quanto à expectativa de vida aos 60 anos e a taxa de mortalidade de menores de 5. Isto não significa que obtenham os mesmos desempenhos absolutos, mas sim que o rendimento é similar levando-se em conta o nível de desenvolvimento e a quantidade de recursos gastos.

Relatório sobre a Saúde no Mundo da OMS estimava em 2010 que entre 20% e 40% de todos os recursos gastos em saúde sejam desperdiçados. A combinação inadequada ou custosa de profissionais, preços altos, baixa qualidade e uso irracional de medicamentos, utilização excessiva de produtos e serviços sanitários e desvios devidos à corrupção e fraude eram alguns dos elementos que propiciavam essa ineficiência. O documento também mostrava que eram atribuídos recursos a intervenções que não maximizam as melhoras na saúde, como gastar mais em cuidados curativos que em medidas preventivas. A subutilização de medicamentos genéricos é outra grande fonte de ineficiência.

Oito anos depois, o estudo do BID encontrou resultados similares na América Latina. Muitos dos âmbitos de melhora são os mesmos que a OMS identificou em 2010. Pinto destaca quatro grandes fontes de ineficiência:

1. A qualidade institucional. Quando se estudam os sistemas de governança nos países (transparência, participação popular, luta contra a corrupção…), comprova-se que aqueles que pontuam mais alto nesses quesitos também gozam de mais eficácia sanitária. “Entretanto, é necessária uma maior análise para estabelecer uma relação causal”, matiza a especialista.

2. Atendimento primário. “Demonstrou-se que a prestação de serviços de diagnóstico e de tratamento oportunos e de alta qualidade no atendimento primário previne a deterioração aguda, a progressão ou as complicações em pessoas doentes. Além disso, a gestão proativa das enfermidades no atendimento primário pode contribuir para conter o gasto em saúde, ao reduzir ou mesmo evitar a necessidade de consultas de urgência e hospitalizações”, afirma o estudo.

3. Política farmacêutica. “Há muitas possibilidades de estratégias para controlar preços e priorizar medicamentos, investir naqueles que realmente façam diferença e agreguem valor”, diz Pinto.

4. Compra estratégica. Refere-se a priorizar produtos sanitários que tenham demonstrado sua eficácia. Um exemplo seria o programa Salud Mesoamérica, na qual um fornecedor se compromete, por exemplo, a fazer um número determinado de imunizações por ano ou atender partos sob certas condições de qualidade; ao finalizar, recebe o pagamento em função dos resultados obtidos.

O objetivo, diz o relatório, é fazer mais com menos: “Numerosos países da região anteveem mais restrições orçamentárias. Por conseguinte, as políticas devem se centrar em melhorar a eficiência da atenção sanitária investindo em intervenções que obtenham os melhores resultados. Obter a cobertura universal exigiria não só mais dinheiro para a saúde como também mais saúde por dólar investido”.

EFICIÊNCIA DOS SISTEMAS SANITÁRIOS DE AMÉRICA LATINA

O capítulo oito do livro Melhor Gasto para Melhores Vidas – Como a América Latina e o Caribe Podem Fazer Mais Com Menos, editado pelo BID, analisa 71 países para comprovar a eficiência de seu sistema sanitário. Estes são, por ordem, os 10 primeiros:

1. Camarões

2. Japão

3. Coreia do Sul

4. Vietnã

5. Espanha

6. Israel

7. Itália

8. Chile

9. França

10. Grécia

É certamente chamativo que Camarões apareça em primeiro lugar, mas é preciso levar em conta a metodologia do estudo, que mede determinadas estatísticas em comparação ao valor investido em saúde. Casos como esse (algo semelhante ao que acontece com o Vietnã) refletem mais um investimento muito pequeno do que bons resultados, esclarecem os autores do estudo.

Depois do Chile, em oitavo lugar, estas são as posições dos demais países da América Latina e Caribe: Costa Rica (31), Cuba (32), Uruguai (35), Jamaica (40), República Dominicana (42), El Salvador (44), Argentina (45), Paraguai (46), Belize (47), Colômbia (48), Brasil (49), México (50), Venezuela (51), Bahamas (53), Equador (54), Nicarágua (56), Honduras (57), Suriname (58), Trinidad e Tobago (60), Peru (61), Panamá (62), Haiti (65), Guiana (66), Bolívia (67), Guatemala (69).

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Hospital Regional do Marajó estende Outubro Rosa até fim do ano

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Mais de 400 mulheres já foram atendidas, mas a demana é grande ainda e por isso o programa foi dilatado
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O Hospital Regional Público do Marajó (HRPM), na cidade de Breves, continua  oferecendo exames de mamografia como parte das ações da Campanha Outubro Rosa, de incentivo à prevenção do câncer de mana. Devido ao grande número de mulheres que procuraram o exame, a direção do hospital estendeu o benefício até o final de dezembro, para que todas fossem contempladas, sem prejuízo à qualidade do atendimento. A campanha tem o apoio de A Província do Pará, numa iniciatica de nossa diretora administrativa Aline Santos

Aos 39 anos, a professora Marilene Borges foi uma das 400 mulheres que já marcaram a realização do exame de mamografia: “Fiz o exame pela primeira vez ano passado, em Macapá (AP), para incentivar minha mãe, e foi detectado um cisto em um dos meus seios. Por isso, incentivo outras mulheres. A gente chega numa certa idade e tem mesmo que se cuidar”, disse Marilene Borges, que reside em Breves.

Além do agendamento e realização do exame, ela participou de palestras no hospital, durante a abertura da Campanha Novembro Azul (destinada ao público masculino). A palestra, ministrada pelo mastologista Heraldo Pereira, abordou o tema “Câncer de mama e de próstata – Prevenção”. “Tirei muitas dúvidas com o médico. Achei bastante interessante”, comentou Marilene Borges, que após a mamografia terá consulta com o mastologista.

De acordo com o diretor Clínico do HRPM, Cláudio Martins, todos os exames passam por avaliação do mastologista. Os casos em análise para fechamento de diagnóstico são encaminhados aos demais setores. “O HRPM oferece aos seus usuários toda a parte do diagnóstico, sem que a paciente tenha a necessidade de deslocar-se até Belém para realização de exame de mamografia, ultrassom de mama, biópsia, pulsão de nódulo suspeito. Tudo isso nós oferecemos aqui e, a partir do momento que é diagnosticado o câncer de mama ou outras alterações, transferimos para o centro referenciado de atendimento”, ressaltou o médico.

Cláudio Martins alertou para a importância do diagnóstico precoce dessa e de outras doenças, visando à manutenção da saúde integral. Segundo ele, a mamografia vem reduzindo cerca de 30% as mortes decorrentes de câncer de mama nas últimas décadas. “O exame pode ser feito anualmente em mulheres a partir dos 40 anos. O resultado do exame leva cerca de dois a sete dias para ficar pronto”, informou.

As pessoas que não conseguiram marcar o exame no último dia 08 podem se dirigir às unidades de saúde do bairro onde residem. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o câncer de mama é o tipo mais comum entre as mulheres no mundo. No Brasil, fica atrás apenas do câncer de pele não melanoma, respondendo por 28% dos novos casos a cada ano. O câncer de mama também acomete homens, porém é raro, representando apenas 1% do total de casos da doença entre o público masculino.

Relativamente raro antes dos 35 anos, acima desta idade a incidência do câncer de mama cresce de maneira progressiva, e mais ainda após os 50 anos. No Pará, a estimativa para 2018 é de 740 novos casos.

Novembro Azul – Organizada pelo Grupo de Trabalho de Humanização (GTH), a programação da Campanha Novembro Azul continua internamente no HRPM, beneficiando funcionários, usuários e acompanhantes, com palestras e distribuição de material educativo. A coordenação do GTH está disponível para firmar parcerias em ações de educação em saúde para a comunidade externa.

O HRPM trabalha com casos de média e alta complexidade, e dispõe de 70 leitos, sendo 17 para Unidade de Terapia Intensiva (UTI) – sete para UTI adulto, cinco para UTI Neonatal e cinco para Pediatria. As clínicas integradas oferecem atendimento em obstetrícia, cirurgia, ortopedia, oftalmologia, cardiologia, pediatria, clínica médica, anestesia e terapia intensiva. O hospital dispõe ainda de Agência Transfusional.

Serviço: O HRPM oferece atendimento ambulatorial de segunda a sexta-feira, das 7 às 18 h. O hospital está localizado na Avenida Rio Branco, 1.266, Centro. Mais informações: (91) 3783-2140/ 3783-2127.

Fonte:  Agência Pará.

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Exame de sangue criado por brasileiro detecta sinais precoces de câncer

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Exame de sangue criado por pesquisador brasileiro detecta sinais precoces de câncer e indica de qual parte do corpo esses indícios surgiram. Segundo especialistas, o método poderá ajudar na criação de estratégias de prevenção personalizadas

 

O diagnóstico precoce do câncer pode aumentar consideravelmente as chances de cura, mas muitos tumores são detectados em estágio avançado. Para otimizar a identificação de tumores, um ex-aluno da Universidade de Brasília (UnB) trabalha na criação de uma técnica de análise mais refinada do que as utilizadas atualmente. Para isso, combinou princípios da biópsia líquida, um exame de identificação de sinais de cancros em amostras de sangue, com modelos de inteligência artificial. Os resultados foram publicados na última edição da revista britânica Nature.

Daniel de Carvalho, pesquisador no Centro de Pesquisa do Câncer Princess Margaret e professor-associado da Universidade do Canadá, em Toronto, ilustra alguns tipos da doença que poderão ser contemplados pelo método. “Temos vários tipos de tumores, como o de pulmão, que, quando detectados cedo, as chances de cura são de 100%. Mas a maioria deles é descoberta quando está em estágio avançado. O mesmo ocorre no tumor de intestino”, diz  o líder do estudo.

O pesquisador brasileiro e a equipe usaram uma estratégia diferente da utilizada em exames de biópsia líquida, que buscam mutações genéticas consideradas indicadores de cânceres. “Como muitos tumores têm as mesmas mutações, isso dificulta na definição da origem do cancro, ou seja, onde ele está. É como procurar uma agulha no palheiro”, ilustra.

A equipe focou em alterações epigenéticas, chamadas DNA derivado, que ligam e desligam o gene. “Elas são a impressão digital de cada célula, o que ajuda a diferenciá-las. São as alterações epigenéticas que permitem determinar se a célula vai ser ligada ao fígado ou a pele, por exemplo”, explica.

Com o mapeamento das alterações epigenéticas, os cientistas conseguiram identificar milhares de modificações específicas para cada tipo de câncer. Ou seja, em qual parte do corpo está a célula com risco de ser comprometida pela doença. Usando sistemas de inteligência artificial, eles criaram marcadores que apontam para a presença de DNA derivado de tumores cancerígenos no sangue.

Depois, usando amostras de sangue, a equipe rastreou a origem e o tipo do câncer comparando material colhido de 300 pacientes em tratamento contra sete tipos da doença (de pulmão, pancreático, colorretal, de mama, leucemia, de bexiga e renal) com amostras retiradas de voluntários saudáveis. Foram identificados mais de 700 tumores. “Com esse modelo, o computador aprendeu a distinguir o sangue de alguém saudável do sangue de uma pessoa com câncer. O processo se tornou mais fácil. Agora, é como procurar milhares de agulhas no palheiro”, ilustra Daniel de Carvalho.


José Eduardo Levi, biólogo molecular do Laboratório Exame, em Brasília, acredita que a pesquisa se destaca pelo uso das alterações epigenéticas na análise, permitindo, assim, o diagnóstico precoce da doença. “Essas modificações epigenéticas descritas pelos cientistas ocorrem antes das modificações do câncer. Então, do ponto de vista de prevenção e tratamento, o uso delas é muito mais vantajoso.” O biólogo conta que, hoje, a biópsia líquida é muito explorada como exame em indivíduos que já sabem que têm a doença. “Nesse caso, ela serve mais como monitoramento do tratamento, tem outra utilidade”, explica.

Daniel de Carvalho adianta que a próxima etapa do desenvolvimento da técnica será a análise de dados em uma população de pacientes mais ampla. Essa fase será coordenada com pesquisas, em andamento em diversos países, de estudo de bancos de dados de amostras sanguíneas coletadas meses e até anos antes de um diagnóstico de câncer. A técnica também precisará passar por uma validação final para que a detecção precoce da doença seja reforçada. “Agora que temos mais confiança, após mostrar que é possível identificar os tumores precocemente com esse modelo, queremos aumentar a nossa amostra. Chegar a mil pacientes analisados é um dos nossos objetivos”, diz.

Segundo José Eduardo Levi, uma análise mais ampla é necessária para o desenvolvimento do método de diagnóstico. “É importante observá-lo em um número maior de pessoas, e acompanhá-las de perto”, frisa. “Acredito que esse tipo de tecnologia pode ser uma opção concreta no futuro, mesmo que demore um pouco devido à necessidade de testes e à metodologia envolvida. Creio que entre, cinco e 10 anos, isso possa se tornar realidade”, aposta.

“Com esse modelo, o computador aprendeu a distinguir o sangue de alguém saudável do sangue de uma pessoa com câncer. O processo se tornou mais fácil. Agora, é como procurar milhares de agulhas no palheiro”

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Tailândia oferece 120 exames para diagnóstico de câncer da próstata

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Uma ação de prevenção contra o câncer da próstata, oferecida pelo Hospital Geral de Tailândia (HGT), proporcionou a realização de 120 exames de PSA (Antígeno Prostático Específico), que serve para diagnosticar alterações na próstata como prostatite, hipertrofia benigna da próstata ou câncer de próstata. O exame será realizado, por agendamento, durante a campanha “Novembro Azul”, que se estenderá até o final deste mêsp parahomens a partir dos 45 anos. A campanha tem apoio de A Província do Pará, por iniciativa da nossa Diretora Administrativa, Aline Santos.

O cabeleireiro, Valdomiro Salamez, 61 anos de idade,  tirou um tempo do seu salão para marcar o exame. Paralelamente, o Grupo de Trabalho de Humanização  (GTH) do hospital realizou exames para verificação de glicemia e pressão arterial.

A campanha visa alertar a população em geral sobre a importância do diagnóstico precoce e ações preventivas para reduzir o número de casos câncer da próstata, que é a segunda maior causa de morte (por câncer) em homens, no Brasil. A programação teve início na quarta-feira, 14, de  8h às 11h, no pátio de HGT, e se estenderá até o final do mês.

Durante todo o mês, haverá ainda, orientações nutricionais,  de prevenção ao câncer da próstata e doenças associadas, além de distribuição de material educativo sobre prevenção e saúde integral do sexo masculino, como folders, panfletos, banner e faixas.

A ação de educação em saúde fará referência ainda ao Dia Mundial do Diabetes, lembrado dia 14, em combate às doenças associadas como obesidade e hipertensão. O evento GTH tem apoio dos demais colaboradores  e parceria dos estagiários do curso de técnico em enfermagem da Escola de Ensino Técnico do Estado do Pará – EETEPA.

Dados – Segundo o Instituto Nacional do Câncer, o câncer da próstata é considerado uma patologia da terceira idade, já que cerca de três quartos dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos. O aumento observado nas taxas de incidência no Brasil pode ser parcialmente justificado pela evolução dos métodos diagnósticos (exames), pela melhoria na qualidade dos sistemas de informação do país e pelo aumento na expectativa de vida.  A estimativa é que mais de 68 mil novos casos da doença podem surgir este ano.

Ano passado, surgiram cerca de mil novos casos de câncer da próstata no Pará, que é a terceira principal causa de óbitos por este tumor no Estado, com mais 1,5 mil mortes entre  2010 a 2015.

Sintomas– Considerada uma doação assintomática (sem sintomas) na fase inicial. Mas com o agravo da doença, os sintomas mais comuns são: dificuldade de urinar, necessidade de urinar mais vezes durante o dia ou a noite. Na fase avançada, pode provocar dor óssea, sintomas urinários ou, quando mais grave, infecção generalizada ou insuficiência renal.

Hábitos–  A alimentação e a nutrição inadequadas são classificadas como a segunda causa de câncer que pode ser prevenida. São responsáveis por até 20% dos casos de câncer nos países em desenvolvimento, como o Brasil, e por aproximadamente 35% das mortes pela doença.

Por isso, a conduta mais acertada é o consumo de alimentação rica em frutas, legumes, verduras, cereais integrais, feijões e outras leguminosas.

Serviço: Com 51 leitos, o HGT oferece assistência de média complexidade para cerca de 240 mil habitantes da mesorregião do nordeste paraense. O Hospital fica na Avenida Florianópolis, s/n, no Bairro Novo. Mais informações pelo telefone (91) 3752-3121.

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