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INTERNACIONAL

Brasil, EUA, Colômbia, Peru e Canadá reconhecem Guaidó como presidente

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Juan Guaidó assumiu as funções de Presidente Encarregado da Venezuela

Os presidentes do Brasil, Jair Bolsonaro, da Colômbia, Iván Duque, e representantes dos governos de Peru e Canadá reconheceram nesta quarta-feira (23/1), em Davos, Suíça, Juan Guaidó, como “presidente da Venezuela”, por meio de um declaração após um diálogo diplomático sobre a situação do país sul americano durante o Fórum Econômico Mundial (WEF, na sigla em inglês). Apesar de não ter ido a Davos, o presidente dos Estados Unidos, Dolnald Trump, também anunciou pelo Twitter que reconhece o governo de Guaidó.

Donald J. Trump

@realDonaldTrump

The citizens of Venezuela have suffered for too long at the hands of the illegitimate Maduro regime. Today, I have officially recognized the President of the Venezuelan National Assembly, Juan Guaido, as the Interim President of Venezuela.

Vice President Mike Pence

@VP

Today @POTUS announced the U.S. officially recognizes Juan Guaidó as the Interim President of Venezuela. To @JGuaido & the people of Venezuela: America stands with you & we will continue to stand with you until #Libertad is restored!

Ver imagem no Twitter

Com isso, reforçaram o Grupo de Lima que, no último dia 10, não reconheceu o governo do ditador Nicolás Maduro na Venezuela, e afirmou que o processo eleitoral careceu de “legitimidade”, por não haver contatado com a participação de todos os atores políticos venezuelanos, nem com a presença de observadores internacionais independentes. Guaidó se declarou o presidente venezuelano e ocorrem manifetações da oposição contra Maduro no país.
O ministério das Relações Exteriores também emitiu uma nota hoje reconhecendo Guaidó como presidente interino do país vizinho, após decisões similares adotadas por Estados Unidos e a Organização dos Estados Americanos (OEA).
Guaidó é presidente da Assembleia Nacional venezuelana e assumiu, nesta quarta-feira (23/1), as funções de Presidente Encarregado da Venezuela, conforme a Constituição daquele país, tal como avalizado pelo Tribunal Supremo de Justiça (TSJ), destacou o Itamaraty.
“O Brasil reconhece o senhor Juan Guaidó como Presidente Encarregado da Venezuela. O Brasil apoiará política e economicamente o processo de transição para que a democracia e a paz social voltem à Venezuela”, afirmou a chancelaria brasileira na nota.
Em Davos, o presidente da Colômbia afirmou que a Colômbia reconhece Juan Guaidó como presidente da Venezuela “e acompanha este processo de transição para a democracia para que o povo venezuelano se liberte da ditadura”

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INTERNACIONAL

EUA querem saída de Maduro e Juan Guaidó diz que regime se contradiz

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Foto: Reprodução / Fonte: *Agência pública de televisão de Portugal

Após a confirmação de que conversações vem sendo mantidas com a Venezuela, os Estados Unidos esclarecem que o diálogo apenas visa à saída de Nicolás Maduro do poder e a convocações de eleições livres no país.

As declarações do Conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca foram reiteradas por Juan Guiadó, o auto-proclamado presidente Interino da Venezuela.

Na última terça-feira (20), o presidente Nicolás Maduro admitiu a existência de contatos entre membros de seu governo e altos funcionários de Washington, confirmando declarações dadas antes pelo presidente norte-americano, Donald Trump.

“Confirmo que há meses existem contatos de altos funcionários do governo dos EUA, de Trump, e do governo bolivariano que presido, sob minha autorização expressa direta, vários contatos, vários meios, para tentar regular esse conflito”, disse Maduro em discurso em rede nacional.

“Se um dia o presidente Trump quiser conversar seriamente e traçar um plano para regularizar e resolver esse conflito, estaremos sempre preparados para dialogar”, acrescentou o líder venezuelano.

 

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INTERNACIONAL

Trump cancela viagem à Dinamarca após recusa sobre a venda da Groenlândia

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A primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump - AFP

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, cancelou uma reunião com a primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, prevista para dentro de duas semanas, pela falta de interesse de Copenhague em vender a Groenlândia, um território com abundantes recursos naturais.

A visita à Dinamarca do presidente americano foi simplesmente “cancelada”, informou à AFP uma fonte da Casa Branca após a publicação de várias mensagens de Trump no Twitter.

A Casa Real da Dinamarca, responsável pelo convite a Trump, expressou “surpresa” em uma mensagem divulgada pelo canal público DR.

Os políticos dinamarqueses manifestaram espanto com a decisão do presidente americano.

“A realidade transcende a ficção, este homem é imprevisível”, tuitou Martin Østergaard, líder da esquerda radical, que integra a maioria parlamentar.

“Sem nenhuma razão, Trump considera que uma parte (autônoma) de nosso país está à venda. Depois cancela de maneira insultante uma visita que todos estavam preparando. Há alguma parte dos Estados Unidos à venda? Alasca?”, reagiu indignado no Twitter o líder conservador Rasmus Jarlov.

“Por favor, mais respeito”, completou Jarlov.

“A Dinamarca é um país muito especial, mas baseado nos comentários da primeira-ministra Mette Frederiksen sobre o fato de não ter nenhum interesse em discutir a venda da Groenlândia, adiarei para outro momento nossa reunião prevista para dentro de duas semanas”, tuitou Trump.A primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump – AFP

“A primeira-ministra foi capaz de poupar um grande volume de gastos e esforços tanto dos Estados Unidos quanto da Dinamarca ao ser tão direta. Agradeço a ela e espero reprogramar (a reunião) para algum momento no futuro”, escreveu o presidente a respeito da visita.

O anúncio foi feito às vésperas da viagem do presidente americano à França para participar na reunião de cúpula do G7 em Biarritz, de 24 a 26 de agosto.

Existe o temor de que Trump atue como um ‘estraga prazer’ na reunião, que deve abordar vários temas nos quais Washington tem divergências com seus aliados tradicionais.

– “Grande negócio” –

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INTERNACIONAL

Estados Unidos testam míssil após deixar tratado nuclear

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Foto: Reprodução /Fonte: Agência Brasil

Os Estados Unidos (EUA) anunciaram nessa segunda-feira (19) que realizaram teste com um míssil de cruzeiro. É o primeiro teste feito pelo país desde que deixou oficialmente o Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário (INF) no início do mês.

Segundo o Pentágono, o míssil foi lançado às 14h30 de domingo (18), a partir da ilha de San Nicolás, na Califórnia, e percorreu mais de 500 quilômetros antes de cair no mar. “Os dados coletados e as lições aprendidas com esse teste auxiliarão o Departamento de Defesa no desenvolvimento de capacidades futuras de alcance intermediário”, informou em nota.

Caso o tratado INF, assinado em 1987 pela Rússia e os EUA para eliminar mísseis de curto e médio alcance, ainda estivesse em vigor, o teste teria violado o acordo, já que o projétil percorreu uma distância superior a 500 quilômetros.

Tendo vigorado por mais de 30 anos, o INF foi um dos mais importantes acordos do final da Guerra Fria. Sob ele, pela primeira vez as superpotências concordaram em eliminar armas nucleares e submeter-se a extensas inspeções para assegurar que ambos os lados seguissem as regras do tratado.

Há algum tempo os EUA acusavam a Rússia de descumprimento do acordo, com base em relatórios de inteligência. Washington argumentou que o míssil russo 9M729 violaria o INF. Moscou negou as alegações: com um alcance máximo de 480 quilômetros, ele estaria abaixo dos limites do tratado.

Especialistas temem que o fim do INF possa prejudicar outros acordos de controles de armas, além de acelerar a erosão de sistema global projetado para conter a disseminação de armas nucleares, levando a uma nova corrida armamentista.

Além do teste dessa segunda-feira, os Estados Unidos planejam testar um míssil balístico de alcance intermediário em novembro. Washington também já expressou a intenção de enviar novos mísseis à Ásia.

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