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Tecnologia

Brasil receberá nova base para expandir sistema de geolocalização russo

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Foto: Reprodução
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O Glonass, o sistema de geolocalização russo criado durante a Guerra Fria como uma resposta ao GPS, está ficando melhor, graças ao Brasil. Isso porque será instalada na região Norte do país a quinta estação do sistema como fruto de uma parceria entre a Agência Espacial Brasileira e o governo russo.

As bases deverão ser construídas em um período de seis a oito meses, embora não haja previsão de quando as obras começarão, como informou à Folha de S. Paulo o coordenador da agência Rodrigo Leonardi.

Atualmente, o Glonass utiliza 24 satélites para determinar a geolocalização de algum objeto na Terra. Esse sistema de triangulação depende, no entanto, de equipamentos no solo para uma calibragem adequada, o que fez com que a Rússia procurasse parceiros em outras latitudes além de seu território. O Brasil já se tornou o país com mais bases do Glonass fora da Rússia, sendo a nova estação a quinta.

O Glonass, sigla em russo para Sistema de Navegação Global por Satélite, foi criado na época da Guerra Fria como uma alternativa ao GPS justamente para que a então União Soviética pudesse evitar a utilização de tecnologia controlada pelo seu adversário Estados Unidos. Após a dissolução do bloco soviético, a tecnologia foi praticamente abandonada até 2001, quando passou a ser ativamente desenvolvida novamente, ao ponto de hoje praticamente todos os smartphones contarem tanto com GPS quanto com o Glonass.

E o que o Brasil ganha com isso, no fim das contas? Como explica a Folha, acesso à tecnologia de geolocalização, podendo contar com um segundo sistema além do GPS, já que não há condições de lançar seu próprio conjunto de satélites.

A matéria também indica que, em outros lugares, houve preocupações relacionadas à espionagem, especialmente pelo sigilo envolvido nas instalações das bases. No entanto, Leonardi explica que esses equipamentos não têm capacidade de coleta de informação, e, além disso, eles podem ser tranquilamente desligados se houver qualquer tipo de preocupação relacionado à segurança nacional.

Fonte: Olhar Digital

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Tecnologia

Facebook quer comprar uma empresa de segurança após vazamento de dados

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Foto: Justin Sullivan / Getty
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Os recentes escândalos de privacidade do Facebook, incluindo o vazamento de dados pessoais de 29 milhões de usuários, fizeram a empresa começar a se mexer para melhorar a segurança da plataforma. E, de acordo com o site The Information, o Facebook quer comprar uma “grande empresa de cibersegurança” – e já fez proposta por algumas delas.

Apesar de nenhum nome ter sido divulgado até o momento, fontes que conversaram com o The Information dizem que a ideia é fechar uma aquisição até o fim do ano. O Facebook quer implementar ferramentas de segurança a seus serviços já existentes, com objetivo de proteger contas de usuários, além de sinalizar tentativas de invasão.

Com o conhecimento de uma grande empresa de cibersegurança, o Facebook pretende reduzir a possibilidade de uma falha de código dar abertura para hackers invadirem a plataforma e acessarem dados de usuários indevidamente.

Além da consequência óbvia de tornar a plataforma mais segura, a aquisição pode servir para o Facebook passar uma mensagem aos seus usuários: a de que a rede social se preocupa bastante com a privacidade e segurança de dados.

Com escândalos recentes como o da Cambridge Analytica, que acessou informações de usuários indevidamente, e também a invasão que afetou 29 milhões de contas, a imagem do Facebook foi abalada, e a confiança geral dos usuários caiu consideravelmente.

Fonte: Olhar Digital

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Tecnologia

TSE nega ao PSOL liminar para restringir WhatsApp nas eleições

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Foto: Olhar Digital
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O ministro Edson Fachin, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), negou liminar (decisão provisória) ao PSOL em representação que pedia que o uso do WhatsApp fosse restringido nos dias que restam até domingo (28), data do segundo turno das eleições.

Na representação, o PSOL pediu que a Justiça Eleitoral determinasse ao WhatsApp o uso temporário de mecanismo para limitar o compartilhamento, encaminhamento e transmissão de mensagens e o número de membros em novos grupos criados na rede.

O partido fez a solicitação com a justificativa de que a disseminação sem controle de notícias falsas pelo aplicativo estaria prejudicando a lisura do pleito. Para o ministro Edson Fachin, no entanto, o PSOL não apontou “fundamentos jurídicos” suficientes para a restrição do WhatsApp, tampouco apontou “conduta ilícita” praticada pelo aplicativo.

Para Fachin, desse modo, o pedido do PSOL “não encontra, no atual momento processual, em que se analisa apenas a plausibilidade dos argumentos invocados, fundamento apto para seu deferimento”. Fachin deu 24 horas para que o WhatsApp se manifeste na representação.

Entre as medidas que haviam sido solicitadas pelo PSOL estão a restrição dos encaminhamentos de 20 para cinco, com o objetivo de limitar a disseminação de desinformação; a restrição do número de transmissão de uma mensagem para contatos (atualmente é de 256 contatos ao mesmo tempo); e a limitação do número de grupos.

“Inúmeras são as situações diariamente noticiadas de que as mensagens que circulam nos grupos de WhatsApp, sem qualquer acompanhamento e cuidado com a legislação, têm desequilibrado o pleito eleitoral, especialmente porque chegam a milhões de pessoas, e muitas têm como principal meio de se informar o grupo de mensagens, o que facilita o trabalho de quem divulga notícias falsas, ofensivas e inverídicas”, escreveram os advogados do partido.

Fonte: Agência Brasil

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Tecnologia

Uber testa serviço de ‘funcionários sob demanda’ por aplicativo

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Foto: Divulgação
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Pelo aplicativo da Uber, já é possível pedir carros particulares, comida por delivery e até bicicletas, barcos e helicópteros em algumas regiões do mundo. Em breve, a empresa pode começar a oferecer também funcionários temporários através do app.

É o que diz uma reportagem publicada nesta quinta-feira, 18, pelo jornal norte-americano Financial Times (via The Verge). O serviço, batizado internamente de Uber Works, estaria ainda em fases iniciais de desenvolvimento, com testes sendo realizados em Chicago e Los Angeles, nos Estados Unidos.

A ideia é que pequenos e médios empresários possam usar o Uber Works para contratar profissionais por curtas jornadas, como garçons ou seguranças para um evento, por exemplo. Esse tipo de serviço já é oferecido por agências de trabalho terceirizado no Brasil e no mundo.

O diferencial do serviço da Uber seria o modelo de negócios. Assim como motoristas podem se cadastrar para ganhar dinheiro com o Uber e motociclistas podem ser pagos para entregar comida com o Uber Eats, profissionais autônomos poderão receber por diárias no Uber Works.

Oficialmente, a Uber não quis confirmar ou negar a informação do Financial Times. O serviço de funcionários sob demanda faria parte do crescente investimento da empresa em modalidades alternativas aos carros particulares, como o serviço de bicicletas e patinetes elétricos oferecido nos EUA.

Ainda em fase de testes, o suposto Uber Works não tem previsão para ser oficialmente anunciado e, segundo o jornal, pode até mesmo ser abandonado caso a experiência não dê o resultado que a empresa espera.

Fonte: Olhar Digital

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