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Brasil receberá nova base para expandir sistema de geolocalização russo

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O Glonass, o sistema de geolocalização russo criado durante a Guerra Fria como uma resposta ao GPS, está ficando melhor, graças ao Brasil. Isso porque será instalada na região Norte do país a quinta estação do sistema como fruto de uma parceria entre a Agência Espacial Brasileira e o governo russo.

As bases deverão ser construídas em um período de seis a oito meses, embora não haja previsão de quando as obras começarão, como informou à Folha de S. Paulo o coordenador da agência Rodrigo Leonardi.

Atualmente, o Glonass utiliza 24 satélites para determinar a geolocalização de algum objeto na Terra. Esse sistema de triangulação depende, no entanto, de equipamentos no solo para uma calibragem adequada, o que fez com que a Rússia procurasse parceiros em outras latitudes além de seu território. O Brasil já se tornou o país com mais bases do Glonass fora da Rússia, sendo a nova estação a quinta.

O Glonass, sigla em russo para Sistema de Navegação Global por Satélite, foi criado na época da Guerra Fria como uma alternativa ao GPS justamente para que a então União Soviética pudesse evitar a utilização de tecnologia controlada pelo seu adversário Estados Unidos. Após a dissolução do bloco soviético, a tecnologia foi praticamente abandonada até 2001, quando passou a ser ativamente desenvolvida novamente, ao ponto de hoje praticamente todos os smartphones contarem tanto com GPS quanto com o Glonass.

E o que o Brasil ganha com isso, no fim das contas? Como explica a Folha, acesso à tecnologia de geolocalização, podendo contar com um segundo sistema além do GPS, já que não há condições de lançar seu próprio conjunto de satélites.

A matéria também indica que, em outros lugares, houve preocupações relacionadas à espionagem, especialmente pelo sigilo envolvido nas instalações das bases. No entanto, Leonardi explica que esses equipamentos não têm capacidade de coleta de informação, e, além disso, eles podem ser tranquilamente desligados se houver qualquer tipo de preocupação relacionado à segurança nacional.

Fonte: Olhar Digital

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Confirmado: asteroide não deve mais atingir a Terra em oito anos

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Você pode até não ter ouvido falar, mas as chances de um asteroide do tamanho de um estádio de futebol colidir com a Terra em 2026 eram bem grandes. Contudo, já podemos respirar aliviados, pois a Terra já não está mais em grande perigo.

A princípio, se pensava que o asteróide 2017 RH16 poderia estar em uma trajetória que o deixaria a 2.628 milhas (4.229 quilômetros) de proximidade da Terra em algum momento. E isso era considerado extremamente perigoso, visto que a maioria dos satélites de comunicação que estão em órbita ficam cerca de dez vezes essa distância.

Contudo, uma equipe de astrônomos da Universidade do Havaí e da Agência Espacial Europeia (ESA) descobriu recentemente que a RH16 2017 passará pela Terra a uma distância de mais de 2 milhões de milhas, em 31 de agosto de 2026.

Podemos respirar aliviados?

Apesar do aumento considerável da distância, essa não é uma notícia excelente, pois a Nasa rotula como “potencialmente perigosos” todos os asteroides que passam a menos de 7,5 milhões de quilômetros da órbita da Terra e que tenham dimensões maiores do que 140 metros.

No caso específico do RH16 2017, ele passará a 3,2 milhões de quilômetros da Terra – isso representa aproximadamente 8,3 vezes a distância entre nosso planeta e a Lua. Logo, existem riscos aí ainda, porém, muito menores.

Quais seriam as consequências?

De acordo com a ESA, o asteroide RH16 2017 estava no topo da lista de riscos de impacto para o próximo século. Logo, considerando que ele poderia ter até duas vezes o diâmetro do meteoro que explodiu sobre Chelyabinsk, na Rússia, cuja explosão e os impactos resultantes danificaram prédios em seis cidades na região, as consequências seriam muito maiores dadas as dimensões do RH16 2017.

Abaixo, você confere imagens do momento do impacto do meteoro de Chelyabinsk, em 2013:

Fonte: Via

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Vivo sofre boicote após brincadeira com número de títulos do Palmeiras

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A Vivo conseguiu irritar um dos grupos mais barulhentos da sociedade brasileira: torcedores de futebol. Um vídeo em que um executivo da operadora faz uma brincadeira com o número de títulos nacionais do Palmeiras viralizou e irritou bastante a torcida, que iniciou um movimento de boicote que disparou para o topo dos Trending Topics do Twitter com a hashtag #BoicoteVivo.

O vídeo foi gravado em uma apresentação interna da Vivo, segundo a própria empresa. O material mostra uma demonstração da assistente virtual Aura, criada para auxiliar clientes com os serviços da própria Vivo. Para brincar, é feita a seguinte pergunta: “Aura, quantos títulos brasileiros tem o Palmeiras?”, descrita como “o maior enigma do Brasil na atualidade” e “uma pergunta que ninguém parece saber responder”.

Quando questionada, a assistente dá a resposta que irritou bastante os palmeirenses. “Desculpe, eu não consigo te responder. Há casos em que a matemática não parece fazer sentido”.

Vídeo incorporado

Para quem não está por dentro do mundo do futebol, o debate sobre o número de títulos nacionais do Palmeiras é acalorado. O Campeonato Brasileiro começou a ser disputado em 1971, mas antes dele havia outros torneios de alcance nacional. Em 2010, a CBF (Confederação Brasileira de Futebol), decidiu unificar os títulos, o que fez com que o Palmeiras, que conquistou seis vezes o Brasileirão, tivesse outros quatro títulos adicionados à contagem, o que, com a conquista de 2018, faz com que esse número chegue a 10. Palmeirenses e rivais se bicam até hoje sobre a legitimidade dos quatro campeonatos adicionados à conta do clube.

Ao fazer a brincadeira com a “matemática que não faz sentido”, a Vivo basicamente reforça os argumentos dos rivais, que costumam fazer brincadeiras como “não faz sentido um clube comemorar o eneacampeonato sem comemorar o penta, o hexa, o hepta e o octa”.

Não à toa, a torcida palmeirense ficou bastante irritada, iniciando o movimento de boicote. Muitos usuários no Twitter mencionam estar procurando planos de celular em outras operadoras, como Claro, TIM e Oi, com alguns dizendo já ter até mesmo ter realizado a portabilidade de suas linhas para concorrentes.

O comunicado da Vivo sobre o tema lamenta o ocorrido, mas não diz quando o vídeo foi gravado nem quem é o funcionário no palco. “A Vivo informa que o vídeo em questão, retirado de uma apresentação interna da companhia e reproduzido fora de seu contexto, não representa a opinião de seu presidente ou da empresa. A Vivo pede desculpas àqueles que se sentiram ofendidos e reitera seu respeito pela Sociedade Esportiva Palmeiras e seus torcedores.”

Fonte: Olhar Digital

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Anatel aprova redução de tarifas em ligações de telefone fixo para celular

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Em reunião do Conselho Diretor realizada nesta semana, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou uma redução nas tarifas cobradas em ligações de telefone fixo para móvel. A medida vale para todo o Brasil em ligações locais e também de longa distância.

O reajuste muda para cada concessionária, mas, em média, a redução nas tarifas chega a 0,4%. A maior redução é a que foi aplicada à Algar Telecom, de 1,69%. Mas também houve aumento em uma operadora: a Telefônica (Vivo) verá as tarifas de fixo-móvel subirem 0,76%.

A mudança tem como base o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), indicador que mede a inflação para famílias com rendimento entre um e cinco salários-mínimos. O reajuste tem como objetivo acompanhar a inflação de 4% acumulada nos últimos 12 meses segundo o INPC.

O reajuste definido pela Anatel é o seguinte:

Telemar Norte Leste S.A.

-0,24%
Oi S.A. -0,24%
Sercomtel Telecomunicações -0,10%
Algar Telecom -1,69%
Telefônica Brasil S.A. 0,76%
Claro S.A. -0,90%

As novas tarifas começam a valer assim que a decisão for publicada no Diário Oficial da União, nos próximos dias.

Fonte: Olhar Digital

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