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ECONOMIA

Caixa Econômica divulga calendário de saques do FGTS

Foto: Reprodução / Fonte: Blog Ze Dudu

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Desde a última sexta-feira (6), a Caixa Econômica Federal iniciou o pagamento de até R$ 500,00 por conta do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Os repasses serão feitos até 31 de março de 2020, conforme a data de nascimento dos beneficiários.

O valor será depositado automaticamente, no dia 13 de setembro, para pessoas nascidas em janeiro, fevereiro, março e abril, que têm conta poupança na Caixa.

Aqueles com data de aniversário em maio, junho, julho e agosto, recebem a partir do dia 27 de setembro de 2019. Para trabalhadores nascidos em setembro, outubro, novembro e dezembro, o pagamento será feito a partir do dia 9 de outubro de 2019.

Segundo a Caixa, cerca de 33 milhões de trabalhadores receberão o crédito automático na conta poupança. Caso o trabalhador não queira retirar o recurso, será necessário informar a decisão em um dos canais divulgados pelo banco, até 30 de abril de 2020. Desta forma, os valores não sacados serão devolvidos à conta vinculada ao FGTS.

De acordo com a Caixa, o crédito automático só será realizado para quem abriu conta poupança até o dia 24 de julho de 2019.

O pagamento aos não correntistas da Caixa seguirá o seguinte cronograma:

A Caixa informou ainda que os saques de até R$ 100,00 poderão ser realizados em casas lotéricas, com apresentação de documento de identidade original com foto e número do CPF. Será feita a leitura da digital no momento do saque.

Para quem possui cartão Cidadão e senha, o saque poderá ser feito nos terminais de autoatendimento, em unidades lotéricas ou correspondentes Caixa Aqui. Quem não tem o cartão Cidadão, deve procurar uma agência da Caixa.

Saque aniversário

A partir de abril de 2020, terá início o saque anual de percentual do saldo do FGTS.

Os trabalhadores interessados em migrar para a sistemática do saque aniversário poderão comunicar à Caixa, a partir de 1º de outubro de 2019. Ao confirmar esta opção em um dos canais divulgados pelo banco, o trabalhador deixará de efetuar o saque em caso de rescisão de contrato de trabalho.

Quem realizar a mudança, só poderá retornar à modalidade anterior após dois anos da data da solicitação à Caixa.

Caso o trabalhador não comunique o interesse no tipo de saque, a regra da rescisão será mantida.

A decisão de migrar para a modalidade do saque aniversário, não anula a multa de 40% em caso de demissão sem justa causa.

Cota do PIS

Não há prazo para a retirada de recursos do programa de Integração Social (PIS) para cadastrados até 4 de outubro de 1988.

Tabela do PIS

Segundo a Caixa, 10,4 milhões de trabalhadores têm direito ao saque das cotas.

Os pagamentos que podem movimentar R$ 18,3 bilhões podem ser feitos por crédito em conta na Caixa ou por meio do Cartão Cidadão com senha, em lotéricas, nas unidades do Caixa Aqui, em terminais de autoatendimento ou nas agências da Caixa.

Canais de informação

Para acompanhar as informações sobre o FGTS, a Caixa lançou um aplicativo disponível para download nas lojas App Store e Google Play. Outras informações podem ser acessadas no site criado pelo banco ou pela central de informações: 0800 724 2019.

Para os trabalhadores com direito ao saque do PIS, foram criados o aplicativo Caixa Trabalhador e a página na internet www.caixa.gov.br/cotaspis.

As agências da Caixa abrirão duas horas mais cedo e aos sábados subsequentes às datas de início do cronograma de saques do FGTS. Caso a demanda aumente, as agências poderão ser abertas em outros sábados. O site do FGTS da Caixa reunirá informações sobre datas, unidades e horários diferenciados de abertura das agências. (Com informações da EBC).

Reportagem: Val-André Mutran

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AGRONEGÓCIO

Pivô salva lavoura de soja e produtividade chega a 85 sacas por hectare

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Fonte: canalrural Foto: Reproducao

Nas áreas de sequeiro, produtor de Santo Ângelo deve produzir no máximo 45 sacas da oleaginosa por hectare. Expectativa antes da seca era conseguir 66 sacas 23 de fevereiro de 2020 às 14h10 Por Daniel Popov, de São Paulo

O Rio Grande do Sul ainda permanece sem chuvas significativas. A estiagem tem prejudicado a produção nas lavouras de soja na região. Para driblar a falta de chuvas, produtores estão investindo em irrigação.

No ano passado, a lavoura de soja do produtor Júnior Milanesi, localizada em Santo Ângelo, região noroeste do estado, atingiu cerca de 70 sacas por hectare e bateu o próprio recorde de produtividade dos últimos 60 anos. Para esta safra, a expectativa inicial era conseguir pelo menos 66 sacas de média, mas as longas estiagens (de quase 30 dias) prejudicou o desenvolvimento dos grãos.

“Neste ano, com essa estiagem, restrição hídrica e altos índices de radiação solar, teremos 45 sacas, 50 sacas sendo otimista”, diz Milanesi.

A quebra na safra só não foi maior por conta de uma tecnologia aplicada em 900 hectares, que representa quase 15% das áreas totais plantadas por Milanesi.

“Esse sistema de irrigação controlada gera esse alívio na produção da safra deste ano. A expectativa aqui é colher 85 sacas por hectare. Quase o dobro do restante da área”, conta.

O projeto futuro é tentar ampliar as áreas com pivôs para 30% da propriedade. O investimento já começará a ser realizado na próxima safra, com aquisição de mais um equipamento.

“O pivô garante a certeza da primeira safra, que normalmente a gente planta milho e temos alta produtividade, e ainda conseguimos garantir que nasça a soja, por mais que esteja na estiagem. Garantimos a germinação uniforme e, com potencial elevado, mesmo na safrinha”, diz Milanesi.

Para quem não pode contar com a irrigação, o prejuízo deve ser ainda maior. Em alguns talhões, no município de Santo Ângelo, a queda da produtividade já chegou em 40% e pode aumentar até a colheita.

“O município é embasado na agricultura e essa quebra dará uma queda de receita dos produtores. Mas temos que seguir em frente, focar na próxima safra. Temos anos bons e anos não tão bons assim, mas a agricultura é assim mesmo, é uma indústria a céu aberto”, diz o presidente do Sindicato Rural, Laurindo Nikititz.

Nas áreas de sequeiro, produtor de Santo Ângelo deve produzir no máximo 45 sacas da oleaginosa por hectare. Expectativa antes da seca era conseguir 66 sacas 23 de fevereiro de 2020 às 14h10 Por Daniel Popov, de São Paulo

O Rio Grande do Sul ainda permanece sem chuvas significativas. A estiagem tem prejudicado a produção nas lavouras de soja na região. Para driblar a falta de chuvas, produtores estão investindo em irrigação.

No ano passado, a lavoura de soja do produtor Júnior Milanesi, localizada em Santo Ângelo, região noroeste do estado, atingiu cerca de 70 sacas por hectare e bateu o próprio recorde de produtividade dos últimos 60 anos. Para esta safra, a expectativa inicial era conseguir pelo menos 66 sacas de média, mas as longas estiagens (de quase 30 dias) prejudicou o desenvolvimento dos grãos.

“Neste ano, com essa estiagem, restrição hídrica e altos índices de radiação solar, teremos 45 sacas, 50 sacas sendo otimista”, diz Milanesi.

A quebra na safra só não foi maior por conta de uma tecnologia aplicada em 900 hectares, que representa quase 15% das áreas totais plantadas por Milanesi.

“Esse sistema de irrigação controlada gera esse alívio na produção da safra deste ano. A expectativa aqui é colher 85 sacas por hectare. Quase o dobro do restante da área”, conta.

O projeto futuro é tentar ampliar as áreas com pivôs para 30% da propriedade. O investimento já começará a ser realizado na próxima safra, com aquisição de mais um equipamento.

“O pivô garante a certeza da primeira safra, que normalmente a gente planta milho e temos alta produtividade, e ainda conseguimos garantir que nasça a soja, por mais que esteja na estiagem. Garantimos a germinação uniforme e, com potencial elevado, mesmo na safrinha”, diz Milanesi.

Para quem não pode contar com a irrigação, o prejuízo deve ser ainda maior. Em alguns talhões, no município de Santo Ângelo, a queda da produtividade já chegou em 40% e pode aumentar até a colheita.

“O município é embasado na agricultura e essa quebra dará uma queda de receita dos produtores. Mas temos que seguir em frente, focar na próxima safra. Temos anos bons e anos não tão bons assim, mas a agricultura é assim mesmo, é uma indústria a céu aberto”, diz o presidente do Sindicato Rural, Laurindo Nikititz.

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ECONOMIA

“País tem potencial para ser líder em finanças verdes”, afirma Sylvia Coutinho

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Fonte: Info Money Foto: Reproducao

A presidente do banco suíço UBS no Brasil, Sylvia Coutinho, avalia que o País tem todas as condições para assumir protagonismo mundial na questão das “finanças verdes”. No momento em que aumentam as cobranças internacionais e dos próprios agentes econômicos por políticas ambientais sustentáveis, ela diz que o Brasil “tem os maiores ativos ambientais do planeta” e pode conseguir atrair investimentos externos se souber aproveitar essa oportunidade.

Sylvia é otimista com as possibilidades da retomada do crescimento econômico do País. Mas admite que o efeito coronavírus deve reduzir o ritmo dessa retomada. Ela diz que o UBS já reviu sua previsão para o crescimento do PIB em 2020 – de 2,5% “para algo em torno” de 2,1%. A seguir, os principais trechos da entrevista.

Qual é a sua avaliação do cenário econômico do Brasil?

O Brasil está vivendo um ciclo meio clássico de recuperação econômica. Este ano, a princípio, seria o quarto ano de um período de dez anos de crescimento. Porque a gente tem uma visão que prevê dez anos de crescimento sustentado. E esperamos que 2020 seja o primeiro ano, desses primeiros quatro anos dessa retomada, em que a gente veja um crescimento um pouco mais robusto. Apesar, claro, dos impactos causados pelo coronavírus, que deve derrubar um pouco o crescimento. A gente estimava que o PIB deste ano seria na ordem de 2,5%. E estamos revendo para algo em torno de 2,1%.

Qual é a importância das reformas para essa recuperação?

Uma coisa que acho positiva quando a gente olha o Brasil é que é um dos poucos mercados que está encarando de frente as reformas necessárias. Obviamente, a reforma da Previdência foi um marco importante. Então, você olha aí e tem uma série de mercados, incluindo desenvolvidos, que estão tendo de passar pelas mesmas difíceis reformas e que não estão conseguindo. O Brasil está aí, não só fazendo a sua lição de casa, como há a sinalização de que vai continuar fazendo. A nossa visão de um ciclo positivo de dez anos para frente também pressupõe, claro, que essas reformas sigam acontecendo. O Brasil continua naquele famoso ranking do Doing Business (os melhores países para se fazer negócios) com um score bastante ruim. E a gente espera que isso, ao longo desse período, contribua para melhorar significativamente a posição do País no ranking.

O governo está tentando reduzir a participação do Estado e atrair o setor privado para os investimentos. Como a sra. vê isso?

O fechamento do PIB do ano passado, que será anunciado em março, está estimado em torno de 1,0%, 1,1%. Quando a gente olha o número resultante, não é tão robusto como esperaríamos. Mas quando você desconstrói esse 1,0%, você teve o Estado recuando algo em torno de 0,6% e o setor privado crescendo 2,0%, o que resultou no 1,1% que veremos em março. A resultante pode ter sido menor do que desejava o mercado. Mas, qualitativamente, é bastante saudável. E mais sustentável do que crescimentos anteriores, que foram muitas vezes artificialmente inflados por ações governamentais e consumo de curto prazo.

O que mais tem chamado a atenção da senhora?

Outras ações que me animam bastante é o que está acontecendo no setor de infraestrutura, no agronegócio, que, além de serem pilotados por pessoas que realmente entendem do negócio, estão se reformulando para se tornarem cada vez mais competitivos globalmente. O Banco Central também está com uma forte agenda para aumentar a competição. Eu diria que tudo isso está convergindo para um maior crescimento estrutural da economia.

A epidemia do coronavírus deve atrapalhar o crescimento?

O cenário externo até abriu o ano de maneira bastante benigna. Tirando o coronavírus e a situação no Oriente Médio, eu diria que o arrefecimento da guerra comercial entre China e Estados Unidos deu uma acalmada nos mercados, e a gente percebeu, paulatinamente, uma retomada no apetite pelos mercados emergentes. Especialmente quando se pensa que você tem lá fora os mercados desenvolvidos com taxas de juros baixíssimas e muitas vezes até negativas. Invariavelmente, quando você tem um cenário de risk on, em que os mercados lá fora estão mais calmos, você tem, naturalmente, um fluxo de capitais que deveria vir para os mercados emergentes onde está o crescimento, onde há perspectiva de crescimento de médio e longo prazos, até por questão da demografia. Mas o coronavírus teve um impacto global e, como falei, já se refletiu na previsão do crescimento do PIB.

Os juros baixos facilitam para o Brasil?

Quando a gente pensa num dia a dia mais doméstico, em curto, médio e longo prazos, a taxa média dos juros no Brasil nos últimos 20 anos foi de 13,1%. A gente espera que ela seja por volta de 5,5% nos próximos dez anos. Isso tem várias implicações. Nunca vimos no mercado, por um período mais longo, juros baixos, inflação baixa. E a economia brasileira, tradicionalmente, é pouco alavancada. Seguimos a tradição de juros altíssimos ao longo de tantos anos. Vamos pegar como exemplo o mercado do crédito imobiliário no Brasil. Temos aí um mercado com um potencial de alavancagem enorme, que ainda está na sua infância, até por conta dos instrumentos para fazer isso. Acho que ainda não vimos os efeitos de uma taxa de juros baixa por um período prolongado na economia brasileira. Isso também é um ponto bastante interessante.

A sra. cita a importância das reformas, mas existe dificuldade política nessas negociações entre governo e Congresso…

Esses cenários que falei pressupõem que as reformas seguirão caminhando. A gente estima que vai haver, de alguma maneira, esse diálogo de maneira construtiva e que vão conseguir aprovar algumas dessas reformas importantes. Fora as propostas microeconômicas, que seguem caminhando também. O BC está com muitas coisas que podem ser encaminhadas pelo Executivo. Apesar de algumas dificuldades de vez em quando, estimamos que o Brasil siga de maneira construtiva, aprovando as reformas. Temos um Congresso bastante reformista e uma pressão para que as coisas sigam caminhando para que o crescimento não arrefeça.

O ritmo das privatizações tem sido menor do que se esperava?

Essa não é uma agenda fácil. Acho que todos os agentes envolvidos estão caminhando no sentido de avançar de uma maneira bastante construtiva nessa agenda. Mas isso era esperado. Acho difícil julgar se poderia estar indo num ritmo muito mais rápido em função do contexto no qual elas se encontram.

No Fórum Econômico Mundial, em Davos, o Brasil foi cobrado para ter melhores práticas ambientais. E ficou claro que uma política ambiental ruim poderá afastar investidores. Qual sua avaliação?

O Brasil, para mim, tem potencial para se tornar o líder mundial em finanças verdes. Temos os maiores ativos ambientais do planeta. Toda a nossa agenda de infraestrutura é verde. Esse é o tipo de capital que temos condição de atrair. Então, essa agenda é muito importante. Existe hoje, globalmente, uma demanda tremenda de toda essa agenda de ESG, de investimento sustentável. E é o capital que está buscando esses ativos ambientais. Então, é uma oportunidade imensa. Para os setores de agronegócio, de infraestrutura, para todas as áreas. A impressão é que o governo acordou para isso. Acho que tem todo um discurso para melhorar a nossa imagem. Para o nosso agronegócio, é fundamental esse selo verde. Crescemos com produtividade e tem um estoque de cobertura nativa que é um dos mais elevados do planeta. Temos de aprender a monetizar os nossos ativos ambientais.

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ECONOMIA

Caixa anuncia novo programa imobiliário com taxa fixa e juros de 8%; veja – Notícias Concursos

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Fonte: Noticias Concurso Foto: Reproducao

As condições são válidas para imóveis residenciais novos e usados, com quota de financiamento de até 80%

Nesta semana, a CAIXA, líder na concessão de financiamento para casa própria, lançou a linha de crédito imobiliário com taxa fixa. A nova modalidade de crédito é uma alternativa para o cliente que possui taxas de juros a partir de 8% ao ano (a.a.). Segundo a Caixa, as condições valem para  imóveis residenciais novos e usados, com quota de financiamento de até 80%. As contratações entraram em vigor na última sexta-feira, 21.

“Não estamos mais limitados somente às linhas de crédito imobiliário atualizadas pela TR”, disse o presidente da CAIXA, Pedro Guimarães.

“Em 2019 inovamos com a linha de crédito atualizada pelo IPCA e agora, com o lançamento do crédito com taxa fixa, estamos revolucionando o mercado imobiliário no país. É uma nova alternativa para o cliente que busca financiar seu imóvel sabendo quanto vai pagar da primeira à última prestação”, esclareceu.

SAC x PRICE

Segundo o banco, o interessado no crédito vai poder escolher entre os sistemas de amortização SAC, para contratos de até 360 meses, e PRICE, para financiamentos de até 240 meses.

De acordo com informações da Caixa, as condições na linha SBPE com indexadores TR, IPCA ou Taxa Fixa seguem os parâmetros abaixo:

Utilização do FGTS

Para o financiamento de imóveis do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) avaliados em até R$ 1,5 milhão, é possível a utilização dos recursos do FGTS, desde que o cliente se enquadre nas regras do Fundo, de acordo com informações da Caixa.

Liderança com recursos SBPE

Segundo infirmações da Caixa, no ano passado, em 2019, foi concedido R$ 26,6 bilhões em crédito imobiliário com recursos do SBPE, o que representa um crescimento superior a 100% em comparação com o ano de 2018.

O valor concedido corresponde a mais de 103 mil financiamentos, que impactaram na geração de 97 mil empregos. Sendo assim, com este desempenho,   CAIXA retomoua liderança da concessão de crédito imobiliário com recursos da poupança.

Redução das taxas e lançamento do crédito atualizado pelo IPCA em 2019

A Caixa destinou para o crédito imobiliário, atualizado pela TR, nada menos que quatro reduções de taxa de juros em 2019. O valor caiu devido ao acompanhamento da queda consistente da SELIC, em que houve uma redução da taxa mínima praticada no SBPE de TR + 8,75% a.a. para TR + 6,50% a.a., o que representa uma queda de 26% com relação à taxa praticada em dezembro de 2018.

Além disso, um outro marco importante nesse reposicionamento estratégico do crédito imobiliário para pessoa física na CAIXA foi o lançamento, em agosto de 2019, de forma pioneira, da opção de atualização do saldo devedor do crédito imobiliário pelo IPCA, com taxas de juros a partir de 2,95% a.a.

No ano passado, a Caixa realizou o empréstimo de nada menos que R$ 90 bilhões no crédito imobiliário. Foram 473,8 mil unidades habitacionais e 760,2 mil novos empregos. Hoje a Caixa possui 70% do mercado imobiliário.

Segundo o banco, os clientes podem fazer simulações no site www.caixa.gov.br e, caso decidam pela contratação, devem procurar uma das agências da CAIXA ou correspondentes CAIXA Aqui para realizar a avaliação do crédito.

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