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Cantores de k-pop são condenados a prisão por estupro

Fonte/Foto: Jung Jin-Young e Choi Jong Hoon (Montagem VEJA/Reprodução)

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Jung Joon Young e Choi Jong Hoon foram sentenciados a sete e cinco anos de prisão, respectivamente

A Justiça da Coreia do Sul condenou duas estrelas do k-pop à prisão nesta quarta-feira, 13. Os cantores Jung Joon Young, do grupo Drug Restaurant, e Choi Jong Hoon, da banda F.T. Island, foram sentenciados a sete e cinco anos de prisão, respectivamente, por terem participado, filmado e compartilhado imagens de um estupro coletivo em um grupo virtual criado para esta finalidade em duas ocasiões no ano de 2016.

A emissora sul-coreana SBS divulgou uma entrevista com uma das vítimas, que preferiu não se identificar. A mulher afirmou que havia saído com cinco pessoas, incluindo os músicos, e desmaiou. Ao acordar na manhã seguinte, notou que estava nua em um quarto de hotel.

Em março, Jung foi indiciado por gravar vídeos de suas relações sexuais e compartilhar o material em chats online. Na ocasião, ele se declarou culpado por ter gravado as imagens sem o consentimento das mulheres. “Enquanto eu fazia isso, não senti nenhuma culpa. Pelo resto da minha vida irei me arrepender dos meus atos imorais e ilegais que constituem crimes”, declarou.Veja também

O grupo

Não é a primeira vez que celebridades do ramo se envolvem em escândalos sexuais. O aplicativo KakaoTalk, equivalente coreano do WhatsApp, tornou-se conhecido no país por abrigar um grupo onde artistas de k-pop compartilhavam conteúdo criminoso.

Nomes como Seungri, da banda Big Bang, o guitarrista Lee Jong-hyun, do grupo CNBlue e Yong Jun-hyung, do Highlight, já foram citados no escândalo.

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China assegura que a OMS não recomenda evacuação de estrangeiros

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(foto: Behrouz MEHRI / AFP)

Alguns países planejam organizar evacuações. Na quarta-feira de manhã a equipe do consulado dos Estados Unidos em Wuhan será levada para a Califórnia

Organização Mundial da Saúde (OMS) não recomenda a evacuação de estrangeiros em Wuhan, o epicentro da epidemia de coronavírus, declarou nesta terça-feira seu diretor-geral em visita a Pequim, segundo comunicado da diplomacia chinesa.

“Observamos que alguns países planejam organizar evacuações. A OMS não recomenda esse método”, disse Tedros Adhanom Gebreyesus, segundo nota do ministério das Relações Exteriores da China.
“Na situação atual, é preciso manter a calma, não é necessário reagir excessivamente”, acrescentou o diretor-geral da OMS, segundo a fonte.
Consultada pela AFP em Genebra, a OMS indicou que devemos “esperar por um esclarecimento” dessas declarações, que também foram divulgadas pela imprensa estatal chinesa.
O chefe da OMS se reuniu nesta terça-feira com o presidente chinês Xi Jinping, depois de encontrar os ministros das Relações Exteriores e da Saúde.
“Temos todos os meios, confiança e recursos para vencer rapidamente a batalha contra a epidemia”, disse o chefe da diplomacia chinesa, Wang Yi, segundo comunicado.
Wuhan, cidade no centro do país onde o novo coronavírus apareceu em dezembro, e quase toda a província de Hubei estão isoladas do mundo desde quinta-feira por ordem das autoridades para tentar impedir o avanço da epidemia, que já fez 106 mortos na China e mais de 4.500 infectados.
Quase 56 milhões de habitantes estão confinados, incluindo milhares de estrangeiros cujos países aceleram os preparativos para o repatriamento.
Um voo para retirar a equipe do consulado dos Estados Unidos em Wuhan partirá na quarta-feira de manhã, horário da China, rumo à Califórnia, anunciou o departamento de Estado.
O Japão anunciou que enviará um avião para Wuhan nesta terça-feira para retirar quase 200 cidadãos e a França espera uma primeira repatriação no fim de semana.


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Número de mortos por coronavírus na China chega a 106

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Equipe médica transporta paciente em hospital da Cruz Vemelha, em Wuhan, na China — Foto: Hector Retamal/AFP

Cem das 106 mortes aconteceram na província de Hubei, onde fica a cidade de Wuhan. Homem de 50 anos se tornou a primeira pessoa a morrer por causa da doença em Pequim, nesta segunda-feira.

A China confirmou nesta terça-feira (28) (horário local) que chegou a 106 o número de mortes pelo novo coronavírus, sendo 100 apenas na província de Hubei, onde fica a cidade de Wuhan.

Nesta segunda-feira, também foi confirmada a primeira morte por complicações respiratórias causadas por coronavírus em Pequim. Segundo a rede estatal CCTV, a vítima é um homem de 50 anos diagnosticado com a doença na quarta-feira (22) após viagem para Wuhan, cidade considerada como epicentro da doença.

Em uma tentativa de conter a propagação da doença, o governo chinês suspendeu as comemorações do Ano Novo Lunar e estendeu o feriado até o dia 2 de fevereiro. Grandes empresas fecharam as portas ou disseram aos funcionários para trabalhar de casa.

OMS altera risco internacional do coronavírus de moderado para alto

OMS altera risco internacional do coronavírus de moderado para alto

No cenário internacional, a Mongólia foi o primeiro país a fechar as fronteiras terrestres com a China, enquanto a Malásia tem proibido as pessoas da província chinesa de Hubei, a mais afetada, de viajarem ao país. Já a Alemanha e a Turquia desaconselham seus cidadãos viajarem para território chinês.

O premiê chinês, Li Keqiang, visitou a cidade de Wuhan, o epicentro do surto, para sinalizar que está respondendo seriamente ao surto. O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, anunciou que está a caminho de Pequim para “estreitar a colaboração” com a China. Na última quinta (23), a organização afirmou que “ainda é cedo” para declarar emergência internacional por coronavírus.

Pesquisadores estão fazendo mapa em tempo real do coronavírus pelo mundo

Pesquisadores estão fazendo mapa em tempo real do coronavírus pelo mundo

O ministro da Comissão Nacional de Saúde da China, Ma Xiaowei, disse neste domingo (26) que o novo coronavírus pode se espalhar antes mesmo do aparecimento de sintomas.

Ma afirmou ainda que a capacidade de transmissão do coronavírus está se fortalecendo e reforçou as ações de contenção, que até agora incluem restrições de transporte e viagens e o cancelamento de grandes eventos, serão intensificados.

Um grupo de cientistas do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos (NIH, na sigla em inglês) deverá testar vacinas contra o coronavírus em humanos em até três meses, de acordo com a agência de notícias Reuters. A vacina será desenvolvida a partir do código genético desta nova mutação do coronavírus, conhecida como 2019-nCOV.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) pediu a cientistas de todo o mundo que estejam estudando o novo coronavírus compartilhem suas descobertas com a instituição mesmo sem a publicação oficial em periódicos oficiais.

A Coalizão de Inovações em Preparação para Epidemias (Cepi) – grupo internacional para o controle de doenças – anunciou em 22 de janeiro um fundo para apoiar três programas de desenvolvimento de vacinas contra o 2019-nCoV, o novo coronavírus. Rússia, por meio de seu órgão regulador, também havia anunciado que está trabalhando no desenvolvimento de uma vacina contra o coronavírus.

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Estado Islâmico anuncia ‘nova fase’ de ataques com Israel como alvo

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foto: Emmanuel DUNAND / AFP)

Anúncio foi feito no mesmo dia em que o presidente americano apresentou um plano de paz regional considerado histórico por Israel, mas rejeitado pelos palestinos

Em uma mensagem de áudio divulgada nesta segunda-feira (27/1), o grupo radical Estado Islâmico (EI) afirmou que vai lançar uma “nova fase” de sua “jihad”, visando especificamente a atingir Israel.
PUBLICIDADEO anúncio foi feito no mesmo dia em que o presidente americano, Donald Trump, recebe seu amigo Benjamin Netanyahu, antes de apresentar um plano de paz regional considerado histórico por Israel, mas rejeitado pelos palestinos.
O novo chefe do EI, Abu Ibrahim al-Hashemi al-Qurachi, está “determinado a entrar em uma nova fase que nada mais é do que combater os judeus e devolver o que roubaram dos muçulmanos“, diz Abu Hamza El-Qurachi nesta mensagem de 37 minutos publicada no aplicativo Telegram.
“Os olhos dos soldados do califado, onde quer que estejam, ainda estão fixos em Jerusalém”, acrescentou o porta-voz do EI.Continua depois da publicidade
“Nos próximos dias, se Deus quiser, vocês verão (…) o que os fará esquecer os horrores” do passado, disse Abu El-Qurachi, aludindo a um possível ataque.
A AFP não conseguiu autenticar imediatamente a mensagem, mas a gravação foi transmitida nos órgãos de propaganda habituais do grupo nas redes sociais.
Antes de sua derrota territorial em março de 2019, a organização jihadista chegou a controlar um vasto “califado” autoproclamado, abrangendo Síria e Iraque, que contavam com sete milhões de habitantes. 
O grupo imprimia sua própria moeda, arrecadava impostos e dirigia programas escolares.
Sob o efeito das operações militares combinadas das forças sírias e iraquianas apoiadas por seus respectivos aliados, esse vasto território encolheu antes de ser varrido do mapa.
O EI mantém uma presença significativa na Síria e no Iraque ao redor do rio Eufrates e no deserto adjacente.
O grupo também possui várias filiais na África e na Ásia, que ainda realizam ataques mortais. É atuante, principalmente, na península egípcia do Sinai, na fronteira com Israel, e que os israelenses ocuparam por 15 anos após a guerra árabe-israelense de 1967.
Nesta segunda-feira, o porta-voz do EI criticou o “plano Trump” sobre a paz no Oriente Médio. “Para os muçulmanos na Palestina e em todo mundo (…) sejam a ogiva da luta contra os judeus”, declarou em sua mensagem.
Ele instou os combatentes do EI, em especial os da Síria e do Sinai, a transformarem os assentamentos judeus em “campos de testes” para suas armas e “foguetes químicos”.
Hoje, cerca de 600.000 colonos israelenses vivem em assentamentos em Jerusalém Oriental e na Cisjordânia ocupada, com aproximadamente três milhões de palestinos.
Em junho, os Estados Unidos apresentaram o componente econômico de seu plano de paz, que prevê cerca de US$ 50 bilhões em investimentos internacionais nos Territórios Palestinos e nos países árabes vizinhos ao longo de dez anos.
Segundo os palestinos, o plano americano inclui a anexação por parte de Israel do Vale do Jordão, uma vasta área estratégica da Cisjordânia, e assentamentos nos territórios palestinos, além do reconhecimento oficial de Jerusalém como a capital indivisível de Israel.
Continua depois da publicidadeDesde o reconhecimento, em dezembro de 2017, por Trump, de Jerusalém como capital de Israel, que os líderes palestinos cortaram o contato formal com a Casa Branca.
Nesta segunda-feira, o primeiro-ministro palestino, Mohammed Shtayyeh, pediu à comunidade internacional que boicote o plano americano.
Este plano “não passará” e pode até levar os palestinos a uma “nova fase” de sua luta, alertou o líder do movimento Hamas, Ismail Haniyeh.
Donald Trump anunciou em 27 de outubro a morte do ex-líder do EI Abu Bakr al-Baghdadi durante uma operação no noroeste da Síria.
Pouco depois, o grupo designou Abu Ibrahim al-Hashemi al-Qurachi como o novo “califa dos muçulmanos”. Este último era desconhecido dos analistas, e muitos duvidavam de sua existência.
A organização agora é chefiada por Amir Mohamad Abdel Rahman al-Maula al-Salbi, disse recentemente o jornal britânico “The Guardian”, citando autoridades de dois serviços de Inteligência não especificados.

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