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MUNICÍPIOS

Capacidade do aeroporto de Marabá foi ampliada em 25%

Foto: Reprodução / Fonte: Infraero

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A Infraero entrega, na próxima terça-feira (23/4), às 9h30, as obras de reforma e ampliação do Aeroporto de Marabá/João Corrêa da Rocha (PA). Com investimento total de R$ 11,4 milhões, os trabalhos aprimoraram os níveis de segurança e conforto do terminal paraense, com mais comodidade aos usuários e passageiros. A cerimônia de entrega das obras contará com as presenças da presidente da Infraero, Martha Seillier, do Secretário Nacional de Aviação Civil (SAC) do Ministério da Infraestrutura, Ronei Saggioro Glanzmann, além de outras autoridades.

As obras como um todo, foram realizadas em duas etapas distintas. Esta segunda e atual etapa foi conduzida pela Orcon Engenharia e Perfurações Eireli. No conjunto das duas etapas, houve um aumento de 40% na área do terminal, que passou de 1.248,95 m² para 1.756,60 m². A capacidade de passageiros também foi ampliada em 25%. Antes, o terminal podia receber cerca de 1,2 milhão de viajantes anualmente. Após a conclusão das obras, são 1,5 milhão de passageiros.

O aeroporto ganhou novos balcões de check-in, totalizando 16 unidades, além de novos carrosséis de restituição de bagagens, somando duas unidades. Os banheiros também foram totalmente reformados e ampliados; e toda a edificação foi adequada para atendimento às normas de acessibilidade.

Para o superintendente do aeroporto de Marabá, Wigson Diego Saturnino Santos, a entrega das obras simboliza um novo momento para a cidade. “Estamos entregando um aeroporto moderno, à altura da cidade de Marabá. Com isso, esperamos que o terminal, além de servir bem à sociedade, contribua ainda mais com o desenvolvimento da região”, afirmou.

Localizado na cidade conhecida como um dos principais centros administrativos e econômicos do Pará, o terminal cumpre papel fundamental na integração e acesso às cidades vizinhas, além de ligar a cidade a outros quatro destinos nacionais, com oito voos diários: Belém, Parauapebas (PA), Brasília (DF), e Belo Horizonte (MG), por meio das companhias aéreas Azul, Gol e Latam.

Com funcionamento 24 horas por dia, o aeroporto registrou no ano passado a movimentação de quase de 280 mil viajantes, entre embarques e desembarques. Neste ano, até março, já foram registrados mais de 61 mil passageiros.

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MUNICÍPIOS

Aposentados de Jacundá estão recebendo os benefícios em Goianésia

Eles recebiam no Banco do Brasil, mas a agência foi assaltada e suspendeu os serviços. Os idosos queixam-se do gasto extra com transporte e lanche e esperam que o BB volte logo a funcionar

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Foto: Reprodução / Fonte: Blog Ze Dudu

“Cinquenta reais fazem muita falta. Com esse dinheiro eu compro arroz do mês todo, mas está fazendo muita falta”. O desabafo é da aposentada Antonia Trindade dos Santos, 65 anos de idade, que necessita viajar à cidade mais próxima para sacar o benefício do INSS desde a suspensão de atendimento ao público da agencia do Banco do Brasil na cidade de Jacundá.

A agência foi alvo de um assalto na modalidade “novo cangaço” ou “vapor”, na madrugada do dia 22 de outubro do ano passado, há quase 4 meses. O ataque durou cerca de 1h20 minutos. Durante esse tempo uma parte da quadrilha entrou no banco e outra permaneceu próximo da agência e na Praça Municipal com os reféns como escudo humano. Dentro do prédio, o grupo usou explosivo para estourar o cofre, o que causou destruição de móveis e equipamentos.

Esse assalto causou a interrupção do atendimento ao público. No mês passado, os serviços burocráticos foram retomados. Dois terminais eletrônicos estão funcionando para operações bancárias, exceto para depósitos de valores e saques de dinheiro.

Antonia viaja a Goianésia do Pará, distante 75 quilômetros de Jacundá, para sacar o benefício de um salário mínimo. Além do risco de assalto durante o percurso, cerca de R$ 60,00 são gastos com passagens e lanche. “E esse dinheiro está me fazendo falta”, queixa-se.

A Reportagem apurou que a agência será reaberta com todos os serviços a partir do próximo mês. Até lá, os aposentados do INSS que recebem pelo Banco do Brasil ainda vão ter gasto extra.

Por: Antonio Barroso

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MUNICÍPIOS

Rio Maria quer hospedar “paletrante” e “proficional” por quase R$ 180 mil

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Foto: Reprodução / Fonte: Blog Ze Dudu

A Prefeitura de Rio Maria ficou de realizar hoje, quarta-feira (18), uma licitação para garantir hospedagem a pessoas interessadas em estar no município, à disposição do governo de Paulo Barros, o Paulinho. O edital do processo, regado a erros gritantes de português, reserva até R$ 178.565,20 para 1.320 diárias de hotel em quartos de solteiro (duplo, 440 diárias a R$ 127,99; e triplo, 440 a R$ 132,59) e casal (simples, 220 diárias a R$ 139,50; e luxo, 220 a R$ 151,00). As informações foram levantadas pelo Blog do Zé Dudu e podem ser checadas aqui.

O governo local escolheu a modalidade de registro de preços para contratação dos serviços de hospedagem conforme demanda futura e eventual. E por meio de um parágrafo repleto de erros ortográficos defende a contratação. “Justifica-se a contratação dos serviços de hotelaria para atender as secretarias vinculadas à prefeitura municipal de Rio Maria, nos sentidos de programações expostas a comunidade riomariense, quando ser convocado algum paletrante ou proficional da área, que necessitar dos serviços deste genero no municipio, tendo ciência que poderam acontecer outras situações inprevisiveis e emergenciais, a qual o municipio se respaldará no ambito de acomodar os que estiverem a disposição de resolver os problemas, quando houver nescessidades” (SIC).

O curioso é que a errática licitação chega após a prefeitura do município fechar 2019 com um rombo fiscal nas contas de quase R$ 2,19 milhões, de acordo com a prestação de contas feitas por Paulinho aos órgãos fiscalizadores. No ano passado, a administração dele gastou mais do que arrecadou e, por isso, encerrou com déficit fiscal. A receita líquida da Prefeitura de Rio Maria é de R$ 50,5 milhões, e 89,7% da arrecadação vêm de transferências da União e do Governo do Estado.

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PARAUAPEBAS

JM Terraplanagem vence conturbada licitação de tapa-buracos em Parauapebas

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Foto: Reprodução / Fonte: Blog Ze Dudu

Dias contados para o fim da buraqueira que assola os quatro pontos cardeais da 5ª maior aglomeração urbana do Pará e que tem gerado uma avalanche de comentários negativos contra a administração de Darci Lermen. Nesta terça-feira (18), foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) o resultado de uma das licitações mais aguardadas pelo governo municipal, que visa à execução de serviços de manutenção e recuperação de vias da cidade. A informação pode ser constatada aqui.

Ontem (17) foi homologada a concorrência de número 3/2019-001, organizada pela Secretaria Municipal de Obras (Semob), mais conhecida como “licitação do tapa-buraco”, em que a empreiteira JM Terraplanagem e Construções foi a campeã, ao se dispor por executar os serviços por R$ 27.565.276,80, bem menos que os R$ 41.022.753,40 previstos pelo governo municipal para o serviço.

Depois de idas e vindas judiciais, a licitação pôde seguir no início deste mês amparada por decisão judicial que consta dos autos do processo de número 0006141-21.2018.814.0040. Com a decisão, entretanto, uma nova sessão para recebimento de propostas comerciais, pelas empresas habilitadas no certamente, teve de ser marcada.

JM tinha faturado lote 2 antes

Anteriormente, a licitação chegou a ser faturada por duas empresas. O valor global é dividido em dois pacotes, cada um dos quais contemplando um conjunto de comunidades distinto. No lote 1, prevê-se que sejam aplicados R$ 21,98 milhões nos bairros Cidade Jardim, Minérios, Nova Carajás, Altamira, Novo Horizonte, Jardim Canadá, Vila Rica, Primavera, Cidade Nova e Rio Verde. Ao todo, aproximadamente 100 mil moradores podem ser impactados com a operação tapa-buraco nessas comunidades, onde apenas os serviços de pavimentação terão custo de R$ 16,65 milhões.

Já no lote 2, que contempla os bairros Amazônia, Parque dos Carajás, Novo Brasil, Liberdade, da Paz e VS 10, a Prefeitura de Parauapebas pretende investir até R$ 19,05 milhões em recursos do tesouro, sendo que R$ 14,12 milhões desse montante serão direcionados à pavimentação de ruas. Cerca de 55 mil pessoas podem ser beneficiadas nesse pacote.

Em 2019, quatro concorrentes chegaram a ser classificadas no lote 1, mas a vencedora foi a empresa A&L Locações e Serviços, que se propôs a realizar os serviços por R$ 17.361.206,30. Das quatro classificadas ao lote 2 à época, a própria JM Terraplenagem e Construções foi quem ofereceu o menor valor de execução, R$ 15.106.569,28.

Licitação no olho do furacão

Em agosto do ano passado, a Prefeitura de Parauapebas publicou aviso de suspensão do processo licitatório. Isso porque uma decisão liminar proferida pelo juiz Lauro Fontes Junior, titular da Vara de Fazenda Pública e Execuções Fiscais da Comarca de Parauapebas, atendeu a um mandado de segurança impetrado pela empresa Terraplenagem e Serviços Camargos, preterida no certame.

Na decisão, o juiz observou que a licitação não teria respeitado o princípio da impessoalidade (a empresa ficou sabendo pelo Diário Oficial da União publicado no dia 22 de julho de 2019 que a abertura das propostas ocorreria às 9 horas do mesmo dia). Por isso, foi concedida a tutela de urgência requerida pela empresa Camargos, determinando “a imediata suspensão do certame inclusive eventual adjudicação do objeto ou execução material”, sob pena de apuração de improbidade administrativa.

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