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MUNDO

Casa Branca confirma morte de filho de Bin Laden

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por RTP - Rádio e Televisão de Portugal * Lisboa

A Casa Branca anunciou que o filho de Osama Bin Laden, Hazma, e militante da Al Qaeda, foi morto numa operação de antiterrorismo. Um comunicado americano confirmou que a operação deu-se na região entre Afeganistão e o Paquistão.

Sem detalhar quando começou a operação, Donald Trump confirmou a morte do filho de Osama Bin Laden, considerado um dos principais líderes do grupo terrorista.

“A morte de Hamza Bin Laden não apenas priva a Al-Qaeda de importantes habilidades e conexão simbólica com o seu pai, como prejudica importantes atividades operacionais do grupo”, diz o comunicado da Casa Branca.

Os Estados Unidos acreditam que Hamza tinha por volta de 30 anos e era uma das figuras que estava ao lado do seu pai quando ocorreram os ataques de 11 de Setembro de 2001, contras as torres do World Trade Center e o Pentágono, uma data relembrada na última semana por ocasião do 18º aniversário dos ataques.

Hamza Bin Laden foi considerado um terrorista pelas autoridades norte-americanas depois de o mesmo ter reivindicado atos terroristas em várias capitais ocidentais.

O papel de maior relevo na Al Qaeda levou os Estados Unidos a fazerem uma procura mais intensa pelo paradeiro de Hamza, dando uma recompensa por alguma informação que levasse à sua localização ou captura.

A morte Hamza Bin Laden foi noticiada no fim do mês de julho, mas só agora o executivo norte-americano confirma o sucedido.

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Nasa detectou asteroide maior que o Cristo Redentor se aproximando da Terra

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Nasa detectou asteroide de 95 metros de diâmetro Foto: Pixabay

De acordo com a Nasa, agência espacial americana, cinco asteroides estão vindo em direção à Terra. O maior deles tem um diâmetro maior que a altura do Cristo Redentor, e foi batizado de 2019 TM7.

O asteroide apresenta cerca de 95 metros de diâmetro. Sua passagem acontecerá na sexta-feira (18), mas especialistas garantem que não é necessário se preocupar, visto que corpo celeste deverá passar a aproximadamente 40 milhões de quilômetros da Terra.

A cada semana, a Nasa detecta 30 novos objetos no espaço. Desde o começo deste ano, foram encontrados mais de 19 mil novos asteroides, segundo o jornal britânico Mirror. O objetivo da Nasa é monitorar possíveis ameaças à Terra e por isso procura aqueles que tenham mais de 140 metros de diâmetro.

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MUNDO

Brasil pode perder vaga em conselho da ONU

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Foto: Reprodução / Fonte: As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A entrada da Costa Rica na disputa por uma vaga no Conselho dos Direitos Humanos (CDH) da Organização das Nações Unidas (ONU) coloca em risco a cadeira do Brasil no órgão. Criado em 2006, o CDH escolhe seus 47 membros por meio de uma votação secreta feita pelos 193 países que compõem a Assembleia-Geral da ONU. Os candidatos são divididos por região e, para o mandato de 2020 a 2022, o Brasil disputa com Venezuela e Costa Rica duas vagas disponíveis para os países da América Latina e do Caribe. A eleição ocorre nesta quinta-feira, 17.

Para ocupar o posto para o qual foi eleito em 2006, 2008, 2012 e 2016 – o País é recordista de participação, ao lado de Argentina, México e Cuba -, o Brasil precisa conquistar pelo menos 97 votos. A vaga pleiteada estava praticamente certa até o último dia 3, quando Carlos Alvarado Quesada, presidente da Costa Rica, colocou sua candidatura, como forma de impedir que a Venezuela assumisse um posto no conselho. Apesar da intenção oficial de barrar o governo de Nicolás Maduro, o movimento foi encarado como uma ameaça também à vaga brasileira, cuja relação com outros países-membros da organização tem se desgastado nos últimos meses.

Desconforto

Além da candidatura repentina da Costa Rica, há ainda os desconfortos diplomáticos protagonizados por Jair Bolsonaro. Não bastasse o ataque a Michelle Bachelet, ex-presidente do Chile e comissária para Direitos Humanos da ONU, a relação do presidente com o próprio órgão já começou conturbada. Ainda na campanha, Bolsonaro afirmou que pretendia retirar o Brasil da ONU caso fosse eleito. Mais tarde, ele se retratou, esclarecendo que se referia apenas ao Conselho de Direitos Humanos, para o qual concorrerá nesta quinta.

Elaini Silva, doutora em Direito pela USP e professora de Relações Internacionais da PUC-SP, afirma que a premissa do órgão é combater a violação de direitos humanos, o que pode ser um problema tanto para a Venezuela quanto para o Brasil. “O CDH é novo na história da ONU. Espera-se que os Estados envolvidos com grandes violações não sejam eleitos ou, caso já estejam lá, possam ser suspensos, como previsto na resolução que criou o conselho.”

“É uma situação inédita, com uma nova dinâmica. Esse elemento competitivo não costumava acontecer no contexto latino-americano, e gerou uma repercussão interessante. É o fim de uma espécie de cordialidade latino-americana que pautava as relações até agora”, diz Oliver Stuenkel, professor de Relações Internacionais na FGV.

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, condenou a candidatura do governo de Nicolás Maduro para o órgão. “A Venezuela está mostrando violações de direitos humanos para o mundo. Não consigo imaginar como consegue ter a coragem de se candidatar para esse cargo”, declarou à reportagem.

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Reino Unido e União Europeia chegam a acordo sobre Brexit

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Boris Johnson anunciou acordo sobre o Brexit Foto: EFE/Andrew Parsons

Os representantes do Reino Unido e da União Europeia anunciaram na manhã desta quinta-feira (17) que, após diversas negociações, chegaram a um acordo sobre o Brexit, a saída do Reino Unido do organismo europeu. O primeiro ministro britânico, Boris Johnson, disse que a medida deve passar pela análise do Parlamento ainda esta semana.

– Temos um ótimo novo acordo. Agora o parlamento deve concluir o Brexit no sábado, para que possamos passar para outras prioridades, como o custo de vida, o [combate] ao crime violento e [a defesa do] meio ambiente – declarou Boris Johnson.

Em uma rede social, o presidente da União Europeia, Jean-Claude Juncker, também comentou o ajuste feito entre os dois.

– Onde há vontade, há acordo. Nós temos um! É um acordo justo e equilibrado para a UE e o Reino Unido. Recomendo ao Conselho Europeu que respalde este acordo – afirmou.

Uma reunião entre representantes europeus acontecerá ainda nesta quinta, em Bruxelas, para apreciar e votar o acordo. Após isso, o texto deve ser aprovado pelo Parlamento britânico. Três acordos fechados anteriormente pela antecessora de Boris Johnson, Theresa May, foram rejeitados pelo legislativo do Reino Unido.

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