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SEGURANÇA

Cessna 210 cai no Benguí, em Belém, mata copiloto e deixa piloto e vigilante feridos

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 O piloto ficou preso nas ferragens e sofreu traumatismo craniano. A terceira vítima que era vigilante e estava na obra  onde o avião caiu:  sofreu escoriações

 

Um avião monomotor, de matrícula é PT-JIC, modelo Cessna Aircraft 210,   com capacidade para cinco passageiros, caiu nesta  quarta-geira (13), em Belém, não bairro do Benguí.  A aeronave caiu sobre  uma casa, perto de uma obra,  na rua Ferreira Filho, próximo a um residencial, ao lado da delegacia daquele bairro.

Foram identificadas três vítimas, sendo dois homens que estavam dentro da aeronave, e  outro  que era vigilante e estava na casa sobre a qual o avião caiu.

 O vigilante sofreu escoriações. As vítimas de dentro da aeronave ficaram presas nas ferragens. A morte do copiloto, identificado como Lucas Ernesto Santos, foi confirmada pelos Bombeiros, já o piloto, Bruno Alencar, foi retirado na aeronave, sofreu traumatismo craniano, foi  atendido dentro da ambulância do Samu e, em seguia, levado para O Hospital Metropolitano, em Ananindeua.

 O Cessna  era particular e se dirigia para o município de Novo Progresso, no Sudoeste do Pará. De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a Inspeção Anual de Manutenção e o Certificado de Aeronavegabilidade da aeronave estavam em dia.

Bombeiros trabalham no resgate de vítimas da queda de monomotor, em Belém. — Foto: Reprodução/TV LiberalBombeiros trabalham no resgate de vítimas da queda de monomotor, em Belém. — Foto: Reprodução/TV Liberal

Bombeiros trabalham no resgate de vítimas da queda de monomotor, em Belém. 

 

Avião de pequeno porte cai em Belém, nesta quarta-feira (13) — Foto: Reprodução / TV Liberal

Avião de pequeno porte cai em Belém Reprodução de imagem da televisão

SEGURANÇA

Susipe aumenta o rigor com servidores civis e militares envolvidos com milícias

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Foto: Reprodução /Fonte: Agência Pará

O Diário Oficial do Estado publicou na quinta-feira (23), a Portaria 584/2019, a qual determina que presos custodiados no Centro de Recuperação Coronel Anastácio das Neves (CRCAN), no Complexo Penitenciário de Santa Izabel (Região Metropolitana de Belém), que tenham vínculos com organização, integração ou custeamento de organização paramilitar, milícia particular, grupo ou esquadrão, com a finalidade de praticar qualquer crime desta natureza, serão transferidos para outras unidades prisionais, a critério da Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado do Pará (Susipe). O documento, assinado pelo secretário Extraordinário para Assuntos Penitenciários, Jarbas Vasconcelos, altera o Artigo 97 do Regimento Interno da Susipe.

O Centro de Recuperação Coronel Anastácio das Neves é uma unidade penal destinada apenas a servidores públicos que cometeram crimes. A unidade mantém sob custódia, atualmente, 164 presos – quando a capacidade é para 120.

A procuradora da Susipe, Marcela Duarte, explicou que, atendendo à demanda por mais segurança diante das ocorrências de execuções e o possível envolvimento de servidores civis e militares em crimes atribuídos a milícias, a direção da Susipe resolveu alterar o artigo do Regimento Interno. “Essa mudança irá dispor sobre a retirada da prerrogativa de recolhimento diferenciado, prevista no Artigo 295, incisos V e XI, do Código Penal, para aqueles servidores públicos, civis e militares, envolvidos no crime do Artigo 288-A do Código Penal. A Susipe espera que esta ação iniba a participação de servidores públicos neste tipo de delito e, em consequência, represente maior segurança a toda à população do Estado”, informou.

Contra o crime organizado – De acordo com a diretora da Execução Criminal, Fernanda Souza, o objetivo da medida é evitar que crimes sejam ordenados de dentro das unidades penais e, assim, diminuir o poder de articulação das organizações criminosas e a liderança do crime organizado no interior dos presídios. “A Portaria 584/2019 é mecanismo preventivo em relação à articulação do crime organizado, tanto intra como extramuros. Ela vem subsidiar o enfrentamento em relação ao poder de articulação das organizações criminosas que, infelizmente, às vezes envolvem alguns agentes públicos. Eu acredito que o principal ponto dessa portaria é desarticular alguns tentáculos dessas organizações, e é uma forma de dar reposta a alguns crimes que são planejados e articulados de dentro de cárcere, mas que têm efeitos intra e extramuros”, acrescentou a diretora.

O secretário Jarbas Vasconcelos disse que a prerrogativa de servidores públicos, civis e militares, acusados de algum crime, serem recolhidos a presídios especiais – seja em medida cautelar de prisão provisória ou preventiva, ou ainda em condenação definitiva – pode ser restringida, caso se verifique incompatível com o crime praticado. “A Susipe tem relevância jurídica suficiente para restringir a prerrogativa dos servidores públicos civis e militares de foro especial, no caso do cometimento do crime de organização de milícia, que é previsto no Artigo 288 do Código Penal. A Portaria diz que o servidor público civil ou militar, que for indiciado ou condenado por crime de organização de milícia, perderá a sua prerrogativa, e isso não é um prejuízo à classe porque ela continuará tendo direito à prisão especial. Se o indivíduo cometer o crime de milícia, ele perde a prorrogativa e vai para a prisão comum”, reiterou o secretário.

Por Melina marcelino

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SEGURANÇA

Agentes encontram grades serradas durante revista em cela

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Foto: Reprodução / Fonte: G1 PA

Nesta quarta-feira (22), agentes prisionais encontraram serradas as grades de uma cela localizada no Centro de Recuperação Regional de Breves (CRRBreves), na Ilha do Marajó. Durante uma revista, oa agentes apreenderam celulares, carregadores, armas artesanais e duas serras.

De acordo com a Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado do Pará (Susipe) serão feitas reformas estruturais na cela e um Procedimento Disciplinar Penitenciário será aberto.

A revista foi realizada com o apoio do Grupamento Tático Operacional do 9º Batalhão da Polícia Militar.

Objetos ilícitos também foram apreendidos na Grande Belém

Em outra revista realizada nesta quarta-feira (22) no Centro de Recuperação do Coqueiro (CRC), em Ananindeua, cidade da Região Metropolitana de Belém, os agentes da Susipe também apreenderam 10 celulares, seis pen drives, sete carregadores de telefones móveis, 24 armas de fabricação artesanal, dinheiro e cerca de 140 porções de um material que seria maconha.

De acordo com o órgão da Segurança Pública, um procedimento disciplinar penitenciário também será aberto para apurar o envolvimento dos internos das celas onde os materiais ilícitos foram encontrados. A revista foi realizada com o apoio de 24 policiais da Ronda Tático Motorizada (Rotam).

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SEGURANÇA

Policial militar é autorizado a usar colete quando estiver de folga

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Foto: Ricardo Amanajás/Agência Pará

O comandante-geral da Polícia Militar, coronel José Dilson Melo de Souza Júnior, assinou a Portaria nº 085/2019, que autoriza o policial militar a utilizar o colete balístico, de propriedade da corporação, durante o período de folga. O equipamento de proteção individual deve estar sob a cautela permanente do militar e ser usado de forma não ostensiva. Até então, o uso do colete balístico fora de serviço era vedado, conforme o Artigo 91 da Portaria 069/2019, publicada em abril deste ano.

A medida adotada visa ampliar a segurança individual do policial militar durante sua folga. O Decreto Federal nº 9.785, de 7 de maio de 2019, atribui ao comandante-geral competência para regulamentar o porte de arma de fogo aos policiais militares, além de equipamentos e munições de uso exclusivo da instituição.

CONTINUIDADE

Já a Polícia Civil continua as oitivas de testemunhas arroladas no caso da chacina ocorrida no último domingo (19), em um bar, no bairro do Guamá, em Belém. Por todo dia de ontem, novas testemunhas foram ouvidas pelos delegados da Divisão de Homicídio, enquanto novas prisões não estão descartadas para as próximas horas.

As prisões preventivas, representam, segundo às investigações, um avanço significativo no esclarecimento do crime. “Nós temos a ficha dos dois, tomamos conhecimento do que eles respondem para a justiça. Mas só com o avanço das investigações será possível saber qual a real associação que essas pessoas têm com o fato”, informou o delegado geral, Alberto Teixeira.

 

Luiz Guilherme Ramos/Diário do Pará

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