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SEGURANÇA

Cessna 210 cai no Benguí, em Belém, mata copiloto e deixa piloto e vigilante feridos

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 O piloto ficou preso nas ferragens e sofreu traumatismo craniano. A terceira vítima que era vigilante e estava na obra  onde o avião caiu:  sofreu escoriações

 

Um avião monomotor, de matrícula é PT-JIC, modelo Cessna Aircraft 210,   com capacidade para cinco passageiros, caiu nesta  quarta-geira (13), em Belém, não bairro do Benguí.  A aeronave caiu sobre  uma casa, perto de uma obra,  na rua Ferreira Filho, próximo a um residencial, ao lado da delegacia daquele bairro.

Foram identificadas três vítimas, sendo dois homens que estavam dentro da aeronave, e  outro  que era vigilante e estava na casa sobre a qual o avião caiu.

 O vigilante sofreu escoriações. As vítimas de dentro da aeronave ficaram presas nas ferragens. A morte do copiloto, identificado como Lucas Ernesto Santos, foi confirmada pelos Bombeiros, já o piloto, Bruno Alencar, foi retirado na aeronave, sofreu traumatismo craniano, foi  atendido dentro da ambulância do Samu e, em seguia, levado para O Hospital Metropolitano, em Ananindeua.

 O Cessna  era particular e se dirigia para o município de Novo Progresso, no Sudoeste do Pará. De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a Inspeção Anual de Manutenção e o Certificado de Aeronavegabilidade da aeronave estavam em dia.

Bombeiros trabalham no resgate de vítimas da queda de monomotor, em Belém. — Foto: Reprodução/TV LiberalBombeiros trabalham no resgate de vítimas da queda de monomotor, em Belém. — Foto: Reprodução/TV Liberal

Bombeiros trabalham no resgate de vítimas da queda de monomotor, em Belém. 

 

Avião de pequeno porte cai em Belém, nesta quarta-feira (13) — Foto: Reprodução / TV Liberal

Avião de pequeno porte cai em Belém Reprodução de imagem da televisão

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PMs presos são suspeitos de envolvimento com três grupos de milícia, diz Segup

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Polícia mata dois suspeitos de assaltar banco em Bonito

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Polícia apreende armamentos pesados após tiroteio em Nova Esperança do Piriá. — Foto: Polícia Civil / PA

Uma troca de tiros em Nova Esperança do Piriá, nordeste do estado, resultou na morte de dois suspeitos de envolvimento no assalto a uma agência do Banpará do município de Bonito.

O assalto foi na madrugada de sexta-feira (8) e os assaltantes usaram dois veículos para chegar ao banco, fazer reféns e estourar dois cofres. Um suspeito de envolvimento foi presna terça-feira (12), em Ourém.

O tiroteio envolvendo policiais civis e militares ocorreu após a operação Xeque-Mate que prendeu sete pessoas na zona rural do município. Diversos armamentos pesados e materiais explosivos foram apreendidos. As buscas pelo grupo criminoso prosseguem.

 Com os suspeitos, a Polícia apreendeu uma carabina Magal calibre 30; um fuzil M16 G1 calibre 556; uma arma calibre 12; um fuzil plataforma M16 reduzida calibre 556; um fuzil de madeira calibre 762 sem marca ou numeração aparente e uma escopeta calibre 12 de coronha manual. Além das armas, foram apreendidos cordéis detonantes; espoletas; dois coletes balísticos; roupas camufladas e oito munições de calibre 12.

Foram apreendidos ainda cinco cartuchos de calibre 12 deflagrados; 51 munições de calibre .30; 51 munições para calibre .556; cinco munições 762; um carregador para carabina magal .30 e três carregadores para calibre .556.

Materiais explosivos são encontrados com grupo criminoso no interior do Pará. — Foto: Polícia Civil / PAMateriais explosivos são encontrados com grupo criminoso no interior do Pará. — Foto: Polícia Civil / PA

Materiais explosivos são encontrados com grupo criminoso no interior do Pará. — Foto: Polícia Civil / PA

Operação Xeque-Mate

Sete pessoas foram presas nesta sexta-feira (15) em Nova Esperança do Piriá, nordeste do Pará, suspeitas de integrar uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas. A operação denominada Xeque-Mate também apreendeu arma de fogo e celulares.

A ação policial começou pela manhã e foi voltada ao combate ao tráfico e desarticulação de quadrilhas.

Segundo o delegado Temmer Khayat, da Superintendência Regional de Polícia Civil, as investigações começaram após o confronto entre policiais civis e militares e criminosos, no último dia 25 de janeiro. O tiroteio ocorreu no bairro Franklândia, quando foram identificados os principais participantes da quadrilha de traficantes, segundo o delegado.

Um dos detidos foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo. Os policiais encontraram a arma na casa dele. Seis suspeitos continuam sendo procurados pela Polícia.

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Polícia Civil cria núcleos regionais de inteligência

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O projeto terá reflexos no combate às ações criminosas em todo o Estado. A meta é instalar Núcleos em todas as regiões. O investimento na ampliação de Unidades de Inteligência Policial no Pará segue a tendência nacional.

O governador  do Pará, Helder Barbalho, participou do ato de criação de unidades de núcleos de inteligência da Polícia Civil, através da criação dos núcleos de apoio à investigação nas regionais, fortalecendo as novas diretrizes institucionais de enfrentamento à violência e aos crimes cometidos no interior do Estado. O ato foi na manhã desta terça-feira (12), no auditório do Palácio.

Os Núcleos de Apoio à Investigação (NAIs) criados funcionarão nos municípios de Capanema (nordeste), Breves e Soure (Arquipélago do Marajó) e Tucuruí (sudeste), para atender as demandas de investigação nas regiões do Caeté, Marajó Ocidental, Marajó Oriental e Lago de Tucuruí. Também foi criada a seção de inteligência da diretoria de atendimento a grupos vulneráveis (DAV), em Belém, para auxiliar na prevenção e repressão aos crimes discriminatórios de injúria racial, crimes contra crianças e adolescentes, contra idoso, a mulher, portadores de necessidades especiais, moradores de rua, LGBTQI+, e de enfrentamento ao tráfico de pessoas, garantindo a ordem pública e os direitos fundamentais da pessoa humana.

Para o governador do Estado, dentre as estratégias que estão sendo implementadas, está a compreensão que o fortalecimento da inteligência, o trabalho com a informação e expansão disso para diversas regiões do Estado, permitirá com que o Poder Judiciário, o Ministério Público e os Órgãos de Segurança do Estado, possam estar instrumentalizados para agir de forma preventiva as ações, e com isso, a efetividade das investigações, e a diminuição do crime e da violência por todo o Estado.

“É absolutamente fundamental que, em paralelo as ações ostensivas, repressivas, de enfrentamento a violência, trabalharmos de maneira preventiva, o que exige informação e tecnologia. O que estamos fazendo aqui é exatamente tendo um olhar atento para essa área, para que possamos reduzir a criminalidade e o ato criminal no Estado do Pará. Compreendendo primeiro a extensão territorial do nosso Estado, as peculiaridades de cada região”, destacou Helder.

Pelo interior do Pará já funcionam seis NAIs: Castanhal, Abaetetuba, Santarém, Marabá, Redenção e Altamira. A ampliação faz parte da estratégia adotada pela Polícia Civil do Pará visando à intensificação dos trabalhos realizados pelo Núcleo de Inteligência. O projeto terá reflexos no combate às ações criminosas em todo o Estado. A meta é instalar Núcleos em todas as regiões. O investimento na ampliação de Unidades de Inteligência Policial no Pará segue a tendência nacional.

Para o delegado geral da Polícia Civil, Alberto Teixeira, o combate da criminalidade é missão primordial dos policiais e precisa ser feito com inteligência e tecnologia. “Utilizando esses dois métodos muito importantes, vamos conseguir evitar que crimes graves possam ocorrer. Então, essa oportunidade de ampliar, por meio do governo do Pará, a inteligência policial, o núcleo de inteligência policial que nos temos na capital do estado, com certeza ajudará na diminuição dos índices de violência”, ressaltou.

Também participaram do ato de criação de unidades de núcleos de inteligência da Polícia Civil o vice-governador do Estado, Lúcio Vale, o secretário de segurança pública, Ualame Machado, presidente da Companhia de Portos e Hidrovias (CPH), Abraão Benassuly Neto, o deputado estadual, delegado Nilton Neves e outras autoridades.

Por William Serique/ Agência Pará

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