Conecte-se Conosco

Internacional

Chegam a sete os mortos no incêndio na Califórnia

Publicado

em

Foto: Kent Porter/The Press Democrat via AP

O incêndio na Califórnia, que já é o sexto mais devastador do estado do oeste dos Estados Unidos, fez a sétima vítima, um trabalhador de manutenção de linhas elétricas, informaram as autoridades neste domingo (5).

O fogo, localizado 322 quilômetros ao norte de San Francisco, continua crescendo, informou a agência de incêndios da Califórnia, CalFire.

A empresa de eletricidade PG&E identificou o trabalhador como Jairus Ayeta, que morreu em uma região remota do condado de Shasta, onde operários trabalhavam para restaurar a eletricidade.

“A segurança dos nossos empregados e funcionários é a principal prioridade da PG&E. Nossas mentes e orações estão com nosso colega falecido, sua família e nossa equipe”, disse a empresa em um comunicado.

“Estamos trabalhando com as autoridades para investigar as circunstâncias do incidente”, acrescentou.

O incêndio destruiu 62.534 hectares desde 23 de julho, quando as autoridades reportaram uma “falha mecânica em um veículo”, que provocou a liberação de centelhas no terreno muito seco e ativou as chamas.

O fogo consumiu mais de 1.600 edifícios, incluindo mil residências, o que o torna o sexto mais destrutivo da história da Califórnia, segundo autoridades do estado.

Mais de 4.200 bombeiros combatem as chamas, mas até agora só conseguiram contê-las em 41%.

Milhares de pessoas foram evacuadas, enquanto outros incêndios avançam pelo estado, embora algumas tenham sido autorizadas a voltar para casa.

Fonte:G1

Internacional

Uruguai: Razões pessoais e cansaço fazem Mujica renunciar ao Senado

Publicado

em

O ex-presidente do Uruguai José “Pepe” Mujica renunciou ao cargo de senador do parlamento daquele país. Em sua carta de renúncia, Mujica, que tem 83 anos, alegou razões pessoais e “cansaço” para deixar o cargo para o qual foi eleito. Em agosto, Mujica havia declarado que pensava na renúncia porque desejava tirar “uma folga” antes de morre, devido a idade avançada. “Os motivos são pessoais, diria ‘cansaço da longa viagem'”, diz Mujica na carta.

Ainda segundo o texto do documento, “o caráter de renúncia voluntária e a legislação vigente apontam que não corresponde o benefício do subsídio estabelecido”, em referência a aposentadoria a que tem direito.

Mujica, que ocupou a presidência do Uruguai entre 2010 e 2015, também usou a carta para “pedir desculpas muito sinceras” caso tenha, “no calor dos debates”, ferido “pessoalmente algum colega”.

Ele também destacou que enquanto sua mente funcionar, jamais irá desistir “da solidariedade e da luta por ideais”.

Continue lendo

Internacional

Brasil e EUA voltam a tratar da cessão de Alcântara para lançamento de foguetes

Publicado

em

Por Gilberto Costa/ Agência Brasil  

No encontro, foram tratados da situação social da Venezuela, de cooperações militares, inclusive na área cibernética, e da retomada de um acordo de salvaguardas tecnológicas para utilização da Base de Lançamento de Alcântara, a cerca de 30 km de São Luís (MA).

Segundo Silva e Luna, “os americanos estão mexendo na proposta” para viabilizar um acordo ainda este ano.

De acordo com o ministro brasileiro, “o secretário de Defesa [James Mattis] se comprometeu, no mais curto prazo, a ajustar os detalhes para que o acordo fique conforme nossos interesses e seja entendido pelo país inteiro, pela sociedade, que é traduzido pelo nosso Congresso”.

A base, criada em 1983 para o Programa Espacial Brasileiro, é objeto de interesse dos Estados Unidos por causa da proximidade com a Linha do Equador, que possibilita a economia de combustível no lançamento de foguetes. Um acordo para uso norte-americano foi frustrado nos anos 1990 por causa da resistência do Congresso Brasileiro, que desejava um contrato que garantisse maior transferência de tecnologia e acesso a informações a operações no local.

De acordo com o ministro da Defesa, o Brasil tem interesse na produção de informações do satélite. “Enfatizamos muito já que os Estados Unidos têm uma grande capacidade de informação na área, que é a de inteligência por meio de satélites de imagem”, disse Silva e Luna aos jornalistas após o encontro com o secretário de Defesa, sem especificar se o interesse brasileiro diz respeito à segurança, telecomunicações, clima e/ou meio ambiente.

“Na verdade, está se tratando não do que sai do chão, mas do que está no espaço. A preocupação é com o que está no espaço não é com o centro de lançamento em si, já que é um espaço livre e uma área que não ameaça a segurança das nações”, assinalou Silva e Luna.

O acordo com os norte-americanos é defendido pela Agência Espacial Brasileira e pelo Comando da Aeronáutica. Em artigo recente, o comandante da Aeronáutica, Nivaldo Luiz Rossato, defendeu as negociações e o esclarecimento da população. “O país precisa saber que Alcântara não está à venda, não será arrendada e que tampouco haverá cessão de área ou qualquer outra ação que afete a soberania brasileira”, escreveu.

Venezuela

Ainda de acordo com o ministro da Defesa, os norte-americanos adotaram uma posição de expectadores em relação aos desdobramentos dos problemas sociais, políticos e econômicos na Venezuela que acarretaram no aumento da imigração de venezuelanos para o Brasil e a Colômbia.

“A colocação dos Estados Unidos nesse aspecto é muito prudente. Considera que a solução deve ser liderada pelo Brasil e pergunta sempre como pode ajudar”, disse Luna e Silva que informou ter trocado ideias com Mattis sobre uma maneira de construir “solução para tirar o país da dificuldade que está passando”

Continue lendo

Internacional

Secretário da Defesa dos EUA visita o Brasil pela primeira vez,

Publicado

em

Agência Brasil  

Em discussão, alternativas para avançar na cooperação nas áreas técnica, científica, político-militar e indústria de defesa. Há ainda a expectativa de ele ir ao Rio de Janeiro para uma palestra na Escola Superior de Guerra.

General James Mattis, secretário de Defesa dos EUA
James Mattis, secretário de Defesa dos EUA (Chris Kleponis/EFE/Direitos Reservados)

As parcerias entre dois países, em tempos de paz, são para troca de conhecimento, treinamento de militares e aperfeiçoamento de técnicas e informações, segundo especialistas que acompanham o assunto.

Na visita ao Brasil, Mattis deverá participar de reuniões dos grupos de Diálogo Político-Militar e da Indústria de Defesa. O esforço é para ampliar os mecanismos de cooperação bilateral para elevar o comércio na área.

O Brasil e os Estados Unidos não mantêm acordos de aliança militar. Quando há esse tipo de acordo, os dois países negociam ações militares, com planejamento de exercícios de guerra defensivos e ofensivos.

Mercado

No momento, os norte-americanos negociam a compra de 300 aeronaves Embraer EMB-314, conhecidas como Super Tucano – um monomotor para treinamento avançado. Também há um comércio intenso de armas de fogo de pequeno porte.

A partir dos anos 2000, o Brasil e os Estados Unidos intensificaram o intercâmbio de experiências por meio de grupos de diálogo, que possibilitaram incrementar o comércio e o desenvolvimento de projetos comuns.

Perfil

General da reserva do Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos, Mattis foi nomeado para a Defesa em 2016. Como militar da ativa, foi chefe do Comando Central das Forças Armadas, coordenando ações no Oriente Médio, na África e Ásia.

Continue lendo

Destaques