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Chineses querem trazer amostras da Lua ainda este ano

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Foto: Reprodução /Fonte: Olhar Digital

Desde 21 de julho de 1969, quando Neil Armstrong pisou na superfície da Lua, não houve mais expedições tripuladas àquele planeta. Neste ano em que a aventura completa 50 anos, a China tem planos de enviar uma nave espacial até lá para coletar amostras — algo que não é feito desde que a Luna 24, da extinta União Soviética, trouxe pedras lunares em 1976.

A China enviou, em dezembro, uma sonda lunar para o planeta. No início de janeiro, o dispositivo pousou na cratera Von Karman, que fica no misterioso lado oculto da Lua e enviou fotos desse local inexplorado.

Durante este ano, o objetivo é enviar o veículo de lançamento pesado Long March 5 em diferentes missões. Uma delas, prevista para o fim do ano, deve transportar a sonda Chang’e 5 para colher amostras lunares.

A Chang’e 5 está em desenvolvimento e deve ser composta de quatro partes principais: a nave que vai pousar no local, outra para retornar e um ascensor. As amostras obtidas serão lacradas em um contêiner e enviadas para análise e pesquisa laboratorial. O ascensor que vai trazer os fragmentos deve orbitar por um tempo ao redor da lua antes de voltar à Terra e pousar em Siziwang Banner.

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Venda privada do espectro do 5G assusta grandes empresas de comunicação

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Foto: Reprodução /Fonte: Olhar Digital

O 5G vem se tornando um assunto cada vez mais em voga à medida que sua implementação se aproxima. A C-Brand Alliance, um grupo de quatro empresas de satélites, está tentando vender parte do seu espectro sem fio que pode se conectar com a quinta geração da internet móvel. O intuito da companhia é tornar parte dessa venda algo privado, mas parece que algumas empresas não gostaram da ideia.

O Google, a Charter Communications e outros grupos de telecomunicações se opõem à ação privada e dizem estar prontos para ir ao tribunal em oposição. Quem normalmente organiza a forma que o espectro será vendido é a Federal Communications Commission (FCC), e parte dos lucros seguem para o Tesouro dos EUA. Bem como a Anatel age no Brasil. Dessa forma se for feita de maneira privada, quem se beneficia e pode potencialmente ganhar mais dinheiro é a C-Brand Alliance.

Outros argumentos, além dos apresentados pelos grupos que se opõe ao ato, apontam que uma venda privada não regulamentada do espectro poderia resultar em um monopólio, inclinando o mercado a favor de uma única empresa.

O vice-presidente de assuntos regulatórios da Charter Communications, Colleen King, disse em entrevista ao portal Android Authority que acha que um leilão realizado pela FCC seria a maneira mais rápida, justa e eficiente de obter espectro e disponibilizá-lo para todos os diferentes tipos de participantes. Em resposta, um lobista da C-Brand rejeitou as oposições e disse que as empresas estão com medo de perderem seus negócios de cabos.

A dúvida sobre as mudanças que a chegada do 5G irá trazer acaba assustando muitas empresas. Ao final da discussão sobre a venda do espectro, o mais provável é que os tribunais estejam do lado da FCC. Provavelmente, a iniciativa privada será negada e um leilão regulado pelo governo seja realizado.

Via: Android Authority

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A China avança! Mais de um terço dos smartphones do mercado europeu vem de lá

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Huawei Nova 4 convite de lançamento (Foto: Huawei)

Em seu último relatório sobre vendas de smartphones na Europa em 2018, a Canalys, organização que analisa mercados de tecnologia, mostrou que 32% dos celulares no continente foram de fabricantes chineses. A Huawei detém a maior parte dessa parcela, com 23% de participação, referente ao último trimestre do ano passado.

Com 42,5 milhões de unidades vendidas, a companhia chinesa alcançou o terceiro lugar no comércio europeu de smartphones. Xiaomi e HMD Global (que controla a Nokia) também cresceram, conquistando o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Os números apresentados pela Canalys confirmam a ascensão dos smartphones chineses na Europa.

Além disso, o valor atingido pela Huawei a encaminha na contramão da tendência de venda de outras líderes em tecnologia. Enquanto ela cresceu em 54% na quantidade de dispositivos importados para a Europa, a Samsung sentiu queda de 10% em suas remessas no continente em relação à 2017, totalizando 61,6 milhões unidades vendidas; já a Apple caiu 6%, com venda de 42,8 milhões de celulares. Mesmo com essas quedas, a Samsung e a Apple conquistaram a 1° e o 2° posições, respectivamente, na região.

A diminuição do número de dispositivos vendidos na continente europeu é sentida no desempenho total desse mercado na Europa: estimativas da Canalys mostram que as vendas europeias de smartphones caíram 4% em 2018. Quanto ao último trimestre desse ano, os negócios sentiram queda de 2%.

Se essas tendências continuarem, a Huawei poderá garantir o segundo lugar, atrás apenas da Samsung, no começo deste ano, mantendo-se assim pelo menos até a próxima atualização do iPhone em setembro.

Enquanto cresce no continente europeu, a Huawei enfrenta resistência e acusações criminosas das autoridades dos Estados Unidos. A diretora financeira da corporação, Meng Wanzhou, está sendo acusada de fazer negócios com o Irã entre 2009 e 2014, violando as sanções econômicas impostas contra o país pelos EUA.

A investigação resultou na prisão de Wanzhou por autoridades canadenses em dezembro de 2018, mas a CEO foi liberada no dia 11 do mesmo mês e negou todas as acusações contra ela. Agora, ela aguarda julgamento em liberdade condicional e, se considerada culpada, pode até mesmo ser extraditada para os EUA.

Mas, de acordo com o analista sênior da Canalys, Ben Stanton, isso foi positivo para o mercado europeu de smartphones. “A administração dos EUA está fazendo com que as empresas chinesas invistam na Europa. O mercado europeu está maduro e as taxas de reposição aumentaram, mas há uma oportunidade para as marcas chinesas deslocarem o mercado [para a Europa]”, observou Stanton.

Para ele, empresas como Huawei e Xiaomi trouxeram uma concorrência que surpreendeu seus rivais ao usar seu tamanho contra as marcas menores que atuam nos países do continente.

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Brasileiros preferem Netflix a TV por assinatura, diz pesquisa

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Foto: Reprodução /Fonte: Olhar Digital

A Netflix deixou a TV por assinatura para trás. Apesar dos pacotes de TV paga terem sido um dos produtos mais desejados pelos brasileiros no passado, hoje em dia, o cenário está bem diferente. Em levantamento feito pelo Amdocs (responsável por fornecer soluções para operadoras de TV), os serviços de streaming contam hoje com a preferência dos consumidores nacionais, deixando a TV a cabo comendo poeira.

O levantamento teve como base dados do segmento de 14 países. No Brasil, país onde a TV por assinatura não tem muita adesão (apenas 26% das casas), houve ainda uma diminuição de 3,9% de usuários no último ano. E, no caminho inverso, estão os serviços de streaming. Uma pesquisa do Google apontou a quantidade média de horas que o brasileiro passa assistindo a vídeos por streaming semanalmente cresceu 90,1% nos últimos três anos — saltando de 8,1 horas em 2014 para 15,4 horas.

Além disso, no Brasil, quem possui algum serviço de TV paga, também contrata algum serviço de streaming (cerca de 61% dos assinantes). A média de gasto de um usuário no país é de R$250,00. Ainda segundo a pesquisa, a TV por assinatura deve se manter estável até 2022, enquanto os serviços de streaming devem ter um crescimento acima da média.

A Netflix é líder absoluta no mercado de streaming, presente em 24% das residências e sendo o principal meio de entretenimento. Além disso, a questão de custos vem ameaçando a TV por assinatura cada vez mais, pois o cliente pode assinar mais de um serviço de streaming gastando bem menos do que em um plano de TV paga. Com o mesmo valor, é possível assinar até 4,6 plataformas diferentes de videos on demand.

A pesquisa também identificou que a TV por assinatura está em desvantagem na preferência do consumidor em relação a programação. Cerca de 50% dos entrevistados informaram que os serviços de streaming trouxeram opções melhores no último ano se compara a TV paga.

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