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Como evitar que seus dados sejam usados por criminosos na Black Friday

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Fonte/Foto: tecmundo

A Black Friday está chegando, e sabe o que isso significa para boa parte dos consumidores? Muitas promoções e ofertas imperdíveis. Ao menos é isso que esperamos, certo? Contudo, é durante esse período que outro grupo também comemora: os cibercriminosos que atuam na dark web, o lugar mais perigoso da internet, onde estelionatários conseguem comprar documentos e dados para cometer crimes.

No Brasil, a cada 17 segundos acontece uma tentativa de fraude. No universo do e-commerce, estima-se que cerca de R$ 3,6 mil estejam sendo utilizados para roubo por minuto. Em nosso país, 35% das fraudes correspondem a compras de celulares com documentos falsos. Em uma época como a Black Friday, esses números infelizmente tendem a piorar, o que não é uma notícia muito animadora.

Diante desse cenário, uma das coisas mais importantes é ter os seus dados muito bem protegidos. Garantir a segurança das informações pode evitar dores de cabeça gigantescas, além de evitar grandes prejuízos. É por isso que, neste artigo, falaremos de uma solução que pode proteger muito bem contra os cibercriminosos durante a Black Friday: o Serasa AntiFraude, uma solução da Serasa Consumidor.

O que é o Serasa AntiFraude?

O Serasa AntiFraude é um eficiente sistema de monitoramento de dados que pode ajudar a evitar cair em crimes cibernéticos. Essa solução da Serasa Consumidor já se mostrou eficiente, tendo ajudado uma vítima que teve os documentos roubados enquanto golpistas tentavam comprar um carro em seu nome. É um produto que não é somente confiável mas realmente pode proteger o consumidor.

Mas protege contra o quê, exatamente? Situações comuns e indesejadas podem levar a grandes problemas. Perdeu os documentos e está com medo de que eles tenham caído nas mãos erradas? Acessou e realizou uma compra em um site que parecia suspeito? Tem recebido ligações com ameaças provavelmente oriundas de penitenciárias ou de criminosos soltos? Esses são casos típicos em que o Serasa AntiFraude pode ajudar.

Por meio dessa solução é possível monitorar CPF, email, celular e até passaporte, que contêm dados preciosos e que geralmente são comercializados na dark web. Para os que ainda não conhecem, esse é o nome dado para a região da internet em que muitos praticam crimes cibernéticos, como roubo de informações e fraudes bancárias. Porém, esse lugar também é conhecido por crimes ainda mais graves, como a compra de armas, a pornografia infantil, o tráfico de órgãos e muito mais. Embora não seja palco apenas de crimes, infelizmente muitas transações fraudulentas acontecem por lá.

Como o Serasa AntiFraude funciona na prática?

Ao assinar um dos planos oferecidos pelo Serasa AntiFraude, o consumidor tem acesso ao monitoramento completo das suas informações. Assim, você fica sabendo sobre as movimentações que acontecem e que estejam relacionadas ao seu CPF, email, celular e até passaporte. Além disso, relatórios são emitidos com frequência para assegurar a proteção desses dados, permitindo encontrar vazamentos com tempo hábil para avisar as autoridades.

SERASA

Esse monitoramento acontece graças a tecnologia Cyber Agent, um serviço internacional de propriedade da Serasa Experian. Por meio dessa ferramenta, algoritmos especializados vasculham a dark web e detecta proativamente roubos de identificação pessoal e dados confidenciais que foram comprometidos no mundo online.

O plano Básico oferece monitoramento de CPF, consultas ao seu nome e score de consumidor. Já o plano Premium, mais completo, além das funcionalidades do plano base, conta com o monitoramento de CNPJ e a funcionalidade de vasculhar a dark web em busca das suas informações — caso elas estejam sendo usadas indevidamente, você ficará sabendo.

Todos esses monitoramentos do Serasa AntiFraude podem ser consultados por meio do sistema web da empresa. Dashboards completos e detalhados mostram a situação atual dos dados e ainda permitem consultas de outras informações. Em conjunto com a plataforma web, a Serasa oferece um aplicativo para Android e iOS com as mesmas funcionalidades, que incluem a verificação de dados na Dark Web pelo navegador.

Seus dados foram parar na dark web? Saiba o que fazer

Imagine que seus dados realmente foram parar na dark web e o Serasa AntiFraude te avisou disso. O que fazer em seguida? Essa é uma dúvida comum e por isso achamos importante compartilhar algumas práticas recomendadas:

  • Troque o quanto antes a senha do e-mail que está comprometido. Caso você use esse mesmo código para outros serviços, como redes sociais, troque as senhas deles também
  • Crie senhas únicas e fortes para proteger seus serviços, usando sempre caracteres especiais, números e letras maiúsculas e minúsculas

Vale a pena assinar?

Se levarmos em conta os possíveis prejuízos de ter os dados roubados, vale a pena fazer a assinatura do Serasa AntiFraude. De acordo com informações da empresa, quem teve RG ou CPF roubados tem duas vezes mais chance de ser fraudado pela internet. E as estatísticas acerca do assunto não param por aí.

A cada 2 dias, um novo golpe de carro financiado com CPF roubado é registrado pela polícia. Além disso, 2 empresas são abertas diariamente em São Paulo com documentos roubados ou extraviados. Funcionários públicos são vítimas frequentes do golpe de crédito consignado. E o perigo também ronda as redes sociais, já que mais de 443 mil brasileiros foram vítimas de vazamentos de dados na internet.

Caso você tenha ficado interessado, mas ainda esteja com dúvidas, vale a pena experimentar o serviço. A Serasa oferece uma modalidade de degustação, permitindo aos consumidores testem as funcionalidades do Serasa AntiFraude antes de confirmarem a assinatura.

Que tal garantir a sua proteção para a Black Friday e ter certeza de que os seus dados não estarão circulando pela dark web?

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Android 11 terá suporte a documentos digitais graças a nova API e ao Snapdragon 865

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Fonte/Foto: tudocelular

Há alguns meses o XDA Developers observou que através de um commit – atualização enviada para o diretório que concentra o desenvolvimento do sistema Android – que uma documentação indicava o suporte do SO ao armazenamento de dados de documentos de pessoa física, como identidade, licença de motorista e até passaporte.

Pois bem: Google e Qualcomm confirmaram durante o Snapdragon Summit 2019 que tal recurso será uma realidade a partir do Android de 2020. A criação da API Android Identity Credential permitirá o armazenamento seguro de uma série de documentos que poderão ser fornecidos através de aproximação, por exemplo. Como era de se esperar, porém, uma implementação de hardware é necessária, e por isso nem todo smartphone que receber o Android 11 terá essa compatibilidade.

Inicialmente se supunha que a Google queria implementar essa novidade em smartphones que abarcarem um dispositivo secundário reservado que possa ser lido por contato NFC. Assim, mesmo que um usuário ficasse sem bateria, essa parte especial do celular ainda poderia repassar seus documentos para validação por autoridades. Apontando um indicativo disso, apenas chips mais modernos suportarão o novo recurso, a estrear com o Snapdragon 865. O funcionamento, inclusive offline, não foi confirmado pelas companhias.

Android 05 Dez

A nova API poderá significar novidades também para carteiras digitais, incluindo o Google Pay que poderá ser o maior beneficiado. Mais detalhes sobre esse sistema deverão ser dados pelo Google em breve, com informações mais completas no I/O 2020, que costumeiramente já libera versões beta para serem testadas em smartphones Pixel e de fabricantes parceiras.

Vale lembrar, o iPhone – desde a geração lançada no ano passado – possui suporte a Express Cards mesmo descarregado. Uma reserva de energia dá conta de transmitir as credenciais de cartões de trânsito e transporte público do usuário aos terminais compatíveis para que ele não fique na mão.

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Escola de tecnologia oferece bolsas de estudo para jogadores de The Sims

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Escola Ironhack: cursos para desenvolvedores (Ironhack/Divulgação) Fonte: Exame

A espanhola Ironhack tem cursos de análise de dados, desenvolvimento web e design de interface

São Paulo – A escola de programação espanhola Ironhack oferece 800 mil euros (3,8 milhões de reais) em bolsas de estudos para jogadores de The Sims, game da Electronic Arts.

Serão oferecidas 400 bolsas de estudos para cursos de desenvolvimento web, design de interface (UX/UI) e análise de dados da Ironhack, que tem unidade na cidade de São Paulo. Os descontos variam de 3.500 e 9.000 reais para cursos realizados no Brasil. Porém, é possível, também, concorrer a bolsas em outros países. A Ironhack possui unidades em Madrid, Barcelona, Berlim, Paris, Miami, Cidade do México, Amsterdã, Lisboa. As inscrições devem ser feitas por meio deste link até 17 de dezembro.

A seleção dos bolsistas será por meio de uma prova com conteúdos básicos sobre a área de interesse do aluno. Os aprovados passarão, ainda, por uma entrevista presencial ou online que acontecerá até 24 de janeiro de 2020. Os resultados serão divulgados ao final de janeiro.

A Ironhack oferece cursos com duração de 10 semanas (de segunda a sexta) ou 28 semanas (três dias por semana).

A iniciativa de oferece bolsas de estudos no jogo The Sims acontece durante a etapa de lançamento do pacote de expansão do jogo chamada Discover University, na qual os jogadores podem inscrever personagens em cursos de tecnologia.

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Mark Zuckerberg não concluiu seus desafios para 2019; relembre

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Fonte/Foto: Tecmundo

O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, fez o que muitos brasileiros repetem sempre ao iniciar um novo ano: em 8 de janeiro, ele detalhou em sua página na rede social quais seriam os seus objetivos para o ano de 2019. A ideia do executivo foi muito justa, afinal ele se comprometeu a trazer discussões sobre o futuro da tecnologia na sociedade ao lado de algumas personalidades fortes do mercado. No entanto, muitos encontraram alguns problemas enquanto ele cumpria esse desafio.

“Meu desafio para 2019 é sediar uma série de discussões públicas sobre o futuro da tecnologia na sociedade – as oportunidades, os desafios, as esperanças e as ansiedades”, explicou Zuckerberg na postagem que planejava o seu ano. “A cada poucas semanas, converso com líderes, especialistas e pessoas em nossa comunidade de diferentes campos e tentarei diferentes formatos para mantê-lo interessante”, explicou.

O CEO definitivamente buscou cumprir esse objetivo. No blog oficial do Facebook, é possível acompanhar algumas rodas de discussões em inglês em que ele levou esse tópico para a mesa. Os problemas começam quando, em 11 meses, ele só realizou seis debates — furando uma de suas promessas de continuar esse desafio “a cada poucas semanas”. O formato também não foi muito inovador: em todas as ocasiões, Zuckerberg se sentou com um ou dois representantes em conversas que seguiam o mesmo fluxo de discussão e apresentação.

Bloomberg também criticou que, entre todas as oportunidades de conversas, houve pouca diversidade nas escolhas pelo CEO. A única exceção ficou com Jenny Martinez, uma das representantes da Escola de Direito de Stanford, que foi a única mulher entre os nove convidados. O fato só reforça que o dono do Facebook levou o tópico para executivos que eram muito parecidos com ele — homens brancos entre seus 30 a 40 anos, como reforça o site.

Apesar disso, os pontos abordados viajaram entre tecnologia biológica, jornalismo e conteúdo na internet. Zuckerberg de fato lançou questionamentos sobre as oportunidades, desafios, esperanças e ansiedades de cada uma dessas áreas, mas talvez o caminho não agradou a muitos.

Apesar disso, 2020 está chegando e, com ele, a chance de trabalhar em novas discussões e desafios. E você? O que gostaria que o dono do Facebook falassse e debatesse no próximo ano?

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