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Concerto da OSTP estreia mundialmente a obra “Amazônia”

Foto: Reprodução / Fonte: Agência Pará

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Com foco em sons percussivos, a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) apresenta, nesta terça-feira (17), às 20h, o Concerto Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz – 50 anos da Aliança Francesa de Belém, com estreia mundial da obra “Amazônia”, do compositor francês Pierre Thilloy, que participa da apresentação ao lado do também francês Frédéric Macarez na percussão.

O evento é uma realização do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz, parceria com Academia Paraense de Música (APM) e apoio da Embaixada da França, Institut Français, Aliança Francesa de Belém, Imerys, Mercure Belém Boulevard – Accor, Instituto Estadual Carlos Gomes (IECG) e Fundação Amazônica de Música (FAM).

Sob a regência do maestro Miguel Campos Neto, a OSTP celebra os 50 anos da Aliança Francesa de Belém, que foi fundada em agosto de 1969 pelo literato e jornalista paraense Inocêncio Machado Coelho.

O compositor Pierre Thilloy é um artista que busca dialogar com as culturas de outros países e tem a Amazônia como um local de celebração da diversidade na música erudita. Com toques de carimbó e ritmos regionais, em 2016 ele escreveu uma obra para homenagear os 400 anos da capital paraense, intitulada “Saudade de Belém”, apresentada pela OSTP.

O maestro Miguel Campos Neto destaca a participação do solista Frédéric Macarez, instrumentista especialista em tímpanos e fundador e diretor do Festival Internacional de Percussão em Paris “Perkumania”, que dirigiu por 13 anos e diretor do concurso “PerKu en Herbe”, para jovens músicos. A escolha de um percussionista para apresentar-se como solista em concertos da OSTP é rara, por isso ele acredita que este evento trará uma proposta estética diferenciada ao público. “É um concerto diferente pela conexão com a percussão, a nossa música paraense é altamente percussiva”, explica Campos Neto.

Para completar, no repertório estão incluídas peças icônicas de compositores franceses, como “Suíte L’arlesienne N. 2”, de Georges Bizet (França) e Bolero, de Maurice Ravel. Do russo Rodion Shchedrin será apresentada a “Suíte sobre temas da ópera Carmen, de Bizet”, com Frédéric Macarez e percussionistas da OSTP, em um momento de celebração deste naipe de instrumentistas.

Frédéric Macarez – é um dos músicos mais ativos de sua geração. Com suas diferentes atividades musicais e pedagógicas, ele é muito dedicado ao avanço da arte da percussão, à excelência da performance musical e ao estabelecimento de laços entre todos os atores da percussão. Foi o primeiro percussionista na Orquestra da Suíça Romanda (Genebra), onde permaneceu durante seis anos, e em seguida na Orquestra de Paris por mais sete anos, na qual ele foi o timpanista solista durante mais de 20 anos. Ele é diretor de estudos de percussão no Conservatório de Paris e professor de percussão no IESM, em Aix en Provence.  Além disso, Frédéric Macarez é o fundador e diretor do festival internacional de percussão em Paris “Perkumania”, que dirigiu por 13 anos, e diretor do Concurso Internacional de Percussão do P.A.S e diretor do concurso “PerKu en Herbe”, para jovens músicos.

Pierre Thilloy – compositor erudito contemporâneo Pierre Thilloy, francês, já tem uma história com Belém: em 2016 ele escreveu uma obra para homenagear os 400 anos da cidade, intitulada “Saudade de Belém”, a partir de estreita colaboração com a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e seu regente titular, o maestro Miguel Campos Neto. Com toques de carimbó e ritmos regionais, a composição foi apresentada em 2016 e também em 2017, na capital paraense. Em sua carreira na França, Thilloy organiza desde 2014 o festival “Les 2 Mondes” e, desde 2018, o festival “Les Mystères de Caylus”, tornando dessa forma possível, o encontro de culturas e de civilizações diferentes. Seus festivais projetam diversos tipos de composição, das mais antigas às mais contemporâneas.

Repertório

– Georges Bizet (França) – Suite L’arlesienne N. 2

– Pierre Thilloy (França) – “Amazônia Op. 237” – Concerto para tímpanos e orquestra – solo Frédéric Macarez

Intervalo

– Rodion Shchedrin (Rússia) – Suíte sobre temas da ópera Carmen, de Bizet  – com Frédéric Macarez e percussionistas da OSTP

– Maurice Ravel (França) – Bolero

Serviço: A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) apresenta o Concerto Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz – 50 anos da Aliança Francesa de Belém, com participação especial dos franceses Frédéric Macarez e Pierre Thilloy, nesta terça-feira (17), às 20h. Os ingressos custam R$ 1 (+ 1 kg de alimento não perecível) e já estão disponíveis pelo site do Ticket Fácil – com taxa de conveniência do site a R$ 2 por ingresso. No dia do evento os ingressos também ficarão disponíveis na bilheteria do Theatro a partir de 18h30.

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As 10 melhores bandas de rock nacional dos anos 90

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Fonte: Terra Foto: Reproducao

A geração do rock nacional da década de 1990 tinha tudo para dar bastante errado. Pra começar, havia as comparações com o glorioso passado recente da turma dos anos 80. Era inevitável não esperar pelo próximo Cazuza… pelo próximo Renato Russo… pelos próximos Titãs, Paralamas, etc e tal.

Além disso, a ascensão do sertanejo, da lambada e do axé fez com que o estilo fosse jogado para escanteio. De repente, fazer pop rock já não era tão bacana. Como consequência, o roqueiro brasileiro voltou a ter cara de bandido, igualzinho está descrito na música Ôrra Meu!, clássico de Rita Lee.

Será, então, que rock brasileiro morreu nos anos 90? A resposta só pode ser uma: o rock nunca esteve em crise… o rock é a crise! No texto de hoje, você relembra o talento e celebra a importância de uma galera que fez músicas atemporais.

Bora lá?

Chico Science e Nação Zumbi

Se nos anos 80 os artistas buscavam inspiração no som que rolava nos Estados Unidos ou na Europa, a geração dos anos 90 prestou mais atenção nas sonoridades típicas América Latina – sobretudo os ritmos brasileiros. Neste contexto inovador surgiu a banda Chico Science e Nação Zumbi, diretamente de Pernambuco, que equalizou a fúria das guitarras com as batidas de maracatu, samba e hip hop. Por suas vezes, a letras abordavam as mazelas de uma sociedade esmagada entre a evolução tecnológica e a pobreza do terceiro mundo.

Ao lado do Mundo Livre S/A, a Nação inaugurou o manguebeat, movimento de contracultura que critica o descaso econômico-social que emoldura o mangue. Depois de dois ótimos discos, Da Lama ao Caos (1994) e Afrociberdelia (1996), música em trilha de novela e clipes bombando na MTV, a banda encarou a perda prematura de seu mentor intelectual: o vocalista e compositor Chico Science morreu em um acidente de carro, em 1997. Felizmente, o grupo soube se reerguer e continua na ativa, sob a liderança de Jorge Du Peixe.

Raimundos

Surgida em 1987, a banda brasiliense passou por idas e vindas até entrar para a prateleira de cima do rock nacional. Com bastante maestria, os caras misturavam ritmos nordestinos com punk e hard core. No começo da carreira, as letras eram debochadas, bem humoradas e cheias de palavrões.

O homônimo disco de estreia dos Raimundos foi lançado em 1994. Até a saída do vocalista Rodolfo Abrantes, em 2001, o grupo lançou mais cinco álbuns de estúdio e um ao vivo. Naqueles tempos, ninguém superava a força que o grupo mostrava nos palcos.

Com a saída de Rodolfo, o guitarrista Digão assumiu os vocais. Em 2006, o batera Fred também tirou o time de campo e só voltou para uma turnê comemorativa, em 2019. Outro membro fundador que voltou a tocar com a banda é o baixista Canisso. Por mais que não tenham a mesma popularidade de antes, os Raimundos continuam na ativa como sempre foram, isto é, fazendo um som que caminha de acordo com suas próprias convicções.

O Rappa

Surgido no Rio de Janeiro, em 1992, O Rappa apresentou em sua formação os músicos que acompanharam o cantor de reggae Papa Winnie, em uma turnê pelo Brasil, mais o vocalista Marcelo Falcão. A banda ficou conhecida por suas letras de forte cunho social em uma mescla de rock, reggae e rap.

A projeção nacional veio com o segundo disco, Rappa Mundi, lançado em 1996, mas só arrebentou a boca do balão com o álbum seguinte, o aclamado Lado B Lado A, que chegou ao mercado em 1999. Com a trilogia Me Deixa, A Minha Alma e O Que Sobrou do Céu, o registrou apresentou músicas e clipes que despertaram o pensamento crítico e existencialista. Nem todo ainda soube entender a mensagem, mas, felizmente, ainda dá tempo

Em 2017, O Rappa começou a anunciada pausa nas atividades. As férias, que não têm data para acabar, foram motivadas por uma série de divergências entre os membros da banda.

Skank

A história do Skank começa em 1983, ainda com o nome de Pouso Alto. Dando um salto para 1991, a gente chega na época em que a banda mineira mudou de nome, definiu a formação e começou a ajudar a moldar o pop rock que marcou toda uma geração.

Ao longo de praticamente 30 anos, o Skank sempre se adaptou às mudanças da indústria. Como poucos no cenário, o grupo aproveitou o respaldo da MTV, e viveu o último período dourado das grandes gravadoras. Além da madura visão mercadológica, o quarteto sempre inovou e ousou nas sonoridades. Para 2021, Samuel, Haroldo, Henrique e Lelo já agendaram uma pausa nas atividades da banda.

Mamonas Assassinas

Em outubro de 1994, uma banda independente lá de Guarulhos (SP) decidiu mudar de nome e de rumos artísticos. A seriedade do grupo Utopia saiu de cena para dar lugar à irreverência dos Mamonas Assassinas. Gravaram um único disco, lançado em junho 1995, venderam mais de dois milhões de cópias, e garantiram o primeiro lugar na audiência de quase todos os programas da TV brasileira.

Infelizmente, quis o destino, que a carreira dos Mamonas durasse apenas 1 ano e meio. Naquele fatídico domingo, 2 de março de 1996, o Brasil acordou com a notícia sobre o acidente aéreo que resultou na morte de todos os membros da banda e da tripulação. Ah, o cometa da alegria… Durante uma época de pouca visibilidade de artistas de pop rock nos meios de comunicação mais populares, os Mamonas apareceram promovendo a conexão rock + humor e deram uma sacudida no cenário.

Charlie Brown

Em 1992, “os caras do Charlie Brown invadiram a cidade” de Santos (SP). Formada por músicos donos de técnica exuberante e cheios de atitude, a banda apresentou uma sonoridade agressiva, pesada e com letras que iam de encontro aos anseios e vontades da juventude.

A projeção nacional, no entanto, rolou em 1997, com o lançamento de Transpiração Continua e Prolongada, o aclamado disco de estreia do quinteto. Até 2013, o Charlie Brown Jr. passou por idas e vindas e lançou 10 discos de estúdio, 3 trabalhos ao vivo e 5 coletâneas. Com o leque de referências sempre aberto, a banda soube temperar seu som com elementos de reggae, ska, rap, rock e hard core.

No dia 6 de março de 2013, uma overdose levou a vida do carismático vocalista Chorão. Seis meses após a morte do marginal alado do rock, o baixista Champignon cometeu suicídio. Por mais que alguns remanescentes façam shows pontuais, nunca mais veremos o Charlie Brown que marcou uma geração.

Planet Hemp

A história do Planet Hemp começou em algum momento do começo dos anos 90, no bairro do Catete, Rio de Janeiro, a partir do encontro de Marcelo D2 e Skunk. Como nenhum dos dois sabia tocar instrumentos musicais, optaram por fazerem rap.

Na sequência, Rafael Crespo (guitarra), Bacalhau (bateria) e Formigão (baixo) entraram pro bonde e, já como quinteto, os caras criaram um ritmo original, batizado “Raprocknrollpsicodeliahardcoreragga”, devido à mescla entre a psicodelia das guitarras, o rap dos vocais e diversas outras influências musicais. Por mais que apresentasse um som criativo, o grupo ganhou mais fama por defender a legalização da maconha, posicionamento este que rendeu acusações de fazer apologia ao uso da erva, entre outras divergências.

O Planet saiu de cena em 2001. Entre 2003 e 2016, no entanto, a banda fez alguns shows pontuais. Atualmente, o grupo prepara um disco de inéditas. Será que as rimas de D2 estarão mais afiadas do que nunca?

Cássia Eller

Carioca de berço, mas mineira e brasiliense por adoção, Cássia Eller perambulou pela cena independente entre os anos de 1981 a 1990, quando gravou seu disco de estreia. Com sua voz de contralto, rasgada, impactante e inconfundível, a artista chegou para mostrar que nem só da rainha Rita Lee vive o rock nacional.

Em vida, ela lançou cinco discos de estúdio e três ao vivo. Dona de uma trajetória artística curta, porém intensa e cheia de bons frutos, Cássia morreu ao cair da noite daquele fatídico dia 29 de dezembro de 2001. A roqueira contava apenas 39 anos e vivia o auge da carreira. Apesar das suspeitas de overdose, já que a cantora fez uso de álcool e cocaína por muitos anos, a autópsia atestou que a morte foi causada por um infarto do miocárdio, resultante de sequenciais paradas cardiorrespiratórias.

Angra

“Mas por que uma banda de power metal e que canta em inglês está nesta lista?”, possivelmente questiona o amigo leitor. Acontece, porém, que a sonoridade da banda sempre dialogou com a musicalidade brasileira! Além do mais, uma matéria sobre rock não pode fechar as portas para a turma da camisa preta, né?

“Mas por que uma banda de power metal e que canta em inglês está nesta lista?”, possivelmente questiona o amigo leitor. Acontece, porém, que a sonoridade da banda sempre dialogou com a musicalidade brasileira! Além do mais, uma matéria sobre rock não pode fechar as portas para a turma da camisa preta, né?

Surgida em 1991, em São Paulo, o Angra nasceu a partir de uma ousada intenção de Andre Matos e Rafael Bittencourt, até então estudantes de música na Faculdade Santa Marcelina. Os dois tiveram a inovadora ideia de conectar a agressividade do heavy metal com ritmos étnicos brasileiros e um pouco de música erudita.

De lá pra cá, incluindo morte de membro original, perrengues e troca de integrantes, muita coisa rolou na carreira do Angra. Apesar dos pesares, e contrariando as previsões negativas, o grupo continua mostrando seu metal “tupiportoguaranifricano” ao redor do mundo.

Los Hermanos

No finalzinho da década, mais precisamente no de 1997, uma banda formada por estudantes da PUC-Rio chegou em cena com uma proposta que contrapunha o peso do hardcore com a poesia das letras sobre o amor. Em 1999, já com um som azeitado com doses de samba, ska e pop rock, os Los Hermanos lançaram o homônimo disco de estreia.

Não demorou muito para que o o até então desconhecido grupo começasse a tocar para plateias lotadas, seja nas festas agropecuárias, nos estádios de futebol ou nas praças públicas. A galera comprou a ideia dos caras, que entrou nos anos 2000 como expoente de toda uma geração.

Em 2007, e em pleno auge, a banda decidiu dar um tempo nas atividades. A partir de 2009, no entanto, os Hermanos começaram com as folclóricas reuniões esporádicas. Muita gente diz que essas eventuais turnês não passam de oportunismo. Em contrapartida, os ingressos se esgotam em questão de horas.

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‘BBB20’: Gabi pede Guilherme em namoro e Marcela agita edredom com Daniel

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Fonte: PurePeopple Foto; Reproducao

Gabi chorou pela relação próxima de Guilherme e Bianca, mas acabou se entendendo com o modelo depois de uma pequena DR após festa do Líder, na madrugada desta quinta-feira (20). De joelhos, a sertaneja pediu o brother em namoro e ele aceitou: ‘Quero, muito’. Já Marcela sentiu ciúmes e se queixou da troca de olhares de Daniel com outra sister. Ao dormir, os dois movimentaram o edredom

Depois de eliminar Lucas no Paredão, Guilherme ganhou sua segunda festa do Líder no “Big Brother Brasil 20”. Na madrugada desta quinta-feira (20), o modelo foi surpreendido por Gabi Martins com um pedido de namoro. No quarto, a cantora sertaneja se ajoelhou e perguntou: “Você quer namorar comigo?”. “Quero, muito”, aceitou a beijando em seguida.

Casal tem DR. ‘Me preocupo com você’, diz Guilherme

Antes do momento romântico, os dois protagonizaram um pequena DR. Guilherme se queixou que Gabi ficou afastada dele durante a festa, mas ela se esquivou. “Está tudo bem, menina? Você quer me falar alguma coisa? Mesmo? Eu reparei que você está há mais de duas horas sem olhar para mim”, reparou. A loirinha nega afastamento. “Eu sei que é chato eu ficar em cima, sabe? Mas eu me preocupo com você”, completou o bonitão.

Gabi Martins revela que se sente como ‘segunda opção’. Saiba!

Mas Gabi tem uma preocupação e que vem com nome e sobrenome: Bianca Andrade. A sister segue incomodada com a relação próxima entre os dois e Ivy aconselhou: “Não é porque eu gosto dela que a gente acoberta, nem ela, nem ele. Quando aconteceu algo que eu, sem conversar com você, achei de diferente, e você me deu liberdade para falar com você, eu falei. Eu achei algo ruim. Se fosse comigo, eu não gostaria. Porque eu sou ciumenta. Mas depois desse dia, te digo do fundo do meu coração, não vi mais nada além”. Em meio a rumores de gravidez, Manu Gavassi opinou. “Eu entendo a sensação. A sensação é a seguinte: a Bia tem namorado. E se ela não tivesse? Essa é a sensação, não é?”, disse. “Pode ser coisa da minha cabeça. Mas, quando aconteceram as coisas, a primeira pessoa que ele estava junto era ela, sabe? Eu era a segunda opção”, responde a cantora, se lembrando da festa em que Bianca assumiu ter investido em Guilherme.

Marcela sente olhar diferente de Daniel

A festa do Líder também foi marcada pela insegurança de Marcela com Daniel. Em desabafo com Gizelly, a médica revelou ter sentido troca de olhares do ativista, com quem está ficando, com outra colega de confinamento. “É uma sensação. Não é ciúmes. Mas se isso for real, eu só quero pular fora. Entendeu? Se for, eu só quero pular fora, se for… Antes que eu me envolva mais”, comentou. Apaixonada pela amiga, a advogada quer saber se a médica sentiu um clima, mas sem revelar de quem se tratava. “Dos dois, presta atenção. Ou eu estou muito louca”, respondeu Marcela. Na madrugada, ela e Daniel movimentaram edredom. Veja!

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Por que Tony Stark teve que morrer em Vingadores: Ultimato? Real motivo é revelado

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Fonte: observatoriodocinema Foto: Reproducao

Desde o lançamento de Vingadores: Ultimato, fãs da Marvel não pararam de criar teorias sobre as entrelinhas do longa. Alguns interpretam o filme de maneiras realmente bizarras e inusitadas e outros de formas criativas e originais.

Uma dessas teorias ganhou uma explicação pelo site Screen Rant nesta semana. Segundo a suposição, a morte de Tony Stark em Vingadores: Ultimato foi causada por erros expressos dos heróis, e poderia ter sido evitada de alguma forma.

Confira abaixo tudo sobre a teoria!

Nas HQs da Marvel, viagens no tempo não são particularmente incomuns. No entanto, segundo o Screen Rant, roteiristas começaram a brincar demais com o conceito, e como resultado surgiram diversos erros de continuidade.

Como resposta, o editor chefe Mark Gruenwald estabeleceu regras oficiais para a viagem no tempo nas HQs da Marvel. Segundo o editor, quando um personagem viaja ao passado ou ao futuro, ele não se move exatamente no tempo, mas é transportado para alguma das realidades alternativas no Multiverso.

A realidade é idêntica àquela do período de tempo escolhido, o que faz o viajante acreditar que realmente esta no passado ou futuro. No entanto, qualquer mudança realizada afeta apenas essa linha do tempo, e não a realidade original.

Isso significa que um personagem não pode mudar o próprio passado por viagens no tempo. O Quarteto Fantástico aprende isso da pior forma em Marvel Two-In-One (1979), na qual modificações no passado do Coisa influenciam toda uma realidade paralela.

Segundo o Screen Rant, a viagem no tempo de Vingadores: Ultimato nunca funcionaria nas HQs da Marvel.

Usando como base a HQ Quarteto Fantástico #571, o site explica o motivo.

Nessa HQ específica, Reed Richards conhece o “Conselho Interdimensional dos Reeds”, uma organização criada por versões de si mesmo espalhadas pelo Multiverso. Os 3 Reeds que fundaram o grupo possuem as Manoplas do Infinito de suas realidades respectivas. O Reed “original” pergunta por que eles não usam as Manoplas para resolver qualquer problema, e a resposta surpreende: as Joias do Infinito só funcionam em suas realidades originais.

Em outras palavras, quando uma Manopla deixa o universo que originou suas Joias, ela para de funcionar até retornar à realidade original.

Em Vingadores: Ultimato, os heróis conseguem as joias de 4 linhas do tempo diferentes, o que as deixaria completamente incompatíveis.

A teoria também explica por que os efeitos da Manopla foram tão brutais em Hulk e Tony Stark.

Guerra Infinita e Ultimato confirmam que as Joias do Infinito possuem uma enorme quantidade de poder, e que por isso apenas os seres mais poderosos conseguem usá-las.

Essa já é uma grande diferença das HQs, nas quais heróis e vilões já usaram a Manopla sem grandes efeitos colaterais.

Como a Manopla utilizada em Ultimato é basicamente uma versão improvisada com o poder de Joias do Infinito de realidades diferentes, não é de se espantar que a energia recebida por Tony Stark e Bruce Banner seja extrema.

Isso explica o que aconteceu com o braço do Hulk na primeira utilização da Manopla. E finalmente a morte de Tony Stark no segundo uso.

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