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POLÍTICA

Conheça os mais cotados por Bolsonaro para a vaga no STF

Foto: Reprodução / Fonte: Pleno.News

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Em novembro deste ano, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello completa 75 anos. A idade é a marca para o início da aposentadoria do magistrado. O seu sucessor será escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro, que já fez comentários sobre sua possível indicação.

Ele prometeu que indicará um ministro “terrivelmente evangélico” para o Supremo. Também já afirmou que o advogado-geral da União, André Luiz Mendonça, é “o mais cotado” para ser ministro.

Mesmo assim, outros nomes também já foram levantados no cenário político. O Pleno.News fez uma lista de profissionais cristãos que podem ocupar a vaga no órgão. Confira abaixo.

ANDRÉ LUIZ MENDONÇA
Indicado no ano passado pelo presidente Jair Bolsonaro para comandar a Advocacia-Geral da União (AGU), o advogado André Luiz de Almeida Mendonça também estaria sendo considerado para a vaga no STF. Mendonça ainda teria apoio de parte da bancada evangélica no Congresso. Ele é mestre em Corrupção e Estado de Direito pela Universidade de Salamanca, na Espanha. Na Igreja Presbiteriana Esperança, o ministro atua como pastor auxiliar e trabalha na evangelização infantil. Desde que assumiu o comando da AGU, Mendonça tem se dedicado menos ao trabalho na igreja.

SERGIO MORO
Atual ministro de Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro costuma ser muito discreto quando se trata de sua vida pessoal. Apesar disso, sabe-se que ele é católico. Moro também mantém um bom relacionamento com a comunidade evangélica. Recentemente, o ministro recebeu em Brasília o pastor e presidente da nacional de Os Gideões Internacionais, Mauricio Melo Menezes. O pastor presenteou Moro com um exemplar do Novo Testamento e orou com ele.

MARCELO BRETAS
O juiz Marcelo Bretas é evangélico e já demonstrou várias vezes sua fé. Em abril deste ano, ele chegou a compartilhar a música Força, da cantora Bruna Karla, nas redes sociais. Bretas passou a infância e juventude na Assembleia de Deus e atualmente congrega com a família na Comunidade Internacional Evangélica da Zona Sul, no Rio de Janeiro. O trabalho dele ganhou destaque na mídia por sua atuação em processos da Lava Jato.

HUMBERTO MARTINS
O nome de Humberto Martins está entre os que podem ser indicados ao STF. Ele é vice-presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e corregedor nacional de Justiça. Martins é membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia.

WILLIAM DOUGLAS RESINENTE DOS SANTOS
William Douglas é juiz federal da 4ª Vara Federal de Niterói, no Rio de Janeiro. Além de ser bacharel em Direito, ele também possui pós-graduação em Políticas Públicas e Governo e mestrado em Estado e Cidadania. O magistrado também é escritor e já escreveu mais de 40 livros. Entre eles estão: As 25 Leis Bíblicas do Sucesso, O Poder dos 10 Mandamentos e Os 10 Mandamentos para uma Vida Melhor.

IVES GANDRA MARTINS FILHO
O ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Ives Gandra Martins Filho é mais um dos profissionais que podem ser indicados ao STF. Ele é doutor em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e doutor honoris causa em Filosofia pela Academia Brasileira de Filosofia. Gandra Filho atua como ministro do TST desde 1999. Ele foi presidente da instituição entre 2016 e 2018. Assim como Moro, Gandra Filho é católico.

MARCOS PEREIRA
Recentemente, o nome de Marcos Pereira entrou na lista dos cristãos que podem ser indicados à vaga. Ele é advogado, formado pela Universidade Paulista e especialista em Direito e Processo Penal pela Faculdade de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Atualmente, Pereira exerce a função de deputado federal e é o 1º vice-presidente da Câmara dos Deputados. Ele é bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus.

POLÍTICA

Nenhum congressista paraense será membro na comissão especial da reforma tributária

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Foto: Reprodução / Fonte: Blog Ze Dudu

Desde o início da 56ª Legislatura no Congresso Nacional, que iniciou no ano passado após o resultado das eleições gerais de 2018, nenhuma comissão especial da Câmara ou do Senado deixou de ser composta por algum dos 20 membros da Bancada do Pará no Parlamento. São 17 deputados federais e 3 senadores paraenses. Mas, por desprestígio junto aos líderes dos partidos aos quais são filiados, ou por alguma outra razão desconhecida, a chamada “reforma das reformas”, a tributária, não contará com nenhum membro do estado do Pará.

Os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), instalaram na última quarta-feira (19), em concorrida solenidade, a Comissão Mista da Reforma Tributária. Alcolumbre assinou a instalação do colegiado que vai contar com 25 deputados e 25 senadores para produzir um texto de unidade nas duas Casas sobre o tema. Os parlamentares terão o prazo de 45 dias para consolidar as propostas no Congresso e ainda inserir no conjunto a proposta que o Executivo promete enviar nas próximas duas semanas para a convergência de um único texto a ser discutido e votado pelos congressistas.

O presidente do colegiado será o senador Roberto Rocha (PSDB-MA) e o relator, o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB). Nenhum senador ou deputado do Pará figura na lista como membro da comissão especial.

É difícil acreditar que em meio a problemas fiscais com prejuízos bilionários desde a vigência da Lei Kandir, responsável por causar um rombo de aproximadamente R$ 40 bilhões nas finanças do Pará, maior exportador de minério de ferro do Brasil, os congressistas tenham atenção para alguma outra coisa que não seja a extinção da famigerada lei que pode ser sepultada ou readequada no âmbito da discussão da comissão especial da Reforma de Tributos agora instalada.

Novos impostos ou aumento da carga
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, afirmou que o atual sistema beneficia as elites e defendeu mudanças que garantam um sistema mais justo e o crescimento do País.

Maia voltou a criticar empresários que pedem o retorno da CPMF. “O sistema tributário beneficia nossas elites e agora, não satisfeitos, querem voltar com CPMF para o povo pagar a conta em parte da nossa elite”, criticou.

Maia voltou a defender que a reforma tributária é a mais importante entre as reformas. “O Brasil não vai crescer apenas com a previdenciária e com a administrativa, o que vai devolver renda é o sistema tributário. Investindo e gerando emprego”, disse o presidente da Câmara.

O governo pretende enviar ao Congresso, em duas semanas, a primeira parte de sua proposta de reforma tributária, propondo o Imposto sobre Valor Agregado (IVA)Dual. Foi o que disse o ministro da Economia, Paulo Guedes, após sua primeira reunião no início da semana passada com secretários estaduais de Fazenda para discutir o tema.

“Está indo super bem”, afirmou o ministro. “Estamos mandando um IVA Dual.” Ele comentou que os secretários têm uma proposta própria. “Vamos mandar a nossa, mas acoplável.” Após o envio do plano do IVA, em duas semanas, serão propostas alterações no PIS e Cofins. “Vai andar tudo direitinho”, afirmou.

Na linha contrária, o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, defendeu a reforma do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em dois ou três anos. “Defendo tratar agora só a dos impostos federais, a reforma tributária”, disse, pouco antes de acertar sua saída do cargo. “Daqui a dois ou três anos, fazemos uma reforma do ICMS.” Entretanto, o presidente Jair Bolsonaro pediu objetivamente que Paulo Guedes trate nesse primeiro momento apenas dos impostos federais para não atrapalhar o andamento da proposta.

Minutos antes em falar no envio de uma proposta própria, Guedes havia discutido uma estratégia diferente com os secretários estaduais. A ideia era aproximar as propostas do governo federal e dos Estados para, eventualmente, chegar a um texto consensual.

“O governo federal avançou muito”, afirmou o secretário de Fazenda de Pernambuco, Décio Padilha da Cruz, ao sair da reunião com o ministro. O principal deles foi a sugestão para que União e Estados compartilharem as bases de tributação de IPI, PIS, Cofins e ICMS. Todos seriam tributados pelas duas esferas de governo, mas haveria um IVA dos Estados e outro da União – o IVA Dual.

A reunião em si já foi um avanço, avaliou o secretário. Ele comentou que, quando a Receita era comandada por Marcos Cintra, havia uma clara separação entre as propostas. Guedes abriu um canal de diálogo e prometeu reunir-se novamente a cada 30 dias. Foi também criado um grupo técnico de trabalho, com representantes de Estados e da União, para debater a proposta. Guedes ainda concordou com os Estados sobre a importância de se criar um mecanismo para evitar perda de receitas por unidades da federação. E ficou de avaliar a criação de um Fundo de Desenvolvimento Regional.

Não ficou claro aos secretários se o governo enviará uma proposta formal própria ou se serão sugestões a serem entregues ao relator da reforma tributária, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB).

Na conversa com os secretários, o ministro avaliou que o ideal seria reunir todos os tributos sobre o consumo em um só, como prevê a proposta elaborada pelos Estados e já entregue ao Congresso Nacional. No entanto, o mais rápido seria reunir só os tributos de União e Estados num primeiro momento e só depois agregar os municípios, que ainda resistem à reforma.

Nesse ponto, houve discordância. “Fizemos um apelo no sentido de se juntar tudo”, disse Rafael Fonteles, presidente do Comitê dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) e secretário de Fazenda do Piauí. “Manifestamos a importância de fazer todos os impostos de consumo juntos, porque isso vai proporcionar uma real simplificação e destravar investimentos.”

Os Estados vão discutir com o governo federal, mas isso não significa que abandonarão sua proposta. O texto conta com o apoio unânime das 27 unidades da federação, o que é um fato inédito na história das tentativas de reformar o sistema tributário.

Na noite de terça-feira, os 27 secretários estaduais de Fazenda jantaram com Aguinaldo Ribeiro. O deputado disse a eles que a proposta tem boa receptividade no Congresso. E avaliou ser possível aprovar a reforma até julho.

Segundo Cruz, que coordena um grupo de secretários que discute reforma tributária, a proposta da Câmara “não roda” sem alguns aprimoramentos que constam da proposta dos Estados. Por exemplo, a criação de um fundo de desenvolvimento regional, a reposição de perdas arrecadatórias decorrentes da mudança e um tratamento diferenciado à Zona Franca de Manaus. A PEC 45 é eminentemente técnica, ao passo que a proposta dos Estados é a visão de quem opera o ICMS no dia a dia, comentou.

A proposta dos Estados junta todos os tributos sobre o consumo e depois reparte a arrecadação entre os entes. Os critérios são estabelecidos por um comitê gestor que, pelo texto, não contempla um representante do governo federal. Isso poderá ser alterado, disse Cruz, com a evolução das discussões com o Ministério da Economia. “Eu não diria que o governo federal chegou atrasado. Diria que chegou.”

Confira os integrantes da comissão (aqui)
MEMBROS DA COMISSÃO MISTA TEMPORÁRIA DESTINADA A CONSOLIDAR O TEXTO DA REFORMA CONSTITUCIONAL TRIBUTÁRIA

  1. Senador Eduardo Braga (MDB/AM);
  2. Senador Luiz do Carmo (MDB/GO);
  3. Senadora Simone Tebet (MDB/MS);
  4. Senador Fernando Bezerra Coelho (MDB/PE);
  5. Senadora Daniella Ribeiro (PP/PB);
  6. Senador Ciro Nogueira (PP/PI);
  7. Senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB/PB);
  8. Senador Randolfe Rodrigues (REDE/AP);
  9. Senadora Kátia Abreu (PDT/TO);
  10. Senadora Eliziane Gama (CIDADANIA/MA);
  11. Senador José Serra (PSDB/SP);
  12. Senador Roberto Rocha (PSDB/MA);
  13. Senador Tasso Jereissati (PSDB/CE);
  14. Senador Major Olimpio (PSL/SP);
  15. Senador Omar Aziz (PSD/AM);
  16. Senador Angelo Coronel (PSD/BA);
  17. Senador Otto Alencar (PSD/BA);
  18. Senador Marcos Rogério (DEM/RO);
  19. Senador Chico Rodrigues (DEM/RR);
  20. Senador Wellington Fagundes (PL/MT);
  21. Senador Reguffe (PODEMOS/DF);
  22. Senador Oriovisto Guimarães (PODEMOS/PR);
  23. Senador Rogério Carvalho (PT/SE);
  24. Senador Jaques Wagner (PT/BA);
  25. Senadora Zenaide Maia (PROS/RN);
  26. Deputado Federal Afonso Florence (PT/BA);
  27. Deputado Federal Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PSL/SP);
  28. Deputado Federal Aguinaldo Ribeiro (PP/PB);
  29. Deputado Federal Marcelo Ramos (PL/AM);
  30. Deputado Federal Hugo Leal (PSD/RJ);
  31. Deputado Federal Hildo Rocha (MDB/MA);
  32. Deputado Federal Vitor Lippi (PSDB/SP);
  33. Deputado Federal Tadeu Alencar (PSB/PE);
  34. Deputado Federal Mauro Benevides Filho (PDT/CE);
  35. Deputado Federal Luis Miranda (DEM/DF);
  36. Deputado Federal Léo Moraes (PODEMOS/RO);
  37. Deputado Federal Augusto Coutinho (SOLIDARIEDADE/PE);
  38. Deputado Federal Santini (PTB/RS);
  39. Deputada Federal Fernanda Melchionna (PSOL/RS);
  40. Deputada Federal Clarissa Garotinho (PROS/RJ);
  41. Deputado Federal Glaustin Fokus (PSC/GO);
  42. Deputada Federal Paula Belmonte (CIDADANIA/DF);
  43. Deputado Federal Alexis Fonteyne (NOVO/SP);
  44. Deputado Federal Luis Tibé (AVANTE/MG);
  45. Deputado Federal Marreca Filho (PATRIOTA/MA);
  46. Deputado Federal Enrico Misasi (PV/SP);
  47. Deputado Federal Neri Geller (PP/MT);
  48. Deputada Federal Joenia Wapichana (REDE/RR);
  49. Deputado Federal Silvio Costa Filho (REPUBLICANOS/PE);
  50. Deputado Federal Renildo Calheiros (PCdoB/PE).

Por: Val-André Mutran

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POLÍTICA

“O Brasil agora pertence a Deus” diz presidente Bolsonaro

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Foto: Reprodução / Fonte: To no Gospel

O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, fez uma visita surpresa no The Send, evento de adoração que aconteceu no último fim de semana em Brasília e São Paulo, dizendo que “acredita em Jesus como seu salvador e que o Brasil pertence a Deus”.

Bolsonaro não se calou sobre sua fé nos últimos anos. O presidente se considera um homem temente a Deus. Sua fé foi fortalecida durante sua campanha presidencial e depois que ele quase foi morto em uma tentativa de assassinato.

“Os médicos que me atenderam disseram que, para cada cem pessoas esfaqueadas, apenas uma pessoa sobrevive. Então, eu sou um sobrevivente e devo minha vida a Deus. Era Sua vontade que eu vivesse ”, disse Bolsonaro.

Como 38º presidente brasileiro, Bolsonaro fez campanha para tornar os princípios judaico-cristãos um alto valor em seu governo. Conhecido como o “Trunfo dos Trópicos”, seu lema tem sido “Brasil acima de tudo, Deus acima de tudo”.

Sua aparição na conferência Send animou a multidão de 140.000 pessoas. “Estou totalmente impressionado com o que Deus está fazendo no Brasil”, twittou uma das oradoras, Christine Caine. “Em 31 anos de ministério, nunca preguei o Evangelho dentro de uma arena de 65.000 lugares diretamente para outra arena de 55.000 lugares no mesmo dia. Foi surreal. Deus está agindo.”

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Bolsonaro: “O futuro do Brasil depende de cada um de nós”

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Presidente Jair Bolsonaro Foto: Isac Nóbrega/PR

No último domingo (23), o presidente Jair Bolsonaro usou uma rede social para lembrar de sua campanha para vereador, feita em 1988. O mandatário compartilhou uma foto sua ao lado de um cartaz feito por ele mesmo na época.

O chefe do Executivo disse que a frase usada no passado serve para o atual momento do país.

– Cartaz feito em 1988 vale para 2020. O futuro do Brasil depende de cada um de nós – declarou.

Publicação de Bolsonaro Foto: Reprodução
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