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Construção civil está com saldo positivo na criação de empregos

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O Pará e a maioria dos estados do Norte tiveram crescimento nas contratações de trabalhadores, no setor construção civil. É o que diz o Dieese.

 

Por Josué Silva  Araújo/Redação

Até agosto último,  a construção civil apresentou crescimento em postos de trabalho. O índice de contratação (com carteira assinada) subiu 2,89%.
Segundo o Dieese, já há 5 meses o setor (construção) vem admitindo mais trabalhadores.
Em agosto, 5.471 pessoas foram contratadas. E 3.485 foram dispensadas.
Portanto saldo positivo de 1.986 admissões.
Em 2017, mês de agosto, a realidade era adversa, com perdas de postos de trabalho.
Houve 3.954 admissões, mas 4.966 demissões. Saldo de – 1.012 empregos.
Na região Norte, em agosto deste ano, a maioria dos estados teve bom desempenho em empregos formais.
O Pará se destacou, com 1.986 novos empregos. O Amapá também teve crescimento, com criação de 189 postos.
O Acre, com 108 postos. O Amazonas, com 101.
Roraima teve saldo negativo, com menos 26 empregos.
No total, na região Norte, o quadro de emprego/desemprego, em agosto/2018, é este, na construção civil: 8.935 contratações formais (carteira assinada) – e 6.497 desligamentos (dispensas).
O saldo positivo foi de 2.438 trabalhadores com carteira assinada (crescimento de 1,86%).
Entre janeiro e agosto de 2018, no Pará, a situação ficou assim, na construção civil: 30.784 admissões. E 26.407 desligamentos.
Restou um saldo positivo de 4.377 postos de trabalho. No mesmo período, em 2017, o segmento teve perda de postos de trabalho.
Foram 30.740 contratações. E 34.354 dispensas (demissões). Saldo de – 3.614 trabalhadores desempregados.
Entre setembro de 2017 e agosto de 2018 – últimos 12 meses – o Pará teve boa performance.
Foram 43.850 contratações. E 42.405 demissões, com saldo positivo de 1.445 pessoas empregadas.
Nos estados do Norte, nos últimos 12 meses (setembro de 2017 a agosto/2018), maioria teve resultado positivo.
O Tocantins gerou 1.463 postos de trabalhos. Depois o Pará, com a criação de 1.445 postos. O Amapá, com a geração de 888 postos.
O destaque negativo ficou por conta do Estado do Amazonas: perda de 1.209 empregos formais. Foram 84.657 admissões (na Região Norte), contra 81.912 desligamentos nesse período. O saldo foi de 2.745 novos postos de trabalhos, com crescimento de 2,08%.
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