Conecte-se Conosco

Política

Helder prestigia comemorações pelos 403 anos de Belém

Publicado

em

Helder Barbalho, acompanhado do vice-governador, deputados estaduais, federais, vereadores e várias lideranças. esteve presente ao mercado, celebrando o aniversário da capital paraense

A cidade de Belém comemorou, neste sábado (12), 403 anos de fundação. Como já é tradição, o mercado do Ver-o-Peso foi  um dos principais palcos das comemorações. A presença do  governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), acompanhado do vice-governador, Lúcio Vale, de deputados estaduais, federais, vereadores e várias lideranças locais, foi o ponto alto  da celebração promovida pelos feirantes.

Às margens da baía do Guajará, com centenas de barracas, os mais de mil feirantes que trabalham diariamente no Ver-o-Peso, fizeram questão de organizar uma programação à parte da oficial. Lamentavelmente, segundo um dos líderes da programação dos feirantes, “Didi do Ver-o-Peso”, há alguns anos eles fazem um protesto, mas sem deixar de lado a comemoração e a importância do dia. “Nestes quatro últimos anos decidimos fazer um bolo paralelo, em protesto a todo esse descaso e abandono que vivemos, não só no Ver-o-Peso, mas em todas as feiras livres de Belém”, desabafou.

Didi conta ainda, que convidou o governador Helder Barbalho para essa programação específica dos feirantes. “O mercado é um dos mais importantes cartões postais do Estado do Pará e merece mais cuidado. Nós mandamos ao governador Helder o convite para que ele participasse desde momento com todos os feirantes e ele veio. Isso sinaliza atenção as nossas reivindicações” afirmou.

Cercado por centenas de pessoas, Helder esteve entre feirantes e frequentadores do mercado, garantiu que já orientou sua equipe de governo a dar toda atenção as feiras e mercados de todo o Estado. “Já realizamos a primeira reunião com a secretaria de Desenvolvimento para que possamos ter uma estrutura específica para dialogar com os representantes e trabalhadores das feiras e mercados do estado do Pará. Vamos passar pelo processo da reconstrução, de readequamento do espaço do Ver-o-Peso, que lamentavelmente está abandonado. Contem comigo neste sentido”, afirmou Helder.

Ainda em seu discurso, Helder Barbalho falou do seu desejo para a capital o Estado. “Meu desejo é de que todos nós possamos fazer uma reflexão para pensar o hoje e o amanhã. Este também é um momento de fazer uma reflexão sobre os desafios da nossa cidade, que passa por problemas sérios, com alagamentos, falta de saneamento, de mobilidade urbana, na área da educação, saúde, moradia e resíduos sólidos, problemas que muitas vezes nos faz perder o nosso protagonismo de metrópole da nossa região”, lamentou o governador.

Helder recebeu muitas reclamações dos feirantes e demais presentes no local sobre as péssimas condições do mercado, que serão avaliadas e discutidas. Mesmo assim, o governador fez questão de destacar que o dia 12 é um momento de festa. “Temos que agradecer a Deus pelos 403 anos de Belém, e que Ele possa abençoar nossa cidade querida. O meu compromisso, na condição do governador do estado, é de trabalhar para que nossa cidade seja cada vez melhor, também em parceria com a prefeitura, independente de questões partidárias. Entendo que as instituições devem trabalhar lado a lado, devem unir forças, pois os nossos desafios são grandes demais e nós não temos o direito de perder energia com aquilo que não esteja de acordo com o que a sociedade precisa”, finalizou Helder Barbalho.

 

Continue lendo
Clique para comentar

Política

Governo acaba com obrigatoriedade de simulador para tirar carteira

Publicado

em

Foto: Reprodução /Fonte: Agência Brasil

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, disse hoje (13) que o governo decidiu retirar a obrigatoriedade do uso de simuladores para a expedição da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A medida foi aprovada nesta quinta-feira (13) durante a primeira reunião do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Além de acabar com a obrigatoriedade do uso de simulador, o Contran também diminuiu de 25 para 20 horas o número de aulas práticas para os aspirantes a habilitação da categoria B.

“A gente já vinha falando ao longo do tempo e hoje estamos tirando a obrigatoriedade dos simuladores, que passam a ser facultativos. Será uma opção do condutor fazer a aula ou não. Se ele julgar necessário que aquilo é importante para a formação dele, de que não está seguro de sair para aula prática, ele poderá fazer. Se não quiser, ele não terá que fazer a aula de simulador”, disse o ministro.

O prazo para a implementação da nova regra é de 90 dias. Com a mudança, o condutor terá que obrigatoriamente fazer 20 horas de aulas práticas. Se optar pelo uso do simulador, serão 15 horas de aulas práticas e 5 horas no equipamento.

“O simulador não tem eficácia comprovada, ninguém conseguiu demonstrar que isso tem importância para formação do condutor. Nos países ao redor do mundo, ele não é obrigatório, em países com excelentes níveis de segurança no trânsito também não há essa obrigatoriedade. Então, não há prejuízo para a formação do condutor”, disse Tarcísio.

De acordo com o ministro, a medida visa reduzir a burocracia na retirada da habilitação. O ministro disse estimar uma redução de até 15% no valor cobrado nos centros de formação de condutores.

“Isso é importante para muito centro de formação de condutores que não possuíam o equipamento. Agora eles não vão precisar adquirir o equipamento ou fazer comodato e isso certamente terá um custo na carteira. As aulas de simulador têm um custo diferente, mas dá para estimar que a gente vá ter uma redução de até 15%. A ideia é deixar que o mercado defina isso”, disse.

Placas

O Contran também reafirmou as mudanças nas placas Mercosul. As alterações ainda estão passando por ajustes técnicos e devem entrar em vigor até o final do ano. Com isso, o prazo para a implantação do novo modelo em todo o país, que era 30 de junho, foi adiado.

Entre as mudanças estão a eliminação de alguns elementos gráficos e a adoção de um QR Code, um tipo de código de barras bidimensional que pode ser ativado por telefones celulares equipados com câmera e outros equipamentos.

O código trará informações mais precisas, a exemplo do local de produção da placa, o estado onde ela foi encaminhada, o veículo emplacado, entre outras informações. Segundo o diretor do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Jerry Dias, o objetivo é garantir mais segurança na identificação do veículo, com todo o processo produtivo passando por um rígido controle.

“O mais importante é que a nova placa possibilita um controle de todo o processo de emplacamento o que minimizará o risco de clonagem de placas. Com isso será possível saber onde a placa foi produzida, qual empresa fez, para onde foi encaminhada e em qual veículo ela está,” disse.

Segundo Dias, as mudanças visam dificultar a clonagem de placas e facilitar a fiscalização. “Aumentando a rastreabilidade, vamos dificultar a clonagem. A nova placa não tem condição de ser feita em qualquer lugar, alguém pode até tentar fraudar, mas isso vai ser descoberto na fiscalização, uma vez que não tem como reproduzir o mesmo código. Uma placa que não foi utilizada e for furtada, poderá ser cancelada antes que venha a ser usada em algum veículo. O controle é nacional”, disse Dias.

No Brasil, a placa começou a ser adotada em setembro do ano passado no Rio de Janeiro, no Amazonas, na Bahia, no Espírito Santo, no Paraná, no Rio Grande do Norte e no Rio Grande do Sul. Segundo o ministro, não haverá obrigatoriedade para que os proprietários de veículos troquem de placa.

“Ninguém vai ser obrigado a trocar de placa. Os carros que estão com as placas antigas, permanecem. Os carros novos é que terão a placa nova. Não vai ter ônus adicional”, disse.

Continue lendo

Política

Moro diz que vazamento é “sensacionalismo barato”

Publicado

em

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, negou que pensa em se afastar do cargo por causa do recente caso de vazamento de mensagens entre ele e procuradores da Lava Jato. Moro também disse que não pode reconhecer a autoria das frases. As declarações foram dadas ao jornal Estadão.

– Não tenho memória de tudo. Vejo algumas coisas que podem ter sido coisas que eu tenha dito. Agora podem ter inserções maliciosas. Então fica muito complicado. Até porque, como eu disse, se os fatos são tão graves como eles dizem que são, até agora não vislumbrei essa gravidade, o que eles deveria fazer: pegar o material que receberam na forma original, não sei se é papel ou se é meio eletrônico, e apresentar para uma autoridade independente. Se não querem apresentar à Polícia Federal, apresenta no Supremo Tribunal Federal. Aí vai se poder verificar a integridade daquele material, exatamente o que eles têm, para que se possa debater esse conteúdo.

Além disso, o ministro explicou que as conversas não comprometem a Operação Lava Jato.

– Não, de forma nenhuma. Depois de todas as decisões, tudo era formalizado, colocado nos autos. Agora, existia às vezes situações de urgência, eventualmente você está ali e faz um comentário de alguma coisa que não tem nada a ver com o processo. Isso não tem nenhum comprometimento das provas, das acusações, do papel separado entre o juiz, o procurador e o advogado. Não existe também nenhuma espécie, vamos dizer assim… Até ouvi uma expressão lá de que eu era “chefe da Lava Jato”, isso é uma falsidade.

Para o ex-juiz, o verdadeiro alvo do vazamento não é ele ou a Operação Lava Jato, mas sim as instituições.

– Se vamos tolerar esse tipo de comportamento, hackers criminosos que conseguem abrigo em veículos não sei se da imprensa, se a gente pode falar dessa forma, para divulgar isso. Então quer dizer se amanhã invadirem os telefones de jornais, de empresas, dos ministros do Supremo, de presidente do Senado, de presidente da Câmara, vão aceitar que isso seja divulgado por esse mesmo veículo? Me parece, veja bem, essa Operação Lava Jato foi muito difícil, hercúleo, pode ter nisso as críticas pontuais, mas houve uma mudança de padrão do tratamento do Brasil da impunidade da grande corrupção. Então pessoas que eram normalmente impunes, mesmo tendo cometido crimes de corrupção graves, passaram e ser punidos. Isso gerou muitos inimigos. Tem muita gente que quer fazer tudo para acabar com a operação. E conseguiram, aparentemente, gerar um sensacionalismo com base em ataques criminosos de hackers. Mas eu acho que, olhando mais a fundo, os alvos são as instituições – esclareceu.

O ministro também afirmou que não teme o surgimento de novas publicações.

– Pode ser que tenham novas publicações. Mas assim, eu sempre pautei o meu trabalho pela legalidade. Os meus diálogos e as minhas conversas com os procuradores, com advogados, com policiais, sempre caminharam no âmbito da licitude. Não tem nada ali, fora sensacionalismo barato.

Continue lendo

Política

Bolsonaro substitui Santos Cruz por outro general

Publicado

em

Foto: Reprodução / *Folhapress

Após a demissão do general Carlos Alberto dos Santos Cruz, nesta quinta-feira (13), outro militar foi chamado para assumir seu lugar como ministro-chefe da Secretaria do Governo. O presidente Jair Bolsonaro convocou o general de Exército Luiz Eduardo Ramos Baptista Pereira, atual chefe do Comando Militar do Sudeste, para a pasta.

Especula-se que a demissão de Santos Cruz tenha a ver com embates ideológicos com aliados de Bolsonaro, como o filósofo Olavo de Carvalho. Um integrante do Palácio do Planalto usou a expressão ‘freio de arrumação’ para explicar a demissão.

Santos Cruz é o terceiro ministro a cair na gestão Bolsonaro, após as quedas de Gustavo Bebianno (Secretaria Geral), por causa da crise dos laranjas, e Ricardo Vélez Rodríguez (Educação), pelas falhas de gestão na pasta.

Integram ainda a ala militar do Planalto os generais Augusto Heleno, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, o porta-voz, Otávio Rêgo Barros, e o chefe da Secretaria-Geral, Floriano Peixoto. ​

Continue lendo

Destaque