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MEIO AMBIENTE

CPI interroga funcionário da Hydro sobre desastre ambiental em Barcaarena

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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Assembleia Legislativa do Pará (Alepa), vai ouvir, nesta segunda-feira (13), cerca de 20 funcionários da empresa Hydro Alunorte, que estavam em serviço na época do vazamento que gerou danos ambientais à bacia do rio Pará, no início do ano.  Por questões preventivas, as oitivas serão feitas de forma sigilosa.

Os trabalhadores começam a ser ouvidos a partir das 10h. Esses depoimentos serão confrontados com o que já foi dito pelos diretores da empresa ouvidos anteriormente pelos parlamentares.

Além dos funcionários, a CPI da Hydro ouvirá a promotora agrária Eliane Moreira, do Ministério Público do Estado, na próxima segunda-feira (20). Eliane coordena as investigações sobre o crime ambiental ocorrido com o rompimento das barragens de rejeitos da empresa.

A CPI já promoveu, no final de junho,  uma acareação entre pesquisadores da Universidade Federal do Pará (UFPA), Instituto Evandro Chagas (IEC), Centro de Perícias Científicas Renato Chaves (CPRC) e representantes da empresa SGW Services, contratada pela Hydro Alunorte. A sessão terminou tensa com as perguntas  dos deputados  e a falta de respostas consistentes dos consultores da SGW.

“Está ficando cada dia mais transparente o crime ambiental cometido pela empresa, e do canal sempre utilizado para despejar líquidos sempre que a empresa não tinha como fazer de outra forma. E os indicadores da própria SGW encontraram índices de metais pesados sete vezes a mais do que o permitido, por exemplo do alumínio na nascente do Rio Murucupi”, afirmou o deputado Celso Sabino (PSDB), relator da Comissão de Inquérito Parlamentar (CPI).

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