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Cruzeiro vence novamente o Corinthians e é campeão da Copa do Brasil pela 6ª vez

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A vantagem conquistada no Mineirão pesou a favor do Cruzeiro nessa quarta-feira (17), dentro da Arena Corinthians. O time mineiro soube suportar uma tentativa alucinada dos alvinegros em busca da virada e, com um contra-ataque fatal, garantiu o hexa da Copa do Brasil (1993, 1996, 2000, 2003, 2017 e 2018) com um novo triunfo sobre os corintianos, dessa vez por 2 a 1.

O árbitro de vídeo acabou sendo protagonista na finalíssima ao auxiliar a arbitragem na hora de confirmar o pênalti que originou o gol de empate dos paulistas, mas foi ainda mais determinante ao anular o gol da virada do Corinthians pouco antes do segundo gol cruzeirense. O resultado evita o tetra da equipe do Parque São Jorge e deixa a Raposa isolada como maior vencedora da competição nacional por mata-mata, deixando o Grêmio para trás.

A necessidade da vitória e o histórico do ataque inofensivo no Mineirão levaram Jair Ventura a apostar em uma escalação inédita. Douglas, Mateus Vital, Clayson e Pedrinho começaram no banco de reservas. Gabriel, Emerson Sheik e Jonathas foram as apostas do treinador, que dessa forma também modificou o esquema tático da equipe.

Antes mesmo da bola rolar, o comandante corintiano recebeu críticas pesadas pela opção escolhida. E no campo o pessimismo se confirmou. Os donos da casa sentiram o desentrosamento e demoraram a criar alguma chance real de gol.

Para piorar, a ausência de qualidade individual voltou a pesar contra os corintianos. Os erros de passes, de domínio, nas decisões das jogadas irritavam os mais impacientes. E uma dessas falhas acabou sendo fatal.

O Cruzeiro, com a vantagem conquistada em Belo Horizonte, se postou na defesa e aguardou a hora certa. E o momento tão esperado pelos mineiros não demorou a acontecer.

Uma virada de jogo equivocada de Romero dificultou o domínio de Léo Santos. Ao tentar evitar um simples lateral, o jovem zagueiro acabou deixando a bola limpa para Rafinha. O contra-ataque chegou em Barcos, que mandou para o gol e viu Cássio e a trave evitarem o gol. No rebote, Robinho mandou para as redes.

O baque foi sentido pelos corintianos. Pouco depois, em bola levantada à área, Dedé mandou novamente balançou a trave de Cássio. A resposta e melhor oportunidade alvinegra só veio a 15 minutos do intervalo. Henrique, com total liberdade, cabeceou pela linha de fundo.

Apesar dos dois volantes amarelados e de um centroavante ineficiente, Jair Ventura não perdeu sua convicção e manteve os mesmos jogadores para o segundo tempo. Certo ou errado, tudo que Jair queria e os cruzeirenses temiam aconteceu. Com apenas cinco minutos, Thiago Neves cometeu pênalti em Ralf. O árbitro Wagner do Nascimento Magalhães precisou rever a jogada após ouvir o árbitro de vídeo, Wilton Pereira Sampaio, para assinalar a cal. Jadson, então, chamou a responsabilidade e não vacilou.

O clima favorável e a explosão nas arquibancadas levaram o Corinthians à pressão. O tempo, porém, jogava contra os paulistas. Por isso, Pedrinho foi chamado para substituir Jonathas.

E assim como na semifinal contra o Flamengo, pouco depois de pisar no gramado, a estrela do menino da base corintiana brilhou. Um arremate improvável, de longe, entrou no ângulo de Fábio. Um verdadeiro golaço, mas que acabou anulado após o árbitro novamente consultar o VAR. Um toque de Jadson, com o braço, em Dedé, na origem da jogada, na interpretação de Wagner do Nascimento Magalhães foi suficiente para que a virada do Corinthians fosse anulada.

A sensação de frustração na Arena foi inevitável. Pedrinho parecia não acreditar. Clayson e Vital ainda entraram nas vagas de Emerson e Gabriel, mas correr atrás de mais um gol não seria fácil para o Corinthians.

Os espaços foram deixados. E o cenário ficou propício para o Cruzeiro. Que de novo foi fatal na única oportunidade que teve. Arrascaeta ficou cara a cara com Cássio e mostrou por que a diretoria celeste se esforçou tanto para lhe trazer a tempo de jogar a final. Um leve toque por cobertura praticamente decretou o título dos visitantes.

Restou ao Corinthians lutar e se empenhar até o fim em busca do improvável. O milagre, no entanto, não apareceu em Itaquera. O consolo do elenco se deu pelos aplausos e gritos de incentivo da Fiel mesmo com o vice-campeonato confirmado.

A temporada agora continua para as duas equipes com o Campeonato Brasileiro. A missão de ambos é a mesma: se afastar da zona de rebaixamento e tentar, quem sabe, chegar ao G6. O Corinthians, 11º, com 35 pontos, visita o Vitória, no Barradão, domingo, às 17h. No mesmo dia, mas às 19h, o Cruzeiro, de ressaca pelo título, receberá a Chapecoense em BH.

FICHA TÉCNICA
CORINTHIANS 1 X 2 CRUZEIRO

Local: Arena Corinthians, em São Paulo (SP)
Data: 17 de outubro de 2018, quarta-feira
Horário: 21h45 (Brasília)
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães (RJ)
Assistentes: Rodrigo Figueiredo Henrique Correa e Bruno Boschilia (ambos do RJ)
Cartões amarelos: Ralf, Gabriel, Emerson Sheik, Fagner, Jadson e Clayson (COR); Rafinha, Thiago Neves, Robinho (CRU)
Público: 45.978 pagantes
Renda: R$ 5.108.151,00

GOLS:
Corinthians: Jadson, de pênalti, aos nove minutos do segundo tempo
Cruzeiro: Robinho, aos 29 minutos do primeiro, e De Arrascaeta, aos 37 minutos do segundo tempo

CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Léo Santos, Henrique e Danilo Avelar; Ralf, Gabriel (Mateus Vital) e Jadson; Romero, Emerson Sheik (Clayson) e Jonathas (Pedrinho)
Técnico: Jair Ventura

CRUZEIRO: Fábio, Edílson, Léo, Dedé e Lucas Romero; Henrique, Ariel Cabral, Robinho, Thiago Neves (Lucas Silva) e Rafinha (Arrascaeta) ; Barcos (Raniel)
Técnico: Mano Menezes

Corinthians lutou muito, mas o Cruzeiro foi melhor e conquistou a Copa do Brasil 2018, Itaquerao, Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press

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Edno deixou o Remo nesta quarta-feira

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Último jogo de Edno aconteceu no domingo, na derrota para o Independente por 1 a 0 — Foto: Oswaldo Forte/O Liberal

Apesar da grande expectativa criada ao redor de Edno, o atacante deixou o Remo nesta quarta-feira. A atitude partiu do próprio jogador, que, segundo uma fonte ligada ao Leão, decidiu romper com o clube de maneira unilateral, após disputar somente três jogos com a camisa azulina. Ele inclusive já teria deixado Belém.

Edno, de 36 anos, passou pelo Remo em 2016 e retornou havia menos de um mês. O anúncio oficial de sua contratação aconteceu no último dia 28. De lá para cá participou de três partidas do estadual: as duas semifinais contra o Bragantino, sendo titular em ambas; e o jogo de ida da final diante do Independente Tucuruí, no domingo passado, quando entrou no intervalo. O centroavante não balançou as redes.

O motivo do rompimento ainda não foi esclarecido nem pelo jogador, nem pelo clube, que até o fechamento desta matéria não havia se pronunciado oficialmente sobre a questão. Os rumores dão conta de que Edno estaria insatisfeito com algumas cobranças e também com promessas não cumpridas pela diretoria remista. O GloboEsporte.com tenta contato com o centroavante.

Com a sua saída, o técnico Márcio Fernandes passa a ter como opções de ataque Alex Sandro, David Batista, Emerson Carioca, Gustavo Ramos, Hélio e Mário Sérgio.

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Paysandu prorroga contrato do jogador Perema até o fim da Série C

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Foto: Reprodução

A Diretoria de Futebol profissional do Paysandu Sport Club informa que o contrato do zagueiro Perema, que terminaria no próximo mês de maio, foi prorrogado até o fim do Campeonato Brasileiro da Série C deste ano.

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Bragantino perde para o Vila Nova-GO pela Copa do Brasil

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(Por Fábio Relvas / Foto: Douglas Monteiro – Vila Nova)

O Bragantino Clube do Pará entrou em campo na noite desta terça-feira (16) diante do Vila Nova-GO, partida válida pelo jogo de ida da terceira fase da Copa do Brasil de 2019. O Tubarão do Caeté acabou derrotado pelo Tigre, por 2 a 0, em duelo realizado no Estádio Olímpico Pedro Ludovico Teixeira, em Goiânia.

Os dois gols da equipe do Vila Nova foram assinalados de pênalti. O experiente Danilo, ex-São Paulo e Corinthians, abriu o placar logo aos sete minutos, em uma cobrança forte no meio do gol. O Tigre assinalou o segundo tento, aos 25 minutos da etapa final, com o atacante Rafael Silva, que deslocou o goleiro Axel.

As duas equipes voltam a campo para o segundo jogo no próximo sábado (20), às 16h, no Estádio Olímpico Edgar Proença, o Mangueirão, em Belém. O Bragantino terá que vencer por dois gols para levar a decisão da vaga para os pênaltis, ou derrotar o adversário por três gols e passar diretamente para a quarta fase. O vencedor do duelo entre Bragantino e Vila Nova vai enfrentar o Juventude-RS, que eliminou o Botafogo-RJ.

O jogo: Tigre 2 x  0 Tubarão – O próximo encontro será no Mangueirão!

A torcida do Vila Nova foi ao Estádio Olímpico empurrar o time de Goiás para uma boa vitória rumo classificação. Quem chegou primeiro foi o Bragantino, Lukinha recebeu na esquerda e cruzou, a zaga do Tigre mandou para escanteio. Na cobrança, Lukinha tocou para Marco Goiano, que devolveu para o mesmo Lukinha cruzar, o goleiro Rafael Santos saiu esquisito e mandou a bola para escanteio.

O time da casa chegou em uma cobrança de falta para dentro da área, o árbitro Caio Max Augusto Vieira, do Rio Grande do Norte, viu um puxão de Esquerdinha em cima de Danilo e assinalou pênalti. O experiente Danilo, ex-São Paulo e Corinthians, cobrou forte no meio do gol e abriu o placar, 1 a 0 Tigre, aos sete minutos. Aos 15 minutos, o atacante Rafael Silva chegou a marcar o segundo gol do Vila Nova, mas a arbitragem assinalou impedimento.

O meia Danilo sentiu a coxa esquerda e saiu de maca. O técnico Eduardo Baptista trocou o experiente jogador por Michel Douglas. O Tigre quase ampliou, quando Juninho bateu colocado, a bola bateu na trave e na sobra, o atacante Michel Douglas chutou por cima da meta do goleiro Axel, perdendo uma chance incrível. No segundo tempo, o time do Pará teve a chance do empate com Wilker, que invadiu a área e chutou torto para fora.

O Vila Nova voltou a atacar e Facundo Boné foi derrubado dentro da área por Bruno Limão e o árbitro não titubeou e assinalou outro pênalti para o time de Goiânia. O atacante Rafael Silva cobrou bem e deslocou o goleiro Axel, aos 25 minutos, 2 a 0 Tigre. A torcida fazia a festa nas arquibancadas do Estádio Olímpico, quando o meia Ramon do time do Vila, tentou marcar por cobertura, chutando do círculo central, mas não acertou o alvo.

Em um cruzamento venenoso dentro da área do Tubarão do Caeté, a bola explodiu no travessão. O time de Bragança se livrou de tomar o terceiro. O árbitro levou a partida até aos 49 minutos. Placar final: Vila Nova 2 x 0 Bragantino. O Tubarão do Caeté terá que vencer por dois gols para levar para os pênaltis ou derrotar o Tigre por três gols e avançar para a quarta fase da Copa do Brasil.

FICHA TÉCNICA

VILA NOVA: Rafael Santos; Felipe Rodrigues, Philipe Maia, Wesley Matos e Hélder; Neto Moura, Ramon e Danilo (Michel Douglas); Juninho (Facundo Boné), Rafael Silva e Capixaba (Joseph). Técnico: Eduardo Baptista

BRAGANTINO: Axel; Bruno Limão, Gabriel Gonçalves, Romário e Esquerdinha; Ricardo Capanema (Kaike), Paulo de Tárcio, Marco Goiano e Lukinha (Keoma); Fidélis e Mauro Praia (Wilker). Técnico: Samuel Cândido

Árbitro: Caio Max Augusto Vieira (RN)

Assistentes: Lorival Cândido das Flores (RN) e Jean Márcio dos Santos (RN)

Cartões amarelos: Michel Douglas e Joseph (Vila Nova); Romário e Ricardo Capanema (Bragantino)

Gols: Danilo, de pênalti, aos 7 minutos do 1° tempo para o Vila Nova; Rafael Silva, de pênalti, aos 25 minutos do 2° tempo para o Vila Nova

Local: Estádio Olímpico Pedro Ludovico Teixeira, em Goiânia

Renda: R$ 137.805,00

Pagantes: 7.907

Credenciados: 1.324

Total: 9.231

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