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NOVO GOVERNO

Damares Alves é confirmada no Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos

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A pastora e advogada Dalmares Alves (dir.), durante o anúncio de sua confirmação no Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, ao lado do futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (esq.) Foto: Rafael Carvalho/Equipe de Transição

Pastora e advogada é ex-assessora de Magno Malta; pasta vai concentrar a Funai

O Estado de S.Paulo

Brasília – A pastora e advogada Damares Alves foi confirmada na chefia do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos. O anúncio foi feito pelo ministro extraordinário e coordenador da equipe de transição do governo, Onyx Lorenzoni, na tarde desta quinta-feira, 6. A pasta, ainda segundo o ministro, deve ficar responsável pela Fundação Nacional do Índio (Funai).

O convite de Bolsonaro à pastora, na semana passada, gerou atrito com a bancada evangélica. Damares foi assessora do senador Magno Malta (PSC-ES), um dos políticos mais próximos do presidente eleito, Jair Bolsonaro, durante a campanha. Malta não conseguiu se reeleger e não foi chamado para compor o primeiro escalão do novo governo. Nesta quarta-feira, 5, Bolsonaro disse que as portas “estão abertas” para o senador, mas que não seria “adequado” colocá-lo à frente de um ministério. Malta respondeu horas depois, dizendo que seu compromisso com o presidente eleito foi até o fim do segundo turno, e tentou minimizar qualquer sentimento de frustração.

 O anúncio de Lorenzoni também põe fim à disputa sobre o futuro da Funai. Atualmente sob responsabilidade do Ministério da Justiça, a fundação havia sido alvo de especulações desde os primeiros dias após a vitória eleitoral de Bolsonaro. A equipe de transição chegou a dizer que o órgão poderia ser repassado ao Ministério da Agricultura. O anúncio causou reação de funcionários da Funai, que enviaram uma carta ao futuro ministro da Justiça, Sérgio Moro, pedindo que a autarquia permanecesse sob sua responsabilidade.

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Ex-secretário de Alckmin será o ministro do Meio Ambiente

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O advogado Ricardo Salles, ex-secretário estadual do Meio Ambiente de São Paulo Foto: Pedro Calado/Secretaria do Meio Ambiente

Jair Bolsonaro escolheu Ricardo Salles para assumir a pasta; o advogado já foi secretário do Meio Ambiente em São Paulo durante a gestão de Geraldo Alckmin

Daniel Weterman, O Estado de S.Paulo

SÃO PAULO – O presidente eleito, Jair Bolsonaro, confirmou a escolha do advogado Ricardo Salles para ser ministro do Meio Ambiente. Ele informou a indicação através de publicação em sua conta oficial no Twitter. Após ser eleito, Bolsonaro cogitou extinguir a pasta. A informação foi antecipada pelo BR18.

Filiado ao partido Novo, Ricardo de Aquino Salles lidera o movimento Endireita Brasil e foi secretário estadual do Meio Ambiente em São Paulo na gestão de Geraldo Alckmin (PSDB). Neste ano, candidatou-se a deputado federal, porém, não conseguiu ser eleito.

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Moro anuncia nomes para a PRF e Secretaria de Defesa do Consumidor

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Sergio Moro anunciou mais dois nomes para compor a equipe do Ministério da Justiça   (Valter Campanato/Agência Brasil)

 Andreia Verdélio –  Agência Brasil  

O atual superintendente da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Paraná, Adriano Marcos Furtado, será o novo diretor da PRF.

Segundo Moro, o policial de carreira tem uma gestão muito elogiada à frente da PRF no Paraná e nas parcerias com a Polícia Federal.

“É uma pessoa absolutamente habilitada, técnica, em condições de fazer continuar a integração das atividades da segurança pública”, disse o futuro ministro.

Para a Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor, Moro indicou o advogado do Rio Grande do Sul Luciano Beneti Timm.

“É uma pessoa que tem qualidade acadêmica indubitável nessa área, mestrado nessa área, vários cursos no exterior na área jurídica, aprofundamento em Direito e Economia, um advogado bem-sucedido”, disse, sobre o currículo do novo secretário.

Para o futuro ministro, embora os Procons tenham uma atuação muito importante na defesa do consumidor, Timm terá o desafio de atuar preventivamente.

“Diminuindo os conflitos individuais, isso representa um ganho não só para consumidores e fornecedores, mas igualmente os custos de resoluções desses conflitos diminuem”, disse.

Na próxima semana, Sergio Moro deve anunciar os nomes dos últimos secretário e diretores de departamento do novo ministério, incluindo o secretário Nacional de Justiça.

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Guedes define dois novos nomes para Ministério da Economia

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Paulo Guedes anunciou dois novos nomes para o Ministério da Economia Foto: Adriano Machado/Reuters

Futuro ministro deve criar Secretaria de Previdência para deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), relator da reforma trabalhista

Adriana Fernandes e Idiana Tomazelli / O Estado de S.Paulo

 

BRASÍLIA – O futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, deve indicar Waldery Rodrigues Junior para a Secretaria de Fazenda, segundo apurou o Estadão/Broadcast. Ele teria como adjunto o atual ministro do Planejamento, Esteves Colnago, de acordo com o desenho que está sendo montado para a pasta. Waldery hoje é coordenador-geral na Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda. Colnago é servidor de carreira do Banco Central.

O relator da reforma trabalhista, deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), deve ser indicado para a secretaria de Previdência dentro da estrutura do novo ministério. Deputado federal pelo PSDB, Marinho não foi reeleito nas eleições passadas, mas Guedes, segundo apurou a reportagem, com a nova indicação, quer dar mais destaque à reforma da Previdência dentro da estrutura do ministério da Economia para sinalizar a importância da aprovação da reforma.

Como relator da difícil reforma trabalhista, Marinho tem experiência para ajudar nas negociações com o Congresso Nacional que serão necessárias para aprovar a reforma da Previdência. Com uma nova secretaria, o ministério da Economia terá sete secretarias.

A ideia inicial era que a Previdência ficasse numa secretaria de Previdência e Arrecadação, comandada por Marcos Cintra.

Para a Secretaria de Planejamento, Guedes deve indicar o advogado Paulo Uebel, especialista em direito tributário e financeiro. Uebel foi CEO do LIDE e é ex-secretário de Gestão do governo João Doria, em São Paulo. Seu adjunto deve ser o atual secretário-executivo do Ministério do Planejamento, Gleisson Rubin. Segundo apurou o Estadão/Broadcast, o desenho atual do Ministério da Economia contempla a indicação de apenas um secretário-executivo, mas Guedes ainda não bateu o martelo sobre quem seria o titular.

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