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Eleições 2018 Pará

Deputados estaduais e federais eleitos no Pará

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Os paraenses escolheram 41 deputados estaduais e 17 federais  para representar o estado do Pará.
Confira a lista dos eleitos.
41 deputados estaduais eleitos no Pará
  • Dr. Daniel (PSDB) – 113.588 votos
  • Cilene Couto (PSDB) – 93.614 votos
  • Renato Ogawa (PR) – 71.689 votos
  • Fábio Freitas (PRB) – 63.768 votos
  • Chamonzinho (MDB) – 63.722 votos
  • Gustavo Sefer (PSD)- 61.301 votos
  • Dirceu Ten Caten (PT) – 59.600 votos
  • Thiago Araújo (PPS) – 54.933 votos
  • Miro Sanova (PDT) – 52.619 votos
  • Bordalo (PT) – 49.854 votos
  • Antonio Tonheiro (PR) – 47.354 votos
  • Eliel Faustino (DEM) – 47.183 votos
  • Paula Gomes (PSD) – 46.863 votos
  • Raimundo Santos (PATRI) – 46.779 votos
  • Junior Hage (PDT) – 46.578 votos
  • Renilce Nidocemos (SD) – 45.991 votos
  • Hilton Aguiar (DEM) – 44.939 votos
  • Dilvandra Faro (PT) – 43.796 votos
  • Eraldo Pimenta (MDB) – 43.605 votos
  • Michele Begot (PSD) – 43.464 votos
  • Martinho Carmona (MDB) – 43.296 votos
  • Marinor Brito (PSOL) – 43.178 votos
  • Ana Cunha (PSDB) – 41.610 votos
  • Chicão (MDB) – 40.268 votos
  • Dra. Heloisa (DEM) – 40.224 votos
  • Victor Dias (PSDB) – 36.706 votos
  • Iran Lima (MDB) – 39.585 votos
  • Alex Santiago (PR) – 39.193 votos
  • Luth Rabelo (PSDB) – 36.761 votos
  • Dr. Wanderlan (MDB) – 34.096
  • Diana Belo (DC) – 33.752 votos
  • Delegado Toni Cunha (PTB) – 33.498 votos
  • Angelo Ferrari (PTB) – 31.609 votos
  • Delegado Nilton Neves (PSL) – 29.151 votos
  • Fábio Figueiras (PSB) – 29.077 votos
  • Igor Normando (PHS) – 25.443 votos
  • Dr. Jaques (PSC) – 25.022 votos
  • Orlando Lobato (PMN) – 22.358 votos
  • Professora Nilse (PRB) – 18.391 votos
  • Delegado Caveira (PP) – 16.325 votos
  • Dr. Galileu (PSC) – 14.551 votos
  • Brancos/Nulos – 8,69%
  • Abstenção -19,95%

17 Deputados Federais eleitos no Pará

  1. Elcione MDB  4,18% 165202
  2. Vavá Martins PRB  4,01% 158717
  3. Priante MDB  3,91% 154647
  4. Nilson Pinto PSDB  3,77%  148972
  5. Celso Sabino PSDB  3,70% 146288
  6. Delegado Éder Mauro PSD 3,68% 145653
  7. Beto Faro PT  3,64% 143822
  8. Olival Marques DEM 3,42%  135398
  9. Cássio Andrade PSB  3,31% 130768
  10. Airton Faleiro PT  2,70% 106965
  11. Hélio Leite DEM  2,59% 102554
  12. Paulo Bengtson PTB 2,44% 96722
  13. Joaquim Passarinho PSD  2,42% 95582
  14. Eduardo Costa PTB  1,90% 75346

Eleições 2018 Pará

Pesquisa registra quase empate técnico entre Márcio Miranda e Helder Barbalho: diferença é só de 5,5%

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A uma semana da realização do 2º turno da eleição para governador do Pará e presidente da Rapública, os candidatos Márcio Miranda (DEM) e Helder Barbalho (MDB) estão praticamente empatados na reta final da corrida, enquanto Jair Bonsonaro (PSL) mantem-se \à frente de Fernando Haddad (PT).

Segundo a pesquisa Contexto Eleitoral Pará, divulgada agora há pouco pelo Instituto Doxa, encomendada pela Editora  Gravasom Ltda/A Província do Pará, a diferença agora entre os candidatos ao governo do pará caiu para  apenas 5,5 pontos percentuais. O Doxa foi o instituto de pesquisa que mais acertou no primeiro turno e como mantem a sua metodologia no 2º turno, a expectativa é que continue acertando.  O diretor do Doxa, Dornélio Silva, antes do primeiro turno já previa, em entrevista a A Província do Pará o crescimento de Márcio Miranda. Sua previsão está se materializando e contrariando outras pesquisas que já davam Helder Barbalho eleito no primeiro turno e que, agora, no segundo turno, já lhe davam uma vantagem superior a 50% dos votos.

Considerando a margem de erro de 2,25% para mais ou para menos, é plausível prospectar-se um  empate técnico real nas próximas horas e até a ultrapassagem de Helder Barbalho por Márcio Miranda, uma vez que Márcio Miranda vem subindo em todas pesquisas enquanto o seu adversário perde espaço, por ter seu nome relacionado a grandes escândalos nacionais.

Esta é a segunda pesquisa, depois do 1º turno. Já da primeira, a diferença pro-Helder Barbalho havia caído para 7,4 pontos percentuais. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral sob o protocolo nº TRE PA 09042/2018

PRESIDENTE DA REPÚBLICA

O Doxa também ampliou a pesquisa para presidente da República. Jair Bolsonaro (PSL) aparece com 45,7% e Fernando Haddad (PT), com 36,3%. Os indecisos são 5,9%. E os que pretendem anular o voto são 12,1%.

 

 ESTIMULADA PARA GOVERNADOR

Na pesquisa estimulada, agora,  para governador do Pará, Helder Barbalho obteve 45,9% contra 40,4% dados a Márcio Miranda. Brancos e nulos somaram 9%. Não souberam responder, 4,7%.

Márcio Miranda tem menor rejeição

Por outro lado, Márcio Miranda é o candidato com a menor rejeição. O Doxa entrevistou 1988 eleitores, entre os dias 17 e 20 destes mês, nas cinco mesorregiões do Pará. E deste total, 36,8% disseram que com certeza votarão em Márcio Miranda, enquanto 36,6% disseram que não votarão nele de jeito nenhum. Já 16,3% disseram que poderão votar em Márcio Miranda, contra 11,3% que não souberam responder.

Helder Barbalho tem 40,7% de rejeição, enquanto 37,6% disseram que votarão nele de qualquer maneira. Os que ainda poderão votar são 16,8% e os que não souberam responder, 4,9%.

Confira os gráficos abaixo:

NÃO VOTAM EM HELDER

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Eleições 2018 Pará

Helder Barbalho usa dinheiro do Bolsa Família para fazer campanha para governador do Pará

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No esquema armado pelo PMDB com a conivência do PT, o candidato Helder Barbalho, que promete reservolver a questão do desemprego no Pará, mostra que é bom mesmo em tirar água de pedra

 

Pelo menos 12 pessoas do Pará são acusadas de fraudar o Programa Social Bolsa Família, criado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está preso em Curitiba,  para combater a concentração de renda no país.  Destinado à população em situação de extrema pobreza, o Bolsa Família paga R$ 89 como benefício básico.

Na Coluna do Estadão, no tópico Pente-fino, Helder Barbalho já é citado como beneficiário (por ter recebido doações de falsários) ilegal dos recursos do Bolsa Família. Os nomes dos beneficiários estão sob sigilo. Mas nós, com a colaboração do perfil do jornalista Ronaldo Brasiliense, revelamos abaixo a relação dos doadores do Pará, na expectativa que o Ministério Público e a Polícia Federal ponha as mãos nos pilantras.
Confirmadas as fraudes, os dados serão divulgados. A Coluna do Estadão  localizou uma doação para o candidato ao governo do Pará, Helder Barbalho (MDB). Ele recebeu R$ 600 de uma mulher que ganha R$ 130 por mês do Bolsa Família.

Com a palavra.A campanha de Barbalho afirma ser “impossível identificar se o depositante é beneficiário de programa social” e diz que “provavelmente se trata de uma fraude engendrada por seu adversário, Marcio Miranda, que já provou diversar veses que é ficha limpa. 

Robin Hood às vessas

Os fraudadores, além desse crime – eles nem  precisavam receber o recurso do programa-,  ainda destinaram parte ou tudo que receberam para a campanha do candidato do MDB ao governo do Pará, Helder Barbalho, que é milionário, recebeu milhões de propina da Odebrecht e da Camargo Correa, segundo deleções premiadas à Operação lava Jato.

A Polícia Federal já está na pista desses fraudadores, verdeiros Robin Hoood às vessas: tiram dos pobres para dar pros ricosa.  Cadeia neles. Cadeia a todo os fraudadores do Bolsa Família!!! É isso que o povo carente, que foi roubado por esses bandidos, considera que eles merecem. Isso é como roubar merenda escolar nas periferias carentes do Brasil. E houve isso em Ananindeua, quando Helder Barbalho era prefeito, segundo denúncia do Ministério Público,
Para facilitar o trabalho da Polícia Federal e do Ministério Público Eleitoral, segue a lista dos beneficiários do Programa Bolsa Família que doaram dinheiro para a campanha de Helder Barbalho ao governo do Pará.

A imagem pode conter: texto
O senador Paulo Rocha (PT), muito provavelmente é conhecedor desse absurdo, porque é íntimo da família Barbalho, a ponto de, mesmo depois de ter dito publicamente que o MDB traiu o seu partido em 2014, ter defendido e imposto a seus pares na Executiva Estadual do PT, a posição de apoio a Helder Barbalho no segundo turno, mesmo sabendo que Helder  é investigado pela lava Jato,e que  é da cozinha de Michel Temer, denunciado como protagonista do escândalo no Porto de Santos, São Paulo; que participaram  do golpe – tanto ele, o candidato Helder Barbalho, quanto seus pais, o senador Jader Barbalho e a sua mãe, deputada Elcione Barbalho. Esta teria recebido do dono do porto R$ 100 mil para a sua campanha de 2014,

Helder Barbalho, Jader e Paulo Rocha: tudo combinado para tirar do povo pobre o pouco que recebe do Bolso Família

O crime também foi praticado em outros estados do Brasil, leia a notícia que a Coluna do Estadão, do jornal O Estado de São Paulo publica hoje:

 

Candidatos receberam doações do Bolsa Família

O governo identificou que 113 beneficiários do Bolsa Família fizeram doações a candidatos no 1.º turno da eleição. Um cruzamento revelou que pelo menos 12 deles transferiram valores superiores a R$ 1 mil. O Ministério do Desenvolvimento Social também encontrou 297 pessoas que dividem a mesma casa com beneficiários do programa e que foram contratadas para trabalhar em campanhas. Desses, 160 receberam mais de R$ 5 mil.

Castigo. O ministro Alberto Beltrame, do Desenvolvimento Social, afirmou à Coluna que todos serão suspensos do programa cautelarmente até que se expliquem. Há suspeitas de que alguns possam ter sido usados como laranjas.

 Pente-fino. Os nomes dos beneficiários estão sob sigilo. Confirmadas as fraudes, os dados serão divulgados. A Coluna localizou uma doação para o candidato ao governo do Pará, Helder Barbalho (MDB). Ele recebeu R$ 600 de uma mulher que ganha R$ 130 por mês do Bolsa Família.

Com a palavra. A campanha de Barbalho afirma ser “impossível identificar se o depositante é beneficiário de programa social” e diz que “provavelmente se trata de uma fraude engendrada por seu adversário.

 Cartão… A intenção de Jair Bolsonaro (PSL) de mudar nomes de programas sociais criados pelo PT já foi pensada no governo Temer. A ideia esbarrou no próprio presidente.

…vermelho. Temer não autorizou trocar o nome Bolsa Família por “Bolsa Dignidade” e substituir o Minha Casa Minha Vida por “Casa Legal”.

Quem te viu… Depois da derrota nas urnas e um breve recolhimento, Dilma Rousseff vai reaparecer na próxima semana. Ela é esperada em uma agenda de campanha com Fernando Haddad em Minas.

Ala vip. Aliado de Bolsonaro, o senador eleito Major Olímpio já escolheu o gabinete que deseja ocupar. Quer o que pertencia a Aloysio Nunes, no Anexo I, ala que abriga hoje nomes como Renan Calheiros.

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Eleições 2018 Pará

João Salame, coordenador da campanha de Helder Barbalho, é exonerado da Funasa, após prisão no DF

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O empresário, ex-jornalista, ex-sindicalista, ex-deputado estadual ex-prefeito de Marabá, João Salame Neto (PP), acumula mais um “ex” em seu currículo: o de ex-diretor DO Departamento de Atenção Básica do Ministério da Saúde,. O Diário Oficial da União desta sexta-feira (19), traz o ato de exoneração de João Salame, depois que foi preso, na última quinta-feira (18), em Brasília, acusado de irregularidades na aquisição de gases medicinais quando era prefeito de Marabá. Salme foi indicado para o cargo pelo ex-ministro da Integração Nacional e candidato ao governo do Pará, Helder Barbalho (MDB). Mas também pesou muito o fato de seu irmão, Beto Salame, deputado federal, ter votado a favor da cassação da presidente Dilma Rousseff, para que Michel Temer pudesse ocupar a presidência da República.

Através de nota, a assessoria da ca

Saiba quem é João Salame e sua ligação com Helder Barbalho. Assista! -

HISTÓRICO DE SALAME

O ex-prefeito de Marabá, João Salame Neto (MDB), QUE FOI preso na manhã desta quinta-feira 918),  pela Polícia Federal, é um dos principais aliados de Helder Barbalho no Pará.

Atualmente, ele exerce a função de diretor do Departamento de Atenção Básica do Ministério da Saúde, indicado por Helder e Jader Barbalho na gestão do presidente Michel Temer (MDB).

João Salame é jornalista, empresário e político. Ele é proprietário do jornal Opinião, em Marabá e já foi presidente do clube de futebol Águia, time que fundou, também em Marabá.

Apesar da militância no sudeste do Pará, Salame ficou conhecido em todo o Estado por ter liderado a luta pela divisão do Pará. Mas, no plebiscito realizado em 2011, a população rechaçou a divisão.

Entre 2006 e 2013 foi vice-presidente estadual do PPS, partido que se elegeu deputado estadual por dois mandatos.

Ele foi vice-líder do governo Simão Jatene na Assembleia Legislativa, mas mudou de lado e de partido, pulando pro PROS se aliou a Helder Barbalho, se tornando apoiador e um dos coordenadores da campanha do então PMDB ao governo do Estado, em 2014. Apenas em 2016, João Salame se filiou ao MDB.

Foi eleito prefeito de Marabá e assumiu o cargo, em 1º de janeiro de 2013 até 31 de dezembro de 2016. Nesse período, ele foi cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PA), acusado de distribuir combustível durante a campanha eleitoral. Mas, conseguiu voltar ao cargo, através de liminar do Superior Tribunal Eleitoral (TSE).

Em 2016, ele chegou a ser afastado da prefeitura por decisão judicial porque devia mais de R$ 14 milhões à previdência dos servidores municipais. O ministro Ricardo Lewandowski o restituiu ao cargo por entender que ele não atrapalharia as investigações.

O ex-prefeito marabaense foi citado por delatores da Odebrecht como tendo recebido parte dos R$ 1,5 milhão doados, na eleição de 2014, ao então ministro da Integração Nacional Helder Barbalho. A denúncia na Lava Jato, aponta que Helder Barbalho, João Salame e o senador Paulo Rocha (PT) se reuniram com os diretores da Odebrecht para pedir dinheiro pra campanha dos dois candidatos.

João Salame é irmão do presidente do PP no Pará, Beto Salame, que não conseguiu se reeleger para a Câmara Federal.

Em agosto, durante a convenção do PP, em Belém, os irmãos Salame foram acusados pelo ex-senador Mário Couto (PP) de fraudar a decisão do evento, que havia indicado o nome de Couto para concorrer novamente ao cargo de senador.

No dia seguinte, o PP entregou quatro atas, excluindo Mário Couto de concorrer ao Senado. O partido decidiu apoiar a candidatura de Jader Barbalho (MDB) ao Senado. mpanha de Helder Barbalho, nega que João Salame seja coordenador da campanha do MDB. Leia abaixo a íntegra da nota:

“Mediante às notícias falsas, divulgadas nas últimas horas em parte da imprensa paraense, informamos oficialmente que o Sr. João Salame não é coordenador de campanha do candidato Helder Barbalho, do MDB”. 

Solicitamos ainda  o devido reparo na informação divulgada através do site.

Atenciosamente,
Assessoria de Comunicação – Helder Barbalho”.

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