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Derrocagem do pedral do Lourenço tem audiência pública em Marabá

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Uma audiência pública, iniciada  às 9h desta segunda-feira, no auditório do Ministério Público do Estado do Pará, em Marabá, no Sudeste do Pará, está debatendo os pró e os contra do derrocamento do pedral do Lourenço, no rio Tocantins, antes da usina hidrelétrica de Tucuruí, que vai permitir a negação até o porto de Barcarena, para escoar a produção de grãos e minérios do sudeste paraense e do Centro Oeste brasileiro. O secretário de Estado de Transportes, Pádua Andrade, está apresentando o projeto das obras de dragagem e derrocamento da via navegável do rio Tocantins, às autoridades presentes e ao povo marabaense.

Segundo Pádua Andrade, a obra do Pedral do Lourenço parece simples, pois consiste basicamente em desgastar os pedrais que impedem a navegação de embarcações cargueiras durante os meses de setembro a novembro, período em que o rio fica mais raso, mas é uma obra de grande envergadura, e que depende de muitos pontos para que, efetivamente, seja executada. Serão derrocados 50 quilômetros da extensão do pedral.

Secretário Pádua Andrade diz que obra é de grande envergadura 

“A navegação permanente na hidrovia Tocantins-Araguaia vai acelerar o desenvolvimento regional para a implantação de um novo conceito logístico que integrará a hidrovia aos modais rodoviário e ferroviário, garantindo o escoamento da produção agrícola, pecuária e mineral, dentre outras, dos Estados do Pará, Maranhão, Tocantins, Goiás e Mato Grosso”, ponta o secretário.

Pádua destaca que a obra do Pedral do Lourenço ganhou importantes avanços com a atuação de Helder Barbalho, governador do Estado, na época ministro da Integração Nacional. “Ele que participou de diversas reuniões com o Dnit, cobrando celeridade no processo, inclusive as formas de agilizar o processo de licenciamento do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que contou com a participação de representantes do governo e da empresa responsável pelas obras”, finalizou.

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Prefeituras do rico sudeste paraense acumularam mais de R$ 5 bilhões em 2018

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Os 39 municípios que compõem a mesorregião Sudeste Paraense conformam, juntos, o circuito por onde mais passam receitas de orçamento fiscal. Poderosos em setores economicamente estratégicos, como mineração, energia, gado e commodities agrícolas (soja, cacau, abacaxi e mandioca), esses municípios guardaram nas suas contas  uma fortuna de R$ 5,29 bilhões líquidos ao longo do ano passado.

Mineração é o principal esteio econômico do sudeste do Pará

Números sobre a riqueza fiscal arrecadada pelas prefeituras foram levantados com exclusividade nesta sexta-feira (15) pelo Blog do Zé Dudu, que concluiu a “contabilidade” dos municípios, mesmo daqueles que ainda não remeteram seus balanços à Secretaria do Tesouro Nacional (STN) até o momento, como os governos de Canaã dos Carajás, Novo Repartimento, São Geraldo do Araguaia, Cumaru do Norte e Palestina do Pará.

Pecuária é muito desenvolvida na região sudeste

A corrente de municípios financeiramente mais forte é formada pelos que estão no olho do furacão da extração mineral no complexo de Carajás. Não por acaso, as prefeituras de Parauapebas (R$ 1,51 bilhão, maior produtor de minério de ferro do país), Marabá (R$ 799,17 milhões, maior produtor nacional de cobre) e Canaã dos Carajás (R$ 352,89 milhões, segundo maior produtor de ferro do Brasil) são as mais ricas do sudeste do Pará e posicionam-se entre as dez principais do estado. Aliás, das 20 prefeituras mais bem sucedidas no tocante ao recolhimento de receitas, sete são da mesorregião — as demais são Tucuruí (R$ 304,49 milhões), Paragominas (R$ 291,33 milhões), São Félix do Xingu (R$ 173,06 milhões) e Redenção (R$ 165,97 milhões). Nenhuma outra parte do Pará emplaca tantas prefeituras assim.

Geração de energia é outra fonte gigantesca de riqueza no sudeste paraense

porção de terras pouco maior que o estado de Tocantins e onde moram 1,94 milhão de habitantes, entre os quais 1,17 milhão de eleitores, as prefeituras com menor recolhimento de receitas em 2018, todas abaixo dos R$ 25 milhões, foram Pau D’Arco (R$ 24,31 milhões), Abel Figueiredo (R$ 22,58 milhões), Brejo Grande do Araguaia (R$ 21,76 milhões), Sapucaia (R$ 21,44 milhões), Bannach (R$ 18,8 milhões) e Palestina do Pará (R$ 18,43 milhões).

Veja também:  Prefeitura de Parauapebas arrecada mais de R$ 200 milhões em apenas um mês e meio

Despesas com pessoal

O custo da folha de pagamento das 39 prefeituras da mesorregião toca R$ 2,5 bilhões e é a maior despesa com que os prefeitos precisam preocupar-se. Os gastos com pessoal consomem 47% da receita corrente líquida, mas 13 governos — de 30 que já entregaram o Relatório de Gestão Fiscal (RGF) atualizado para apuração de limite fiscal com a folha — estouraram o teto máximo, de 54%, definido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) para comprometimento da receita com o funcionalismo.

Embora as folhas de Parauapebas (R$ 506,4 milhões), Marabá (R$ 385,9 milhões), Tucuruí (R$ 196,3 milhões), Paragominas (R$ 167 milhões) e Redenção (R$ 94,4 milhões) sejam as mais robustas considerando-se a despesa total, é a despesa com pessoal da Prefeitura de Rondon do Pará a mais preocupante. Aquele município comprometeu ano passado 73,5% de sua arrecadação com os servidores, quase 20 pontos percentuais acima do limite máximo permitido por lei. O caminho para o equilíbrio é quase sem volta.

Também estouraram o limite legal as prefeituras de Pau D’Arco (67,93%), Tucuruí (64,47%), Itupiranga (61,53%), Cumaru do Norte (61,53%), Xinguara (58,85%), Eldorado do Carajás (58,69%), Rio Maria (58,13%), Paragominas (57,33%), Dom Eliseu (57,18%), Floresta do Araguaia (56,94%), Redenção (56,87%) e Sapucaia (56,6%).

As três prefeituras da região com as menores folhas de pagamento em valores correntes são Abel Figueiredo (R$ 10,83 milhões), Brejo Grande do Araguaia (R$ 8,74 milhões) e Bannach (R$ 8,32 milhões). Elas também garantiram percentuais bem abaixo da linha de tiro da LRF: 47,98%, 40,15% e 44,28%, respectivamente.

Confira a receita líquida apurada de cada uma das 39 prefeituras do sudeste do Pará em 2018, com informação em prestações de contas anteriores ao 6º bimestre para os governos de Novo Repartimento, São Geraldo do Araguaia e Palestina do Pará.

 

Fonte: Blog Zé Dudu

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Jari Celulose planeja ampliar investimentos para gerar mais quatro mil empregos no Pará

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Sérgio Amoroso explicou que, hoje, a fábrica de celulose da Jari, instalada em Almeirim, na região do Baixo Amazonas, produz cerca de 250 mil toneladas de celulose por ano, e e deve aumentar em breve essa produção para 300 mil.

A Jari Celulose, presente há quase 50 anos no Pará, planeja ampliar os seus investimentos no Estado e gerar mais quatro mil empregos diretos, além dos três mil atuais, num prazo de sete a dez anos. Para discutir as possibilidades de parceria da empresa com o Governo, Helder Barbalho recebeu o presidente do Grupo Orsa e controlador da corporação, Sérgio Amoroso, na tarde desta quarta-feira (13).

A reunião, realizada no Palácio do Governo, contou com a presenta dos secretários de Estado de Meio Ambiente, Mauro Ó de Almeida; de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia, Iran Lima; além do presidente do Instituto de Terras do Pará, Bruno Kono.

Uma das intenções do representante da empresa é buscar apoio do Estado no que se refere à segurança jurídica dos empreendimentos e contrapartidas, sobretudo na área social. Sérgio Amoroso explicou que, hoje, a fábrica de celulose da Jari, instalada em Almeirim, na região do Baixo Amazonas, produz cerca de 250 mil toneladas de celulose por ano, e e deve aumentar em breve essa produção para 300 mil.

O objetivo é ainda maior para os próximos anos: a empresa quer produzir um milhão de toneladas de celulose a cada 12 meses, o que vai subir de três para quatro mil empregos diretos e de 12 para 15 mil empregos indiretos envolvidos com o empreendimento.

“Esse investimento já existe há quase 50 anos no Pará e, nos últimos tempos, o Estado vinha oferecendo muita instabilidade jurídica e insegurança. Nesta nova gestão, no entanto, estamos vendo que o Governo quer resolver as questões e fazer com que o investidor se sinta mais seguro”, destacou, acrescentando que a conversa com o governador Helder Barbalho e secretários fluiu de maneira muito produtiva.

“O governador se comprometeu a nos ajudar a resolver os problemas de maneira rápida e, em contrapartida, pediu nosso apoio em questões sociais. Como temos uma instituição que trata disso, a Fundação Jari, veremos de que maneira podemos colaborar de maneira efetiva. Uma delas será, sem dúvida, com o Hospital Oncológico Infantil de Belém”, detalhou Sérgio.

O secretário Iran Lima disse que uma das prioridades do Governo é fazer com que as secretarias ajam de maneira integrada e contribuam para a economia crescer e gerar desenvolvimento para o Estado.

“Já estamos trabalhando para dar segurança jurídica e regularização fundiária a todos os que desejam se instalar no Estado, dentro da Lei. O nosso objetivo final é gerar mais emprego, renda e atender os interesses sociais do Pará”, frisou.

Por Elck Oliveira/Assessoria do Governo

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Publicitário esclarece envolvimento de agência em ação do MP sobre improbidade na Alepa

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A quem interessar possa:

1- Durante o processo eleitoral passado ao Governo do Estado, do qual eu fui o responsável pelo marketing da campanha do candidato Marcio Miranda, presidente da Assembleia Legislativa naquela ocasião, houve processo licitatório para escolha de duas agências de publicidade para atender a conta da Alepa. A Griffo participou e foi desclassificada. Saíram vencedores a DC3 e a Fax, do Anselmo Gama, que fez o marketing da campanha do senador reeleito Jader Barbalho.

2- Em 2009, quando o Duciomar Costa era prefeito de Belém pela segunda vez, a Griffo foi uma das quatro agências selecionadas na licitação pra atender a conta da prefeitura. No ano anterior eu coordenei o marketing da campanha da candidata derrotada Valéria Pires Franco.

3- Em 2012, a Griffo e mais três agências foram selecionadas, por licitação,
para atender a gestão do então prefeito Helder Barbalho, em Ananindeua. Em 2010 fiz o marketing da campanha derrotada de Manoel Pioneiro. Em 2014 e 2018 voltei a ficar à frente do marketing das duas campanhas vitoriosas do mesmo Pioneiro, para prefeito de Ananindeua.

4- Quem conhece, sabe que o processo licitatório para seleção de agências de publicidade é meticuloso, detalhado, trabalhoso e exige expertise em varias áreas, e passa por julgamento de uma equipe técnica especializada. Sempre procuro participar com boas propostas, em competições que envolvem muitas agências experientes e competentes da terra.
Nas últimas do Governo do Estado, a Griffo foi selecionada juntamente com mais outras cinco agências: Gamma, Galvão , DC3, Fax e Bastos. Todas atendem a publicidade do Governo do Estado.
Na Prefeitura de Belém, na licitação mais recente, foram selecionadas Gamma, classificada em primeiro lugar, Griffo, DC3 e Fax.

Desculpem eu ocupar os amigos do grupo com essa resposta , mas depois de uma história construída ao longo de 37 anos , é difícil ficar calado em meio a tamanho absurdo, com acusação descabida de qualquer verdade.
Ab,

Orly Bezerra

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