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Distribuição eficiente leva A PROVÍNCIA DO PARÁ a quase todo o Estado

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Graças ao prestígio do nome  de A PROVÍNCIA DO PARÁ  e à eficiência das equipes de baderneiros (diz assim daquele que entrega os jornais aos assinantes ou cuida da venda avulsa de exemplares) esta segunda edição do jornal, que chegou a Belém no sábado (25) pela manhã, já está praticamente esgotada. Restam alguns exemplares pelo menos nas bancas do centro da cidade, para as quais é mandado um número alto de exemplares. Mas o jornal já está em Santarém, Castanhal, Marabá, Redenção, Abaetetuba, Barcarena, Soure e Salvaterra, estando a caminho de outras tantas. E muita muita gente ligando para a Redação querendo saber onde pode comprar o seu exemplar.

Esta segunda edição impressa de A PROVÍNCIA DO PARÁ – o jornal estava fora de circulação há 16 anos- traz assunto da hora: pesquisas sobre a intenção de votos dos eleitores; denuncias de consumidores contra os abusos da Celpa na cobrança das contas de energia elétrica; uma coberta boa do relançamento do jornal, pelo empresário Carlos Santos e sua esposa Aline Santos. A empresa  A PROVÍNCIA DO Pará foi fundada em 25 de março de 1876, por Joaquim José de Assis, Francisco Cerqueira e  Antonio José de Lemos. Ficou, depois totalmente sob o controle de Lemos, o melhor intendente (prefeito) da história de Belém. Inimigo político de Lauro Sodré, que foi até governador do Estado, em 1912, Lemos teve incendiados, por “lauristas” ( seguidores de Lauro Sodré) a sua casa e o luxuoso  prédio de A PROVÍNCIA DO PARÁ, hoje ocupado pela  Instituto de Educação do Pará (IEP), na rua Gama e Abreu com av. Presidente Vargas, na época 15 de Agosto (homenagem à adesão do Pará à Independência do Brasil, em 1824), defronte pra a Praça da República,

Só em 1947, graças a Assis Chateaubriand,  voltou a , fundada em circular como órgão dos Diário e Emissoras Associados, o império de comunicação que Chateaubriand conseguiu montar, incluindo emissoras de rádio e televisão.No Pará, fundou ainda a Rádio Marajoara,  em 1953, e a TV Marajoara, primeira emissora de televisão a entrar no ar em Belém. Em 1980, perderam a concessão da TV, que saiu do ar e cuja outorga foi concedida ao empresário Sílvio Santos, que lançou o SBT – Sistema Brasileiro de Televisão. Em seguida a Rádio Marajoara  foi vendida ao engenheiro Manoel Ribeiro. Carlos Santo acabou comprando a Marajoara; depois obteve a concessão do Canal 50.1, a que deu o nome de TV Marajoara. E, agora, adquiriu o título de A PROVÍNCIA DO PARÁ, decidindo oferecer ao leitor paraense um jornal moderno, plural e isento de paixões clubísticas, religiosas, políticas ou de qualquer outro preconceito. É neste sentido que pretendemos seguir a cada nova edição do jornal, Por hora, numa periodicidade quinzenal, Mas, quem sabe  amanhã? não encurtamos esse intervalo?

Outros temas da edição: casos de doenças de Chagas no Pará; falta de acessibilidade nas cidades paraenses; falta de segurança às aldeias indígenas em Belo Monte; garimpos de ouro clandestinos no Tapajós etc.

Bom domingo e boa leitura

ANTONIO JOSÉ SOARES

 EDITOR RESPONSÁVEL

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