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Dólar sobe com desemprego nos Estados Unidos e tensão comercial

Dado semanal sobre mercado de trabalho americano fica acima do esperado e amarga otimismo

Foto: Reprodução / Fonte: Exame

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O dólar sobe frente ao real, nesta quinta-feira, 4, após os dados semanais de pedidos de seguro desemprego dos Estados Unidos terem saído piores do que o esperado. O embate comercial sino-americano também preocupa os investidores. Às 9h50, o dólar comercial subia 0,7% e era vendido por 5,122 reais, enquanto o dólar turismo, com menor liquidez, subia 0,9%, cotado a 5,41 reais.

Nesta manhã, o Departamento de Trabalho dos EUA, divulgou que, na última semana, foram feitos 1,877 milhões pedidos de auxílio desemprego ante uma expectativa de 1,800 milhões de pedidos. Desde o início da pandemia do coronavírus, o indicador tem sido atentamente observado pelo mercado para medir os efeitos imediatos da doença na economia.

No mercado, havia grandes expectativas que os números viessem ainda menores do que a mediana das projeções, tendo em vista que o ADP (que mede a variação de postos de trabalho do setor privado americano), divulgado ontem, ficou muito melhor do que o esperado.

Outro ponto que recebe a atenção do mercado neste pregão são os embates comerciais entre China e Estados Unidos. Na véspera, o presidente Donald Trump anunciou a proibição de voos de companhias aéreas chinesas para o território americano. Hoje, a China respondeu abrandando a restrição de voos para o país.

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