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Drone pode ser usado para afastar aves das proximidades de aeroportos

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Foto: kieferpix / iStock

Pesquisadores dos Estados Unidos desenvolveram um sistema que usa drones para afastar aves das proximidades de certas regiões. A ideia é usar a tecnologia para manter pássaros longe de aeroportos e assim evitar possíveis acidentes causados pelo choque de uma aeronave com um animal.

Órgãos reguladores de aviação civil restringem o acesso de drones em aeroportos citando possíveis riscos que as pequenas naves podem causar aos aviões. Mas, no sistema desenvolvido pelos pesquisadores do Caltech, na Califórnia, os drones são importantes para garantir a segurança dos aeroportos.

Os engenheiros do Caltech se inspiraram no voo 1549 da US Airways, que em 2009 precisou fazer um pouso de emergência no rio Hudson, em Nova York, após se chocar com um grupo de gansos-do-canadá que voavam nos arredores do aeroporto LaGuardia.

Para evitar novos casos parecidos – e que tenham desfechos trágicos sem que o piloto consiga pousar a aeronave com segurança, como no caso de Nova York -, os pesquisadores começaram a estudar maneiras de afastar aves de regiões de tráfego aéreo intenso.

Ao estudar as dinâmicas de voo e formação de grupos de aves, os pesquisadores chegaram a um modelo matemático para desviar a rota deles com uso de um único drone. Ao perceber a proximidade da pequena nave, os pássaros mudam de direção por acreditar que ela representa um risco para eles.

O desafio agora é ampliar o sistema para que ele possa ser usado em aeroportos, que precisariam de muitos drones para afastar muitos pássaros.

Fonte: Olhar Digital

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Tecnologia

Metade dos usuários do Facebook não gosta de uso de seus dados para anúncio

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Foto: Reprodução /Fonte: Agência Brasil

Metade dos usuários do Facebook entrevistados em uma pesquisa afirmou que não se sente confortável com a forma como seus dados são usados para a construção de perfis pela rede social. A sistematização de preferências é chave do modelo de publicidade da empresa, que vende aos anunciantes a difusão de conteúdos promocionais com alta capacidade de segmentação.

O levantamento foi feito pelo Pew Research Center, um dos mais conhecidos institutos de pesquisa sobre tecnologias da informação e comunicação do mundo, sediado nos Estados Unidos. O estudo analisou o conhecimento e o sentimento de usuários da plataforma quanto ao tratamento de seus dados para diversas finalidades, como a segmentação de anúncios.

Além do desconforto com o tratamento de seus dados, 74% das pessoas ouvidas relataram não saber que o site mantinha a lista dos seus interesses disponível a eles. Esse conjunto de gostos e opções sistematizados pode ser acessada pelo recurso chamado “Suas preferências de anúncios”. Essa página elenca os interesses registrados pelo Facebook e que são usados para o direcionamento de conteúdos pagos a cada usuário.

Quando direcionados a essa página, 59% dos entrevistados informaram que as preferências guardavam relação com suas atividades, e 27% não viram qualquer semelhança entre os tópicos e seus estilos de vida e gostos. No caso de dois tipos de preferências, “aprendizados políticos” e “afinidades étnico-raciais”, mais pessoas concordaram com a caracterização da rede social nesses casos do que discordaram. Ainda assim, mesmo com o conjunto de informações coletadas, 27% das pessoas relacionadas a algum partido na lista de preferências disseram que a leitura estava equivocada.

Na categoria de afinidades étnico-raciais (que mede não a cor ou identidade étnico-racial da pessoa, mas sua “afinidade” com grupos), 61% dos usuários enquadrados nessa categoria relataram que a classificação realizada pela rede social corresponde às suas preferências. Já o restante apontou uma leitura incorreta da plataforma sobre suas inclinações em relação a este tema.

Por outro lado, quando perguntados se haviam ajustados suas configurações de privacidade, 61% informaram que sim, contra 38% negando. Isso pode indicar que apesar do desconhecimento da classificação, parte importante dos usuários consultados já incorporou a prática de utilizar esses comandos. Já a iniciativa de baixar os dados armazenados pelo Facebook, recurso disponibilizado pela plataforma, ainda é pouco comum. Apenas 10% dos ouvidos relataram ter feito isso no último ano.

Segmentação

O estudo também levantou quantas categorias de preferências os usuários têm. Este é um indicador do grau de segmentação dos interesses promovido pelos sistemas informatizados do site. Do total dos ouvidos no estudo, 60% responderam ter inclinações divididas em 10 ou mais categorias, sendo 27% em 10 a 20 categorias e 33% em 20 ou mais categorias. Entre os que possuem menos de 10, 27% relataram estar nessa condição e 11% registraram não terem em suas páginas qualquer categoria.

Método

Foram ouvidos 963 usuários do Facebook com 18 anos ou mais, residentes nos Estados Unidos. Destes, 56% informaram usar o aplicativo várias vezes ao dia e 25%, pelo menos uma vez ao dia. Por volta de 80% dos participantes estão na plataforma há pelo menos cinco anos.

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Tecnologia

PF derruba site de torrents brasileiro como parte da ‘Operação Copyright’

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Foto: Reprodução /Fonte: Olhar Digital

A Polícia Federal apertou o certo contra a pirataria no Brasil nesta semana. Como parte da “Operação Copyright”, a agência cumpriu mandados de busca e apreensão em cinco estados (Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Espírito Santo e Goiás) em uma ação contra um site de compartilhamento de arquivos por meio do protocolo Torrent.

A página, chamada de Speed-Share, ficava hospedada nos Estados Unidos, mas era operada e utilizada por brasileiros. A estimativa das autoridades aponta que a ferramenta era usada por 140 mil pessoas, com cerca de 9 milhões de visitas por ano.

A ação nasceu a partir de uma denúncia da Associação Protetora dos Direitos Intelectuais e Fonográficos, organização que defende interesses de gravadoras, mas a página também permitia o compartilhamento de filmes, séries, jogos e outros conteúdos.

Durante as investigações, foram identificadas duas pessoas de Sorocaba, no interior de São Paulo, que administravam o site. Posteriormente, também foram identificados outros seis suspeitos.

A operação, no entanto, não resultou na prisão de ninguém. Foram apreendidos computadores, celulares e DVDs piratas, e os suspeitos terão de prestar depoimento e responderão pelo crime de violação de direitos autorais. As gravadoras estimam que a atividade do Speed-Share chegou a causar prejuízos de até R$ 89 milhões ao longo dos nove anos de funcionamento do site.

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Tecnologia

Esqueceu a senha do ENEM? Veja como recuperá-la

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Foto: Reprodução

Nesta sexta-feira (18/1), o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgará os resultados individuais do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Para evitar contratempos e garantir o acesso às notas assim que forem liberadas, a autarquia orienta que os participantes que não se lembram da senha cadastrada façam o processo de recuperação com antecedência.

Quem esqueceu a senha e também não tem acesso ao e-mail cadastrado tem a opção de informar novos contatos para receber a senha temporária. Em ambos os casos é preciso informar o CPF e responder ao desafio de figuras que aparecerá na tela. O Inep disponibilizou ainda um passo a passo em caso de dúvida, que você vê logo abaixo:

Orientações para Recuperação de Senha

Caso você tenha esquecido a senha

1º – Acesse a Página do Participante.

2º – Informe seu CPF, responda ao desafio de figuras e clique em “Esqueci minha senha”.

3º – Na tela seguinte, confira se o e-mail apresentado está certo, responda ao desafio de figuras e clique em “Enviar nova senha por e-mail”.

4º – Acesse a caixa do e-mail cadastrado para ver a senha temporária.

Caso você tenha esquecido a senha e não tem acesso ao e-mail cadastrado

1º – Acesse a Página do Participante.

2º – Informe seu CPF, responda ao desafio de figuras e clique em “Esqueci minha senha”.

3º – Na tela seguinte, se você não se lembra ou não tem acesso ao e-mail apresentado, responda ao desafio de figuras e clique em “Não tenho acesso a este e-mail”.

4º – Na tela seguinte, confirme as informações solicitadas pelo sistema.

5º – Na sequência, informe e confirme novos dados para contato (celular e e-mail), responda ao desafio de figuras e clique em “Salvar novos dados de contato e enviar nova senha”.

6º – A mensagem “Dados confirmados com sucesso” será exibida. Uma notificação será enviada para o e-mail cadastrado na inscrição, informando a alteração.

7º – Acesse a caixa do novo de e-mail cadastrado para ver a senha temporária.

As notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) serão divulgadas também na Página do Participante  e no aplicativo oficial do Enem. Os mais de 4,1 milhões de participantes terão acesso a quanto obtiveram em cada uma das provas: linguagens, ciências humanas, ciências da natureza, matemática e redação.

O Enem foi aplicado nos dias 4 e 11 de novembro de 2018. Desde o dia 14 de novembro, estão disponíveis as provas e os gabaritos oficiais.  Também estão disponíveis vídeos com os enunciados e as opções de respostas da videoprova em Língua brasileira de sinais (Libras).

O Inep divulgará, no dia 18 de março, o espelho da redação, ou seja, detalhes da correção dessa prova. Isso é feito após os processos seletivos dos programas federais. A correção tem função apenas pedagógica e não é possível interpor recurso.

A nota dos treineiros, aqueles que ainda não concluíram o ensino médio e fizeram a prova apenas para testar os conhecimentos também será divulgada no dia 18 de março.

Com o Enem, os estudantes poderão concorrer a vagas no ensino superior público pelo Sistema de Seleção Unificada, a bolsas em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos, e participar do Fundo de Financiamento Estudantil.

Fontes: Agência Brasil / Portal Inep

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