Conecte-se Conosco

Política

Eduardo Bolsonaro (PSL) bateu o recorde de votos absolutos para a Câmara dos Deputados

Publicado

em

Foto: Reprodução
Spread the love

Filho do presidenciável do PSL Jair Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro (PSL) bateu o recorde de votos absolutos para a Câmara dos Deputados, com mais de 1,8 milhão, desde a redemocratização. Antes dele, era o ex-candidato à Presidência Enéas Carneiro, do extinto Prona, quem ocupava o posto. Em 2002, ele se elegeu com 1.537.642 votos (8,02%). Há quatro anos, Eduardo foi eleito para o seu primeiro mandato com 82,2 mil votos.

Com apenas um partido na sua coligação em São Paulo, a legenda elegeu nove deputados, quatro deles puxados pela alta votação do filho de Bolsonaro e da jornalista Joice Hasselmann, que também obteve mais de um milhão de votos. Se todos os nomes forem confirmados pela Justiça Eleitoral, o PSL terá bancada de 56 deputados.

Fonte: ISTOÉ

Continue lendo
Clique para comentar

Política

TRE condena Helder Barbalho por difamação contra Márcio Miranda em sua campanha

Publicado

em

Spread the love
O candidato Márcio Miranda (DEM),  segundo colocado na corrida do 2º turno da eleição para  governo do Pará, e a 5,5 pontos percentuais do primeiro colocado, Helder Barbalho (MDB), que está sofrendo progressivas quedas na sondagens de intenção de votos,  conseguiu mais um direito de resposta contra a coligação do seu adversário  Vários direitos de resposta já foram concedidos ao candidato, pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), quem tem sido atingido grosseiramente em sua honra e sua dignidade pelo candidato do MDB.
 Tudo porque a campanha de Helder já havia veiculado peças de propaganda eleitoral negativas na televisão, contra Márcio Miranda,  seu principal adversário. As agressões gratuitas aumentam à medida que Helder Barbalho sente, cada vez mais intenso, o bafo de Márcio Miranda em  seu cangote.
 Segundo a decisão do TRE-PA,  Helder Barbalho alegou  falsamente  que Márcio Miranda recebia ilegalmente aposentadoria como capitão reformado da Polícia Militar do Pará. O juiz Rui Frazão considerou o fato  inverídico, baseado em documentos e provas que desmontaram a propagada da coligação o Pará daqui Pra Frente, de Helder Barbalho, este sim, envolvido em denúncias de recebimento de propina perante as empreiteiras  Odebrecht e Camargo Correa, segundo delações premiadas à Laja Jato, operação que apura a corrupção sistêmica em que se encontra o país
 Nesse sentido, a defesa de Márcio Miranda também conseguiu suspender uma propaganda negativa feita pela equipe de Helder Barbalho no rádio e na TV, que afirmava que ele era dono de um cemitério. Já disseram que ele tinha hospital quando, na verdade, o tal hospital é da família da mulher do candidato do DEM. Agora, Helder Barbalho está insistindo que Márcio Miranda é aliado de um certo “Gordo do Aurá”, traficante que se elegeu vereador de Ananindeua. A acusação é, no mínimo estranha, partindo de quem  é aliado de Michel Temer. 

Continue lendo

Política

Márcio Miranda passa pito em Helder Barbalho na TV: “seja homem, respeite o eleitor”

Publicado

em

Spread the love

O candidato a governador do pará, Márcio Miranda (DEM), é conhecido por ser um hábil conciliador. Quem o conhece bem, entretanto, não ignora que ele sabe ser bem enérgico e determinado. E foi assim que se mostrou nos últimos programas da campanha no segundo turno, quando chegou a chamar seu adversário, Helder Bárbalho (MDB) de “moleque”  e, pediu-lhe que “respeite pelo menos os eleitores”.

Márcio Miranda concitou Helder Barbalho a ser “homem” (não moleque) e pediu que ele explique ao povo paraense o seu envolvimento com as propinas das construtoras Odebrecht e Camargo Correa, revelada em delações premiadas na Operação Lava Jato. As denúncias envolvem também o pai do candidato do MDB, senador reeleito, Jader Barbalho.

Mais recentemente, a Coluna do Estadão (jornal O Estado de São paulo), publicou novas denúncias contra Helder Barbalho, dizendo, inclusive, que ele faz campanha com dinheiro de clientes do programa Bolsa Família, do governo federal. Antes, a Folha de S. Paulo já havia relacinal Helder Barbalho com os escândalos do Porto de Santos, que envolvem também o presidente Michel Temer. E até a mãe do candidato, deputada  reeleita Elcione Barbalho, teria recebido R$ 100 mil da quadrilha que comanda o Porto de Santos, para sua campanha de 2014.

Cita que a atual direção do porto foi indicada pelo deputado José Priante, que é primo de Helder Barbalho. Foi o MDB  tmbém quem indicou o ex-prefeito de Tucuruí, Parsival Pontes para a direção da Companhia dos Portos do Pará. Ele saiu e não resolveu o problema do porto de Barcarena, onde um navio com cinco mil cabeças de gado vivo naufragou e até hoje está lá no fundo da baía poluindo as águas da região. Parsifal foi recentemente condenado por desvios de recursos na prefeitura de Tucuruí, ele que é coordenador da campanha de Helder Barbalho.

Aliás, em termos de coordenador,Helder Barbalho vai de mal a pior, Na sexta-feira passada, foi preso em Brasília, pela Polícia Federal,  outro coordenador de sua campanha, o ex-prefeito de Marabá, João Salame Neto, acusado de desviar mais de R$2 milhões da compra de gases para tratamento médico.

O que levou o candidato Márcio Miranda a passar um pito em Helder Barbalho, foi o fato de o candidato do MDB insistir, em seu programa no horário do TRE, que o adversário é apoiado por um cero “Gordo do Aurá” (Deivite Galvão), conhecido traficante que se firmou no município e no tempo em que Helder foi prefeito: Ananindeua. E, aliás, o tal “Gordo do Arauá” é vereador em Ananindeua e está filhiado ao DEM, partido de Márcio Miranda, mas acredita-se que tenha sido posto lá como foi posto aquele  cavalo de pau em Troia, pelos  troianos, incomodados com o rapto de Helena, esposa de Menelau, por Páris. Tá certo, Helena era linda, mas, e o “Gordo do Aurá”, vale tamanho esforço? Afinal, ele é só um traficante que virou vereador.  Quanto vereadores não são traficantes, na melhor das hipóteses de influência apenas?

Mas esse “Gordo do Aurá” não é um gordo qualquer. Além de lembrar o cavalo de Troia (Gregos e troianos entraram em guerra por causa do rapto da princesa Helena de Troia (esposa do rei lendário Menelau), por Páris (filho do rei Príamo de Troia). Isto ocorreu quando o príncipe troiano foi à Esparta, em missão diplomática, e acabou apaixonando-se por Helena. O rapto deixou Menelau enfurecido, fazendo com que este organize um poderoso exército. Agamenon foi designado para comandar o ataque aos troianos), lembra também o primeiro escândalo envolvendo a família Barbalho, que ficou conhecido com “caso Aurá”, e aconteceu no primeiro governo do atual senador Jader Barbalho, primeiro governador eleito depois da Ditadura Militar de 1964.

Caso Aurá

Quando foi governador do Pará pela primeira vez, Jader Barbalho desapropriou uma gleba terra, pertencente a José maria Mendonça, para a construção de casas populares. Só que dois terços da área desapropriada estavam dentro do igapé e não poderiam ser aterrados. O advogado Paulo Lamarão entrou em juízo com um ação popular, que levou anos em tramitação, mas terminou coma anulação do decreto desapropriação da gleba e com a queimação do nome do secretário e escritor Benedicto Monteiro, que era procurador do Estado e foi acusado de ter dado parecer favorável à desapropria. Depois, seguiram-se outros escândalos. Vejam abaaixo alguns desses momento sujos da hitória do Pará:

Em 25 de abril de 2010, na revista Época

Jader, da honra à vergonha

Como o jovem deputado honesto, corajoso e de idéias firmes transformou-se no político que o Brasil quer ver pelas costas
GERSON CAMAROTTI, DE BRASÍLIA

O terno de listras berrantes não faz uma combinação propriamente convencional com a gravata estampada, tomada de bolas coloridas. Assim mesmo, o deputado de 35 anos discursa com altivez e fervor.

“O povo brasileiro está cansado da farsa que lhe foi imposta. É preciso devolver com urgência o direito do povo de escolher seus governantes. Os governadores escolhidos pelo processo indireto têm-se caracterizado pela incompetência administrativa. A corrupção está campeando solta no país.” É março de 1980, governo do general João Figueiredo. O deputado autor do discuso é Jader Barbalho. Ele é admirado até mesmo por Ulysses Guimarães.

Eleito deputado federal em 1974 pelo então MDB, Jader saiu em defesa de presos políticos, lutou contra a cassação de parlamentares de esquerda – ele próprio corria esse risco –, acusou o regime militar de boicotar a democracia, propôs a instauração de uma CPI para investigar denúncias de corrupção na Sudam. Um exemplo para o Legislativo.

Na semana passada, depois de 35 anos de carreira política, Jader encaminhou à presidência do Senado sua carta-renúncia. “Não quero assistir a meu próprio funeral”, comentou, conforme o relato de um amigo seu a ÉPOCA. A questão que intriga é: por que o jovem deputado idealista e combativo transformou-se num senador que o Brasil quer ver pelas costas? Em que momento o político decente cede à tentação de se envolver em transações nebulosas?

O primeiro indício de que a trajetória de Jader Barbalho poderia ter o rumo alterado é de 1982. Foi quando ele pediu ao Banco do Brasil um financiamento para plantar seringueiras. Recebeu o equivalente a R$ 30 mil. O seringal jamais se tornou realidade e Jader teve de devolver o dinheiro para livrar-se da Justiça. “Foi a primeira mutreta dele”, diz o ex-prefeito de Belém e ex-deputado federal Oswaldo Melo (PPB-PA),. já falecido. “Não teve pudor de usar recursos do regime militar.”

O pai do ex-senador, Laércio Barbalho, de 83 anos (já falecido), tem uma máxima segundo a qual “um político somente tem sua honestidade testada quando assume um cargo executivo”. Jader submeteu-se ao teste em 1982, quando foi eleito governador do Estado do Pará. No mesmo ano surgia uma denúncia relacionada à desapropriação de um terreno que pertencia a uma sociedade de ajuda a vítimas de hanseníase. “Ele pediu 50% do valor do negócio para fundo partidário”, acusa o então advogado da entidade, Paulo Lamarão.

Logo depois estourou o caso Aurá, como ficou conhecido o segundo escândalo. Mais uma vez, estava em questão a desapropriação de terras. O governo do Pará pagou indenização sobre uma área de 2.178 hectares. Mais tarde a perícia constataria que o terreno tinha apenas 356 hectares. Toda essa sofisticada tecnologia em desapropriações Jader levou para os ministérios da Reforma Agrária e da Previdência, pastas que ocupou no governo Sarney.

Ele baixou 104 atos, entre desapropriações e acordos. Na Previdência, vendeu 138 imóveis sem licitação. Mas foi desviando recursos do Banpará em benefício próprio que Jader se enroscou de vez. De acordo com relatórios do Banco Central, ele embolsou cerca de R$ 10 milhões.

Em paralelo à vida pública, a carreira empresarial do ex-senador seguia vigorosa. Jader demonstrou quase tanta habilidade para os negócios quanto seu colega de partido, o ex-governador de São Paulo Orestes Quércia, dono de um patrimônio avaliado em US$ 52 milhões. Mais modesto, Jader tem hoje algo em torno de R$ 30 milhões. É dono de uma emissora de TV, três rádios e um jornal, o Diário do Pará. Tem ainda avião, quatro fazendas, milhares de cabeças de gado, dois prédios comerciais e vários imóveis no Pará e no Ceará.

É até difícil lembrar do deputado da “banca pesada” do MDB. O grupo era assim chamado por causa de suas posições firmes. Dele faziam parte, além de Jader, gente como Roberto Freire (PPS-PE), Fernando Lyra, Odacir Klein e Alceu Collares (PDT-RS). “Éramos todos peladões”, lembra um deles. “Só Jader ficou rico.”

Quando foi eleito para a Câmara Federal, em 1974, Jader possuía um patrimônio simples: uma casa na Vila Marlene, no subúrbio de Belém, e um carro. “Ele era de origem muito modesta”, lembra Collares, que foi seu vizinho de gabinete. Dos “peladões”, Fernando Lyra está sem mandato e vive como um cidadão de classe média. “Eu só melhorei de vida depois que deixei a política”, diz Odacir Klein, que hoje trabalha como advogado. O deputado Alceu Collares e o senador Roberto Freire vivem do salário de parlamentar. “Para quem não tem formação consolidada, o poder se torna um risco”, diz Freire, ao tentar explicar a metamorfose do ex-colega.

Mesmo com a biografia manchada, Jader se empenhará em manter a pose. “Ele é absolutamente gelado e não se intimida com nada”, diz o líder do PMDB, deputado Geddel Vieira Lima. A opção pela renúncia assegura ao ex-senador seus direitos políticos para disputar a próxima eleição. Na campanha certamente aparecerá com bem-cortados ternos Armani, seus preferidos atualmente.

 

O GLOBO 

28/12/11

Jader Barbalho se envolveu em sucessivos escândalos

O paraense Jader Barbalho já foi do paraíso ao inferno no cenário político brasileiro: um dos homens mais poderosos da República, ministro duas vezes no governo José Sarney, envolveu-se em cabeludos escândalos de corrupção nos cargos públicos que ocupou, presidiu o Senado, foi algemado e preso. Acusado de desviar recursos da Sudam e do Banpará, protagonizou casos rumorosos como o do projeto do ranário fantasma da mulher com recursos públicos. Em certo momento alçou o posto de vilão número um do país. Passados dez anos como coadjuvante na política nacional, voltou nesta quarta-feira ao paraíso, no mesmo cenário do qual saiu pela porta dos fundos para não ser cassado em 2001.

Logo depois de tomar posse, Barbalho retornou pela primeira vez ao gabinete da liderança do PMDB no Senado para dar uma entrevista coletiva. Pouco antes da entrada dos jornalistas, fez um desabafo sobre sua trajetória política, numa referência aos episódios dos últimos 10 anos:

— Volto ao Senado mais de 10 anos depois. Renunciei em 5 de outubro de 2001.

Jader fazia referência ao feroz embate político com o ex-senador Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA) na disputa pela presidência do Senado. O confronto gerou uma guerra de dossiês, trazendo a público diversas denúncias que envolviam os dois principais políticos da base do governo Fernando Henrique Cardoso no Congresso.

Num dos embates mais duros no plenário, transmitido ao vivo pela TV Senado, ACM, então presidente do Senado, levou a pior. ACM presidia a sessão e Jader fazia discurso o atacando. Tentou interromper o discurso e Jader reagiu:

— Não concedi aparte a Vossa Excelência. Fique calado! Ouça calado. Fique caladinho aí! — bradou Jader.

Pego de surpresa, ACM só rebateu momentos depois lendo uma manchete do jornal “O Estado de S.Paulo”, que dizia: Pará agora só tem ladrão, louco e traidor.

— E Vossa Excelência era o ladrão ! — disse ACM.

As denúncias contra Jader continuaram mesmo depois que ele assumiu a presidência do Senado em 2001. Com isso, ele foi obrigado a renunciar para escapar de um processo de cassação do mandato.

Já sem mandato, em fevereiro de 2002, Jader foi preso pela Polícia Federal, em Belém, pelo envolvimento no escândalo da Sudam.

Continue lendo

Política

Jatene alerta paraenses para votar certo no 2º turno, dia 28

Publicado

em

Spread the love

O governador  lista algumas obras importantes entregues aos paraenses e  pede quem pensem com calma e tenha consciência na escolha do  novo  governador

Josué Silva de Araújo/ Redação

Os paraenses tiveram importantes conquistas nas três gestões do governador Simão Jatene ( PSDB). Seus três mandatos são atestado de que o cidadão aprovou – e continua aprovando – a política por ele implementada nas áreas de saúde, bem estar social, segurança, educação, pavimentação, infraestrutura urbana, transporte – entre tantas outras. Jatene deixa o governo  com a cabeça erguida, com o sentimento do dever cumprido, como costuma dizer. E espera passar a faixa a alguém com capacidade e disposição para dar seguimento às obras que estão em fase de conclusão ou precisam ser ainda realizadas em sua totalidade. E Jatene aponta para sucedê-lo o atual presidente da Assembleia Legislativa, Márcio Miranda (DEM), que vai decidir a vaga no segundo turno marcado para o dia 28, contra o representante de um projeto familiar, e de um grupo político que está totalmente envolvido em denúncias de corrupção, sendo investigado, inclusive, ela Lava Jato, a temida operação que tem como estrela do lado dos “mocinhos” o juiz Sérgio Moro, de Curitiba, Paraná.

Jatene apoia Márcio Miranda, segundo afirma,  por reconhecer no parlamentar  em Márcio Miranda, uma forte  temperança para administrar um estado com 144 municípios, o Pará, muitas riquezas e muitos problemas sociais, econômicos, ambientais e políticos. .

Márcio Miranda foi para o 2º turno, mesmo com as pesquisas do Ibope dizendo que o candidato opositor, Hélder Barbalho (MDB), ganharia no 1º turno.

Agora, no mano a mano, Márcio Miranda tem crescido nas pesquisas. Pelo Instituto Doxa, a diferença vem reduzindo bastante. Está em apenas 7%, com Hélder Barbalho ainda à frente.

Simão Jatene conclama o cidadão de bem, aquele que não quer ver nosso estado no comando de acusados de corrupção, a refletir mais sobre a eleição para governador do Pará.

A fazer uma comparação mais detalhada entre os dois candidatos.

Na rede social, Jatene falou rapidamente sobre benefícios de peso no governo dele. Um deles o Hospital Materno-Infantil de Barcarena. A obra está terminada. Mas a construção do hospital se arrastou por quase 20 anos, causando ao cidadão, o que paga imposto, grandes transtornos.

O governo dispõe, mensalmente de R$ 240,00 por cada habitante do Pará, para realizar obras, serviços e manter a máquina administrativa.   O Hospital Abelardo Santos, em Icoaraci, é também exemplo de boa administração, de compromisso com o povo. Porque é o povo o que mais precisa do serviço público de qualidade, como escolas, hospitais, estradas, postos de saúde, pavimentação.

“Agora em dezembro”, o governador garantiu, “vamos entregar ao povo o Abelardo Santos”.

Para o que era antes, e o que é agora, o hospital é uma excelente conquista. Serão ao todo 269 leitos.

O custo da obra (do Abelardo Santos) também saiu a R$ 240/mês por habitante.

E atendimento de média e alta complexidade, quer dizer, voltado a pacientes portadores de doenças que precisam de especialistas.

Terá equipamentos de última geração. E profissionais especializados.

O Abelardo Santos recebe usuários de vários locais do Pará, principalmente da Ilha do Marajó e ilhas próximas.

E da Região Metropolitana de Belém.

Em três mandatos, Simão Jatene deixou 20 hospitais de alta complexidade aos paraenses. Isso significa cidadania, dignidade.

Um antigo dilema enfrentado pelos municípios paraenses era a quitação, pelas prefeituras, da quota da previdência estadual.

Com a crise econômica, que ainda permanece no país, os prefeitos deixaram da pagar a previdência estadual.

“Conseguimos dar solução ao problema e as prefeituras estão quitando suas dívidas”, disse Jatene.

A inadimplência deixava os municípios engessados, porque eles não podiam recebiam recursos do governo federal e estadual.

Sobre a família Barbalho, o governador lembrou que Hélder e o pai dele, Jáder Barbalho, estão citados na operação desencadeada pela Polícia Federal e Ministério Público Federal.

As investigação prosseguem e os Barbalho (pai e filho) são acusados de desvio e lavagem de dinheiro.

Não foram presos por se blindarem no conhecido foro privilegiado, que lhes dá imunidade – e por conseguinte, impunidade.

“Tenho a convicção de que os cidadãos paraenses darão um basta na corrupção, no dia 28 de outubro, votando em Márcio Miranda.”, diz Simão Jatene.

Continue lendo

Facebook

Propaganda

Destaques