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Eleições 2018 Pará

Eleitor não perdoa candidato traidor e “pau mandado”, diz diretor do Doxa

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Luth Rebelo imita Jeferson Lima depois do primeiro turno e muda de lado
Por Diógenes Brandão
Baseado nos números obtidos nas urnas e em seus estudos eleitorais realizados há cerca de 30 anos no Estado do Pará, Dornélio Silva, cientista político daDOXA Pesquisas falou com exclusividade ao nosso blog, onde disse que o eleitor não perdoa o político traidor e o pau mandado e lembra do caso Jeferson Lima, que disputou o primeiro turno das eleições de 2014, ao lado do governador Simão Jatene e no segundo turno pulou para o lado de Helder Barbalho.
Ouça:
Após ouvir o audio acima, o blog AS FALAS DA PÓLIS verificou que Helder Barbalho (MDB) só não venceu as eleições no primeiro turno, em 2014, pela falta de 50.551 votos.
 
Jeferson Lima, então candidato ao senado pelo PP, saiu deste mesmo primeiro turno com 741.427 votos e bastava que pudesse transferir 6,8% dos seus votos para Helder Barbalho e este seria eleito governador.
E qual foi o resultado do apoio de Jeferson Lima no segundo turno de 2014?
 
Helder Barbalho ao invés de aumentar sua votação, acabou diminuindo seu eleitorado perdendo 74.513 votos e Simão Jatene (PSDB) foi reeleito governador do Estado, com 137.390 votos a mais que o concorrente.
Já Jeferson Lima ganhou um programa de rádio e de TV na RBA, empresa de comunicação da família Barbalho e veio candidato a prefeito de Ananindeua nas eleições municipais de 2016 pelo PMDB, sendo fragorosamente derrotado, ainda no primeiro turno, por Manoel Pioneiro (PSDB), com uma diferença de 79.011 votos, quando este reelegeu-se prefeito com 55,64% dos votos válidos, enquantoJeferson Lima teve menos da metade: 25,62%.
Agora em 2018, Jeferson Lima disputou novamente as eleições para deputado estadual e foi derrotado pela terceira vez consecutiva, tendo recebido 21.699 votos.
Se compararmos com a votação da sua primeira votação obtida nas eleições de 2014, quando disputou as eleições aliado de Simão Jatene e recebeu 741.427 votos, veremos que o resultado da aliança com Helder Barbalho, deixou Jeferson Lima com apenas 2,9% dos seus eleitores.

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Eleições 2018 Pará

Márcio Miranda agradece o empenho de servidores e parlamentares

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Nesta quinta-feira (31.01), o Diário Oficial do Estado do Pará trouxe a publicação do Ato da Presidência nº 001/2019/Alepa, onde o Chefe do Poder Legislativo, deputado Márcio Miranda, resolve manifestar de público a gratidão aos serviços prestados pelos servidores da Assembleia Legislativa do Pará e parlamentares ao longo dos últimos seis anos, quando esteve presidindo a Casa de Leis.

Márcio Miranda foi o único presidente eleito para três mandatos consecutivos no Poder Legislativo, o fato inédito e histórico aconteceu graças a capacidade do parlamentar de desenvolver o seu trabalho independente de colorações partidárias e sempre pautado na defesa dos interesses e desenvolvimento do Estado do Pará.

Durante suas três gestões na Casa de Leis, Márcio Miranda levou aos municípios paraenses o projeto “Assembleia Itinerante”, onde as sessões plenárias eram realizadas nas diversas regiões do Estado, atendendo de perto as demandas de cada região.

O trabalho consolidado na gestão do deputado Márcio Miranda garantiu a redução drástica nas despesas da Alepa. Foram extintos os convênios e o pagamento do 14º e 15º salários aos deputados. Também foi instituído o fim da aposentadoria de deputados com oito anos de mandato. As convocações extraordinárias deixaram de ser remuneradas.

No período em que foi presidente da Casa, o país viveu uma grave crise política e econômica e Márcio Miranda trabalhou duro na busca por alternativas para aumentar a receita do Estado e diminuir os impactos daquela crise nacional no Pará. Medidas como a aprovação das Taxas hídrica e mineral, a legislação dos depósitos judiciais, que autoriza o Poder Executivo utilizar, como empréstimo, cerca de R$450 milhões que ficam parados no Poder Judiciário. Com a aprovação do diferencial de alíquota, que garante ao Estado parte do imposto pago nas compras feitas pela internet, o Pará também ganhou. Com todos esses projetos, Márcio Miranda, como presidente da Alepa contribuiu para que o Estado aumentasse sua arrecadação em quase R$1,5 bilhão.

“Considerando que na chefia do Poder Legislativo, nunca estive só, porque pude contar, em todos os meus atos, com o conselho oportuno, a colaboração desinteressada, a opinião equilibrada, a eficiência e o saber de meus colegas de Mesa Diretora, aos quais proclamo o meu profundo reconhecimento e imperecível agradecimento”, agradeceu Miranda.

O presidente do Poder Legislativo encerra seu mandato como deputado estadual agradecendo o empenho dos servidores da Alepa. “O meu eterno apreço aos servidores deste Poder, cujo preparo, dedicação e desempenho orgulham e enriquecem o Parlamento Estadual”, disse.

 

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Eleições 2018 Pará

Márcio Miranda diz que a escolha do povo deve ser acatada

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O candidato derrotado para o governo do Pará,  Márcio Miranda (DEM), não pretende fazer uma oposição irracional ao vencedor do pleito, Helder Barbalho. Pelo contrário, vai torcer para que o governador eleito cumpra todas as promessas que fez em sua campanha, para conquistar o eleitorado. Márcio Miranda reuniu a imprensa na sede do seu partido, em Belém, na noite deste domingo (27), após o resultado oficial destas eleições. Ele disse  que recebeu a vitória de Helder Barbalho  com naturalidade, em respeito à democracia. Afirmou que sua campanha foi limpa, ética e que foi um grande desafio. Lembrou dos percalços e da participação popular nas suas caminhas pelos municípios paraenses

Lembrou   também das fakes news e de algumas situações polemicas e afirmou: “Espero que a justiça possa rever esses fatos e melhorar no futuro”. Citou que um juiz e um promotor se envolveram se envolveram partidariamente no processo, causando-lhes alguns danos.

Márcio Miranda, disse que recebeu o resultado com naturalidade, “porque estamos numa democracia. O povo fez a sua escolha e essa escolha tem que ser acatada por todos”, Ele reconheceu que sua campanha apresentou um forte crescimento. “Saí de 82 mil votos da eleição para deputado para quase 1,7 milhão. Então isso é um bom crescimento. No primeiro turno, a vantagem de meu adversário foi de aproximadamente 700 mil votos, agora foi bem menor. E eu só tenho a agradecer a todos aqueles que estiveram comigo, travando o bom combate”.

Lembrou que chegou a quase 45% ( precisamente 44,57%) dos votos, quase a metade do eleitorado, e que isso representa um grande resultado para quem entrou na campanha sendo pouco conhecido da população paraense. Ele entende que o Brasil tomou um rumo diferente e que aqui está demorando um pouco para o povo assimilar este processo. ” É lamentável, Agora, o que a gente tem que observar é que o Brasil como um todo sofreu um grande processo de mudança. Mas vai chegar à aqui,”;

Sobre o seu futuro, disse que tem que descansar, olhar o mapa político e agradecer àqueles que lutaram a seu lado. foram coretos, leais.  Não tem planos porque vai ouvir os 45% que confiam neles, que acreditam nas suas propostas, para continuar pregando as suas ideias.

Disse que quem vai cobrar do candidato eleito, Helder Barbalho (MDB), o cumprimento das promessas de campanha,  são os próprios eleitores, “tanto os que acreditaram nelas  quanto os que votaram em mim. Então, todos juntos. Essa é uma tendência da democracia. “Os políticos também vão acompanhar”.

Márcio Miranda observou que mesmo tendo crescido muito, mas não o suficiente para ganhara eleição, Mas olhando par onde vim, tod esse movimento,  o que ocorreu na minha campanha,  eu cresci, cresci muito.Por isso tenho que ouvir os partidos, as lideranças. No primeiro turno, viramos com uma diferença de 700 mil votos. Quero agradecer à militância.Fomos vítimas de muitos problemas,e o restante o povo fez a escolha. Vejo que chegamos a 45% dos votos e vamos adotar a nossa postura. Quem ganha governa, Quem não ganha fica observando  quem ganhou, faz oposição sadia, torcendo para que quem ganhou possa cumprir tudo aquilo que prometeu”.

Helder pedirá ajuda da Força Nacional

Fabiana Cambricoli, Nicholas Shores e Rita Soares/ O Estado de S.Paulo

 Helder Barbalho (MDB) foi eleito neste domingo (28), governador do Pará. Com a totalidade das urnas apuradas,  acumulou 55,43% dos votos válidos contra 44,57% do seu adversário, Marcio Miranda (DEM). .

Entre os votos totais computados, o Estado registrou 9,59% de votos nulos e 1,93% de votos brancos. Cerca de 23% dos eleitores não compareceram às urnas, conforme os resultados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

 Falando como governador eleito,  Helder Barbalho prometeu fazer um governo presente nos 144 municípios paraenses. Disse que suas primeiras ações serão para combater a violência e afirmou que pedirá a convocação na Força Nacional de Segurança para auxiliar as polícias do Estado.

“Como a situação aqui fugiu do controle, um dos meus primeiros atos será solicitar, ao novo presidente da República, a presença da Força Nacional de Segurança no Pará para cooperar com as nossas polícias”, destacou.

Barbalho tem 39 anos e já foi vereador e prefeito de Ananindeua, além de ocupar uma cadeira na Assembleia Legislativa do Pará. É filho do ex-governador do Estado Jader Barbalho.

Confusão

Logo no início da votação no Estado, um eleitor foi preso ao gravar um vídeo no Facebook em que denuncia uma suposta “fraude” em uma das urnas de seção eleitoral em Belém (PA) após digitar o número 17 para o cargo de governador e se deparar com a mensagem de “voto nulo”, segundo informações do Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-PA).

Helder Barbalho - Secretaria de PortosHelder Barbalho (MDB) lidera parcialmente na disputa pelo governo do Pará. Foto: Dida Sampaio/Estadão

Na gravação, ele se identifica como Paulo Roberto Duarte Pereira e afirma ter apertado o “17 Bolsonaro”, apesar de a tela da urna eletrônica evidenciar que, naquele momento, o equipamento registrava o voto para o cargo de governador do Estado. O PSL, partido do capitão reformado, não tem candidato ao governo paraense no segundo turno.

“Está aparecendo nulo aqui. Eu vou mostrar a cara. Ministro Raul Jungmann, vocês estão falsificando as urnas”, grita o eleitor. Em seguida, ele se dirige a outras pessoas esperando para votar e pergunta se um outro homem “viu” a suposta “falsificação”. “Estão falsificando as urnas, olha aqui. 17 está aparecendo nulo”, ele repete, voltando a filmar a urna.

Segundo o TRE-PA, o episódio ocorreu na seção 455, na Escola Manoel Leite Carneiro, no bairro do Tenoné. A supervisora dessa mesa, informa a assessoria de comunicação do órgão, tentou impedir a ação de filmagem, que é crime eleitoral, e foi empurrada pelo homem. “A polícia foi acionada, e (como) o eleitor teria se apresentado como policial militar da reserva, a guarnição não pôde prendê-lo por motivos hierárquicos”, descreve a corte.

A mesária, identificada como Patricia Susy Santos do Amaral do Carmo, registrou boletim de ocorrência. O caso foi tipificado pelo crime eleitoral de “promover desordem que prejudique os trabalhos eleitorais”, segundo a lei 4.737/1965. A confusão ocorreu por volta das 8h20 (de Brasília), segundo o documento.

O TRE-PA relata que a juíza Ana Patrícia Fernandes, da 97ª zona eleitoral de Belém, decretou a busca e a prisão do suspeito. “Caso não seja possível realizar a prisão em flagrante dentro do prazo de 24 horas, será instaurado um procedimento criminal visto que todos os acontecimentos foram registrado em ata”, acrescenta a nota.

 

 

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Eleições 2018 Pará

Helder Barbalho é o governador eleito do Pará

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Helder Barbalho (MDB) vence a disputa pelo governo do Pará. Foto: Dida Sampaio/Estadão

Candidato do MDB venceu adversário Marcio Miranda, do DEM

Helder Barbalho (MDB)39 anosfoi eleito governador do Pará, neste domingo (28). Ele concorreu pela Coligação ” O Pará Daqui pra Frente” e teve como candidato a vice-governador o deputado federal Lúcio Vale (PR). O mandato do novo governador começará em 1º de janeiro de 2019 até 31 de dezembro de 2022.

Helder Barbalho disputou o cargo pela segunda vez. Em 2014, ele foi derrotado nas urnas pelo atual governador Simão Jatene (PSDB).

Helder Barbalho  é casado com Daniela Lima Barbalho, com quem tem três filhos. Integra a oligarquia política dos Barbalho no Pará. É filho do senador Jader Barbalho e deputada federal Elcione Barbalho. Tem ainda os primos José Priante como deputado federal e Igor Normando, eleito deputado estadual.

No primeiro turno da eleição 2018, Helder Barbalho ficou em primeiro lugar com 47,82% do votos válidos.

O governador eleito começou a vida política em 2000, quando se elegeu vereador por Ananindeua. Em 2002,  foi eleito deputado estadual.  Em 2004, foi eleito prefeito de Ananindeua, reeleito em 2008. Após perder a eleição pro governo do Pará, em 2014, no ano seguinte se tornou ministro da Pesca no governo Dilma Roussef (PT). Em 2006 assumiu o Ministério da Integração Nacional, no governo Michel Temer.

Em maio deste ano, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Facchin, determinou a abertura de inquérito para investigar o repasse de cerca de R$ 40 milhões da J&F a políticos do MDB durante a campanha eleitoral de 2014, em que Helder Barbalho é suspeito de ter recebido R$ 1,5 milhão de propina para a campanha ao governo do Pará.

. Com 92,17% das urnas apuradas, Barbalho acumulava 55,22% dos votos válidos contra 44,78 do seu adversário, Marcio Miranda, do DEM.

Entre os votos totais computados, o Estado registra até agora 9,67% de votos nulos e 1,96%, brancos. Cerca de 23% dos eleitores não compareceram às urnas, conforme os resultados parciais divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

 Helder Barbalho tem 39 anos e já foi vereador e prefeito de Ananindeua, e deputado estadual pelo Pará. É filho do ex-governador do Estado Jader Barbalho.

Confusão

 Logo no início da votação no Estado, um eleitor foi preso ao gravar um vídeo no Facebook em que denuncia uma suposta “fraude” em uma das urnas de seção eleitoral em Belém (PA) após digitar o número 17 para o cargo de governador e se deparar com a mensagem de “voto nulo”, segundo informações do Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-PA).

Na gravação, ele se identifica como Paulo Roberto Duarte Pereira e afirma ter apertado o “17 Bolsonaro”, apesar de a tela da urna eletrônica evidenciar que, naquele momento, o equipamento registrava o voto para o cargo de governador do Estado. O PSL, partido do capitão reformado, não tem candidato ao governo paraense no segundo turno.

“Está aparecendo nulo aqui. Eu vou mostrar a cara. Ministro Raul Jungmann, vocês estão falsificando as urnas”, grita o eleitor. Em seguida, ele se dirige a outras pessoas esperando para votar e pergunta se um outro homem “viu” a suposta “falsificação”. “Estão falsificando as urnas, olha aqui. 17 está aparecendo nulo”, ele repete, voltando a filmar a urna.

Segundo o TRE-PA, o episódio ocorreu na seção 455, na Escola Manoel Leite Carneiro, no bairro do Tenoné. A supervisora dessa mesa, informa a assessoria de comunicação do órgão, tentou impedir a ação de filmagem, que é crime eleitoral, e foi empurrada pelo homem. “A polícia foi acionada, e (como) o eleitor teria se apresentado como policial militar da reserva, a guarnição não pôde prendê-lo por motivos hierárquicos”, descreve a corte.

A mesária, identificada como Patricia Susy Santos do Amaral do Carmo, registrou boletim de ocorrência. O caso foi tipificado pelo crime eleitoral de “promover desordem que prejudique os trabalhos eleitorais”, segundo a lei 4.737/1965. A confusão ocorreu por volta das 8h20 (de Brasília), segundo o documento.

O TRE-PA relata que a juíza Ana Patrícia Fernandes, da 97ª zona eleitoral de Belém, decretou a busca e a prisão do suspeito. “Caso não seja possível realizar a prisão em flagrante dentro do prazo de 24 horas, será instaurado um procedimento criminal visto que todos os acontecimentos foram registrado em ata”, acrescenta a nota.

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