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ECONOMIA

Eletrobras tem lucro de R$ 5,5 bilhões no segundo trimestre

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Marcello Casal jr/Agência Brasil

A Centrais Elétricas Brasileiras S.A (Eletrobras) teve um lucro líquido de R$ 5,5 bilhões no segundo trimestre de 2019, resultado 305% maior do que o R$ 1,3 bilhão registrado no mesmo período do ano passado.

O valor se refere à soma do lucro líquido das operações continuadas, de R$ 301 milhões, e do lucro líquido de R$ 5,2 bilhões decorrente da privatização da Amazonas Energia. Os dados foram divulgados na noite de ontem (12) pela estatal.

O crescimento da receita operacional líquida foi 12% na comparação anual entre o segundo trimestre de 2018 e o deste ano, passando de R$ 5,9 bilhões para R$ 6,6 bilhões. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) recorrente cresceu 8%, passando de R$ 2,8 bilhões para R$ 3,1 bilhões.

No semestre, a Eletrobras teve lucro líquido de R$ 6,9 bilhões, um aumento de 272% em relação ao R$ 1,8 bilhão do primeiro semestre de 2018. A receita operacional líquida cresceu 9,2%, passando de R$ 11,9 bilhões no primeiro semestre de 2018 para R$ 13,09 bilhões. Com isso, o Ebitda recorrente passou de R$ 6,1 bilhões para R$ 6,03 bilhões.

Segundo a empresa, o indicador dívida líquida/Ebitda recorrente LTM, dos últimos 12 meses, ficou em duas vezes, melhor do que a meta estabelecida de ficar abaixo de três vezes. As provisões para contingências somaram o montante de R$ 329 milhões e a reversão de Contratos Onerosos foi R$ 248 milhões.

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ECONOMIA

Governo melhora projeções para dívida pública em 2019

Novas estimativas consideram revisão dos números do PIB e pagamentos feitos ao Tesouro Nacional pelo BNDES

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Foto: Reprodução / Fonte: *Folhapress

O Ministério da Economia reduziu as projeções para a dívida pública do país. As novas estimativas consideram, entre outros fatores, uma revisão dos números do PIB (Produto Interno Bruto) e pagamentos feitos ao Tesouro Nacional pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

Em outubro, o governo havia estimado que a dívida bruta, que não leva em conta o que a União tem a receber, encerraria 2019 em 80,8% do PIB. Agora, a projeção aponta para um patamar de 77,3% do PIB.

O governo pondera que, em caso de melhora no resultado fiscal deste ano, o percentual pode ser ainda mais baixo.

Em relação à dívida líquida, que desconta o valor dos ativos do país do total do endividamento, a estimativa para o fim deste ano foi reduzida de 57,6% do PIB para 55,7%.

De acordo com o Tesouro Nacional, um dos motivos para a melhora foi a revisão dos dados do PIB pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) na última semana. Foram alterados os resultados do PIB de 2017 e 2018, o que impactou diretamente o cálculo do endividamento do país.

Além disso, o Tesouro espera receber neste mês um pagamento de R$ 30 bilhões do BNDES referente a empréstimos concedidos ao banco pela União.

Outro fator relevante, segundo o governo, é o resultado das vendas de moeda estrangeira pelo Banco Central, que reduziram a dívida bruta do governo em R$ 95 bilhões até novembro.

Em relação ao desempenho fiscal, a equipe econômica estimou três cenários. A relação em que a dívida bruta fica em 77,3% do PIB considera que o resultado primário em 2019 será de déficit de R$ 139 bilhões, conforme estabelecido na meta.

O ministro Paulo Guedes (Economia), porém, já estimou que o rombo deve ser reduzido para menos de R$ 80 bilhões.

Nesse cenário, a dívida bruta iria para 76,9% do PIB no fim deste ano. Em uma situação ainda melhor, com déficit de R$ 60 bilhões, o endividamento seria de 76,6% do PIB, ficando praticamente estável em relação ao ano passado.

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ECONOMIA

Exportações de carne podem fechar 2019 com recorde

Previsão é de 1,83 milhão de toneladas embarcadas e receitas de 7,5 milhões dólares

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Foto: Divulgação/JBS / Fonte: *Folhapress

As exportações brasileiras de carnes bovinas devem fechar o ano de 2019 com 1,83 milhão de toneladas embarcadas e receitas de 7,5 milhões dólares (R$ 31 milhões). Se esses números se confirmarem, representarão um crescimento de 11,3% e 13,3%, respectivamente, de acordo com a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), que divulgou os dados nesta terça-feira (10), na capital paulista.

Segundo o balanço da entidade, de janeiro a novembro, as vendas registraram 1,673 milhão de toneladas, com avanço de 12,33% em relação ao mesmo período de 2018. O faturamento teve crescimento de 12,6% ao atingir um total de 6,748 bilhões de dólares (R$ 27 bilhões). As informações são da Agência Brasil.

Em novembro as exportações chegaram a 179.948 toneladas, 13,8% a mais do que o mesmo mês de 2018. O faturamento fechou o mês com 847,544 milhões de dólares, o que representa um crescimento de 36,7%.

De acordo com a Abiec, os resultados são reflexo do crescimento da demanda chinesa, que responde por 24,5% do total exportado pelo Brasil. De janeiro a novembro as exportações para esse país totalizaram 410.444 toneladas, 39,5% a mais do que o mesmo período do ano passado. O faturamento cresceu 59,7% ao chegar a 2,171 bilhões de dólares (R$ 9 bilhões).

– A China é uma operação extremamente rentável. Com relação à China nós sempre temos um contrato pronto, um em produção, um contêiner embarcando e um já na água. Então isso se reveste de um ciclo comercial bastante interessante pelo volume e demanda. A China hoje é um grande parceiro brasileiro. Hoje temos 37 plantas habilitadas para exportar para a China – disse o presidente da Abiec, Antônio Jorge Camardelli.

Para o ano de 2020 as estimativas são de que o ritmo de crescimento se mantenha, puxado pela possível habilitação de novas plantas para a China e abertura de novos mercados. A expectativa é a de que haja crescimento de 13%, alcançando 2,067 milhões de toneladas. O faturamento deve ter um crescimento de 15%, com receita de 8,5 bilhões de dólares (R$ 35 bilhões).

Com relação aos preços da carne no mercado interno, Camardelli afirmou que apesar do “soluço” que houve entre os meses de outubro, novembro e dezembro foi protagonizado por uma elevação da demanda de volume que provocou o desajuste dos preços, elevando o valor da carne, mas a expectativa é a de que haja uma acomodação.

– Os preços já sinalizaram uma diminuição na China. Naturalmente deverá haver uma adequação em relação à matéria-prima. Então a expectativa que se tem é da que ainda haja uma zona cinzenta, usando como referência o ano novo chinês em 25 de janeiro, e depois deve haver uma normalização de acordo com oferta e procura – disse.

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ECONOMIA

Caixa começa a pagar 13° do Bolsa Família nesta terça

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Pagamento do 13° do programa começa nesta terça Foto: Agência Brasil

A Caixa Econômica Federal inicia nesta terça-feira (10) o pagamento do abono natalino, equivalente ao décimo terceiro salário, do programa Bolsa Família. A medida, que foi instituída através da Medida Provisória 898, consiste em um valor extra aos beneficiários no mês de dezembro. As informações são da Agência Brasil.

Segundo o banco, cerca de 13,1 milhões de famílias estão sendo atendidas pelo Bolsa Família em dezembro. Por isso, valor do repasse ao benefício neste mês deve ser de R$ 2,5 bilhões com o pagamento de dezembro e mais R$ 2,5 bilhões com o décimo terceiro.

Para quem já recebe o Bolsa Família, não haverá qualquer diferença, o benefício extra será pago com o mesmo cartão, nas mesmas datas e por meio dos mesmos canais pelos quais os beneficiários recebem as parcelas regulares do Bolsa Família. O calendário de pagamentos seguirá o dígito final do Número de Inscrição Social (NIS) do responsável familiar.

Beneficiários com o final 1, por exemplo, já vão receber seus valores nesta terça-feira. O cronograma seguirá com o pagamento aos beneficiários com final 2 na quarta (11); final 3, dia 12; final 4, dia 13; final 5, dia 16; final 6, dia 17; final 7, dia 18; final 8, dia 19; final 9, dia 20, e final 0, dia 23.

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