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OBITUÁRIO

Em São Paulo, Morre Laurita Lara Mesquita

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Laurita Lara Mesquita Foto: Acervo pessoal

Nascida em 1926, Laurita foi casada com Ruy Mesquita, falecido em 2013

O Estado de S.Paul

Morreu neste domingo (21), em São Paulo, aos 92 anos, Laura Maria (Laurita) Lara Mesquita. Nascida em 16 de maio de 1926, Laurita era filha de Lauro Sampaio Lara e Maria Sampaio Lara, já falecidos.

 O velório será no Hospital Israelita Albert Einstein, entre as 22h deste domingo e o meio-dia da segunda-feira, 22. O sepultamento ocorrerá no Cemitério da Consolação, na capital paulista.

São seus irmãos João de Toledo Lara, casado com Regina Holl Lara (falecidos), e Antonio Sampaio Lara, casado com Marilia Braga Lara. Foi casada com Ruy Mesquita (falecido).

 Deixa os filhos Ruy Mesquita Filho, casado com Denise Haddad; Fernão Lara Mesquita, casado com Roberta Eluf Mesquita; Rodrigo Lara Mesquita e João Lara Mesquita.

Deixa os netos Ana, casada com Gustavo Melgaço; Julia Affonso Ferreira Mesquita; Carlos do Val Mesquita, casado com Je Almeida Correa Mesquita ; Diogo Affonso Ferreira Mesquita; Luiza Affonso Ferreira Mesquita; Pedro Affonso Ferreira Mesquita; Martin Gamal Mesquita; Fernão Mesquita; Antonio Mesquita; Luis Queiroz Ferreira Mesquita; José Queiroz Mesquita; Caio Gomes Mesquita. Tinha Suzana do Val Mesquita como filha.

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OBITUÁRIO

Corpo do fotógrafo Gervásio Baptista será velado nesta terça-feira

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Autor de algumas das imagens mais importantes do fotojornalismo, o baiano que morou em Brasília por quase seis décadas é considerado decano da profissão pela Associação Brasileira de Imprensa. Ele clicou a rotina de presidentes, guerras e outras crises

 Renato Alves/ Correio Braziliense

Brasília – O Brasil perdeu na última sexta-feira (5/4) um dos seus maiores fotojornalistas. Autor de algumas das mais famosas imagens de presidentes brasileiros, o baiano Gervásio Baptista morreu aos 96 anos, de causa naturais, em uma casa de repouso de Vicente Pires, onde morava desde 2015. Deixou registros históricos, família e uma legião de discípulos, admiradores e amigos. Muitos deles devem se despedir no velório de Gervásio, marcado para a próxima terça-feira (9/4), às 10h na Capela 2, do Campo da Esperança, na Asa Sul.
Natural de Salvador, Gervásio clicou de Getúlio Vargas a Luiz Inácio Lula da Silva, sete copas do Mundo e 16 concursos Miss Universo, nos tempos áureos do evento. Cobriu a Revolução dos Cravos, em Portugal, em abril de 1974; a queda do presidente argentino Juan Domingo Perón (1955); e a Guerra do Vietnã (1955-1975).
Entre as icônicas fotos de Gervásio está a de Juscelino Kubitschek acenando com a cartola na inauguração de Brasília, capa da extinta Manchete, com os anexos do Congresso Nacional ao fundo. Outra imagem histórica é de Tancredo Neves ao lado da mulher, dona Risoleta, e da equipe médica, no Hospital de Base. A última imagem pública de Tancredo vivo.

Precocidade

Os políticos não têm consenso sobre o início da carreira de Gervásio. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso costumava dizer que foi nos tempos de dom Pedro I. Quando FHC fez tal comentário na presença do ex-ministro Pratini de Moraes, Gervásio elogiou a “memória prodigiosa” do então presidente da República. O ex-senador Antônio Carlos Magalhães afirmava que o profissional fotografou a Santa Ceia. “E o senhor era o meu repórter”, rebatia Gervásio, sempre que estava presente. Além de baianos, ambos eram contemporâneos, como o fotógrafo lembrava a ACM.
Quando criança, Gervásio brincava com caixas de fósforo como se fossem câmeras fotográficas. Abria e rabiscava o que via dentro. Ao completar 9 anos, o pai sugeriu a ele, no tempo das férias, trabalhar no laboratório de um amigo, em Salvador, onde moravam. No Foto Jonas, o menino, então filho único, aprendeu, em um mês, todo o processo químico da revelação e da cópia em papel.
As portas do fotojornalismo se abriram quando apareceu no estúdio o político Rui Santos. Ele pediu uma foto 3×4. Como todos os “retratistas” estavam ausentes, Gervásio se ofereceu para atendê-lo. Muito pequeno para fazer o registro do cliente, ele subiu em uma cadeira para alcançar o visor da câmera. “Tirei a foto e corri para o laboratório. Ele (Santos) olhou para mim e disse que eu era um danado. Perguntou-me se queria trabalhar no jornal Estado da Bahia”, contou Gervásio, em entrevista ao Correio.
No dia seguinte, aos 12 anos, Gervásio estreou como fotógrafo-assistente no periódico soteropolitano. Dono da publicação e dos Diários Associados, Assis Chateaubriand logo enxergou o talento no menino. A convite do patrão, em 1950, ele se mudou para o Rio de Janeiro, a fim de trabalhar em O Cruzeiro.
As fotos mexeram com a maior concorrente da revista dos Associados, a Manchete, a ponto de Adolpho Bloch, proprietário da publicação carioca, contratá-lo para o primeiro número, em 1952.

Vida e morte

Pela Manchete, ele registrou, semana a semana, a construção de Brasília. E, dessa cobertura, o mais emblemático registro é o de JK com a cartola. Assim como ela, as fotos feitas por Gervásio no funeral de Getúlio Vargas, em São Borja (RS), em 26 de agosto de 1954, também circularam mundo afora. No Brasil, até provocou um número especial da Manchete.

Discreto em relação aos segredos da vida profissional, principalmente no que diz respeito à intimidade dos presidentes que acompanhou em cerimônias e viagens pelo Brasil e pelo mundo, Gervásio não poupava Jânio Quadros. “A Manchete queria uma foto especial de Jânio. Ficamos quatro horas no estúdio. A minha intenção, com as técnicas de iluminação, era disfarçar os olhos vesgos dele. O (Adolpho) Bloch apareceu e perguntou como estava a sessão. ‘Um saco. Esse fotógrafo é um ditador. Só de me dá ordens’, reclamou Jânio. Soltei uma piada: ‘Presidente, quem mandou vossa excelência ter os olhos tortos?’ Jânio retrucou na mesma hora: ‘Viu? Ainda por cima é atrevido’. Enfim, saiu a foto. Consegui nivelar os olhos dele”, recordou, com uma risada sutil, em entrevista ao Correio.
Gervásio também fez importantes registros de líderes mundiais, como o cubano Fidel Castro, em 1960. “O meu primeiro encontro com Fidel foi em 1960, no primeiro aniversário da Revolução Cubana. Nós nos reencontramos anos depois na sede da ONU, em Nova York. Eu estava lá como fotógrafo oficial da Presidência da República, para fazer as fotos de José Sarney. Para minha surpresa, depois de 25 anos, Fidel ainda se lembrava de mim. Ao me ver, ele afirmou: ‘Yo lo conozco’”, contou o fotógrafo.

Ditadura e prisões

A profissão e as viagens para países comunistas lhe renderam problemas com os militares brasileiros. Durante a ditadura, Gervásio acumulou passagens pela prisão. Mas, por não ter engajamento político, sempre foi libertado rapidamente e sem maiores consequências. Com o fim do regime, ele recebeu o convite para se tornar fotógrafo oficial da Presidência da República. Mas aquele que seria o seu chefe, Tancredo Neves, não tomou posse.
A internação repentina do primeiro presidente civil (eleito pelo Congresso Nacional) após décadas levou centenas de jornalistas a fazer plantão na porta do Hospital de Base, em março de 1985. Em uma tentativa de acabar com boatos da morte de Tancredo, o chamaram para fazer uma foto exclusiva dele ao lado da equipe médica.
Gervásio trabalhou para José Sarney e depois, por anos, fez jornada dupla, trabalhando de manhã na Radiobrás e à tarde no Supremo Tribunal Federal (STF). Nesse período, só chegava em casa depois das 22h. Ele dividia o apartamento da 105 Norte com a mulher, os dois filhos e os dois netos. A rotina da família começou a mudar em 2014, com a morte da carioca Ivonete, com quem Gervásio viveu casado por quatro décadas.

Dinheiro e fama

Considerado uma referência na profissão, Gervásio nunca se gabou da fama. Aliás, sempre fez questão de negá-la. “Todos a quem fotografei eram mais importantes do que eu. Nunca fui famoso, nunca fui rico e nunca fotografei por dinheiro. Quem faz isso não é um bom fotógrafo. No jornalismo, só ganhei bons amigos”, ressaltou, ao Correio. Para ele, fotografar está relacionada às emoções. Um bom fotógrafo, ensina, tem que conhecer as técnicas dessa arte, o equipamento e, acima de tudo, ter sensibilidade. “Clico tudo o que me aguça o sentimento.”
O desapego com dinheiro levou Gervásio a uma aposentadoria mirrada, com nenhum luxo. Ele nunca recebeu um centavo pelos direitos autorais da sua obra. Sequer ficou com cópias das principais fotos. Mas não se chateava. Dizia ter aproveitado tudo que a carreira profissional lhe proporcionou, sem falar em saudades. “Saudosismo não leva ninguém ao céu. A bondade, sim”, pregava.
Perguntado sobre se ressentia por não ter feito alguma imagem, ele só lembrava de uma: “Queria ter fotografado o Mao vivo”. Ele se referia a Mao Tsé-Tung, líder da Revolução Chinesa, arquiteto e fundador da República Popular da China, presidente do país desde a sua criação, em 1949, até a sua morte, em 1976. Em tempo: Gervásio não clicou Mao vivo, mas cobriu as homenagens póstumas e o enterro dele, na China.
Das mais fortes emoções da vida, Gervásio citava o encontro com o ídolo na fotografia: o francês Henri Cartier-Bresson. “A gente se conheceu quando eu fui a Paris fazer um curso de 15 dias em um laboratório. Ele é o papa do fotojornalismo.” Esse foi um dos poucos cursos de Gervásio, que apenas concluiu o ensino fundamental, mas é considerado decano da profissão pela Associação Brasileira de Imprensa (ABI).
Nascido em Salvador, em 1º de junho de 1922, Gervásio fazia planos de sair do abrigo e voltar a fotografar. Católico apostólico baiano, como se apresentava, rezava bastante. Também procurava saber dos resultados dos jogos do seu Botafogo. Uma das suas últimas aparições pública foi em janeiro, na inauguração de uma exposição fotográfica que retratou a trajetória profissional dele. “O grande legado deste brilhante profissional permanecerá vivo. Ele é dono do acervo mais rico da história do país e, uma figura que o Brasil não pode esquecer”, destacou Ivaldo Cavalcante, curador da exposição, realizada na Galeria Olho de Águia, em Taguatinga.

“Todos a quem fotografei eram mais importantes do que eu.
Nunca fui famoso, nunca fui rico e nunca fotografei por dinheiro.
Quem faz isso não é um bom fotógrafo. No jornalismo, só ganhei bons amigos.”

Gervásio Baptista, fotojornalista

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OBITUÁRIO

Morre, aos 53 anos, Rodrigo de Oliveira Sá, diretor-técnico do Sebrae-DF

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No momento do acidente de trânsito, Rodrigo viajava para uma feira de agronegócios em Rio Verde (GO)(foto: Bruno Spada/Sebrae-DF)

O economista morreu vítima de um acidente de trânsito próximo a Acreúna (GO). Rodrigo de Oliveira Sá deixa um casal de filhos e um neto

 Correio Braziliense

 

Amizade, alegria e preocupação com o próximo. Essas são algumas das lições que o economista e diretor-técnico do Sebrae-DF, Rodrigo de Oliveira Sá, ensinou para familiares e amigos durante os seus 53 anos de vida. Ele morreu no domingo (7/4), em um acidente de trânsito a caminho de uma feira de agronegócios em Rio Verde (GO). A viagem foi interrompida próximo a Acreúna (GO), distante cerca de 350 km do DF. Rodrigo deixa um casal de filhos e um neto.
Esposa e parceira de vida, a professora aposentada Joyna Santos Sá, 50, só tem palavras de carinho ao se referir a Rodrigo. Eles eram casados havia 31 anos. “Vai ficar na memória muito amor. Meu esposo era um ser humano alegre, sempre com muita vida, preocupado com o próximo. Uma pessoa sem igual”, resume Joyna com voz embargada.
No momento do acidente, também estavam no carro o superintendente do Sebrae e ex-secretário de Desenvolvimento Econômico do DF, Antônio Valdir Oliveira, além do motorista. Os dois receberam atendimento médico e já estão em casa. Ambos sofreram apenas escoriações leves.

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O velório e sepultamento será nesta terça-feira (9/4) de 9h às 15h, na capela 3, no cemitério Campo da Esperança.

Último café

Amigo de Rodrigo há mais de oito anos, o empresário Álvaro Silveira Júnior, 50, endossa que Rodrigo deixa uma perda irreparável. “Tomamos café ontem (7/4) juntos antes de ele entrar no carro para viajar. Como sempre, foi um encontro agradável. Estamos muito abalados. Rodrigo era um homem, um amigo, um profissional, um pai incrível”, resume.
Rodrigo de Oliveira Sá tem uma história de 35 anos de trabalho dedicados ao Sebrae. Ele nasceu em Brasília e se formou em economia pela União Educacional de Brasília (UNEB). Tinha no currículo dois cursos de pós-graduação: Gestão da Qualidade em Serviços, pela Fundação Getúlio Vargas, e Programa de Desenvolvimento de Lideranças, pela Fundação Dom Cabral. Durante os anos de carreiras, marcou presença em diversos projetos pelo mundo, como o Programa de Estratégias em Negócios Inovadores, na Wharton University of Pennsylvania.
Ele iniciou a carreira no Banco Bradesco, na função de conferente e analista. Em 1983, Rodrigo Sá ingressou no Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Distrito Federal (CEAG/DF). Posteriormente, o brasiliense emprestou suas habilidades ao Centro Brasileiro de Apoio à Pequena e Média Empresa, onde desenvolveu a atividade de técnico e consultor empresarial.
Em 1990, o economista iniciou sua trajetória no Sebrae-DF. De lá pra cá, exerceu funções de técnico, consultor empresarial, gerente administrativo e financeiro e da Unidade de Atendimento Coletivo de Comércio e Serviços (UACS). Em 2009, assumiu a Diretoria Técnica da casa e, em 2010, foi reeleito para o cargo no quadriênio 2011-2014. Em 2015, foi nomeado secretário adjunto de Estado de Turismo do Distrito Federal, retornando ao Sebrae DF para exercer o cargo de gerente da Unidade de Gestão Estratégica, em abril de 2016.
De abril de 2017 a dezembro de 2018, Rodrigo foi nomeado para o cargo de Diretor Superintendente do Sebrae-DF, eleito pelo Conselho Deliberativo. Em janeiro de 2019, foi eleito para o cargo de diretor técnico da instituição. A previsão era de que ele ficasse no cargo até 2022.

Nota de pesar

Em nota, a direção do Sebrae-DF comunicou a morte de Rodrigo. “Rodrigo deixa viúva e dois filhos, além de centenas de amigos, que merecem nesse momento da a solidariedade do Sebrae no Distrito Federal. Oportunamente, quando forem definidos os últimos detalhes, serão divulgadas informações referentes à cerimônia de despedida do nosso Diretor-técnico”.

 

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OBITUÁRIO

Morre Márcio Cotrim, ex-diretor executivo da Fundação Assis Chateaubriand

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Márcio Cotrim estava na companhia da mulher, Eliana Cotrim, quando deu o último suspiro na residência onde viveu por mais de três décadas, no Lago Sul

Brasília – “Uma locomotiva de ideias, presença inspiradora (pausa). Não importava se o tempo estava bom ou ruim, o olhar dele era sempre para frente”. A frase dita entre risos e pausas, como quem remexe um baú de memórias, é de Luiz Marcelo Pinheiro Chaves, genro de Márcio Cotrim, pioneiro, escritor, ex-secretário de Cultura do Distrito Federal. Cotrim morreu por volta das 12h30 desta segunda-feira (8/4), em casa, aos 80 anos.

Advogado de formação, comunicador e escritor, Márcio Cotrim estava na companhia da mulher, Eliana Cotrim, quando deu o último suspiro na residência onde viveu por mais de três décadas, no Lago Sul. Ele deixa duas filhas, Flávia e Mônica; e cinco netos: Gustavo, Rodrigo, Thiago, Guilherme e Alexandre.

Nascido no Rio de Janeiro (RJ), em 14 de março de 1939, Cotrim se formou em direito, mas foi usando o poder da comunicação que se destacou profissionalmente. Chegou a Brasília em 1972, onde atuou como assessor de propaganda e promoções do Banco do Brasil e, posteriormente, assumiu a secretaria de Cultura e Esporte do DF, sendo o responsável pela criação do Conselho de Cultura e do Fundo de Apoio à Cultura (FAAC).

 Em 1992, entrou para o grupo dos Diários Associados, construindo um legado de informação e cultura. Por quatro anos, respondeu pela direção de marketing do Correio Braziliense e, depois, assumiu o cargo de

diretor executivo da Fundação Assis Chateaubriand. Atualmente, atuava na liderança cultural da fundação.

Paixão pela cultura

Cotrim completou 80 anos em 14 de março. Segundo o genro, Luiz Marcelo, ele estava com complicações de saúde e, últimamente, preferia ficar em casa e aproveitar os almoços em família. “Ele era uma pessoa atenciosa, caseira e sempre muito ligado à área de cultura, em geral”, conta Luiz Marcelo.

Amante da Língua Portuguesa, achou na riqueza do vocabulário brasileiro a inspiração para escrever O pulo do gato, em que explica a origem de mais de 200 palavras e expressões populares. O tema rendeu mais três volumes, que entraram para o rol de publicações do escritor. Foram mais de 15 livros, além dos incontáveis artigos para a coluna que produzia semanalmente para o Correio.

Apesar da fragilidade do corpo, quem trabalhava diretamente com Cotrim garante. “Só o corpo envelheceu, porque a mente estava a mil”, conta Celeste Antunes, funcionária administrativa do grupo.

O médico de Márcio Cotrim chegou à casa dele por volta das 14h. Somente após avaliação, será possível dizer as causas da morte. Segundo Luiz Marcelo, a família optou por fazer o sepultamento no Cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul. Velório será nesta terça-feira (9/4), das 11h às 16h, na Capela 6. O Enterro será às 16h.

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