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Educação

Enem 2018 tem 2º dia de provas  com matemática, física, química e biologia. Muita calma!

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  Estudantes terão cinco horas para resolver as 90 questões de matemática e ciências da natureza (com física, química e biologia). Pela 1º vez, prova terá 30 minutos a mais de duração


Detalhe de questão de matemática do Enem — Foto: Arquivo/G1

Detalhe de questão de matemática do Enem — Foto: Arquivo/G1

Neste domingo, todos os inscritos no Enem 2018 poderão fazer a prova, mesmo os que faltaram no domingo passado – no entanto, a pontuação não será suficiente para participar de programas do governo federal ou disputar vagas na universidade. Para eles, vale apenas pela experiência de conhecer melhor a prova.

A exceção é para alunos que não conseguiram fazer o exame no dia 4 porque faltou energia no local de prova. De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), estes estudantes devem fazer a prova de exatas neste domingo, e fazer a de humanas e redação no dia 11 de dezembro. Em Franca (SP), 993 participantes foram afetados. Em Porto Nacional (TO), foram atingidas 759 inscritos.

Ao todo, 24,9% dos participantes inscritos não compareceram no primeiro dia – são 1.374.430 faltantes entre os 5,5 milhões esperados.

O Enem é a principal forma de acesso para vagas na rede pública de ensino superior, passando até mesmo a ser aceito pela Universidade de São Paulo (USP) e em 27 instituiçoes de Portugal. Para o Ministério da Educação (MEC), é a segunda maior prova do tipo no mundo, só perdendo para o gao kao, prova de admissão ao ensino superior da China, com 9 milhões de candidatos.

Canetas pretas de tubo transparente são as indicadas para fazer a prova do Enem — Foto: Juliane Souza/G1

Canetas pretas de tubo transparente são as indicadas para fazer a prova do Enem — Foto: Juliane Souza/G1

  • Confira o local da prova e calcule o tempo do trajeto: pode ser que neste domingo esteja ocorrendo alguim evento perto do seu local de prova, que não tinha no primeiro dia.
  • Saiba o horário em que fecham os portões: não se confunda com os horários oficiais de Brasília. No Brasil há fusos diferentes e cada região tem um horário local a cumprir (confira no infográfico abaixo)
  • Separe os itens necessários para levar para a prova: caneta preta de tubo transparentedocumento oficial com foto (não vale identidade digital), lanches para comer durante a prova (eles deverão estar em embalagens fechadas ou, se forem preparados em casa, devem estar em embalagens transparentes).
Enem 2018: veja o horário local de fechamento dos portões do exame nos dias 4 e 11 de novembro — Foto: Arte G1

Enem 2018: veja o horário local de fechamento dos portões do exame nos dias 4 e 11 de novembro — Foto: Arte G1

 Não foi bem no 1º dia de Enem? Não desanime, dizem  especialistas

É o ‘conjunto da obra’ que conta no exame e, por isso, nem quem foi mal no primeiro dia de provas deve desistir. Focar no futuro é essencial na reta final

Danielly Cristinne Oliveira Ribeiro, de 22, que estuda em faculdade particular: Danielly Cristinne Oliveira Ribeiro, de 22, que estuda em faculdade particular: “Tive um desempenho regular na primeira prova, mas vou continuar confiante. Quero mudar para o curso de letras “(foto: Gladyston Rorigues/EM/D.A Press )

Sem desespero e, muito menos, desânimo. Essa é a dica de educadores para os estudantes que, amanhã, fazem as últimas provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018 – ciências da natureza e suas tecnologias e matemática e suas tecnologias, com duração de cinco horas destinadas à resolução de 90 questões. Segundo Marco Aurélio Ferreira Alves, coordenador pedagógico do Colégio Nossa Senhora das Dores, no Bairro Floresta, na Região Leste de Belo Horizonte, o Enem é o “conjunto da obra”, então o candidato não deve desistir de continuar participando.

Educação

Enem terá duas etapas a partir de 2021, anuncia MEC

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Ministro Rossieli Soares: novo Enem deve valer a partir de 2021(foto: Reprodução)
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Em ato de homologação das Diretrizes Curriculares Nacionais do Ensino Médio, ministério da Educação afirmou que exame será realizado em duas etapas, de acordo com as novas diretrizes, a partir de 2021. Definição do conteúdo das provas depende da nova BNCC. “Sem pressão”, diz o ministro Rossieli

 

 Brasília – O Ministério da Educação promoveu, nesta terça-feira (20), uma coletiva de imprensa na qual foram homologas as Diretrizes Curriculares Nacionais do Ensino Médio. Entre os temas de relevância apresentados pelo ministro Rossieli Soares e representantes do Conselho Nacional de Educação (CNI), esteve o novo formato do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que valerá a partir de 2021.
O ministro foi breve em suas declarações a respeito do exame, mas adiantou temas relevantes. Ele anunciou que o Enem será realizado, a partir de 2020, em duas etapas. “A primeira tem relação com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), de competências básicas”, disse ele. “O segundo dia será dedicado aos itinerários formativos. Para isso, nós teremos a construção de referenciais ainda em desenvolvimento”, afirmou. Esses itinerários podem variar de quantidade, mas envolvem, até o momento, linguagens, matemática, ciências da natureza e ciências humanas.
 

Duas etapas

Atualmente, os milhões de inscritos fazem as mesmas provas por todo o país. “O que vai haver, de agora para frente, é o primeiro dia ainda comum a todos e, no segundo dia, será cobrada a área para a qual o aluno pretende direcionar seu futuro. Os itinerário são caminhos, percursos diferenciados”, explicou o ministro, observando que toda a matriz será, ainda, construída e depende diretamente da nova BNCC. “A estrutura do Enem observará o que o novo ensino médio está trazendo. Para fazer a mudança efetiva do exame, é preciso aprovar a base e seus referenciais para, só então, o MEC fazer a sua avaliação e construir o banco de itens.”
O ministro classificou esse processo de construção como a ser realizado “sem pressões” e foi vago quanto ao ano de implementação plena. O certo é que, em 2019, o formato segue o mesmo. “O Enem 2019 seguirá do mesmo modo, sem alterações”, disse ele, “e provavelmente 2020 teremos o mesmo formato. Deve vale a partir de 2021.”

Cecilia Motta: “Não muda o espírito do Enem”(foto: Reprodução)

Secretária de Educação Básica do MEC, a professora Kátia Smole se disse otimista quanto às diretrizes e seus reflexos no exame. “O princípio é de altas expectativas. Queremos a régua cada vez mais alta na avaliação dos alunos. Não muda o espírito do Enem, mas a prova irá se adequar”, diz. Segundo ela, não é impossível que a formação técnica e profissional, 5º itinerário anunciado, possa entrar no Enem. “É algo que ainda vamos dar sequência.”

Novo governo 

Questionado sobre o impacto do novo governo federal no exame, o ministro da Educação foi cuidadoso. “Primeiramente, cabe ao novo governo avaliar as políticas, mas aquilo que é norma deve ser cumprido. As diretrizes homologadas hoje são normas que estarão vigentes para o Brasil”, ponderou. “A construção da matriz de avaliação ficará, é claro, muito a cargo do novo governo. Não estamos encerrando nada. Estamos, ao contrário, dando um novo passo”, disse.
Nesta segunda-feira (19), o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) descartou a possibilidade de Maria Inês Fini, presidente do Inep (órgão responsável pelo Enem), assumir a pasta de educação. “Pode esquecer. Essa não esteve à frente do Enem? Está fora, cartão vermelho”, disse o presidente eleito que, em entrevista coletiva, voltou a falar de “marxismo infiltrado na educação brasileira”. Quando criticou questões do primeiro dia de exame, em 4 de novembro, Bolsonaro foi rebatido por Maria Inês. “Não é o governo que manda no Enem, disse ela, na ocasião.

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O contingenciamento está na Portaria nº 9.420, da Secretaria de Orçamento Federal, publicada em setembro
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Educação

Projeto Bau de Histórias reúne educadores de Belém

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Educadores da rede municipal de ensino reuniram, nos dias 13 e 14, no Museu Paraense Emílio Goeldi, para troca de experiências do projeto Baú das Histórias, do Sistema Municipal de Bibliotecas Escolares (Sismube). A iniciativa é da Prefeitura de Belém, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semec) com o objetivo de relatar experiências e fomentar a iniciativa de usar o projeto em sala de aula.

Durante o encontro, cada escola apresentou seu trabalho e ajudou na experiência das outras escolas, uma vez que nem todas conseguem trabalhar com os livros do projeto. “É um momento muito enriquecedor para a Semec e também para valorizar o escritor paraense, além de ser muito importante para as crianças da educação infantil”, afirma Georgette Albuquerque, coordenadora do Sismube.

Dentro do Museu, os contadores de histórias ficaram em pontos estratégicos apresentando aos educadores as narrativas indígenas voltadas para o imaginário popular. A Trilha das Encantarias estava dividida em três estações: a ancestralidade, a liquidez, por Belém estar cercada por água, e o silêncio.

“A trilha foi uma tentativa de fazer com que os professores relembrassem narrativas que estavam adormecidas dentro do imaginário de cada um e que isso pudesse fazer com que eles tivessem a iniciativa de usar esse imaginário na sala de aula”, explicou Sônia Santos, professora da Unidade de Educação Infantil Providência, no bairro de Val-de-Cans, e componente do grupo de contadores de histórias Cirandeiros da Palavra, que fez a Trilha das Encantarias.

Um dos poetas que esteve presente no encontro é Juraci Siqueira. Para, cuja obra compõe o acervo do baú. “Qualquer ação que trabalhe a literatura e a arte, como um todo, é sempre bem-vinda. Ninguém ama o que não conhece e nem defende aquilo que não ama. Então é preciso que a criança conheça sua cultura, sua literatura, seus autores”, comentou Juraci. O poeta, que também é professor, contou que já teve contato com projetos semelhantes que ajudam a levar literatura para as crianças. “É sempre bom fazer parte dessa história. É gratificante estar aqui e escutar pessoas fazendo relatos a partir de sua obra, isso não tem nada que pague”, completa.

O projeto Baú das Histórias nasceu como uma biblioteca itinerante para suprir a necessidade de um espaço de leitura nas unidades que não têm espaço físico para a instalação de uma biblioteca. Cada baú vai para as escolas com um acervo de 300 a 350 livros e fica na unidade podendo transitar por todo o espaço para fomentar o início de uma biblioteca. “Tem lugares que conseguiram adaptar um espaço e o baú já começou a ter tantos livros que foi necessário colocar mais uma estante e aí, quando viu, já era uma biblioteca aquele espaço”, conta Andrea Cozzi, responsável pelo projeto.

“A gente investe na formação do leitor na primeira infância. Começa cedo o investimento nessa criança pequena, pelas histórias contadas ou cantadas. Esse encontro é um espaço para a gente compartilhar todas as experiências exitosas em leitura”, detalhou Andrea.

Por Vanessa Pinheiro/Comus PMB

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