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SAÚDE

Entenda por que você sempre larga a academia

Fonte/Foto: R7

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Psicóloga e doutora em neurociência explicam por que compensar o ‘pé na jaca’ do fim de semana com malhação só afasta da academia 

Exercício físico como forma de compensação pode ser desmotivador

A cena seguinte se repete praticamente todos os dias: você faz a inscrição na academia, consegue treinar todos os dias durante uma semana, surge um contratempo e de repente você se cobra mentalmente por ficar os próximos 15 dias sem colocar o pé na esteira até enfiar o pé na jaca na dieta novamente. 

Essa prática pouco produtiva tem nome, e não se chama sedentarismo. Segundo a educadora física e doutora em Neurociências e Comportamento Paula Teixeira, se chama exercício punitivo. Para a especialista em transtornos alimentares e fundadora da página @exercíciointuitivo, a maneira como a maioria das pessoas lida com a atividade física acaba virando “uma usina de pensamentos focados em questões alimentares e punição do seu corpo”.

“Se faço o exercício por pura obrigação, obcecado pelo corpo, ocupada por pensamentos, a prática de exercício não fica conectada com os sinais do corpo e aumenta a chance de se desmotivar, errar a dose e se lesionar. No exercício punitivo, é difícil associar a prática com momentos positivos”

Exercício intuitivo

Segundo Paula Teixeira, a resposta para movimentar o corpo sem culpa e finalmente deixar o sedentarismo se chama exercício intutivo, uma abordagem da atividade física que tem como objetivo estimular um estilo de vida ativo e a prática de exercício sem focar no peso corporal e na estética. Nesta prática, a meditação é a grande aliada do movimento. 

“O estímulo é feito como um momento de autocuidado e norteado por elemento da meditação e virtudes como respeito ao sinais do corpo, gentileza e compaixão.”

A psicóloga Raquel Guimarães, especialista em comportamento alimentar, estudiosa imagem corporal e criadora da página Meu Querido Corpo, ressalta a importância de discutir a prática de exercícios desligada do propósito estético. 

“Todo movimento importa. É importante estimular as pessoas a fazerem um mergulho interno para entender a relação delas com o exercício físico e desconstruir a ideia de que o exercício é físico é exclusivamente dedicado ao emagrecimento. Pode ser yoga, dança ou academia. O importante é entender o que seu corpo está pedindo no momento.”

Veja, segundo as especialistas, dicas de como praticar o exerício intuitivo e deixar o sedentarismo de vez. 

– Pare de se exercitar como uma forma de punição pelo que comeu no dia anterior.

– Observe seu estado físico e mental antes e depois da prática, dos batimentos cardíacos aos pensamentos.

– Não foque em performance, mas cuidar de você mesmo. O desempenho é consequência da regularidade.

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SAÚDE

Farmacêuticas “correm” por vacinas contra o coronavírus

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Foto: Reprodução / Fonte: *Folhapress/Cláudia Collucci

Com o avanço da epidemia de coronavírus, que já matou mais de 80 pessoas e alcançou 4 dos 5 continentes, biofarmacêuticas têm anunciado planos para o desenvolvimento de vacinas com apoio de universidades, grupos globais de saúde e dos governos dos Estados Unidos e da China.

Três desses projetos são financiados pela Cepi (Coalizão de Inovações em Preparação para Epidemias), uma parceria entre organizações públicas, privadas, filantrópicas e civis, lançada em Davos em 2017.

Entre os envolvidos estão as biofarmacêuticas Moderna e Inovio, a Universidade de Queensland (Austrália) e o Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos EUA.

De acordo com comunicado da Cepi, esses programas vão aproveitar as plataformas de resposta rápida para o desenvolvimento de vacinas já financiadas pela entidade, que adotam tecnologias que podem ser adaptadas para uso contra diferentes patógenos, inserindo novas sequências genéticas ou de proteínas.

A Universidade de Queensland (Austrália), por exemplo, anunciou na sexta (24) que tem uma nova tecnologia chamada de grampo molecular para o rápido desenvolvimento da vacina contra o coronavírus. Segundo Paul Young, diretor da Escola de Química e Biociências Moleculares da universidade, ela poderá estar pronta para testes clínicos em até seis meses.

Já Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos NIH (Institutos Nacionais de Saúde dos EUA), estimou que os primeiros ensaios clínicos para uma vacina possam ter início em abril.

Avançar do sequenciamento do vírus até os testes iniciais com humanos em apenas três meses seria um recorde na criação de uma vacina pela agência, segundo ele.

Isso se deve principalmente à rapidez com que cientistas chineses conseguiram identificar a sequência genética do novo coronavírus, que foi publicada em poucos dias.

Com o código genético em mãos, os pesquisadores puderam começar a trabalhar imediatamente no desenvolvimento de candidatas às vacinas, sem precisar de uma amostra do vírus.

– Dada a rápida disseminação global do vírus coronavírus, o mundo precisa agir rapidamente e em união para combater essa doença – afirmou Richard Hatchett, CEO da Cepi, em comunicado.

Uma retrospectiva da história recente de outras epidemias de doenças infecciosas, como ebola, zika e Sars (síndrome respiratória aguda grave) mostra que essas vacinas enfrentaram um caminho longo e desafiador.

No surto de Sars, em 2003, houve uma corrida semelhante para o desenvolvimento de vacinas. Mais de 15 anos depois, ainda não há nada aprovado.

A primeira vacina contra o ebola, aprovada no mês passado nos EUA, surgiu após cerca de 20 anos de pesquisa e quatro anos de testes clínicos.

Os NIH ainda estão testando uma série de candidatas a vacina contra o zika, vírus transmitido por mosquitos que começou a se espalhar amplamente em 2015.

Segundo pesquisadores, isso ocorreu em parte porque os esforços de saúde pública ajudaram a impedir a propagação do vírus, tornando a vacina pouco necessária.

Outro desafio é encontrar fontes de financiamento que sejam mantidas mesmo quando a epidemia arrefecer, disse à Business Insider Maria Elena Bottazzi, co-diretora do Centro de Desenvolvimento de Vacinas do Hospital Infantil do Texas.

Para ela, a natureza reacionária desse tipo de financiamento é uma de suas maiores preocupações para o desenvolvimento futuro de vacinas.

Bottazzi conta que sua equipe estava desenvolvendo uma vacina contra a Sars quando a Mers (síndrome respiratória do Oriente Médio) eclodiu.

Isso levou a uma mudança no financiamento para se concentrar na Mers, às custas do desenvolvimento da candidata à Sars.

Com o coronavírus, ela aposta que o desafio será o mesmo quando algumas candidatas a vacina passarem para a fase dos testes clínicos.

– Os obstáculos científicos são os mais baixos. Cientificamente, podemos nos movimentar rapidamente. Os maiores obstáculos são como mobilizar os recursos e criar as parcerias para levar essa vacina ao ponto de entregá-la à população – disse.

Botazzi estimou que o desenvolvimento de uma vacina contra o coronavírus com potencial para chegar ao mercado pode levar de um a três anos.

Moderna, empresa de biotecnologia com sede em Cambridge (Massachusetts), é outra empresa que anunciou planos de desenvolver uma vacina experimental contra o coronavírus.

O CEO da empresa, Stéphane Bancel, reconheceu que ainda há incógnitas sobre a doença que provavelmente criarão desafios aos testes clínicos.

– Ainda não temos certeza sobre o tempo de incubação do vírus nem por quanto tempo as pessoas ficam doentes. Isso tem implicações muito grandes para a modelagem [de uma vacina candidata] que você faz – afirmou ao Business Insider.

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SAÚDE

Cientista brasileira faz descoberta de método de combate a alopecia e se torna destaque internacional

A cientista Jackeline Alecrim realizou uma descoberta inédita no tratamento da calvice e ganha destaque mundial

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Foto: MF Press Global / Magic Science Brasil / Fonte: MF Press Global

A pesquisadora mineira Jackeline Alecrim alcançou reconhecimento no meio acadêmico e se tornou também bem sucedida nos negócios como empreendedora na área da cosmética após a descoberta de um método exclusivo e patenteado de tratamento da alopecia (calvice) a partir de extratos de café. Chamado ‘Caffeine’s Therapy‘, o produto que tem a formulação desenvolvida pela cientista está presente em vários países do mundo.

Desenvolvimento científico
Com base nas suas pesquisas e nos estudos desenvolvidos ao longo de quatro anos, a doutora conseguiu um feito inédito no mundo inteiro, que foi uma tecnologia realmente eficaz no combate a queda de cabelo e calvície: “somos os únicos no mundo que dominam a produção deste composto para o tratamento da alopecia baseado em ativos provenientes do café”.

Reconhecimento internacional
O produto ‘Caffeine’s Therapy’ é comercializado em 8 países e tem sido utilizado em centros clínicos no exterior para o tratamento da queda capilar: “ocorreram inúmeras divulgações nas redes sociais de pacientes e profissionais dos EUA. Os estudos clínicos do shampoo não foram publicados em revista científica pois guardam detalhes resguardados por patente”, conta a Dra. Jackeline.
O segredo
A cientista explica o diferencial de seu tratamento e dos seus estudos frente a outras pesquisas: “Enquanto todos tentavam tratar a alopecia utilizando cafeína como único princípio ativo da formulação, eu resolvi ir com base nos meus estudos na contramão disso. Eu deixei a cafeína no composto sem isolá-la, de modo complementar com outros princípios ativos no extrato biotecnológico de café. Vários pesquisadores da Alemanha e de muitos outros países já observavam que a cafeína tinha efeito no beneficiamento do ciclo capilar, porém com baixa eficácia. Meus estudos demonstraram que na concentração correta o extrato que desenvolvemos teria eficácia muito maior, e por isso fomos o  primeiro grupo de pesquisa a obter resultados significativos com a cafeína com ação beneficiada para o tratamento da alopecia. Durante quatro anos de estudo, mais da metade deste tempo foi tentando encontrar a concentração ideal para estimular o efeito de crescimento capilar e combate a calvice, pois em concentração errada poderia promover a queda em vez do crescimento”. 
Os produtos desenvolvidos pela cientista a posicionaram também como mulher de negócios através da criação da sua própria empresa, a Magic Science, que atua na produção e comercialização: “Os resultados têm sido surpreendentes e com boa aceitação em vários países. Devo isso ao fato do produto ser um grande sucesso com 100% de eficácia anti queda nos testes exigidos pela ANVISA com redução da queda, estímulo no surgimento de novos fios e no crescimento capilar, algo único em todo o mundo”.

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SAÚDE

Ministério da Saúde descarta suspeita de coronavírus no RJ

Suspeita veio de paciente internado em Niterói que chegou da China na semana passada

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Casos de coronavírus têm se espalhado ao redor do mundo Foto: EFE/EPA/Su Yang

O Ministério da Saúde descartou no fim da manhã desta segunda-feira (27), que um paciente internado no Hospital Icaraí, na cidade de Niterói, Região Metropolitana do Rio de Janeiro, esteja infectado com o novo coronavírus (2019-nCoV). Por volta das 10h da manhã, a Prefeitura de Niterói informou que monitorava a suspeita na cidade por conta de um homem que chegou da China na semana passada.

Na China, país onde a doença se iniciou, já são 81 mortes confirmadas pelo coronavírus e, de acordo com o último balanço, há 2.744 casos confirmados no país.

Além do país asiático, outros 12 países já tem casos confirmados da doença, desde vizinhos chineses como a Tailândia, o Nepal e o Vietnã, até países como França, Estados Unidos e Austrália.

No Brasil, o Ministério da Saúde descartou cinco casos suspeitos. A pasta informou que as ocorrências não se enquadram na definição de caso suspeito da Organização Mundial da Saúde (OMS).

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