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ENTREVISTAS MIX FM/ Márcio Miranda promete investir R$100 milhões/ano em desenvolvimento

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O candidato ao governo do Pará, deputado Márcio Miranda (DEM), presidente licenciado da Assembleia Legislativa do Estado (Alepa), foi o terceiro entrevistado pelo Grupo Marajoara de Comunicação, dentro do no programa Mix Atualidades, na MIX FM, comandado pelo radialista Nonato Pereira. A entrevista transmitida pela  Rádio Marajoara AM, Rádio Guarani (Soure), Rádio Ximango da Amazônia (Monte Alegre) e TV Marajoara Digital, Canal 50.1, com cobertura de A Província do Pará  – veículos que integram o Grupo Marajoara de Comunicação, cujo comando é do csal empresário Carlos (Aline) Santos.

Márcio Miranda concorre ao Governo do Estado, tendo como vice o ex-deputado estadual José Megale (PSDB). E tem como principal cabo eleitoral o governador Simão Jatene (PSDB), mas é apoiado pela maioria dos prefeitos dos 144 municípios do Estado, segundo sua assessoria.
Com cinco  mandatos de deputado estadual, Márcio Miranda respondeu perguntas sobre como pretende  governar o Pará, se eleito. Médico e capitão PM da reserva, ele iniciou a entrevista falando de sua origem. Disse que o pai foi produtor rural, em Minas Gerais, onde nasceu. “Meu pai foi um homem muito simples”, disse.  “Eu também trabalhei na roça, uma vida dura, e só aos 10 anos de idade pude assistir televisão”. Disse que estudou em escola pública e com muito esforço chegou à universidade, no curso de Medicina. “Atuei bom tempo no interior, como médico. Ganhei vasta experiência nesse período, aprendendo a lidar com pessoas do povo, pessoas humildes. Aprendi bastante com o povo” – ele disse.
Como presidente da Alepa – cargo que exerce há quase 6 anos – criou o programa Assembleia Itinerante, levando os deputados ao interior do Pará e, “in loco”, tomarem pé da realidade local.
Também reduziu gastos da Casa. Quando assumiu a presidência, em 2103, economizou R$ 303 milhões, acabando com auxílio moradia de deputados (cada deputado recebia cerca de R$ 5 mil por mês).
Esse valor – R$ 303 milhões – foi repassados ao Ministério Público do Estado e Tribunal de Justiça do Pará. Com o dinheiro as duas instituições implantaram serviços no interior.
Acabou também com o “auxílio paletó”, com o 13º, 14º e 15° salários dos parlamentares. Com oito anos de mandato o deputado se aposentava, privilégio igualmente extinto por Márcio Miranda.
A Alepa economizou ainda em trono de R$ 400 mil/mês, gasto com combustíveis, motoristas e veículos oficiais para deputados e assessores.
“Durante minha pública como parlamentar deu para conhecer os problemas vividos pelo povo”, o candidato frisa.
E um temas tratados por ele foi segurança pública. Esse item tem sido motivo de preocupação da sociedade. “Essa questão (segurança) será a prioridade número um do nosso governo”, garantiu.
Disse que irá aumentar o efetivo policial, civil e militar. Irá também qualificar melhor os policiais e lhes dar melhores condições de trabalho e salariais. “Vamos incorporar pelo menos 1.200 novos policiais por ano”.

EDUCAÇÃO E SEGURANÇA DE QUALIDADE

Márcio Miranda prometeu investir também em prevenção, usando para isso uma educação de qualidade, de formação profissional, com escola de tempo integral de qualidade. “Não vamos levar apenas conhecimentos disciplinares, Matemática, História, Geografia. É preciso fazer com que os jovens se relacionem melhor com o esporte, a cultura, arte, o lazer, uma socialização sadia”.

Quanto aos professores, disse que manterá “as portas abertas” para o diálogo, principalmente às condições de trabalho e salários. Citou uma pesquisa feita em 70 países que deixa o Brasil entre os 4 últimos colocados em qualidade na educação.

Falando sobre segurança, Márcio Miranda ressaltou: “Não se faz segurança só com polícia, equipamentos, estrutura. Isso é importante, sem dúvida. Mas precisamos criar condições de melhoria de vida para o cidadão de baixa renda, principalmente para os jovens”.
Portanto combater a miséria, o desemprego e demais mazelas sociais, comuns nos quatro cantos do Brasil.

Também garantiu construir vilas para os policiais militares que moram na periferia, portanto correndo risco de serem mortos por bandidos.

SOMATÓRIA DE ESPERIÊNCIAS

Márcio Miranda destacou também a sua experiência pessoal como trunfo para fazer um bom governo no Pará:

“Sou médico, sou capitão de reserva da PM e trabalhei na roça”, ele frisou, “portanto tenho experiência em saúde, segurança e no trabalho pesado, então estou preparado para governar o Pará”, garantiu.
E ele tem a opção para isso, na área social: É o investimento de R$ 100 milhões/ano para incentivar na produção de alimentos. E em outros segmentos vinculados à melhoria de vida através da produção, do trabalho.
O dinheiro será usado para incentivar micros e médios produtores, individuais ou em cooperativas. “Isso vai gerar renda para as famílias. Querer uma segurança eficaz sem trabalhar o lado social é enxugar gelo”, segundo o candidato.
Citou a piscicultura como outra opção para gerar renda e emprego às famílias paraenses e que serão beneficiadas com os R$ 100 milhões.
“O caboclo quer produzir, quer trabalhar, mas precisa de recursos (dinheiro). Temos no Pará muita chuva, terra fértil, temos condições de produzir muito e com qualidade. Vamos trabalhar em cima desse potencial”.
Parte desse recurso será para cursos profissionalizantes, destinados a jovens de ambos os sexos. E para financiamento de pequenos negócios. “Uma pesquisa”, disse, “mostra que uma em cada três mulheres tem vontade de ter seu próprio empreendimento”.
Afirmou que convocará o terceiro setor (igrejas, associações de moradores, entidades de trabalhadores, etc.) para gerirem, juntos, esses R$ 100 milhões.

ATENÇÃO BÁSICA

Em relação à saúde, Márcio Miranda disse que dará prioridade à atenção básica, que é um conjunto de ações individuais e coletivas para a promoção e proteção da saúde (diagnóstico, tratamento, reabilitação, prevenção, entre outras). “A atenção básica é de competências das prefeituras. A nossa administração manter uma interação permanente (com os municípios) manter os hospitais do interior equipados (raio X, mamógrafos, laboratórios).

Á pergunta se seu governo seria uma continuidade da gestão Simão Jatene, ele disse que o governo de Jatene é de Jatene, e que ele fará seu próprio governo.   “Claro, manteremos o que deu certo, não apenas na gestão dele (Jatene), como de outros governos. E vamos trabalhar naquilo que precisa ser melhorado”, declarou.

Setor que terá atenção na gestão Márcio Miranda é o turismo. Ele garantiu incrementar uma política de investimentos nessa área, priorizando em especial o Arquipélago do Marajó – onde a pobreza tem se mostrado mais cruel, em relação a outras regiões do Pará.

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