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Internacional

EUA julgam “El Chaco”, que pode pegar prisão perpétua

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El Chapo era o chefe do Cartel de Sinaloa e está preso no Manhattan Correctional Center

 Agência Brasil  

Apontado como um dos principais líderes do tráfico de drogas no mundo, o mexicano Joaquín Archivaldo Guzmán Loera, conhecido como  El Chapo, será julgado hoje (5), em Nova York, por assassinatos, narcotráfico e conspirações. Crimes que podem levá-lo à prisão perpétua.

Os principais jornais e emissoras de televisão dos Estados Unidos e da Europa destacam o julgamento do narcotraficante.

A idade de El Chapo é incerta porque ele tem documentos com datas distintas de nascimento: em um, teria 61 anos, em outro, 63.

El Chapo era o chefe do Cartel de Sinaloa e está preso no Manhattan Correctional Center, desde janeiro de 2017.

De acordo com a imprensa internacional, o processo dele tem quase 15 mil páginas.

Detido várias vezes desde 1993, foi capaz de fugas cinematográficas. A caçada a ele envolveu autoridades e agentes dos Estados Unidos e do México. Preso, ele foi extraditado para os Estados Unidos.

Os jornais portugueses informam que os advogados de El Chapo afirmam que ele está mal psicologicamente, pois é mantido preso em uma cela solitária, isolado dos demais, o que gera uma série de transtornos, como perda de memória e idéias fixas.

As autoridades norte-americanas afirmam que o isolamento é necessário porque ele já fugiu de prisões de alta segurança.

O criminoso negou ser o chefe do Cartel de Sinaloa, organização responsável pelo destino de parte da cocaína enviada para os Estados Unidos, lavagem de dinheiro, sequestros e assassinatos.

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Internacional

Integrantes do grupo por ataques no Sri Lanka podem ter treinado no exterior

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Foto: Reprodução /Fonte: Agência Brasil

Integrantes do grupo que organizou seis explosões quase simultâneas no domingo (21) no Sri Lanka podem ter passado por um treinamento militar no exterior, segundo o governo local.

Atentados em igrejas e hotéis em Colombo, a maior cidade do país, e em outra cidade no leste deixaram 321 mortos e cerca de 500 feridos.

Em entrevista coletiva nessa terça-feira (23), o premiê do Sri Lanka, Ranil Wickremesinghe, disse que os atentados foram ataques suicidas organizados por um grupo islamista do país. Segundo Wickremesinghe, autoridades identificaram a maioria dos membros da organização, inclusive o seu possível líder.

Em discurso transmitido pela TV, também na terça, o presidente cingalês Maithripala Sirisena disse que as autoridades de segurança começaram a monitorar o grupo terrorista há dois anos, após receber um relatório da inteligência.

Sirisena afirmou que as autoridades têm acompanhado atentamente as viagens ao exterior dos membros da organização e outras atividades, mas não obtiveram evidências suficientes para prendê-los.

O grupo Estado Islâmico (EI) assumiu a autoria dos ataques. Segundo investigadores, os homens-bomba estariam envolvidos com a organização. O Sri Lanka tem recebido ajuda do Departamento Federal de Investigação dos Estados Unidos (FBI, na sigla em inglês) e de outras autoridades internacionais de segurança para investigar os atentados.

*Com informações da NHK (emissora pública de televisão do Japão)

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Internacional

Operários da reforma em Notre-Dame violaram proibição de fumar

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Notre Dame - (foto: FRANCOIS GUILLOT / AFP)

Polícia encontrou sete guimbas de cigarro perto dos andaimes; empresa responsável pelos andaimes na catedral admitiu o erro dos empregados

AFP

A empresa Le Bras Frères, responsável por montar os andaimes no teto da catedral Notre-Dame de Paris, que estava em reforma no momento do incêndio da semana passada, admitiu que alguns operários fumavam na obra, apesar da proibição.

“Efetivamente, alguns funcionários violavam esta proibição de vez em quando e lamentamos”, afirmou à AFP o porta-voz da empresa, Marc Eskenazi.
“Informamos a polícia”, completou.

O porta-voz respondeu desta maneira a um texto da revista satírica Le Canard enchaîné, publicado nesta quarta-feira, que afirma que a polícia encontrou sete guimbas de cigarro perto dos andaimes.

Eskenazi, no entanto, descartou a possibilidade de uma guimba mal apagada ter provocado o incêndio que destruiu na segunda-feira da semana passada parte do teto da catedral gótica e derrubou seu emblemático pináculo (conhecido como flecha).

“Qualquer pessoa que já tentou alguma vez acender o fogo em uma chaminé (sabe que) não acontece muita coisa quando você lança uma guimba sobre um tronco de carvalho”, disse, em referência aos 1.200 troncos que sustentavam o teto da catedral.

“Era proibido fumar nos andaimes. Mas era um pouco complicado descer porque levava tempo”, declarou Eskenazi.

Questionado sobre a possibilidade do fogo ter começado nos motores elétricos dos elevadores instalados para montar os andaimes, Eskenazi disse que “não se identificou nenhum problema” nestes.

“De todas as maneiras ficam longe da flecha. E pelo que foi estabelecido, o incêndio começou dentro do edifício”, afirmou.

“Sob nenhuma circunstância são responsáveis pelo incêndio”, declarou.

Os primeiros indícios apontam que o fogo começou por acidente, provavelmente por um curto-circuito, mas os especialistas ainda precisam examinar minuciosamente todos os vestígios em busca de provas para determinar as causas exatas.

A catedral de Notre-Dame é o monumento histórico mais visitado da Europa, com entre 12 e 14 milhões de turistas por ano.


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Internacional

Parlamentares do Irã autorizam ação firme contra atos “terroristas” dos EUA

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Ministro das Relações Exteriores do Irã, Mohammad Javad Zarif, durante entrevista coletiva em Bagdá 10/03/2019 REUTERS/Khalid Al-Mousily

O Parlamento do Irã aprovou um projeto de lei nesta terça-feira que pede que o governo adote medidas duras para reagir a “ações terroristas” de forças dos Estados Unidos, noticiou a televisão estatal, retaliando a inclusão da Guarda Revolucionária de elite do país em uma lista negra de Washington.

No dia 8 de abril, o presidente Donald Trump designou a Guarda Revolucionária como um grupo terrorista estrangeiro, uma decisão inédita que provocou repúdio iraniano e temores de ataques retaliatórios contra forças dos EUA.

Teerã reagiu à designação, que entrou em vigor em 15 de abril, classificando o Comando Central dos EUA (Centcom) como uma organização terrorista e o governo norte-americano como um patrocinador do terrorismo.

“O projeto de lei autoriza o governo a adotar medidas firmes e retaliatórias contra atividades terroristas de forças americanas que ameacem interesses do Irã”, disse a rede de TV.

“O governo deveria usar medidas legais, políticas e diplomáticas em resposta às ações americanas.”

Extremamente leal ao líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, a Guarda Revolucionária é uma força poderosa que controla a maior parte da economia iraniana e exerce influência política no fracionado establishment clerical do país.

A agência de notícias semioficial Tasnim disse que cerca de 168 dos 210 parlamentares presentes votaram a favor do projeto de lei.

As tensões entre Teerã e Washington estão crescendo desde o ano passado, quando Trump retirou os EUA de um acordo nuclear de 2015 entre o Irã e seis grandes potências e reativou sanções contra o regime.

Nos últimos anos, houve confrontos periódicos entre a Guarda Revolucionária e os militares dos EUA no Golfo Pérsico.

O novo comandante-chefe da Guarda Revolucionária, Hossein Salami, indicado depois da inclusão da força na lista negra dos EUA, já alertou no passado que o Irã poderia usar seus mísseis balísticos e de cruzeiro, drones, minas, lanchas e lançadores de mísseis na área do Golfo Pérsico para confrontar os EUA.

O governo Trump, que adotou uma postura rígida com o Irã, disse em um comunicado divulgado na segunda-feira que o presidente decidiu não renovar as dispensas para importadores comprarem petróleo iraniano sem enfrentar sanções a partir de maio.

O ministro das Relações Exteriores iraniano, Mohammad Javad Zarif, disse que o aumento da pressão econômica sobre o Irã mostrou que Washington está em pânico.

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