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Explosão em base russa aumenta radioatividade

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Foto: Reprodução /Fonte: Agência Brasil

A explosão de um foguete numa base militar perto da cidade de Severodvinsk, no norte da Rússia deixou dois mortos na última madrugada e causou um aumento nos níveis de radioatividade na região, o que levou ao fechamento de parte do Mar Branco para o transporte marítimo.

“Os sensores do Sistema de Controle da Situação Radioativa em Severodvinsk registraram um breve aumento do pico de radiação”, informou o governo local.

A informação contradiz o Ministério da Defesa russo que negou qualquer alteração nos níveis radioatividade.

Segundo a agência de notícias RIA, o governo afirmou que a explosão em uma base militar na região de Arkhangelsk não liberou substâncias perigosas na atmosfera.

Autoridades locais, porém, afirmaram em nota que a explosão provocou um breve aumento da radioatividade na área. Devido ao incidente, a região do Mar Branco próxima ao local da explosão precisará ser isolada por um mês.

Segundo as autoridades de Severodvinsk, cidade portuária às margens do Mar Branco e ponto da principal base naval russa no Ártico, a radiação começou a diminuir na sequência.
Duas horas depois, o nível da radiação era de “0,11 microsievert por hora, de um máximo permitido de 0,60 microsievert”, explicou nota do governo.

Nível de radioatividade

As autoridades de Severodvinsk, cidade com cerca de 190 mil habitantes, garantem que a situação não provocou um aumento do nível de radioatividade na área das empresas que trabalham na região.

Citando dados do Ministério de Emergências, o Greenpeace disse que os níveis de radiação subiram 20 vezes em relação ao normal na cidade. O grupo ambiental pediu que o órgão de proteção ao consumidor da Rússia explicasse o que causou essa alteração e se ela representava um risco à saúde.

Segundo o Ministério de Defesa da Rússia, a explosão aconteceu durante testes com “um motor a reação de combustível líquido”. Dois militares morreram e outros seis ficaram feridos.

A base é usada para testes de armas, inclusive mísseis balísticos utilizados pela Marinha russa. Esse é o segundo incidente militar que ocorreu no país nesta semana. Na segunda-feira, uma série de explosões num depósito de uma base na Sibéria deixou um morto e 13 feridos.

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Bolsonaro confirma envio de ajuda para auxiliar buscas de avião chileno

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Foto: Reprodução / Fonte: Correio Braziliense

O presidente Jair Bolsonaro determinou o envio de um avião de busca para auxiliar na procura do avião chileno Hércules C-130 que desapareceu com 38 pessoas a bordo a caminho da base Presidente Eduardo Frei Montalva, na Antártida. A confirmação foi dita na saída do Palácio da Alvorada, nesta terça-feira (10/12), e reafirmada em nota publicada nas redes sociais.

A Marinha também se prontificou a ajudar, com o envio do navio polar Almirante Maximiano, encaminhado com dois helicópteros para auxiliar nas buscas. Bolsonaro conversou na manhã desta terça com o presidente do ChileSebastián Piñera, e informou a ele a ajuda humanitária. “Acabei de entrar em contato, tem o avião que caiu, está desaparecido, indo para a Antártida. Oferecemos um avião de busca nosso, recém adquirido, colocamos à disposição deles”, destacou.

O presidente demonstrou sensibilidade e torce para que o apoio brasileiro consiga resgatar sobreviventes. Apesar disso, ele reconhece que as chances são pequenas. “Aquela região, quando acontece acidente, em poucos minutos quem cai na água não sobrevive. Estamos torcendo para que tenham sobrevivido, mas choca todos nós esses 38 (desaparecidos), a maioria militares, que desapareceram no momento indo para a Antártida. (…) Eu não sei se um avião Hércules, se fizer pouso forçado, se vai boiar ou não, eu não sei”, comentou. 

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Avião militar chileno desaparece com 38 pessoas a bordo

A aeronave perdeu comunicação quando sobrevoava o mar de Drake, uma região entre o continente americano e a Antártica, considerada como a mais tempestuosa do planeta

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Foto: Reprodução / Fonte: Correio Braziliense

Um avião Hércules C-130 que decolou na segunda-feira da cidade de Punta Arenas, sul do Chile, desapareceu com 38 pessoas a bordo no mar de Drake quando seguia para a Antártica e uma operação de busca foi iniciada, informou a Força Aérea.

A bordo do C-130 Hércules viajavam 38 pessoas – 17 tripulantes da aeronave e 21 passageiros -, incluindo 15 oficiais da FACH, três do Exército, dois funcionários da empresa privada de construção Inproser e um funcionário da Universidade de Magallanes.

As pessoas viajavam para cumprir tarefas de apoio logístico na base Eduardo Frei, a maior do Chile na Antártica: a revisão do oleoduto flutuante de abastecimento de combustível da base e o tratamento anticorrosivo das instalações.
A FACH entrou em contato com as famílias das pessoas a bordo para informar sobre a situação. A aeronave perdeu comunicação quando sobrevoava o mar de Drake, uma passagem marítima entre o continente americano e a Antártica, considerado pelos marinheiros como a mais tempestuosa do planeta. “As condições meteorológicas para voar eram boas, por isto o voo foi planejado”, disse Francisco Torres, diretor de operações da FACH. 

A FACH declarou “estado de alerta pela perda de comunicação” e ativou uma operação de resgate com aeronaves e navios da Marinha para “resgatar possíveis sobreviventes”. O avião tem sistema ELT que indica sua posição por satélite, mas durante a madrugada o dispositivo não permitiu localizar a aeronave.

O presidente Sebastián Piñera se declarou “consternado” com o desaparecimento do avião militar e anunciou que viajará a Punta Arenas ao lado dos ministros do Interior, Gonzalo Blumel, e da Defesa, Alberto Espina. 
“Vamos com o ministro @Gblumel consternados com o desaparecimento do avião Hércules da FACH com 38 passageiros que viajava rumo à Antártica de Punta Arenas. De lá, junto ao ministro da Defesa (Alberto Espina), monitoraremos busca e envio de equipes de resgate”, escreveu o presidente no Twitter.

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Miss Universo: Sul-africana vence e Brasil fica no top 20

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Foto: Reprodução / Fonte: *Folhapress

A representante da África do Sul, Zozibini Tunzi, foi eleita na noite neste domingo (8) a Miss Universo 2019, e leva para seu país a terceira coroa do concurso. Ela quebrou um jejum de apenas dois anos para sua terra natal. Antes dela, ocuparam o posto as sulafricanas Demi-Leigh Nel-Peters (2017) e Margaret Gardiner (1978).

O show da final aconteceu em Atlanta (EUA) e contou com um total de 90 misses. Tunzi recebeu a coroa das mãos da filipina Catriona Gray, Miss Universo 2018. Em segundo e terceiro lugares ficaram, respectivamente, as misses Porto Rico, Madison Anderson, e México, Sofía Aragón. Completaram o top 5 as representantes da Colômbia, Gabriela Tafur Nader, e Tailândia, Paweensuda Drouin. No grupo de dez semifinalistas ficaram ainda as misses Estados Unidos, Peru, Islândia, França e Indonésia.

Favorita disparada entre fãs e especialistas de concursos, a mineira Júlia Horta foi eliminada da competição. Após entrar no grupo de 20 semifinalistas, ela não fez o segundo corte.

– Como Miss Brasil e como mulher eu preciso lutar pelos direitos humanos. Quero que minha voz seja ouvida contra a agressão. Graças às famílias do passado, hoje eu tenho vários direitos e quero continuar a lutar por essa geração e pelas próximas – disse Horta ao ser chamada na primeira classificação.

No Brasil, a transmissão ficou por conta da Band TV (com atraso) apresentado por Renata Fan, Miss Brasil 1999. Além disso, também havia opções na TV paga e na internet.

O show de 2019 ficou por conta da cantora Ally Brooke, ex integrante do grupo Fifth Harmony. As 90 misses entraram ao mesmo tempo no palco para recepcionar o humorista americano Steve Harvey, que pela quinta vez consecutiva apresentou o show da final.

Logo em seguida, foi anunciado o Top 20, o time das 20 misses semifinalistas da edição. Esse primeiro corte foi formado por quatro grupos de cinco moças cada. É a segunda vez seguida que o concurso realiza esse corte setorizado por continentes.

O primeiro foi de beldades da África, Ásia e Oceania, o segundo de representantes da Europa, o terceiro das Américas, e o quarto trouxe as escolhidas não especificadas por região.

Depois, cada uma das escolhidas teve sua vez para falar durante 15 segundos ao microfone. Após o anúncio do Top 10, aconteceu o desfile de biquíni, a primeira entrada de Catriona Gray e o desfile em traje de gala. O roteiro ainda contou com as perguntas finais, a despedida de Gray, e os anúncios das colocações.

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