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Feijão sofre 34,20% de redução de preço, diz Dieese 

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Josué Silva de Araújo/ Da Redação

Alimento quase sempre presenta na mesa dos paraenses – e dos brasileiros – o feijão baixou de preço no período entre janeiro e agosto de 2018, mesmo tendo aumentado em agosto passado.
É o que comprovou levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio Econômicos, o Dieese, Regional Pará.
A queda (redução de preço) foi de 12,21% – janeiro/agosto. Nos últimos 12 meses  – agosto/2017 a agosto/2018, o percentual de queda foi de 34,20%. 
Mas o custo com alimentação, no Pará, permanece “salgado” (caro). Essa tendência já persiste por algum tempo. A cesta básica paraense está entre as mais caras do país.  
Em agosto passado houve leve baixa, de 0,22%, na alimentação (cesta básica). 
O cidadão assalariado – o mínimo é R$ 954,00 – gastou em agosto último R$ 360,30 com alimento. O valor equivale a 41% do salário mínimo.   
O encarecimento da cesta básica, segundo o Dieese, se deve a alguns fatores. Um deles a importação de grande parte (mais da metade) dos alimentos.  
Há outros itens que forçam os aumentos, como a sazonalidade dos produtos e custos ligados à comercialização. 
A pesquisa do Dieese mostra as oscilações do preço do feijão a partir de dezembro de 2017. Nesse mês o preço médio nos supermercados de Belém foi de R$ 3,44 (o quilo). 
Em janeiro/2018 foi de R$ 3,04 (valor médio). 
Em junho – 5 meses depois – custava R$ 2,96. Em agosto/2018 o preço médio foi de R$ 3,02 o quilo.     
O produto comercializado nos supermercados teve alta de 2,03% em agosto em relação a julho/2018. Mas o balanço do ano – 2018 – houve queda de preço num percentual 12,21%.










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