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MUNDO CÃO

Fiscais do Trabalham podem estar realizando últimas missões no Marajó

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O Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM),  do Ministério do Trabalho,  resgatou, nesta quinta-feira (8), 18 trabalhadores em situação de trabalho análogo ao de escravo em atividade de extrativismo de açaí em várzea, na Ilha do Marajó, no Pará. Dois deles eram adolescentes, aparentando 15 anos. a idade que disseram ter.

De acordo com o Ministério, os trabalhadores moravam em barracos rústicos de madeira, cobertor com  palhas  de açaizeiro (Euterpia  oleracea) ou telhas de fibrocimento e lonas plásticas, sem fechamento nas laterais, com piso de ripas de madeira ou troncos. No local não havia banheiros ou chuveiros e a água consumida era retirada de um rio, sem qualquer tratamento. Os nativos chamam de tapiri a essas habitações improvisadas tanto por apanhadores de açaí quanto por pescadores, caçadores ou vaqueiros.

“Fora isso, não havia fornecimento de nenhum equipamento de proteção individual aos trabalhadores, que tinham de subir em palmeiras com alturas que podiam chegar a 20 metros, descalços ou com calçados improvisados, utilizando a “peconha” (espécie de laço) levando consigo, em uma das mãos, ou na bermuda, um objeto cortante, geralmente faca ou facão, para extrair o cacho de açaí”, explicou a coordenadora da ação, auditora-fiscal do Trabalho Andreia Donin.

Os trabalhadores resgatados receberam do empregador os devidos pagamentos relativos às verbas rescisórias, no valor total de R$ 72.101,66, além de indenização por danos morais individuais de R$ 230.044,74.

“Além disso, a auditoria-fiscal do Trabalho lavrou 26 autos de infração pelas irregularidades constatadas”, frisou o coordenador. Esta pode ser uma das últimas missões do Ministério do Trabalho, ameaçado de extinção pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL).

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MUNDO CÃO

Cadela espera toda noite pela volta de Boechat, diz mulher do jornalista

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Veruska Seibel publicou uma foto da cachorrinha aguardando a chegada do jornalista em uma rede social

Correio Braziliense

A mulher do jornalista Ricardo Boechat, morto em um acidente de helicóptero no último dia 11, Veruska Seibel publicou nesta quinta-feira (21/2) em seu perfil no Instagram uma foto da cadela da família, Nina. Veruska escreve, na legenda, que a cachorrinha fica toda noite no alto da escada esperando pela chegada de Boechat.
Na foto, Nina aparece sentada em frente à porta, como se estivesse aguardando o jornalista retornar a qualquer momento.
A cadelinha, de 3 anos, é o xodó da família. Em uma publicação no perfil de Veruska, no ano passado, ela conta que Nina foi adotada após ser tirada de um canil que maltratava os pets. Na legenda, Veruska ainda revela que teve resistência à ideia de adoção da cadela e brinca sobre o seus sentimentos por Nina.

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MUNDO CÃO

Vale vai doar R$ 100 mil para quem teve parente morto na tragédia de Brumadinho

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AGÊNCIA BRASIL

A Vale vai doar R$ 100 mil para cada família que teve um parente morto na tragédia gerada com o rompimento da barragem da mineradora em Brumadinho, nos arredores de Belo Horizonte. As doações serão repassadas a partir de amanhã (29). Segundo a empresa, trata-se de doação, e não de indenização.

A Vale vai doar R$ 100 mil para cada família que teve um parente morto na tragédia gerada com o rompimento da barragem da mineradora em Brumadinho, nos arredores de Belo Horizonte. As doações serão repassadas a partir de amanhã (29). Segundo a empresa, trata-se de doação, e não de indenização.

 No local, será colocada uma cortina de contenção no Rio Paraopeba para evitar que a lama se espalhe e afete o abastecimento de água na cidade de Pará de Minas.

O diretor executivo de Finanças e Relações com Investidores da Vale, Luciano Siani, disse que está assegurado o repasse da compensação financeira para o município de Brumadinho. “A Vale vai compensar o município como se a operação estivesse correndo” , ressaltou.

Paralelamente, foram contratados psicólogos e assistentes sociais do Hospital Albert Einstein para assistência às vítimas do acidente na região.

Questionado sobre a queda de 24% das ações da Vale na Bolsa de São Paulo, Siani disse que o foco das preocupações é outro. “O foco é na mitigação do sofrimento.”

O diretor da Vale afirmou ainda que não tmr competência para avaliar as sugestões de mudança no comando da Vale. Segundo Siani, o tema “compete ao Conselho de Administração”.

“Todos esses assuntos são de menor importância, todo o foco está nas pessoas e no meio ambiente. A família Vale está dilacerada e está sofrendo”, disse Siani.

No local, será colocada uma cortina de contenção no Rio Paraopeba para evitar que a lama se espalhe e afete o abastecimento de água na cidade de Pará de Minas.

O diretor executivo de Finanças e Relações com Investidores da Vale, Luciano Siani, disse que está assegurado o repasse da compensação financeira para o município de Brumadinho. “A Vale vai compensar o município como se a operação estivesse correndo” , ressaltou.

Paralelamente, foram contratados psicólogos e assistentes sociais do Hospital Albert Einstein para assistência às vítimas do acidente na região.

Questionado sobre a queda de 24% das ações da Vale na Bolsa de São Paulo, Siani disse que o foco das preocupações é outro. “O foco é na mitigação do sofrimento.”

O diretor da Vale afirmou ainda que não tmr competência para avaliar as sugestões de mudança no comando da Vale. Segundo Siani, o tema “compete ao Conselho de Administração”.

“Todos esses assuntos são de menor importância, todo o foco está nas pessoas e no meio ambiente. A família Vale está dilacerada e está sofrendo”, disse Siani.

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MUNDO CÃO

Funcionário que morreu em tragédia de Brumadinho era para estar de folga

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Familiares e amigos se despediram do funcionário na manhã desta segunda-feira

Corpo de Daniel Muniz Veloso, de 29 anos, funcionários de uma empresa terceirizada que presta serviços para a Vale, foi enterrado na manhã desta segunda-feira no Norte de Minas

O ESTADO DE MINAS

BELO HORIZONTE – O rompimento de uma barragem em Brumadinho, na Grande BH, provocou dor e comoção em Coração de Jesus, no Norte de Minas. Em clima de muita tristeza, foi sepultado na manhã desta segunda-feira o corpo de Daniel Muniz Veloso, de 29 anos, uma das vítimas da tragédia. Ele trabalhava para uma empresa terceirizada que presta serviços para a Vale.

Daniel, que foi um dos primeiros mortos na tragédia identificado, pertencia à família tradicional da cidade, que tem 26,1 mil habitantes. O enterro foi acompanhado por centenas de pessoas. Segundo um tio do rapaz, sexta-feira seria o dia de folga dele, mas Daniel trabalhou no dia da tragédia porque precisou faltar ao serviço no dia anterior.

Após a liberação pelo Instituto Médico Legal (IML) de Belo Horizonte, o corpo chegou em Coração de Jesus por volta das 5h desta segunda-feira em caixão fechado. Primeiro, houve um velório no salão de uma funerária da cidade. O sepultamento ocorreu às 10h no Cemitério Recanto da Paz.
Durante a missa na Matriz do Santíssimo Coração de Jesus o celebrante Pedro Henrique Nunes Pereira pediu orações para todas as vítimas do rompimento da barragem em Brumadinho. Ele ressaltou que a população de Coração de Jesus ficou chocada . “Nunca esperávamos que poderia ter uma pessoa da cidade entre as vítimas dessa tragédia”, disse.

Daniel deixou a mulher grávida de oito meses do primeiro filho do casal. De acordo com seus familiares, além da expectativa da chegada do primeiro filho, ele estava muito feliz, pois  recentemente tinha sido promovido à chefia de operação de máquinas da firma terceirizada da Vale. Ele começou a trabalhar na empresa no Pará, onde permaneceu durante cinco anos. Há três anos foi transferido para Brumadinho e passou a morar em um condomínio em Conselheiro Lafaiete, na Região Central do estado.

Durante o velório em Coração de Jesus, um tio de Daniel Muniz Veloso disse que sexta-feira, 25 de janeiro, seria de folga do sobrinho. Mas, na quinta-feira, 24, o rapaz ficou impedido de trabalhar porque o carro dele apresentou um defeito. “Aí, ele fez a troca com um colega de trabalho e ‘usou’ a folga na quinta-feira para resolver o problema do carro e trabalhar na sexta”, informou o parente de Daniel.

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