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Fiscais do Trabalham podem estar realizando últimas missões no Marajó

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O Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM),  do Ministério do Trabalho,  resgatou, nesta quinta-feira (8), 18 trabalhadores em situação de trabalho análogo ao de escravo em atividade de extrativismo de açaí em várzea, na Ilha do Marajó, no Pará. Dois deles eram adolescentes, aparentando 15 anos. a idade que disseram ter.

De acordo com o Ministério, os trabalhadores moravam em barracos rústicos de madeira, cobertor com  palhas  de açaizeiro (Euterpia  oleracea) ou telhas de fibrocimento e lonas plásticas, sem fechamento nas laterais, com piso de ripas de madeira ou troncos. No local não havia banheiros ou chuveiros e a água consumida era retirada de um rio, sem qualquer tratamento. Os nativos chamam de tapiri a essas habitações improvisadas tanto por apanhadores de açaí quanto por pescadores, caçadores ou vaqueiros.

“Fora isso, não havia fornecimento de nenhum equipamento de proteção individual aos trabalhadores, que tinham de subir em palmeiras com alturas que podiam chegar a 20 metros, descalços ou com calçados improvisados, utilizando a “peconha” (espécie de laço) levando consigo, em uma das mãos, ou na bermuda, um objeto cortante, geralmente faca ou facão, para extrair o cacho de açaí”, explicou a coordenadora da ação, auditora-fiscal do Trabalho Andreia Donin.

Os trabalhadores resgatados receberam do empregador os devidos pagamentos relativos às verbas rescisórias, no valor total de R$ 72.101,66, além de indenização por danos morais individuais de R$ 230.044,74.

“Além disso, a auditoria-fiscal do Trabalho lavrou 26 autos de infração pelas irregularidades constatadas”, frisou o coordenador. Esta pode ser uma das últimas missões do Ministério do Trabalho, ameaçado de extinção pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL).

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Polícias Civil e Militar procuram assaltantes de banco em Nova Esperança do Piriá

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As Polícias Civil e Militar estão em atuação conjunta para localizar os integrantes de uma associação criminosa que assaltou, na noite desta segunda-feira (12), por volta de 23 horas, a agência do banco Bradesco, em Nova Esperança do Piriá, no Nordeste paraense. Policiais civis e militares de Capitão Poço e de Garrafão do Norte deslocaram-se em apoio aos policiais do município, que viveu momentos de terror. M_oradores foram feitos reféns,mas tudo indica que já foram libertados.

Uma equipe da Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO) está em Nova Esperança do Piriá para investigar o crime. Informações preliminares são de que sete homens encapuzados e com armas de grosso calibre chegaram à cidade em uma caminhonete modelo L200 Triton de cor branca, efetuando disparos para o alto.

Em seguida, abordaram sete pessoas que estavam na rua e as fizeram de “escudos humanos” perto do banco. Os criminosos foram até a agência bancária, onde explodiram caixas eletrônicos.

Após a explosão, os assaltantes saíram em fuga no veículo, levando quatro pessoas como reféns e indo em direção à localidade de Colônia do Queimado, na zona rural de Nova Esperança do Piriá, onde soltaram os reféns. Na fuga, os bandidos lançaram na estrada ferros pontiagudos em formato de estrela para impedir a perseguição policial.

Durante a fuga, o veículo usado pelos criminosos foi abandonado e queimado na localidade de Vila do Arrependido, em Nova Esperança do Piriá. A localidade possui diversas rotas de fuga e que dá acesso à estrada da Paragonorte e à Rodovia Pará-Maranhão. A ação criminosa durou cerca de 50 minutos. O banco não informou a quantia roubada.

Por Walrimar Santos/Agência Pará

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Nova caravana de salvadorenhos segue rumo aos EUA

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As novas caravanas se formam em um momento em que milhares de hondurenhos já atravessam o México na direção dos EUA
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Enquanto milhares marcham para a fronteira de México e EUA, Trump posta no Twitter que marcha migratória tem ‘bandidos muito maus e membros de organizações criminosas’, e adverte que não deixará os imigrantes entrarem.

Oscar Martinez, 37 anos, migrante de Honduras, parte de uma caravana que viaja para os EUA, carrega seu filho Dilan, de 3 anos, enquanto caminham pela estrada para Huixtla, perto de Tapachula — Foto: Reuters/Carlos Garcia Rawlins

Mais de mil salvadorenhos, entre adultos, jovens e crianças, começaram uma longa jornada a pé nesta quarta-feira (31) com a intenção de chegar aos Estados Unidos, fugindo da violência das gangues e da falta de emprego em seu país.

Uma segunda caravana, de pelo menos 400 pessoas, planejava deixar a fronteira de Hachadura entre El Salvador e Guatemala no decorrer do dia.

As novas caravanas se formam em um momento em que milhares de hondurenhos já atravessam o México na direção dos Estados Unidos e outros grupos de centro-americanos estão tentando entrar no território mexicano.

Marcha dos imigrantes para os EUA — Foto: Alexandre Mauro/G1

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que as caravanas de imigrantes estão compostas de “bandidos muito ruins”, entre eles “membros de organizações criminosas” e advertiu que “mais tropas militares estão a caminho” para defender a “fronteira sagrada”.

Donald J. Trump

@realDonaldTrump

The Caravans are made up of some very tough fighters and people. Fought back hard and viciously against Mexico at Northern Border before breaking through. Mexican soldiers hurt, were unable, or unwilling to stop Caravan. Should stop them before they reach our Border, but won’t!

“As caravanas estão compostas de alguns combatentes e pessoas muito fortes. Eles lutaram com força e agressividade contra o México na fronteira norte antes de atravessar. Os soldados mexicanos ficaram feridos e foram incapazes, ou não tiveram vontade, de deter as caravanas”, advertiu Trump no Twitter.

Trump ressaltou que soldados das “forças armadas estão sendo mobilizados para a fronteira sul”.

Donald J. Trump

@realDonaldTrump

Our military is being mobilized at the Southern Border. Many more troops coming. We will NOT let these Caravans, which are also made up of some very bad thugs and gang members, into the U.S. Our Border is sacred, must come in legally. TURN AROUND!

“Muito mais tropas estão a caminho. Nós NÃO deixaremos essas caravanas entrar, que também estão formadas por bandidos muito maus e membros de organizações criminosas, nos EUA. A nossa fronteira é sagrada, e vocês devem entrar legalmente. DEEM MEIA-VOLTA!”, escreveu o presidente americano na rede social.

Osman Joel Hernandez, um menino migrante de 6 anos, parte de uma caravana de milhares de pessoas que viajam da América Central a caminho dos Estados Unidos, brinca com um bambolê enquanto descansa em um acampamento improvisado em Juchitan, no México, nesta quarta (31) — Foto: Hannah McKay/ReutersOsman Joel Hernandez, um menino migrante de 6 anos, parte de uma caravana de milhares de pessoas que viajam da América Central a caminho dos Estados Unidos, brinca com um bambolê enquanto descansa em um acampamento improvisado em Juchitan, no México, nesta quarta (31) — Foto: Hannah McKay/Reuters

Osman Joel Hernandez, um menino migrante de 6 anos, parte de uma caravana de milhares de pessoas que viajam da América Central a caminho dos Estados Unidos, brinca com um bambolê enquanto descansa em um acampamento improvisado em Juchitan, no México, nesta quarta (31) — Foto: Hannah McKay/Reuters

A primeira caravana de aproximadamente 7 mil imigrantes centro-americanos, a maioria deles hondurenhos, que pretende chegar aos Estados Unidos, parou em Juchitán, no Istmo de Tehuantepec, no sul do México.

Pela manhã, milhares de imigrantes reiniciaram a marcha a pé partindo de Santiago Niltepec, mas cerca de 500 pessoas, principalmente mulheres e crianças, foram transferidas em dez ônibus de turismo que foram pagos por uma família local com empreendimentos no setor do comércio.

Na segunda-feira, uma outra caravana, formada por aproximadamente 2 mil pessoas, entrou no México pela fronteira com a Guatemala.

Migrantes que fazem parte de uma caravana que viaja aos EUA cantam e rezam em parque de Miguel Hidalgo em Tapachula, México, nesta terça-feira (30) — Foto: Reuters/Leah Millis
Migrantes que fazem parte de uma caravana que viaja aos EUA cantam e rezam em parque de Miguel Hidalgo em Tapachula, México, nesta terça-feira (30) — Foto: Reuters/Leah Millis

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Polícia investiga chacina com oito mortos e três feridos no Tapanã, em Belém

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Foto: G1/pa
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A Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) investiga uma chacina que deixou oito pessoas mortas e outras três feridas nesta segunda-feira (29) no bairro Tapanã, em Belém. De acordo com a Segup, 11 pessoas foram baleadas no total, sendo que cinco vítimas morreram nos locais dos crimes e outras três morreram em hospitais. A Polícia Militar realiza o policiamento na área em busca dos suspeitos.

Os crimes ocorreram no final da tarde. Testemunhas contaram à polícia que quatro criminosos chegaram em duas motos, efetuaram vários disparos e fugiram. Os crimes têm características de execução. Peritos do Intituto Médico Legal (IML) informaram que uma das vítimas levou seis tiros.

Polícia investiga morte de 8 homens na periferia de Belém

Cinco vítimas tinham entre 18 e 25 anos. Os assassinatos ocorreram em locais próximos, quase ao mesmo tempo. Na semana passada, criminosos assassinaram um sargento da PM no mesmo bairro onde ocorreu a chacina. João Batista Menezes Dias foi vítima de uma emboscada quando chegava em casa. A polícia não informou se há relação entre as mortes.

 — Foto: Arte/G1

— Fonte: Arte/G1Vítimas

As vítimas foram identificadas como:

As vítimas foram identificadas como:

  • Manoel Edilasio Moraes dos Santos, 25, morto na tv. Haroldo Veloso, esquina com a Quinta Rua;
  • Fernando Pantoja da Costa, 18, morto na rua Almirante Tamandaré, próximo à passagem Uberaba;
  • Moisés Pereira de Moraes, 22, assassinado na rua Maria de Nazaré, próximo à Estrada da Piçarreira;
  • Thiago Luiz Moraes dos Santos, 23; morto na rua das Violetas, próximo à travessa das Margaridas;
  • Jacob Almeida Braga, 22, também morto na rua das Violetas, próximo à travessa das Margaridas.

Já as pessoas que chegaram a ser socorridas foram identificadas apenas como: Diego Borges, Sávio Miller Silva e David Thiago.

Os feridos no crime estão sendo atendidos em hospitais da capital. A Secretaria de Saúde de Belém informou que não tem autorização das famílias para divulgar o estado de saúde dos sobreviventes.

Qualquer informação sobre os suspeitos pode ser repassada para o telefone do Disque Denúncia através do número 181. A identidade será mantida em sigilo.

Com  informações de G! PA

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