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ECONOMIA

FMI avalia que Brasil pode duplicar crescimento em 2020

Foto: Reprodução / Fonte: *Com informações da agência EFE

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O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê a duplicação do crescimento econômico do Brasil em 2020, passando do 0,9% estimado para este ano para cerca de 2%, segundo Alejandro Werner, diretor do Departamento do Hemisfério Ocidental da entidade.

De acordo com Werner, “existe uma grande probabilidade de a economia brasileira se acelerar em 2020 até cerca de 2%” graças aos planos do governo.

Em entrevista à Agência Efe, Werner argumentou que a previsão de melhora do crescimento econômico brasileiro pode se concretizar se o país conseguir conter a inflação e manter as taxas de juros “relativamente baixas”.

Para 2019, o especialista explicou que o FMI rebaixou a previsão inicial “devido aos desastres naturais gerados nas regiões de mineração no início do ano e porque antecipava uma certa recuperação do investimento gerado pelo programa de reformas do presidente Jair Bolsonaro”.

– Mas a resposta que tínhamos antecipado ainda não se materializou – enfatizou Werner, que disse esperar os frutos das reformas em 2020.

O crescimento econômico do Brasil se acelerou até 0,6% no terceiro trimestre, enquanto a marca no segundo trimestre foi de 0,5%, segundo os dados divulgados nesta terça-feira (3).

Assim, a economia brasileira cresceu a uma taxa interanual de 1,2%, estimulada, entre outros fatores, pelo aumento do consumo das famílias e do investimento privado.

ECONOMIA

Feriados em dias úteis podem gerar perda de R$ 20 bilhões este ano

Em 2020 só o feriado da Proclamação da República será em um domingo

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Foto: Reprodução / Fonte: Agência Brasil

À exceção das atividades econômicas ligadas ao turismo, o comércio nacional deve ter neste ano prejuízo de cerca de R$ 19,6 bilhões com os feriados que caem em dias úteis, 12% a mais que as perdas registradas em 2019, que ficaram em torno de R$ 17,4 bilhões. A estimativa foi divulgada nesta sexta-feira (17) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A entidade diz que os feriados em dias úteis reduzem o nível de atividade do comércio que, por outro lado, pode enfrentar aumento dos custos de operação.

De acordo com o economista da CNC Fabio Bentes, por causa das horas extras que têm de ser pagas aos empregados, a folha de pagamento é a principal fonte dos prejuízos impostos ao comércio pelos feriados. “O peso relativamente elevado da folha de pagamentos na atividade comercial acaba comprimindo as margens de operação do setor” por causa do fechamento das lojas, ou da diminuição do fluxo de consumidores, disse Bentes. Ele acrescentou que isso acaba ocorrendo mesmo que as vendas sejam parcialmente compensadas nos dias imediatamente anteriores ou posteriores aos feriados. 

Bentes destacou que o único feriado que não impactará o setor do comércio é o da Proclamação da República, em 15 de novembro, que cairá em um domingo.

Segundo a CNC, cada feriado diminui a rentabilidade média do setor do comércio, incluindo varejo e atacado, em 8,4%. Para os segmentos de hiper e supermercados, lojas de utilidades domésticas e de vestuário e calçados, que respondem, juntos, por 56% do emprego no varejo nacional, as taxas de perdas mensais atingem11,5%, 11,6% e 16,7%, respectivamente.

Os estados que tendem a concentrar 57% das perdas estimadas são São Paulo (menos R$ 5,62 bilhões), Minas Gerais (-R$ 2,09 bilhões), Rio de Janeiro (-R$ 2,06 bilhões) e Paraná (-R$ 1,42 bilhão).

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ECONOMIA

INSS: MP quer suspensão da contratação de 7 mil militares

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Foto: Reprodução / Fonte: Agência Brasil

Na última sexta-feira (17), o subprocurador-geral do Ministério Público no Tribunal de Contas da União (TCU), Lucas Furtado, pediu à Corte que suspenda a contratação de militares da reserva para atuar no Instituto Nacional do Seguro Social (INNS). A medida foi anunciada pelo governo nesta semana como uma maneira de reduzir as filas.

Para o subprocurador, a contratação de 7 mil militares não acontecer porque “nesse caso, é nítida a reserva de mercado que o governo federal está promovendo para remediar o impasse das filas de processos pendentes de análise”.

Para ele, militares não reserva não são funcionários públicos aposentados e a disponibilidade tem por objetivo atender necessidades das Forças Armadas e não necessidades de natureza civil.

O pedido será distribuído a um dos ministros do TCU.

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ECONOMIA

Investimentos de empresas chinesas no Brasil ultrapassam os US$ 100 bilhões

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Foto: Reprodução / Fontes: Equipe SNA, Animal Business Brasil , CEBC e Valor Econômico

O notável aumento dos investimentos chineses no Brasil reflete a estratégia adotada pelo governo da China de incentivar a internacionalização das empresas do país. A observação é do vice-presidente da Sociedade Nacional de Agricultura (SNA), Hélio Sirimarco.

“Enquanto os negócios de energia e mineração dominam, a China busca cada vez mais o vasto território brasileiro para alimentar sua população”.

Dados recentes divulgados pela Câmara de Comércio Exterior (Camex), ligada ao Ministério da Economia, mostram que os investimentos chineses no Brasil totalizaram US$ 1.87 bilhão até setembro de 2019, número que se mantém estável em relação à soma de US$ 1.8 bilhão do mesmo período do ano passado.

Analistas e empresários estimam que os chineses em 2020 deverão participar de grandes projetos de infraestrutura e iniciar novas empreitadas no País, diante de um cenário de recuperação econômica e retomada do programa de privatizações e concessões.

Investimentos de empresas chinesas no Brasil ultrapassam os US$ 100 bilhões 2

Em declaração ao portal Animal Business Brasil, Sirimarco disse que as características dos investimentos chineses no Brasil indicam a continuidade da fase iniciada em 2014, quando foram notadas mudanças significativas do perfil dos negócios realizados pela China em todo o mundo, em relação a volumes, modos de entrada e setores de interesse.

Comércio bilateral

A partir de 2014, o setor de geração e transmissão de energia do Brasil recebeu grandes investimentos de empresas estatais chinesas, como a State Grid Brazil e a China Communications Construction Company (CCCC). Ao mesmo tempo, os investimentos no agronegócio passaram a ganhar maior relevância, com a entrada de empresas chinesas como a Cofco e a Dakang International.

“A Dakang adquiriu a trade matogrossense Fiagril em 2016 e a empresa paranaense Belegrícola, comercializadora de grãos e insumos, em 2007. No momento, o grupo chinês está integrando as duas empresas e o orientando as vendas de soja para a China, enquanto comercializa mais defensivos e outros produtos para agricultores brasileiros”, informou o vice-presidente da SNA, acrescentando que a Dakang e a Cofco também pretendem investir no setor de carne bovina.

Investimentos de empresas chinesas no Brasil ultrapassam os US$ 100 bilhões 3

Foco agrícola
“Além disso, há outras empresas como a Xun Chin Agrícola querendo adquirir terras em Mato Grosso. As operações devem envolver recursos da ordem em US$ 200 milhões. A prioridade dessa empresa é a exportação e produção de grãos, notadamente para o mercado asiático”.

Sirimarco, que frequentemente mantém contato com diversos representantes de províncias chinesas que visitam a SNA, disse que a China mantém cada vez mais seu foco no setor agrícola. “Um dos exemplos disso é a Cofco, que em 2018 foi responsável por 22%, ou seja, 11 milhões de toneladas das exportações de soja do Brasil, especialmente para a China e que agora começa a investir no setor de açúcar brasileiro”.

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