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França: Polícia usa gás para conter protestos de coletes amarelos

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.(foto: AFP / CLEMENT MAHOUDEAU)/ Correio Braziliense

A polícia deteve 24 pessoas na capital francesa pela manhã

A polícia de Paris disparou gás lacrimogêneo neste sábado (16/11) para conter manifestantes de coletes amarelos que tentam reviver seu movimento, no primeiro aniversário do levante contra o presidente da França, Emmanuel Macron, e suas políticas tidas como favoráveis à fatia mais rica da população.

A polícia deteve 24 pessoas na capital francesa pela manhã. Oficiais desalojaram manifestantes que tentavam bloquear o desvio de Paris e usaram gás lacrimogêneo contra grupos reunidos perto de Porte de Champerret, no noroeste, e da Place d’Italie, no sudeste da cidade.

Os repórteres da Associated Press que cobriam as manifestações não viram nenhuma violência ou outra ação dos manifestantes para provocar a polícia.

Os protestos acontecem em diversas partes da França, principalmente nas rotatórias onde o movimento popular se estabeleceu em novembro de 2018 em protesto contra os planos do governo de aumentar os impostos sobre combustíveis. Fonte: Associated Press.


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Pelo menos 13 mortos nas Filipinas devido à passagem do tufão Kammuri

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Foto: Reprodução / Fonte: Notícias ao Minuto

Pelo menos 13 pessoas morreram esta semana nas Filipinas na sequência da passagem do tufão Kammuri, segundo um novo balanço divulgado hoje pelas autoridades. O balanço anterior apontava para 11 mortos.

O tufão danificou 135 escolas e destruiu quase 1.200 casas.

As Filipinas são afetadas anualmente, em média, por 20 tempestades e tufões que matam centenas de pessoas e contribuem para a pobreza das populações expostas.

O tufão mais devastador registrado no país, o Haiyan, resultou em mais de 7.300 mortos e desaparecidos em 2013.

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Trump chama de “piada” relatório de seu impeachment

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Foto: Reprodução / Fonte: *Com informações da agência EFE

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, classificou como “piada” e “desgraça” o documento impulsionado por democratas para fundamentar o possível impeachment do governante.

Durante a cúpula da Otan, em Watford, na Inglaterra, Trump expressou à imprensa o descontentamento com o processo e reclamou da escolha da data de hoje (quando se sabia que ele estaria no Reino Unido) para a realização da sessão do Comitê Judiciário da Câmara dos Deputados, que analisará o trâmite iniciado pelos democratas.

– É uma vergonha que o tempo esteja sendo desperdiçado com isso – disse Trump ao se reunir com o primeiro-ministro da Itália, Giuseppe Conte, paralelamente à cúpula da Otan.

Na opinião de Trump, os democratas se agarram à possibilidade de impeachment (que ainda precisaria ser aprovado pelo Senado, onde os republicanos são maioria) porque estão mal nas pesquisas para as eleições presidenciais do ano que vem.

– A palavra ‘impeachment’ é ruim. Só deve ser usada em ocasiões especiais. Isso não deve voltar a acontecer com um presidente. É uma desgraça para o país – disse o republicano.

A investigação impulsionada pelos democratas para abrir um processo de impeachment contra Trump entrou hoje em uma nova fase com a aprovação do relatório que servirá como base para uma eventual acusação.

O Comitê de Inteligência da Câmara dos Deputados revelou, em um documento de 300 páginas, os argumentos para o possível impeachment de Trump, acusado de ter colocado “interesses pessoais e políticos” acima dos interesses dos Estados Unidos.

O relatório mostra que Trump supostamente condicionou a prestação de assistência militar à Ucrânia à abertura de investigações por Kiev sobre o ex-vice-presidente e possível rival eleitoral Joe Biden, e seu filho Hunter, por suposta corrupção no país europeu, o que beneficiaria a campanha de Trump para a reeleição.

Como resultado da investigação legislativa, os democratas da Câmara dos Representantes afirmam que Trump cometeu abuso de poder, obstruiu as investigações do Congresso e comprometeu a segurança nacional.

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Tufão nas Filipinas faz pelo menos 11 mortos

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Foto: Reprodução / Fonte: Com informações da Agência Brasil

Pelo menos 11 pessoas morreram nas Filipinas devido à passagem do tufão Kammuri. Outras 500 pessoas estão em centros de acolhimento, segundo um novo balanço divulgado hoje pelas autoridades locais.

Cinco vítimas mortais foram encontradas na região de Bicol (leste do país) , outras cinco em Mimaropa (oeste) e uma na cidade de Ormoc (centro). Os dados são do Centro Nacional de Gestão de Desastres.

O tufão atingiu na noite de segunda-feira o sudeste de Luzon, a maior ilha do arquipélago, e na terça-feira, o sul da capital filipina.

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