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Fumbel dá seminário de capacitação ao Edital de Projetos Culturais 2018

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Por Dedé Mesquita/Comus

A Prefeitura de Belém, por meio da Fundação Cultural do Município de Belém (Fumbel), abre nesta segunda-feira, 13, as inscrições para o seminário que visa à capacitação de interessados em se inscrever no edital de chamamento público para Seleção de Projetos Culturais de Relevância Social para o Município de Belém, promovido pela fundação.

O edital de número 004/2018 foi publicado no último dia 3 de agosto, e objetiva a celebração de parcerias de fomento à cultura, por meio do Termo de Colaboração ou Termo de Cooperação Financeira, com pessoas físicas, grupos culturais sem constituição jurídica e pessoas jurídicas sem fins lucrativos, para realização de projetos culturais em Belém.

A Prefeitura de Belém tem disponível um orçamento de R$ 3 milhões para esse edital. O repasse do apoio será assegurado diretamente pela Prefeitura. “Nós estamos primando pela qualidade na construção desses projetos, por isso toda nossa equipe passou por uma formação e assim, nossos servidores vão poder ajudar as pessoas na elaboração de seus projetos”, detalhou Fabio Atanásio, presidente da Fumbel.

Seminário – As inscrições para o seminário de capacitação ao edital começam nesta segunda-feira, 13, são gratuitas e podem ser feitas na sede da Fumbel, na avenida Governador José Malcher. O seminário será nos dias 16 e 17 de agosto, no cinema Acyr Castro, localizado na sede da própria fundação, a partir das 15h, com turmas de 50 pessoas, em cada dia.

“Estamos concentrando esforços para que o seminário alcance um grande número de pessoas. Temos, inicialmente, 100 vagas, sendo 50 em cada dia, mas se a demanda persistir, nós poderemos fazer outras turmas”, adiantou Atanásio.

Edital – Lançado e publicado no Diário Oficial do Município, no último dia 3, o edital para seleção de Projetos Culturais de Relevância Social para o Município de Belém terá inscrições abertas no período de 20 de agosto a 10 de outubro, no horário das 8 às 14 horas, na sede da Fumbel. A inscrição é gratuita. O edital completo, assim como a relação dos documentos necessários, pode ser acessado pelo site www.belem.pa.gov.br.

O edital estabelece novos critérios para a

—FOTO UCHOA SILVA-Agência Belém

quisição de incentivo financeiro a projetos culturais ou esportivos em Belém. Serão contemplados 55 projetos, que estão previstos desta forma: cinco (5) projetos de até R$ 100 mil; dez (10) projetos de até R$ 70 mil; e quarenta (40) projetos de até R$ 45 mil.

Os segmentos focados são Artes Cênicas (teatro), Artes Visuais (cinema), Artes Plásticas, Expressões Coreográficas/Dança, Expressões Literárias, Gastronomia, Moda, Música e Artes Circenses.

O novo edital é baseado na Lei Federal 13.019/2014, que estabelece e permite convênios entre os setores públicos e privados de maneira mais ágil e transparente. “As pessoas podem inscrever seus projetos, mas eles devem ser adequar às normas e critérios que estabelecemos para o repasse do incentivo. É uma ação política cultural que vai buscar que esses projetos tenham maior ressonância junto à sociedade, já que temos como meta que esses projetos não se encerrem em si, mas que eles tenham foco em uma ação que chamamos de ‘legado para a cidade’. Por isso, é que a preparação de nossos servidores, para que eles passem essas informações de forma clara ao nosso público, foi grande”, detalhou Atanásio.

Formação – A Fumbel promoveu e ministrou uma oficina de formação continuada em Projetos Culturais de Relevância Social, no mês de julho deste ano.

Foi a primeira vez que esse tipo de oficina foi promovido pela Prefeitura de Belém, e teve a participação de 25 servidores municipais, oriundos da Fumbel e também das Secretarias de Juventude, Esporte e Lazer (Sejel) e de Planejamento (Segep). A culminância dessa preparação foi na tarde de sexta-feira, 10, quando houve a apresentação dos projetos que foram elaborados durante a oficina.

Serviço:

Seminário de capacitação ao edital para Seleção de Projetos Culturais de Relevância Social do Município de Belém, dias 16 e 17 de agosto, no cinema Acyr Castro, na sede da Fumbel (avenida Governador José Malcher, próximo à travessa Doutor Moraes), a partir das 15 horas. Inscrições na sede da Fumbel. Programação gratuita.

 

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Bosque Rodrigues Alves e Museu Goeldi funcionarão na Adesão do Pará à Independência do Brasil

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 A Prefeitura de Belém, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), informa que nesta quarta-feira, 15, feriado de Adesão do Pará à Independência, o Bosque Rodrigues Alves – Jardim Zoobotânico da Amazônia funcionará em horário especial, das 8h às 14h, com venda de ingressos até 13h.

O ingresso do Bosque custa R$ 2,00 com direito a meia entrada para estudantes e crianças de sete a 12 anos no valor de R$1,00. Crianças menores de sete anos e idosos não pagam.

O Parque Zoobotânico do Museu Goeldi abre normalmente  nesta quarta-feira (15), O Está localizado à Avenida Magalhães Barata, nº 376, no centro de Belém. O valor do ingresso é de R$ 3,00 (inteira) e R$ 1,50 (meia-entrada) para estudantes mediante a apresentação da carteira de identificação estudantil e jovens de baixa renda com apresentação da Identidade Jovem, acompanhada de documento de identificação com foto.

Crianças com até 12 anos incompletos, idosos com mais de 60 anos e pessoas com deficiência têm direito à gratuidade.

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 Música do Pará brilha em São Paulo

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A música do Pará não poderia estar melhor representada  num espetáculo que reuniu nada mais, nada menos que Sebastião Tapajós, que convida Andreson ao piano e participação marcante de Jane Duboc. Um show lindo, segundo Manoel Cordeiro, realizado no Dia dos Pais, no Sesc Pinheiros, em São Paulo.

Sebastião Tapajós

Nascido em Alenquer, no Baixo Amazonas, Sebastião Tapajós, mudou-se para Santarém ainda pequeno. Começou ainda criança a estudar violão. Em 1964, foi estudar na Europa. Formou-se pelo Conservatório Nacional de Música de Lisboa, em Portugal. Na Espanha, estudou guitarra com Emilio Pujol e cursou o Instituto de Cultura Hispânica. Realizou recitais nesses dois países. Regressando ao Brasil, recebeu a cadeira de violão clássico do Conservatório Carlos Gomes de Belém, onde lecionou até julho de 1967.

Ao longo de sua carreira, o artista já tocou com nomes conhecidos da MPB como Hermeto Pascoal, Jane Duboc, Zimbo Trio, Waldir Azevedo, Paulo Moura, Sivuca, Maurício Einhorn e Joel do Bandolim, e internacionais como Gerry Mulligan, Astor Piazzolla, Oscar Peterson e Paquito D’Rivera.

Em 1998 compôs a trilha sonora do longa-metragem paraense Lendas Amazônicas.

Tapajós é um músico consagrado na Europa, onde se apresentou um sem-número de vezes durante as últimas décadas, particularmente na Alemanha, e já lançou mais de cinquenta discos. Tendo uma sólida carreira internacional, o violonista vem realizando todos os anos pelo menos duas turnês internacionais. Todos os seus discos têm sido relançados em CD em vários países.

Em 2005 estreou, ao lado da bailarina Carmen Del Rio, o espetáculo O Violão e a Bailarina, no Shopping da Gávea, no Rio de Janeiro. O show contou com a participação especial do contrabaixista paraense Ney Conceição.

Além de sua obra como instrumentista, é autor de várias canções, em parceria com Marilena Amaral, Paulinho Tapajós, Billy Blanco, Antonio Carlos Maranhão, Avelino V. do Vale e outros compositores.

Constam da relação dos intérpretes de suas canções artistas como Emílio Santiago, Miltinho, Pery Ribeiro, Jane Duboc, Maria Creuza, Fafá de Belém, Nilson Chaves, Ana Lengruber e Cristina Caetano, entre outros.

Segundo V. A. Bezerra “o estilo de tocar de Sebastião Tapajós é vigoroso e incisivo, e o som que tira do instrumento é cheio e encorpado. Ele gosta de utilizar efeitos percussivos, variações de timbre (do som mais doce, tocando próximo à boca do instrumento, ao mais metálico, próximo ao cavalete do instrumento), sons harmônicos, repetição ritmada de acordes em ostinato e outros recursos.”

Nos últimos anos, o violonista tem demonstrado um vigor impressionante compondo um grande número de novas obras, experimentando novas estéticas e revisando sua vasta produção. Em 2010 fez a direção artística do CD Cristina Caetano interpreta Sebastião Tapajós e Parceiros. Em seguida, em 2011, produziu e lançou os Cds Cordas do Tapajós e Conversas de Violões, com o amigo e parceiro Sérgio Ábalos. Já em 2012 lançou Suíte das Amazonas e remasterizou o clássico Painel, uma de suas obras mais conhecidas em todo o mundo. Em 2013 lançou e realizou turnê nacional com o CD Da Lapa ao Mascote, e lançou o DVD Sebastião Tapajós e amigos solistas (2013).

Em 16 de maio de 2013, Sebastião Tapajós recebeu o título de doutor honoris causa da Universidade do Estado do Pará(UEPA). Ainda no mesmo ano, em 11 de novembro de 2013, recebeu o título de doutor honoris causa da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA).

Jane Duboc

A cantora Jane Duboc, nasceu a  16 de novembro de 1950, é uma cantora, compositora e esportista e escritora brasileira. Jane, que aparece na posição 73 da lista As 100 Maiores Vozes da Música Brasileira pela Rolling Stone Brasil, alcançou sucesso nos anos 1980 com temas românticos, como “Chama da paixão”, “Sonhos” e “Besame”. Segundo a revista Rolling Stone Brasil, “sua interpretação de “Besame”, de Flávio Venturini, incluída na trilha da novela Vale Tudo (1988), é um dos pontos altos de sua trajetória“.

Em 2006, seu álbum, Uma Voz… Uma Paixão, foi indicado ao Grammy Latino como “Melhor Álbum de MPB“.

Além de sua sólida carreira solo, Jane ganhou notoriedade por ter gravado, em 1983, como vocalista, o álbum Depois do Fim, da banda brasileira de rock progressivo Bacamarte, considerado pela comunidade Prog Archives como um dos 100 Melhores Álbuns de Rock Progressivo de Todos os Tempos.

Seu fã-clube – “Minas em Mim” (nome de um de seus discos, lançado em 1988) – já conseguiu catalogar mais de cem discos com a participação de Jane Duboc. Discos de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Chico Buarque, Hermeto Pascoal, Roberto Sion, Sarah Vaughan, além de discos infantis e curso de inglês. Sua voz pode ser ouvida freqüentemente em jingles comerciais, o que não impede que dê impulso à carreira de solista, bem-sucedida até mesmo no Japão.

Jane é conhecida também por ser a mãe do cantor Jay Vaquer, nascido do fruto de seu casamento com o também músico Jay Anthony Vaquer, que foi guitarrista do Raul Seixas.

Manoel  e Felipe Cordeiro

Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, Manoel Cordeiro, nascido em Anajás, no Marajó, é o brega chic do Pará. “O novo é o reciclado. O brega é moderno. Como o kitsch é imitação de gosto duvidoso de uma estética mais valiosa, a música de Felipe Cordeiro  (filho de Manoel ), compositor paraense que por acaso também canta e toca guitarra, tange essa questão. Como ser original e criativo fazendo cópia da cópia da cópia da cópia. Como ele mesmo diz, sua música não tem nada de espontânea. Tudo é calculado.”

Um dos nomes de ponta da nova e agitada cena musical de Belém, ele finalmente torna público o aguardado e já bem comentado álbum Kitsch Pop Cult (selo Na Music), com show de lançamento em  março, no Sesc Vila Mariana.

 

O Estado teve acesso em primeira mão ao CD e disponibiliza com exclusividade duas faixas inteiras para streaming: Legal e Ilegal e Lambada com Farinha.

A primeira, baseada numa entrevista em que o punk João Gordo falava sobre drogas, faz associações bem-humoradas de diversos gêneros musicais com seus respectivos aditivos: “Aguardente no bom samba-canção/ Uisquinho da bossa nova/ Caspa do diabo no rock’n’roll/ Erva do amor no reggae night”. A instrumental Lambada com Farinha é uma parceria de Felipe e seu pai, Manoel Cordeiro. O melhor exemplo de reciclagem no trabalho de Felipe é a regravação de Fim de Festa, outra instrumental, recuperada dos anos 1980, em que valoriza a linha melódica do tema na guitarra, atualizando-o com a batida eletrônica do tecnobrega.

Produzido por André Abujamra (ex-Os Mulheres Negras e Karnak) e coproduzido por Felipe e Manoel Cordeiro, Kitsch Pop Cult, cujo título já é “um pouco publicitário” e ao mesmo tempo tem tom provocador, une o brega, a lambada, o carimbó e a guitarrada do Pará, reggae, surf music e cúmbia do Caribe com a estética da vanguarda paulistana.

Junta extremos contrastantes que vigoraram acentuadamente na década de 1980: pop comercial e o trabalho artístico. Contudo, Cordeiro, que estudou Filosofia, não quis fazer um disco conceitual, nem que fosse de mero entretenimento. São canções alegres que contrastam com letras carregadas de questões existenciais. “Queria que fosse um disco que tocasse tanto na aparelhagem da periferia de Belém como no universo de experimentação”, diz.

A primeira faixa, Legal e Ilegal, foi influenciada por Alma Não Tem Cor, do Karnak, uma das bandas de Abujamra. Os vocais femininos remetem às bandas Sabor de Veneno (Arrigo Barnabé) e Isca de Polícia (Itamar Assumpção). O canto falado de Luiz Tatit e do Grupo Rumo se destaca especialmente em Café Pequeno (parceria de Felipe com Dand M). “Ninguém percebe isso por aí, e nem eu fico falando. Digo em São Paulo porque aqui as pessoas percebem o quanto esse disco deve à estética paulistana”, diz Felipe.

Kitsch Pop Cult nasceu de suas inquietações por observar quanto a música popular – e em particular o tecnobrega – vive de copiar, “até que uma hora soa uma coisa singular”. “Não é um disco sobre o brega, mas sobre o processo de cópia, que é a tradução mais próxima do conceito de kitsch. A década de 80 é uma década chave para surfar nessas inquietações. Porque de um lado tem o universo cult do Arrigo, do Itamar, dos Mulheres Negras e isso coexiste com a música brega e a lambada do Pará. E do ponto de vista estético musical existem aproximações inusitadas, como os vocais femininos.”

Hoje ser brega também é ser moderno. “A música brega no Pará é um gênero, não é um adjetivo, não é um ritmo, é uma maneira de tocar guitarra, é uma levada, é uma dança. Então me apropriando disso e pelo fato de eu ter vivido isso bem de perto ao longo dos anos, porque meu pai foi produtor de muitos discos de brega e de lambada, quis fazer um disco que não fosse moderno ao ponto de ser caricato, mas também que fosse ousado, tentando fazer algo criativo.” Nascido em 1984, Felipe veio se aprofundar na vanguarda paulistana na adolescência, quando morou em São Paulo em 2001. “Luiz Tatit é uma referência muito forte e essa poética em prosa urbana da música paulistana me interessa muito, e todas as letras desse disco têm esse perfil.”

Fala-se já há algum tempo da cena crescente em Belém, constantemente comparada com o que foi Recife há 20 anos, com o mangue beat. Até porque os paraenses perceberam a tempo, que poderiam tomar atitude semelhante, tendo um manancial gigante de música tradicional na mão para ser reaproveitado, e hoje jovens aprendizes convivem com mestres veteranos, o que fortalece a cena. Reflexos de lá batem na sonoridade de bandas como Baiana System (Salvador), Do Amor (Rio), Cidadão Instigado (Fortaleza) e da cantora Andreia Dias (São Paulo).

“Não é de hoje que se anuncia essa força da música do Pará, mas sem dúvida o momento é muito especial, porque têm coincidido muitas coisas, tem uma geração mais consciente, mais profissional, o próprio Brasil mudou seu olhar sobre o Brasil”, diz Felipe. “O que faço é música brasileira feita no Pará. A grande singularidade da Amazônia em geral e do Pará é a aproximação com o Caribe, que é pop e processada da música europeia e africana. Aí vem o kitsch de novo. A música do Pará já é reprocessada disso”, reconhece.

No entanto, para além da mistura – “que sem dúvida é bem importante, mas é detalhe, porque afinal a música brasileira toda é misturada” – a liberdade de comportamento, a quebra de fronteiras “que indica para a tolerância, para a ousadia”, é o que para ele tem sido “o grande barato da produção do Pará”.

 

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Cantor de “Despacito” tem milhões em joias roubados por sósia

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Foto: Reprodução

Daddy Yankee foi vítima de roubo por um sósia. Por sua aparência similar, o criminoso teria enganado os funcionários de um hotel em Valença, na Espanha, onde o rapper estava hospedado, e levado cerca de R$ 8 milhões em joias.

Enquanto o cantor estava fora de seu quarto, o bandido foi até o local e pediu aos trabalhadores do estabelecimento para que abrissem seu cofre, segundo o “TMZ”.

Após o acontecimento, a assessoria do rapper confirmou o caso no Twitter: “Um escritório de advogados já foi contratado, e não serão mais dadas declarações para que as investigações não sejam atrapalhadas”.

O sósia do intérprete de “Despacito”, aliás, deu mais prejuízo ainda. De acordo com a “BBC”, além das joias, o ladrão teria invadido outro quarto do hotel e levado milhões de dólares.

Fonte:Famosidades

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