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Tecnologia

Google exclui aplicativos para Android que escondiam vírus para Windows

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Foto: Britta Pedersen/dpa
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O Google removeu 145 aplicativos maliciosos que estavam disponíveis na loja Play Store do Android. Um relatório de segurança apontou que eles continham arquivos executáveis com vírus para Windows.

Os aplicativos foram encontrados pela empresa Palo Alto Networks. Ao encontrar os códigos com ataques para Windows, os pesquisadores alertaram o Google, que removeu em seguida os apps. Os softwares estavam na loja de apps do Android desde outubro do ano passado.

Como o vírus foi feito para atacar o Windows, ele não oferece perigo algum a usuários no Android. Ele só pode causar danos caso o arquivo executável seja aberto no sistema da Microsoft.

O malware estava escondido em apps como tutoriais de ginástica e softwares para desenhar. Entre as ameaças presentes no códigos estava um keylogger, que registra todas as teclas digitadas em um teclado. Com acesso a essas informações, hackers conseguem roubar dados sigilosos como nomes de usuário, senhas e até números de cartão de crédito.

No entanto, os pesquisadores acreditam que a presença do malware é acidental. Eles não acreditam que os desenvolvedores tenham colocado os códigos maliciosos intencionalmente, e acreditam que algum computador com Windows que estava infectado e foi usado durante o desenvolvimento do app pode ter incluído o vírus nos códigos.

Fonte: Olhar Digital

 

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Facebook quer comprar uma empresa de segurança após vazamento de dados

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Foto: Justin Sullivan / Getty
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Os recentes escândalos de privacidade do Facebook, incluindo o vazamento de dados pessoais de 29 milhões de usuários, fizeram a empresa começar a se mexer para melhorar a segurança da plataforma. E, de acordo com o site The Information, o Facebook quer comprar uma “grande empresa de cibersegurança” – e já fez proposta por algumas delas.

Apesar de nenhum nome ter sido divulgado até o momento, fontes que conversaram com o The Information dizem que a ideia é fechar uma aquisição até o fim do ano. O Facebook quer implementar ferramentas de segurança a seus serviços já existentes, com objetivo de proteger contas de usuários, além de sinalizar tentativas de invasão.

Com o conhecimento de uma grande empresa de cibersegurança, o Facebook pretende reduzir a possibilidade de uma falha de código dar abertura para hackers invadirem a plataforma e acessarem dados de usuários indevidamente.

Além da consequência óbvia de tornar a plataforma mais segura, a aquisição pode servir para o Facebook passar uma mensagem aos seus usuários: a de que a rede social se preocupa bastante com a privacidade e segurança de dados.

Com escândalos recentes como o da Cambridge Analytica, que acessou informações de usuários indevidamente, e também a invasão que afetou 29 milhões de contas, a imagem do Facebook foi abalada, e a confiança geral dos usuários caiu consideravelmente.

Fonte: Olhar Digital

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Tecnologia

TSE nega ao PSOL liminar para restringir WhatsApp nas eleições

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Foto: Olhar Digital
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O ministro Edson Fachin, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), negou liminar (decisão provisória) ao PSOL em representação que pedia que o uso do WhatsApp fosse restringido nos dias que restam até domingo (28), data do segundo turno das eleições.

Na representação, o PSOL pediu que a Justiça Eleitoral determinasse ao WhatsApp o uso temporário de mecanismo para limitar o compartilhamento, encaminhamento e transmissão de mensagens e o número de membros em novos grupos criados na rede.

O partido fez a solicitação com a justificativa de que a disseminação sem controle de notícias falsas pelo aplicativo estaria prejudicando a lisura do pleito. Para o ministro Edson Fachin, no entanto, o PSOL não apontou “fundamentos jurídicos” suficientes para a restrição do WhatsApp, tampouco apontou “conduta ilícita” praticada pelo aplicativo.

Para Fachin, desse modo, o pedido do PSOL “não encontra, no atual momento processual, em que se analisa apenas a plausibilidade dos argumentos invocados, fundamento apto para seu deferimento”. Fachin deu 24 horas para que o WhatsApp se manifeste na representação.

Entre as medidas que haviam sido solicitadas pelo PSOL estão a restrição dos encaminhamentos de 20 para cinco, com o objetivo de limitar a disseminação de desinformação; a restrição do número de transmissão de uma mensagem para contatos (atualmente é de 256 contatos ao mesmo tempo); e a limitação do número de grupos.

“Inúmeras são as situações diariamente noticiadas de que as mensagens que circulam nos grupos de WhatsApp, sem qualquer acompanhamento e cuidado com a legislação, têm desequilibrado o pleito eleitoral, especialmente porque chegam a milhões de pessoas, e muitas têm como principal meio de se informar o grupo de mensagens, o que facilita o trabalho de quem divulga notícias falsas, ofensivas e inverídicas”, escreveram os advogados do partido.

Fonte: Agência Brasil

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Tecnologia

Uber testa serviço de ‘funcionários sob demanda’ por aplicativo

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Foto: Divulgação
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Pelo aplicativo da Uber, já é possível pedir carros particulares, comida por delivery e até bicicletas, barcos e helicópteros em algumas regiões do mundo. Em breve, a empresa pode começar a oferecer também funcionários temporários através do app.

É o que diz uma reportagem publicada nesta quinta-feira, 18, pelo jornal norte-americano Financial Times (via The Verge). O serviço, batizado internamente de Uber Works, estaria ainda em fases iniciais de desenvolvimento, com testes sendo realizados em Chicago e Los Angeles, nos Estados Unidos.

A ideia é que pequenos e médios empresários possam usar o Uber Works para contratar profissionais por curtas jornadas, como garçons ou seguranças para um evento, por exemplo. Esse tipo de serviço já é oferecido por agências de trabalho terceirizado no Brasil e no mundo.

O diferencial do serviço da Uber seria o modelo de negócios. Assim como motoristas podem se cadastrar para ganhar dinheiro com o Uber e motociclistas podem ser pagos para entregar comida com o Uber Eats, profissionais autônomos poderão receber por diárias no Uber Works.

Oficialmente, a Uber não quis confirmar ou negar a informação do Financial Times. O serviço de funcionários sob demanda faria parte do crescente investimento da empresa em modalidades alternativas aos carros particulares, como o serviço de bicicletas e patinetes elétricos oferecido nos EUA.

Ainda em fase de testes, o suposto Uber Works não tem previsão para ser oficialmente anunciado e, segundo o jornal, pode até mesmo ser abandonado caso a experiência não dê o resultado que a empresa espera.

Fonte: Olhar Digital

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